Você Mexeu Com O Meu Mundo!

7 Capítulo 6 - Por sua causa... Eu tenho medo


Notas iniciais
*oieeeeeeeeee...
*Mais um capítulo para vocês, viciados em VMCOMM rsrsrs!
*Aviso: Esse capítulo mostra um pouco da relação da Mel com Charlie, mas logo vocês vão entender o por que desse ódio que o Charlei tem pela Mel (só que é bem mais pra frente, pois o começo vai ser mais focado na relação do Ed com a Mel(e até com a Rosalie).
*Boa leitura!

Because Of You – Kelly Clarkson

Eu não cometerei

Os mesmos erros que você

Eu não me permitirei

Causar a meu coração tanta tristeza

Eu não vou desabar


Do jeito que você fez, você se machucou profundamente

Eu aprendi da maneira difícil

A nunca me deixar chegar até esse ponto

Por sua causa

(...)

Por sua causa

Eu acho difícil confiar

Não só em mim, mas em todos à minha volta

Por causa de você

Eu tenho medo


Eu perco meu caminho

E não demora muito até você mencionar isso

Eu não posso chorar

Porque eu sei que isso é fraqueza nos seus olhos


Eu sou forçada a fingir um sorriso, uma risada

Todos os dias da minha vida

Meu coração não pode se partir

Quando não estava inteiro para começar

(...)

Eu era tão jovem

Você deveria saber melhor

Do que apenas se apoiar em mim


Você nunca pensou

Nos outros

Você só viu sua dor

(...)

Por sua causa

Eu estou envergonhada da minha vida

Porque ela está vazia

Por sua causa eu tenho medo


Sábado finalmente... Para alguns um dia 'sagrado', para outros um dia muito louco, mas para mim... Não faz a menor diferença. É um dia muito infeliz pra mim e quando meu pai ta em casa e minha mãe trancada no quarto de luto por alguém que nem morreu (ela acha que a Melanie (eu) morreu, e não a Emily), e para piorar Edward é meu vizinho e a sacada do quarto dele é de frente (minha eu consigo ver tudo que ela faz no quarto dele).


Desci as escadas e fui pra sala onde fica o piano (pra ser mais especifica o meu piano, que a... Emily tomou de mim), sentei no banco do piano e olhei para as teclas. Queria muito tocar de novo, mas acho que nunca vou conseguir. Eu, quando pequena, vivia tocando piano, mas Emily (só por que aprendeu a tocar uma música, se achava e ganhava a atenção de todos. E eu? Que tocava quase todos os tipos de músicas no piano... Ninguém dava bola).


–O que você ta fazendo ai? -Meu... (infelizmente) pai, disse quase gritando.


–Nada... Só estou sentada...


–Não me interessa... -Me interrompeu -Ai é o lugar da Emily! -Gritou.


–O lugar da Emily? -Perguntei perplexa -Como Assim, o lugar da Emily? -Disse entre dentes.


–Era a Emily que tocava... Não você! -Disse com... Nojo...?


–A Emily não sabia nem tocar o Do, Ré, Mi... Eu! Tive que ensinar ela! -Gritei, e a maldita vontade de chorar veio, mas eu não vou chorar na frente dele “Eu não posso chorar, porque eu sei que isso é fraqueza aos seus olhos” pensei.


–Olha o jeito que você fala da Emily! -Gritou


–Ahh!! Porque não pode se dizer o nome da 'santa' Emily em vão! -Gritei ainda mais alto -Por a Emily a era o orgulho da família, a e Melanie era era a vergonha da família...


–Eu não tenho culpa, que eu não queria que você nascesse! -Disse com ódio, essa doeu foi quase que um tapa na cara, meu coração virou pó.


–Nossa! Eu só vou te dizer uma coisa... Eu não pedi pra nascer! -Gritei a ultima parte-Vocês poderia muito bem ter me abortado!


–A sua mãe que não quis! -Pra poder aguentar isso tive que 'vesti' a máscara da 'nova Melanie' -Só entenda uma coisa, Melanie... -Ele sempre dizia meu nome com nojo -Eu nunca quis que você tivesse nascido... Se fosse pra escolher entres vocês duas com certeza -Destacou a palavra- Eu escolheria a Emily -Engoli seco. Um soco machuca? Essas palavras machucam muito mais” –Sabe por que a sua mãe não anda mais? É a consequência de você não tava naquele carro... Por que se você tivesse, você teria morrido e a sua mãe estaria andando agora.


–Então a culpa é minha?


–Você não merecia está viva.


–Como não? O que foi que eu te fiz pra você me odiar tanto?


–Nasceu -Disse e saiu.


