Você É Meu Verdadeiro Amor!

127 ''Grissom ainda não sabe, né?''


'Sentado sob a sombra de um enorme guarda-sol, ele lia seu livro distraidamente quando sua atenção foi chamada por uns latidos misturados a risadas gostosas de crianças. Olhou pra frente e a poucos passos de distancia viu Hank acompanhado de Liv e uma garotinha que devia ter uns dois anos mais ou menos. Ambas as meninas iam às gargalhadas com o cachorro que rolava na areia da praia fazendo a maior algazarra. Grissom sorriu se divertindo com a cena. De repente, as duas meninas olharam em sua direção e ainda sorrindo, elas lhe jogaram beijos seguidos de acenos, ao que ele retribuía da mesma forma e com um enorme sorriso estampando seu rosto.

''Elas são lindas, não?''

Ele virou-se pra ver quem lhe falava, mas não chegou a ver a pessoa.'

O toque estridente do despertador de seu celular o acordou no mesmo instante, não lhe dando tempo de ver quem tinha lhe indagado isso.

Mais uma vez nas últimas duas semanas, ele tinha o mesmo sonho onde via Liv acompanhada de uma garotinha desconhecida. As duas sempre lhe acenavam e lhe mandavam beijos contentes, e ele retribuía aquilo como se fosse à coisa mais natural possível.

Não conseguia entender o porquê daquilo. Qual razão dele ter aquele sonho continuamente?

Sonhar com Liv ainda era um pouco compreensivo levando em consideração, que ele gostava da menina e tinha um apego enorme com ela, mas e a outra garota? Ele nem sequer a conhecia? Quem seria? E por que ele sempre sorria pra ela da mesma forma amável e carinhosa com a qual sorria pra Liv?

_Eu só posso estar ficando louco!

Tirando as cobertas de cima de si, Grissom saiu da cama e foi tomar um banho. Instantes depois, ele se encontrava na cozinha preparando algo pra almoçar.

Longe dali, Any e Sara seguiam pra casa após saírem da consulta da morena com sua obstetra. Segundo a médica experiente o bebe estava ótimo e vinha se desenvolvendo bem.

_Sara, eu sei que já te disse isso inúmeras vezes nos últimos dias, mas... Vou bater nessa mesma tecla de novo. Você tem contar ao Grissom sobre o bebê. Ou será que pretende esconder dele isso?

Sem tirar os olhos da pista enquanto dirigia, Sara disse que mesmo que ela quisesse esconder dele, não seria possível, porque logo sua barriga iria crescer.

_Então quando pretende contar a ele?

A babá tinha quase certeza que aquele bebê poderia ser o responsável por reaproximar aqueles dois e quem sabe até, uni-los novamente.

_Não sei.

_E quanto a Liv? Quando vai contar a ela?

_Logo!

_Ela vai ficar tão feliz quando souber.

Sara apenas sorriu já antevendo a reação de sua filha. Ela ainda não havia lhe contado, por um bom motivo. Tinha quase certeza que sua garotinha não ia se conter quando soubesse da notícia e acabaria contando-a sem querer a Grissom, por isso mesmo ainda não tinha lhe contado nada, mas faria isso logo.

...................

Acomodado a mesa enquanto degustava o pequeno almoço que havia preparado, Grissom continuava pensando naquele sonho estranho e que vinha de maneira positiva lhe tirando o sono há dias. Mas, ele também pensava em outra coisa que mesmo não querendo vinha tirando seu sono, só que essa de maneira negativa.

Há quatro dias, após sair do trabalho quase uma hora depois de seus subordinados, o supervisor resolveu dar uma passada na lanchonete que havia perto do laboratório pra comer algo. Quando entrou no lugar, de cara Grissom notou em uma mesa mais ao canto da lanchonete, a presença de Sara que estava acompanhada de ninguém menos que o policial Ernest. E pelo que o supervisor notou, os dois estavam numa conversa bem descontraída, pois ambos sorriam.

