Notas iniciais
Oieeeeeee
gritando muito ainda!!!!!!! Super feliz com a primeira indicação da fic, capitulo dedicadissimo a uma das flores do meu jardim,
Lanny Somerhalder
Dessa vez o bombeiro é todo seu Lanny. Rsrsrsrsrsrs.

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Fazenda Masen



Uma semana nunca havia passsado tão rápido como esta. Usei o



pouco dinheiro extra que havia guardado para comprar mais uma meia duzia de casacos, botas e calças. Alice havia dito que em Forks, por ser uma região montanhosa seria um pouco mais fria que Seatle. As malas já estavam arrumadas ao lado do sofá. Na verdade se tratava apenas de uma mala e uma bolsa de mão. O suficiente para cinco dias.



No reveilon já pretendia estar aqui. Ainda tinha ficado com um cliente pendurado e seu imposto de renda não esperaria até a entrada do ano novo.



Certifiquei-me que as janelas e porta dos fundos estavam trancadas. Precisaria apressar Nessie no banho. Quando saia da cozinha senti uma leve vertigem. Me apoiei no armario com medo de cair. Esse mal estar era provavelmente devido a noite mal dormida, culpa de certo bombeiro. Passei a maior parte da noite em claro pensando em como seria vê-lo por dias seguidos.



E agora poderia até provocar um acidente na estrada caso cochilasse. Mas quer saber? Acho melhor deixar esta festa pro próximo ano. Evitaria assim bater no carro de algum desavisado como também não colocar Nessie em perigo.



Pronto era isso. Não iriamos; aguentaria o chilique de Nessie o dia todo e a noite fariamos algumas panquecas enquanto assistiamos a filmes natalinos.



Voltei a sala para buscar a bagagem e desfaze-las. Passando pelo corredor o telefone tocou.



– Alô Bella?- não acredito, era Alice. Como contar para ela?



– Oi Alice tudo bem?



– Sim, sim. Queria saber que horas vai chegar? Minha mãe mal pode esperar para conhecê-la.- sua voz era de diversão- Contei que foi você que Edward salvou e ela até já comprou um presente para Nessie. — O quê? Alice falava tão rápido que quase não a entendia.



Fechei os olhos e comecei a bater a testa na parede em frente. Com certeza a Sra Masen iria acabar comigo; me culparia por quase ter dado fim a vida de seu filho.



– Pois é Alice...eu já ia te ligar. Estou um pouco atrasada com a entrega de uns relatórios na empresa e por isso mal dormi esta noite; como vou ficar um longo tempo na estrada achei melhor ir amanhã.- pronto. Ganharia mais um dia para me preparar como a covarde que eu era.



– Isso é facil de resolver, Bella. Edward tambem ainda não saiu de casa. Ele pode passar ai e trazer você duas.



Nããããããoooooooo!



– Não precisa incomod...



– Não é incomodo nenhum, assim você tambem dorme um pouco durante a viagem. Mal posso esperar para vê-la de novo.



– Ok. — concordei muito ciente de estar fazendo uma enorme loucura. -Tambem estou com saudades. Beijos.



Assim que desliguei coloquei as mãos nas temporas. Vamos Isabella, você consegue, seja forte.



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Já estavamos prontas há dez minutos. Nessie estava radiante com a noticia de que Edward viria nos buscar. Enquanto o esperávamos assistiamos a rena do nariz vermelho. Ouvi batidas na porta e desliguei o televisor.



– Venha Nessie. — chamei já com o agora costumeiro frio na barriga que sentia sempre que estava para encontrá-lo.



– Dr. Carlisle?- perguntei surpresa ao vê-lo parado ali.



– Isabella, feliz natal! — disse me entregando um envelope – Quero dizer, adiantado.



– Tio Carlisle! — Nessie passsou por mim igual uma flecha, abraçando as pernas dele. – Nós vamos viajar.



–Ah minha pequena sobrinha, isso é para você.- entregou uma sacola cor de rosa com um laço dourado – E também tenho um segredo. — cochichou -Eu tambem vou viajar. — disse e não pude deixar de sorrir.



– Muito obrigado meu tiosinho do coração. — voltou a braçar Carlisle e levou o presente para nossa pequena árvore decorada.



Havia a ensinado a só abrirmos o presente na noite de natal. Como não estariamos aqui decidimos abrir quando voltássemos.



Sabia que Carlisle tinha uma filha que morava em Nevada, ele deveria estar indo para lá passar as festas de fim de ano.