Eu estava estática, como é que um pai pode odiar tanto uma filha?. Engoli o choro e subi as escada lentamente até chegar no meu quarto, me tranque no meu closet e.... Comecei a gritar de dor mesmo, pois era a única coisa que eu sentia nesse momento. Me desesperei gritei, chorei e até me debati, mas nada fazia com que essa dor passasse, então me lembrei de uma coisa. Da ultima vez que a minha teve um surto, muito serio, ela cortou os pulso e disse que assim passava a dor, por que não tentar? Procurei alguma coisa que fosse cortante e achei um pequeno estilete.


Respirei fundo e fiz o primeiro corte, e por incrível que pareça a dor que eu sentia no coração passou e o sangue que escorria pelo meu braço era como a dor saindo. Sorri e comecei a me corta mais, não sei quantos cortes eu fiz, pois minha vista começou a ficar escura depois ficou tudo preto e não me lembro de mais nada.


(...)


Acordei em um lugar todo branco com luzes muito fortes ou minha vista que estava sensível? Não sei. Tive que piscar varias vezes pra saber onde estava. Mais quando me dei conta de onde tava queria voltar a dormir, eu estava no quarto de hospital (lugar que eu tenho pavor, pois foi em um hospital que me disseram que eu tinha perdido a minha irmã e minha não podia mais andar). A porta do quarto se abriu, e um 'anjo' entrou, o doutor Carlisle Cullen... Sim o pai de Edward (que por sinal é um gato!).


–Você sente melhor, Melanie? -Era incrível o quão parececido era Edward e Carlisle.


–O que aconteceu?


–Você que vai me dizer, Melanie -Olhei confusa para ele, suspirou e olhou suave para mim -Consta na sua ficha medica que você tem cortes profundos no braço e aparentemente não come a mais de... -Olhou a ficha -Um mês?! -Disse assustado.


–Eu não sei do que você ta falando -Fingi de desentendida.


–Claro que sabe, Melanie... Me explica -Disse serio.


–Você quer que eu diga o que? Que eu tenho vontade de morrer? Ah! Eu não culpa... Ou melhor! Sabe todo mundo que esta nesse hospital? Eles estão aqui por minha culpa, pois eu não tava junto pra morrer ou me acidentar no lugar deles! -Gritei.


–Não fala assim, Melanie... Você não é culpada de nada.


–Diz isso pro meu pai -Disse baixinho.


–Então é isso?


–O que?


–Você se cortou por que seu pai te disse alguma coisa? Não foi? -Perguntou sério.


–Não disse nada -Mordi o lábio inferior, ”Você anda muito chorona, Melanie!”.


Do nada a porta do quarto abre, e Edward entra assustado.


–Cade ela? -Sorri, ”Será que e sou eu?”


–Ela quem, Edward?


–Rosalie -”Anh?! Rosalie?! Até quando eu to em um hospital ele só se preocupa com ela?!” a Melanie 'boazinha' gritava me deixando com dor de cabeça.


–Er... Ela esta no quarto... -Olhou a ficha -307.


–Obrigado, pai -E saiu correndo.


–Melanie? Você está bem? Por você está chorando? -Coloquei as mãos no rosto e nem tinha percebido que estava chorando -Você...?... Me desculpe, não posso me meter na sua vida.


–Sim... -Eu sabia que ele queria perguntar se eu gostava de Edward -E muito.


–Dizer que sinto muito... Não é a melhor escolha, não é? -Sorri fraco. Ele ia saindo do quarto e eu não pude deixar de perguntar.


–Doutor Cullen.


–Sim?


–Meu pai está aqui?... Quer dizer -Fechei os olhos com força -Quem foi que me trouxe pro hospital?


–Quem te trouxe foi uma mulher chamada... Olga -”Só ela pra mim salvar”.


–Ah!... -Foi a única coisa que eu consegui dizer -E doutor Cullen... -Ele sorriu e eu também.


–Sim, Melanie?


–Porque que a Rosalie foi parar no hospital? -Não resistir.


–E que ouve umas coisas com ela... Ela etá fazendo alguns exames.


–Por que? -Ele sorriu.


–Eu não posso dizer -Colocou o dedo sore meu nariz, sorri com esse ato inocente.


–Agora descanse...


–Eu quero ver Olga -O interrompi.


–Tudo bem vou chama-lá -Saiu.


Olga estava muito desesperada, tive que dizer mil vezes que estava bem. Passei o sábado no hospital (melhor que em casa). Não vi Edward depois do ocorrido ,ele não veio me visitar nenhuma vez e isso me deixou muito triste. Mas algo que eu não parava de pensar é o que diabos avia acontecido com Rosalie? E que malditos exames ela tinha que fazer? Isso está tudo muito misterioso pro meu gosto, e eu vou descobrir... Custe o que custar.


Notas finais
*Espero que tenham gostado!
Bjuss, Iris.