Ainda que tentasse não se deixar incomodar com tal cena, isso foi impossível. Aquilo mexeu com ele a tal ponto de vir lhe tirando o sono desde então.

Como ainda podia se incomodar em vê-la com outro, depois do que ela lhe fez?

Ele vinha tentando esquecê-la e como um mantra bem ensaiado, repetia a todos e até a si mesmo, que nada que tivesse a ver com ela lhe importava, todavia, isso não era verdade. Ele sempre se importaria com cada mínima coisa que tivesse a ver com ela ou estivesse relacionado a ela. Era algo que não tinha como mudar, por mais ferido que estivesse.

Depois de tê-los visto na lanchonete, no mesmo instante o supervisor deu meia volta e saiu dali sem ser visto pelos dois. Ao ir embora, ele não viu Nick retornar e se acomodar a mesa junto com os outros dois. Na verdade era só o perito quem estava ali com Sara. Os dois amigos tomavam café e conversavam, quando Ernest apareceu pra na lanchonete e notando a presença dos dois, principalmente a de Sara, o policial foi até a mesa deles. Por pura educação, Nick o convidou pra se sentar com eles, algo que prontamente Ernest aceitou.

Enquanto voltava pra casa o supervisor não tirava da mente a cena de Sara e Ernest tomando café juntos.

......................

_E esse bebê como está?

_Nick! — Sara chamou o nome do amigo em um tom repreensivo e deu uma olhada na direção de Liv que brincava mais adiante com suas bonecas.

_O que foi?

_Fala baixo. A Liv ainda não sabe de nada.

_Oh! Sério? Por que não?

Em um tom baixo ela explicou as razões para aquilo e seu amigo teve que concordar com ela. Guardar segredo não era muito o ponto forte de Lívia e conhecendo sua sobrinha como conhecia, Nick podia apostar que em dois tempos Grissom ia saber da novidade.

_E quando pretende contar ao Grissom sobre o bebê?

Ela suspirou. Se pudesse de verdade não contaria, mas seria muito injusto de sua parte privá-lo de saber daquilo. Ainda que ele tenha agido injustamente com ela e lhe acusado de coisas as quais ela não tinha culpa alguma, ele não merecia ficar sem saber que muito provável e seguramente era o pai de seu bebê.

_Não sei ainda Nick. Talvez eu conte quando estiver pronta suficiente pra ouvi-lo me dizer: Esse filho não é meu!

_Não acredito que ele diga isso.

_Depois do que eu disse a ele, é bem provável que ele me diga exatamente isso, Nick!

_Olha... Se ele realmente disser isso vai ser uma pena pra ele, porque mais uma vez vai cometer uma injustiça com você. E... Bom... Qualquer coisa, eu faço o papel de pai desse garotão.

_Você acha que vai ser um menino?

_Acho!E vou logo avisando que já sou o candidato número um para o posto de padrinho, hein?

_Tá bom! — Sara ria de seu amigo.

Encerrando o assunto do bebê antes que Liv ouvisse, Sara e Nick começaram a conversar sobre outras coisas. Em determinado momento a conversa parou em Ernest e sua aproximação de Sara.

_Você sabe qual é a intenção dele com tudo isso não sabe?

Ela assentiu. Era obvio que sabia, não era nenhuma ingênua pra não perceber isso. Vinha notando que desde as flores que ele lhe mandou, Ernest aos poucos vinha se aproximando dela. Ele era até um cara legal, divertido e com ótimo senso de humor, mas ela não estava interessada em um novo relacionamento agora. E sabia que tinha que dar um jeito de dizer isso ao policial.

_Eu pretendo ter uma conversa franca com ele. — Contou logo em seguida.

_Você quer dizer, cortar as esperanças dele?

_Se você quer chamar assim, que seja!... Nick... Eu não estou em condições de me envolver com ninguém e nem quero isso agora, e talvez por um bom tempo eu não queria.

_Por que você ainda ama o Grissom não é?