– Aconteceu algo? — disse examinando o envelope. — O que é isso?



– É o seu bônus de natal. Quando temos lucros, todos recebem no fim de ano. Faço questão de entregar pessaoalmente, como uma forma de agradecimento pelo empenho de todos. Como nós dois ultimamente só nos falamos pelo e-mail ou fax passei aqui antes de viajar.- explicou.



– Puxa! Muito obrigada, esse dinheiro com certeza veio numa boa hora. — disse já pensando na obra para o quarto de Nessie.



– De nada.



– Entre, ainda tenho um tempinho para fazer um café.



– Deixa para outro dia, estou a caminho de Forks e passarei lá dois dias na casa de um de meus sócios depois viajo para Nevada.



– A gente tambem vai pra Forks. — Nessie aunciou.



– Não me diga? Se quiser posso lhe dar uma carona.- ofereceu Carlisle.



Isso seria ótimo! Evitaria assim passar um tempo desnecessário ao lado de minha tentação pessoal.



– Isso é ótimo, só precis...



– Mas e o bombeiro, mãe? — indagou Nessie e nessa hora uma caminhonete preta parou em frente. Todos os meus poros esquentaram. Não precisava ver para ter certeza que atras daqueles vidros fumê estariam os ardentes olhos verdes dele.



Saltou da caminhonete e com passos duros veio em nossa direção. Seus olhos não estavam em mim mas fuzilavam Carlisle. Parece que vi ele engolindo em seco conforme Edward com seus quase 2.00m se aproximava.



– Bom dia. – cumprimentou e sua voz como sempre era muito seca. Seus olhos passaram por Carlisle, Nesssie, por mim e voltaram para Carlisle ond esse mantiveram por um longo tempo.



– Oieeeee. Você demorou.- gritou Nessie com um sorrisão.



Sutilmente levei uma as mãos ao meu peito. Acho que estava começando a hiperventilar.



– Bom dia Sr Masen.- disse recuperaNdo meu auto controle. Ele não havia me dado permissão para chamá-lo pelo primeiro nome.- esse é meu chefe. Dr. Carlisle Cullen.



– Como vai? Sr....



– Encantado. — respondeu Edward daquele mesmo jeito sem interesse algum cumprimentando num aperto de mãos meu chefe. E que aperto! Vi quando seus biceps se alargaram e Carlisle fez uma careta de dor.



– Ual...sr encantado, tem um aperto de mãos bem firme.- disse friccionando os dedos. Edward soltou um grunhido com a piada de nome que ele fez.



– É muita gentileza, ter vindo mas não gostaria que se atrasasse por nossa culpa. Dr. Carlisle acaba de nos oferecer uma carona. — avisei.



Eu estava enganada ou vi faiscas saltarem dos olhos de Edward?



Ele olhou para o chão onde estavam nossa bagagem e com uma mão pegou-as. Com a outra carregou Nessie que soltou um gritinho.



– Iuuuuuuupiiiiiii!



– Lamento, — disse- mas não costumo dar viagem a toa. Vim buscá-las e as levarei.- começou a andar em direção a caminhonete.



Carlisle tinha os olhos esbugalhados olhando o brutamonte que era meu bombeiro. Meu bombeiro, quem disse que ele era meu?



–Ouça Sr Masen, não prec...



– Ah, precisa sim.- bateu o porta malas do carro e foi abrir a porta para por Nessie. Virou para mim ainda com a porta aberta.



Fiquei tão irada, tão fula da vida, que agi feito uma criancinha. Cruzei os braços e fiz um bico. E pior, comecei a bater os pés no solado da porta.



Quem ele pensava que é? Por que salvou minha vida e de minha filha, achava que poderia mandar na gente agora?



Carlisle pareceu sentir a eletricidade no ar e foi se afastando.



– Bom... pelo visto já tem carona. — disse – Quero que tenha um excelente Natal e se divirtam. — queria protestar mas não tinha mais jeito.



– Para o senhor também Dr Carlisle e muito obrigada por tudo.- ele se aproximou e beijou minha testa. Com um susto nos separamos; a buzina alta e estridente ecoava acho que por todo quarteirão. Olhei e Edward já estava do outro lado do carro apertando a buzina.



– Você está frita.- disse Carlisle sorrindo e não entendi seu comentário. Entrou em seu carro e acenou para Nessi e Edward pela janela.



Quando o carro passou por ele, Edward levantou um dedo fazendo um gesto obsceno. Ainda bem que Nessie estava dentro do carro e não tinha visto.



