Você De Novo?

47 Cap 51 Penultimo capítulo parte 1


Notas iniciais
Sim, é um novo capitulo. uhu E é o penultimo capitulo :/ Gente, eu tive uns probleminhas pra postar e editar o capítulo, então daqui até o meio da semana ou hoje mesmo eu posto o resto. Desculpinhas mesmo.

Sam

Acordei sorrindo, novamente pensando em como a vida é literalmente uma roda gigante, numa hora você esta em cima, na outra embaixo, na outra no meio, e na maioria das vezes você só esta passeando, visitando, conhecendo alguns lugares... É fascinante, são voltas demais. Tem horas que você se perde, fica tonta e da vontade de colocar tudo pra fora, mas, depois você simplesmente agradece pela paisagem e corteja a vida... Como diriam os franceses: La vie est belle – a vida é bela, belíssima eu acrescentaria.

O dia não estava bonito, na verdade estava quem disse que um dia bonito precisa ser ensolarado, céu azul, sem nuvens? O tempo nublado e frio só contribuíram pra ficar até as onze da manha deitada, ou melhor, enrolada com Freddie na cama dividindo um edredom.

Freddie

–Um dólar pelo seu pensamento. – disse virando para Sam.

–Meus pensamentos valem tão pouco assim?

–Você sabe que não. Que tal um beijo pelos seus pensamentos?É poético sabia?

–Quem te disse que seus beijos valem tanto? Poeticamente ou não.

–Você esta desprezando meus beijos?

–Hmmm, não. – Sam sorriu e eu a beijei.

–Em que estava pensando?

–Mistério, cada cabeça é um mundo e cada mundo é um mistério, baby.

–Filosofando Samantha? Bom saber que eu te inspiro.

–Haha, isso não tem nada a ver com você.

–Tem a ver com outro então?

–Sim, tem a ver com o meu amante caribenho.

–Então deve ser a chuva...

–Ou a fome...

–Ou o frio...

–Ou a fome... Espera, por que você não acredita que eu possa ter um amante caribenho?

–Por que pra se ter um amante você precisa ser casada. A não ser que você nos considere noivos. É isso Puckett?

–Não, Benson, não mesmo.

–Então é o amor.

–Ou a fome...

–Ou... – a frase foi interrompida pelo bip do meu celular, indicando que eu havia recebido mais uma das dez, agora onze mensagens que a Vivian me mandou, a maioria eram avisos a respeito do Dom, enquanto o ultimo era mais um ordem, algo como: pare de namorar vá fazer seu trabalho, acho que esta na hora de um hot dog.

Sim, estava na hora de executar o plano. Respirei fundo e encarei meu destino.

–Hey baby, ta com fome?

–Que pergunta idiota.

–É né. – rimos

–Por quê? Vai fazer algo pra gente.

–Na verdade eu tava pensando em algo como, vamos lá embaixo comprar um hot dog?

–Há essa hora? Eu preciso de café.

–Eu te dou café.

–Mais eu não quero descer, eu estou muito confortável aqui. – Sam argumentou fazendo voz de criança.

–Por favor?

–Olha aqui Benson, isso é covardia tá legal? Não fica fazendo essa carinha de gatinho de botas não!

–Por favor? – implorei mais uma vez.

–Droga, vamos.

–Não vai mudar a roupa?

–Por quê?

–Por que você esta de moletom?

Não é um moletom, e eu não vou trocar. Ou vamos assim ou não vamos.

–Vamo

–Idiota

–Ah, espera aqui, vai chamando o elevador enquanto pego minha carteira. Juro que vai ser rápido.

–Ei, e a Carly?

–O que tem ela?

–Não há vi hoje.

–Ela viajou com o Brad.

–Como assim viajou com o Brad?

–Pegando um avião, um carro, um ônibus, um trem e mirando num destino.

–Você esqueceu o transporte marítimo. Vou chamar o elevador.

–Vou pegar a carteira.

Deixei Sam no corredor e entrei no apartamento, procurei a carteira e já estava saindo quando me assustei com Vivian.

–Caramba! Ta fazendo o que aqui? – exclamei

–Vim te passar algumas instruções e colocar a escuta.

–Escuta?

–A escuta e o ponto, preciso te dizer quando entrar, quando sair, essas coisas, na verdade eu só me comunicarei com você em casos extremos, se tudo ocorrer bem você nem ouvirá minha voz.

–Ok, quais são as instruções?

–Seguinte, já localizamos o carro do dom, é um porshe cayenne.

–Sabe o que eu não entendo? Por que vocês não vão lá e simplesmente o prendem?

Vivian gargalhou.

–E por que você não vai lá e simplesmente casa com a Sam? Ou vai lá e simplesmente morre?

– Continue. — disse para evitar maior discussão.

–Ótimo. Voltando, o carro está oposto ao prédio, e na direção da barraquinha de cachorro quente. Vocês tem que ficar por lá por pelo menos cinco minutos, isso vai ser suficiente. Agora vira o rosto. – Vivian colocou um ponto em meu ouvido.

–Ai! Não da pra ser gentil?

–Infelizmente não tenho tempo pra gentilezas. Fique atento, caso o Dom passe por vocês eu avisarei pelo ponto, entendido? – ela já havia colocado a escuta e agora procurava algo pra me dar.

–Aqui, dá esse casaco pra Sam.

–Por quê?

–Por que está frio e eu me preocupo com ela. Ai meu Deus, foi a ultima coisa que eu usei ontem, quando o Dom me viu. Lembre-se, não deixe a Sam virar e se possível desfile.

–Sim senhora capitã!

–Ótimo. Qualquer coisa estamos espalhados pelo andar debaixo e pela rua também. Boa sorte.

– Obrigado.

Sai, apresado com o casaco na mão, passei a palma da mão na orelha que de repende coçou, com certeza a droga do ponto estava incomodando.

–O elevador já subiu e desceu umas cento e dez vezes. – Sam disse impaciente.

–Desculpa, eu não tava achando a carteira. Ah, veste isso.

–O que é isso?

–É um casaco, ta fazendo frio.

–O que o meu casaco estava fazendo no seu apartamento? – o casaco era da Sam? Como a Vivian conseguiu? – pensei.

–Não faço a mínima ideia, você deve ter emprestado a Carly, algo assim. – ela vestiu o casaco e o elevador chegou.

Descemos e caminhamos até a barraca, Sam faminta como sempre pediu dois cachorros quentes, e um café com leite e chocolate. Ela comia como uma criança, deixando o molho respingar na roupa e o farelo no canto da boca, era adorável.

Fiz exatamente o que Vivian disse, esperei ficamos exatos cinco minutos, nenhuma interferência, já estávamos prontos para subir novamente.

Notas finais
E aqui o carro: Espero que tenham gostado. XOXO, ( saudades Gossip Girl). ;)