Isso era algo que estava sendo difícil de deixar acontecer. Talvez nem viesse a acontecer! Aquele sentimento não parecia querer desaparecer de seu coração, mesmo com toda magoa que sentia do supervisor.

_Eu queria poder te dizer não mais sem hesitar, mas estaria mentindo se dissesse isso. Aquele... Limão azedo ainda está aqui dentro... — Sara confessou apontando para seu coração. Pra Nick, ela não poderia mentir sobre aquilo. Ainda que tentasse fazer isso, ele saberia que era mentira sua, porque ninguém a conhecia tão bem quanto seu amigo de anos._... Mas ele está contra a minha vontade, Nick!

_Será mesmo que está contra a sua vontade? — Tombando a cabeça de lado Nick a indagou, cobrindo a mão de Sara com a sua.

.......................

Justo naquele turno ao qual Sara não se sentia tão bem assim por conta de uns enjôos, calhou de Grissom que trabalhava sozinho num caso, ter de se juntar a ela e a Catherine pra trabalharem juntos, pois ambos os casos tinham relação direta um com o outro. O corpo em decomposição do caso do supervisor tratava-se do sujeito desaparecido do caso das duas peritas. Desse modo, lá estavam Grissom e Sara num mesmo caso pela primeira vez após terem se separado.

Era uma situação um tanto desconfortável pra ambos, mas as desavenças tinham que serem deixadas de lado em prol do bom desenvolvimento do trabalho e elucidação do caso. Eles tinham que ser profissionais acima de tudo e era isso que repetiam a si mesmo enquanto trabalhavam!

Reunidos na sala de evidências, os três tentavam montar o quebra-cabeça que se mostrava aquele caso. Em determinado momento enquanto fazia suas explanações, Catherine notou Sara empalidecer de repente.

_Sara, você não me parece bem.

Grissom que até então estava com a atenção voltada para algumas evidências sobre a mesa, imediatamente levantou a cabeça e olhou pra Sara que estava do outro lado mesa, de frente pra ele e Catherine.

_Eu preciso ir ao banheiro.

Ela saiu meio apressada da sala. Aqueles enjôos eram horríveis, mas ainda teria que conviver com eles por mais um mês. Segundo sua médica, depois de três meses de gravidez, esses sintomas tendiam a não ser mais freqüentes.

Depois da saída de Sara, Catherine olhou para o supervisor postado ao seu lado e podia jurar que era preocupação aquilo que via estampada na cara dele.

_Eu vou lá ver o que ela tem!

Ele apenas assentiu quase que imperceptivelmente, enquanto via Catherine sair da sala pra ir atrás de Sara. Perguntou-se o que devia estar acontecendo com ela que de uns tempos pra cá vinha passando mal durante o trabalho. Vire-mexe ouvia sem querer comentários pelos corredores, de que ela tinha passado mal durante o trabalho. Será que estava doente?

Catherine entrou no banheiro e os sons de alguém colocando pra fora talvez até mesmo sua alma, preocupou a loira.

_Sara é você que está aí?- Indagou Catherine batendo de leve na porta de uma das cabines do banheiro.

De lá de dentro ela respondeu com um Uhum antes de ser tomada por novos espasmos e assim, colocar pra fora o misero restante do jantar que ainda havia em seu estomago.

Levou somente mais alguns segundos e aquele horror cessou. No instante seguinte, ela já saia de dentro da cabine do banheiro e se deparava com uma Catherine preocupada e que lhe encarava incisivamente, enquanto seguia até a pia pra jogar água no rosto.

_Foi só um mal-estar. Acho que comi algo que não me fez bem. Inventou pra justificar aquele fato.

Catherine não era boba e cruzando os braços, lhe indagou:

_Então ultimamente tem comido só coisas que não te fazem bem, né?- Sara lhe encarou pelo espelho que havia diante de dela. _Ou será que há outra razão pra justificar melhor esse seus constantes mal-estares?

_Eu não sei do que está falando! Dissimulando Sara virou-se pra olhar Catherine que agora estava há uns passos de distância dela. Não lhe parecia um momento oportuno pra sua amiga e colega de trabalho saber daquilo.