Bufando tranquei a porta e marchei pisando duro para o carro do pânico.



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Durante a viagem não trocamos nem uma palavra. Minha vontade era de socar aqueles ombros largos até que minhas mãos doessem. Com certeza não faria nenhum dano a ele, mas pelo menos a raiva passaria.



Fui no banco de tras com Nessie e nem me importei dele ser meu motorista particular. Azar o dele. Nunca fui tão humilhada como ele me fez passar momentos antes.



Nessie que estava tão euforica conversou com ele a viagem inteira, vezes ou outras cochilava mas logo acordava com as gargalhadas dos dois. Me peguei varias vezes olhando-o pelo retrovisor e quando nossos olhos se encontravam desviava rapidamente.



Depois de três longas horas de viagem, que por causa da quantidade de neve tivemos que pegar um desvio, chegamos aos portões da fazenda Masen. Havia um gigantesco boneco de neve e Nessie pediu para descer do carro e tirar uma foto com ele. O vento era algo congelante fora do aquecimento do carro.



Colocamos as toucas e ela foi se posicionar ao lado do boneco. Enquanto pegava a câmera, senti as mãos de Edward em meus ombros. Virei-me prestes a lhe dar um safanão mas tive a visão de um lindo anjo.



Oh minha nossa! Porque ele tem que ser tão lindo!



Senti inveja dos floquinhos de neve que caiam em seu cabelo. Desejei imensamente ser um deles para poder tocá-los.



– Eu quero lhe pedir desculpas. — ele disse..- Não queria ter bancado um imbecil.



– É...acho que bancou mesmo Sr Masen.- falei. — Eu não entendi. Por que se comportou daquele jeito?- cruzei os braços esperando por uma explicação.



– eu só sei que não gostei. — disse balançando a cabeça.



– Do quê? Você o conhecia? — ele deu um sorriso que não chegou aos olhos.



– Eu não sei. Só sei que não gostei.- repetiu. Continuei olhando para ele querendo entender o que se passava na cabeça daquele homem.



Uma hora estava sendo gentil e na outra faltava trucidar quem passasse no seu caminho.



– A propósito, você está linda! — Tentei conter a surpresa pelo elogio inesperado e controlar as batidas de meu coração.



VocÊtambém está lindo! E desejável, atraente...



Queria ter falado tudo isso para ele mas apenas sorri.



Toda a raiva que vim sentindo durante a viagem havia sido dissipada. Todas as palavras que gostaria de ter gritado para ele naquele momento de furia, já não existiam mais.



Ele puxou um pouco para o lado minha touca tampando minha orelha. Com um simples toque quente dele, não conseguia mais me lembrar de onde estava. Tudo esquecido. Antes, seu olhar duro, fora agora substituido por algo tenro, carinhoso.



– Por favor, me chame de Edward. – pediu.



E ele também sorriu, aquele sorriso que me fazia perder o folego, me fazia querer ser diferente e poder mergulhar fundo, dar vazão a tudo que sentia por ele naquele momento.



– Ei gente, assim vou virar um picolé.



Droga. Onde estava com a cabeça? Nessie estava ali parada com as mãos no bolso do casaco. Sua touca rosa estava quase branca, coberta com a neve.



Edward correu e colocou ela sobre os ombros, ficando quase do mesmo tamanho do boneco. Tirei uma, duas, quase dez fotos deles brincando e sorrindo. Imaginei como um pai fazia falta para ela, em como se eu tivesse tomado as escolhas certas, ela poderia ser feliz agora.



Pov Edward



A casa dos Masens estava lotada.



Além da família que já era enorme, haviam funcionários, amigos, amigos dos amigos e com certeza uma dezena de penetras. Minha mãe manteve a tradição de nosso pai de ceiar jumto com todos aqueles que eram especiais para a família e desenvolvimento da fazenda. Por isso o grande numero de funcionários com suas famílias.



Na entrada da casa, um enorme pinheiro estava enfeitado, com bolas coloridas e luzes brilhantes. Uma mesa de cinco metros ao meio do salão estava coberta de doces e outras guloseimas da época alem de claro, quatro cestos repletos de frutas, distribuidas pela mesa. Corri os olhos rapidamente procurando certa pessoa. Havia deixado Isabella e a filha na entrada com Alice enquanto procurava uma vaga nos fundos já que a frente estava tomada com os carros.



– Edward. — minha mãe chamou de algum lugar.



