“Agora você vem e pergunta se ainda te amo? Digo que sim, que te amo como nunca amei outro alguém, como acredito que nunca amarei novamente, mas tive que escolher depois que o “nós” deixou de existir, ou pelo menos eu já não acredito que seja possível que ele exista, tive que escolher entre ‘você’ e ‘eu’, e acredite, apesar de parecer egoísmo eu escolhe a mim, pois já esgotei todas as possibilidades do ‘nós’, já não acredito em felicidade plena, agora conto com um lado da moeda, apenas comigo, vivo alegrias momentâneas, que me impedem de desmoronar, mas você ainda pergunta se lhe amo, irônico, sabe? Passei os últimos meses lhe perguntando o mesmo e sua resposta veio sem atitude, sem provocar qualquer mudança na nossa situação.”

– Gislanny Levesque