_Sabe sim... Qual é Sara?! Sou mulher!... Eu desconfio qual seja a razão de tudo isso, mas nada melhor do que ouvir da sua boca. Então, diz!

_Dizer o quê?

_Sara!!

Pelo visto, ela não tinha outra alternativa senão dizer logo aquilo, porque se bem conhecia Catherine, ela não lhe daria sossego algum.

_Eu tô grávida! Satisfeita?- Contou de uma vez. Se sua amiga já desconfiava então não fazia muito sentido tentar desmentir isso.

Um sorriso largo se formou nos lábios de Catherine. Ela já suspeitava fortemente disso desde que os mal-estares de sua amiga tornaram-se algo sucessivo, todavia, ainda não tinha certeza absoluta do fato. Estava esperando o melhor momento pra abordar a amiga e esse momento chegou, confirmando assim suas suspeitas.

_Me perguntava até quando você manteria isso em segredo.

_Desde quando você sabe disso?

_Saber mesmo eu não sabia, apenas desconfiava fortemente. De um momento para o outro você passou a ter mal-estares que iam ficando mais recorrentes. Eu comecei a desconfiar que fosse isso. Grissom ainda não sabe né?

_Não! E você vai me prometer que não contará nada a ele por enquanto.

_Mas por quê? Ele precisa saber sobre esse bebê.

_Ele vai dizer que não é dele!

_Você diz isso pelo fato do Grissom achar que você realmente tinha um caso com seu ex?

_Também. O que acontece é que num momento de raiva eu acabei dizendo que...

_Você dormiu mesmo com seu ex! Grissom me contou.

_Então você há de convir comigo que ele não vai acreditar muito quando eu disser que esse filho é dele, não é?

_Quem sabe!... Mas precisa contar isso pra ele, Sara... Grissom tem que...

Um bipe vindo do celular de Catherine interrompeu a fala da loira. Era uma mensagem do supervisor pra avisá-las que o suspeito deles tinha acabado de chegar para ser interrogado.

_Nosso suspeito chegou.

_Vamos então. Mas antes... Quero te pedir que, por favor, não conte ao Grissom sobre o bebê.

Ela adoraria contar pra vê se assim fazia seu amigo repensar toda aquela situação entre ele e Sara. Mas Catherine sabia que aquela noticia só devia ser dada por uma pessoa que no caso, não era ela.

_Não cabe a mim fazer isso e sim, a você!... Vamos?

_Vamos!

...

De posse de seus relatórios, Sara seguiu pra sala de seu chefe. Ela cogitou pedir a Catherine pra entregar aquilo por ela, mas desistiu disso por uma boa razão: havia decidido aproveitar a oportunidade pra contar logo a Grissom sobre o bebê! Contar ali não lhe parecia muito apropriado, mas resolveu fazer aquilo ali e naquele momento. Não fazia muito sentindo ficar adiando essa conversa!

Diante da porta da sala dele, Sara demorou alguns segundos antes de batê-la. Sabia que aquela conversa poderia ser tão tensa quanto às anteriores que já tivera com Grissom, no entanto, não tinha como evitá-la.

Assim que ouviu a voz dele autorizando que entrasse, Sara assim o fez e pode ver a expressão de surpresa do supervisor ao vê-la adentrar sua sala.

Desde que eles se separaram que ele não a via entrar ali pra nada, nem mesmo pra entregar seus relatórios. Sempre era um dos outros que faziam isso a pedido dela, e agora, ela estava ali.

_Os meus relatórios!

Ele pegou os papeis que ela lhe estendeu e os colocou junto com os demais em sua mesa. Dando uma rápida olhada pra Sara, o supervisor não resistiu em perguntar se ela estava bem já que não tivera antes uma oportunidade de fazer isso. Havia indagado Catherine a esse respeito logo após saírem do interrogatório, mas sentiu a necessidade de perguntar a própria Sara sobre isso pra sanar a sua preocupação que ainda persistia.