Sua voz estava abafada devido a musica natalina e conversa dos familiares. Virei-me de um lado para outro, mas não a vi. Pelo contrário, fiquei com meus olhos presos em Isabella.



Não conseguia acreditar no que via. Mick e Erick estavam cada um do lado dela junto com Alice. Aquela baixinha ia se arrepender ou não me chamo Edward Masen.



Enquanto caminhava na direção deles vi Mick num movimento de cantada barata. Fingiu ri de alguma piada e tocar o ombro de Isabella.



Hoje mataria meus três irmãos.



Estava com os punhos cerrados e via apenas vermelho. Estava louco de ciúmes. Possesso.



– Edwrad, meu filho, estava preocupada.- minha mãe me parou a meio caminho. — A neve caiu forte de madrugada e por isso tivemos que improvisar um desvio.



– Sei disso. Eu o peguei.- falei ainda encarando os trêss futuros defuntos. Minha mãe seguiu meu olhar.



– Fico feliz por ter trago a Isabella e a filha. Conversei um pouco com ela ainda agora e deu para perceber que são uns amores. Fiquei surpresa por ela ser tão nova e com tanta responsabilidade.



Me virei para olhar minha mãe; abri as mãos e senti o sangue voltar a correr pelos meus tendões devido a pressão que fazia.



Não deveria agir assim com Isabella. Ela era uma mulher de muita garra. Era muito jovem e tinha o direito de recontruir uma família. Voltei a olhá-la e senti o gosto de ferrugem na boca tamanha a raiva que sentia ao ver os urubus dos meus irmãos ciscando no meu terreiro.



Sentia os olhos de minha mãe avaliando-me.



–E então já preparou a fogueira?- mudei de assunto, não queria passar a noite falando sobre ela e o quanto ela e a filha eram adoráveis.



Era tradição de nossa família acender uma grande fogueira minutos antes da ceia. Nos reuniamos e orávamos por mais um ano em família, pelas alegrias e tristezas. O importante é que estávamos juntos.



– Acredita que ela veio se desculpar? – O quê? Minha mãe quando cismava com uma coisa. — Ela pediu desculpas por você ter se ferido.



– Isabella é absurda. Ela não tem do quê se desculpar. Eu sim me sinto agradecido por Deus permitir tê-la encontrado. Uma mulher de fibra, de garra, muito diferente dessas menininhas mmadas que se tem por aí . Espero que ela pare com estas besteiras pois o dia fica mais iluminado com um simples sorriso que ela dá.



Minha mãe me olhou surpresa com meu breve discurso.



– Você ouviu o que acabou de dizer. Você gosta dela Edward?



–Claro que não mãe. Bom...não do jeito que a senhora pensa. Ela é gentil, linda, carismática, batalhadora e linda...



– Sim, linda muitas vezes. Edward você está apaixonado por ela.



– Mãe agora a senhora está sendo absurda. — ralhei me esquivando dela.



– Ah é? Então desculpe essa sua velha mãe caduca. — falou bancando a ofendida — Porque não tira os olhos dela e vai acender logo a fogueira. Está muito frio e garanto que todos vão querer se aquecer lá.



– Mãe. — ela virou de costas se afastando.



– Vou falar com seus tios.- disse por cima dos ombros.



Onde já se viu? Apaixonado, eu? Essa é boa.



Então porque não conseguia tirar os olhos dela? Isabella agora estava sozinha com Mick e ela ria de alguma coisa que ele dizia.



Você está apaixonado por ela... Apaixonado por Isabella...apaixonado...Isabella.



As palavras de minha mãe ficaram zunindo na minha cabeça. Tudo bem que ela era uma mulher extraordinária e sua filha tambem era uma formosura, a cópia perfeita da mãe.



Se tivesse aapaixonado, a deixaria partir com outro homem? E ela, será que sentia algo por mim? Ia tirar isso a limpo e era agora.



Ao invés de ir pra fora acender a fogueira, segui em linha reta em direção a minha suposta paixão, Isabella.



Notas finais
Bom parece que o bicho vai pegar no próximo capitulo. Edward ciumento que só, quer saber, bellinha gosta dele ou não e ele, graças a mamãe Esme, se tocou que o que sente por Bella é amor. Vamos esperar pra ver no que vai dar.
Pensaram que Dr. Carlisle está interessado nela? Nada disso ele apenas gosta dela como uma filha mas quem sabe papai noel não resolve presentear D. Esme?
Mais uma vez agradeço a todas as reviews e pela maravilhosa indicação de Lanna Somerhalder, um grande beijo a todas e até o próximo.