_Já está melhor? Catherine me contou que quando foi atrás de você no banheiro, te encontrou passando mal.

A cara de surpresa que Sara fez quando Grissom lhe perguntou isso, foi à mesma que o supervisor havia feito quando a viu adentrar sua sala momentos atrás.

Por acaso ele estava preocupado com ela? Não, com ela não! Talvez fosse com a funcionária supervisionada por ele!

Sara se recordava bem de Nick ter lhe contado dias depois de ela passar mal na cena deles, que Grissom no fim do turno o indagou sobre o estado da funcionária supervisionada por ele, justificando que caso ela não estivesse bem, deveria saber e afastá-la de suas funções pra não correr o risco de ter alguém ineficiente trabalhando. Quando soube dessa justificativa usada por ele, Sara ficou irada, porque pelo visto ele só queria um pretexto pra tirá-la dali, coisa que ela não deixaria!

_Estou ótima!

E realmente estava. Depois que aqueles enjôos passavam, ela se sentia muito bem, como se nem tivesse passado mal antes.

_O que está acontecendo? De umas semanas pra cá tem passado mal com certa freqüência no trabalho. Por acaso está doente?

Ele indagou enquanto mexia em alguns papeis pra que parecesse indiferente e ela não percebesse o quão preocupado estava.

_Eu não estou doente, Grissom, pelo contrário, estou muito bem de saúde. Mas... Realmente está acontecendo uma coisa comigo que tem sido a causa de eu vim passando mal assim.

_E o que seria?- Ele agora a olhou.

_Eu... Eu estou...

O toque alto do celular dela em sua mão interrompeu-a no que estava prestes a contar. Ia silenciar a chamada pra dar continuidade ao que dizia, mas ao ver o nome de Any na tela do aparelho, desistiu disso. Sob o olhar atento de Grissom, ela atendeu a chamada.

No instante seguinte em que a ouviu pronunciar o nome da babá ao atender a ligação, Grissom viu Sara empalidecer enquanto indagava Any a respeito de pra qual hospital estavam indo. Imediatamente ele ficou preocupado com isso temendo que algo de ruim tenha acontecido com Liv ou até mesmo, com Any.

Sem tirar os olhos de Sara, Grissom ficou prestando atenção em cada palavra que ela dizia. Quando a ligação foi encerrada, no mesmo instante, o supervisor perguntou o que tinha acontecido.

Sara meio se embolando nas palavras contou a Grissom que Any estava levando Lívia pra escola quando no meio do caminho, um carro perdeu o controle e entrando na contramão veio na direção delas que estavam na calçada. O veiculo só não as pegou em cheio, porque Any foi rápida o suficiente e se jogou junto com Liv pra dentro de uma padaria. Mas com o impacto que sofreram ao caírem no chão, as duas acabaram sofrendo alguns machucados e estavam sendo levadas para o hospital por um policial que se encontrava na padaria e fez questão de levá-las.

_Tenho que ir pra lá agora.

_Vou com você!- Ele anunciou já de pé, recolhendo suas chaves e o celular.

Ela resolveu não discutir, porque não era o momento e assim o seguiu pra fora da sala. No meio do corredor esbarraram com Nick que vinha trazer os relatórios dele para o supervisor.

_Aconteceu alguma coisa Sara?- Ele estranhou a cara de quase choro da amiga. Chegou a imaginar que talvez Grissom tenha feito algo a ela já que vira o supervisor vir logo atrás dela.

_Liv e Any sofreram um pequeno acidente a caminho do colégio da Liv. Elas estão indo para o hospital nesse momento.

Nick ia abrir a boca pra dizer que iria com a amiga, quando Grissom disse que estava indo acompanhar Sara até o hospital e pediu que o subordinado avisasse os outros que estavam dispensados.

_Aviso sim! E Sara me dá noticias delas depois.

_Pode deixar.

Ela respondeu já se afastando apressadamente e sendo acompanhada por Grissom.

Notas finais
Já no próximo teremos o Grissom descobrindo sobre o bebê. Bjs