Você É Meu Verdadeiro Amor!

35 As maiores paixões nascem desse jeito


Notas iniciais
Os estudos me impediram de postar,mas aqui está o cap espero q gostem e me perdoem se não estiver muito bom o problema é os estudos consumiram as minhas ideias.Boa leitura

O turno teve que ser esticado por conta da pista do paradeiro da menina sequestrada. Com cautela e precaução uma ação foi montada após ser comprovado que a denuncia anônima era verdadeira e que a menina se encontrava mesmo onde disseram. O esquema de resgate foi complicado houve uma troca de tiros quando os sequestradores perceberam a presença da policia. Um dos bandidos foi alvejado e morreu na hora, assim que os policias perceberam que talvez a munição dos bandidos tivesse terminado já que eles não revidavam mais aos tiros. Jim ordenou que invadissem a casa, porem com cuidado pra não serem surpreendidos. Os dois sequestradores que ainda restavam tentaram fugir quando notaram que não havia mais saída pra eles só que foram presos e com isso a menina enfim foi resgatada. Como ela aparentava estar debilitada e fraca foi imediatamente levada para um hospital. Com um saldo bem positivo já que conseguiram encontrar e resgatar a garota sã e salva o mais rápido que o esperado e ainda prender os bandidos a operação feita por Jim, sua equipe e o agente David pôs fim ao caso do sequestro que já durava um mês. E por falar no agente David após a resolução do caso quando todos estavam na delegacia ainda falando sobre o fim caso ele ao se despedir já que teria que ir embora, pois não teria que fazer mais nada em Vegas teve a cara de pau, ou melhor, dizendo cinismo mesmo de ao se despedir se dirigir a Grissom dizendo que havia sido uma enorme satisfação trabalhar e conhece-lo e ainda foi mais longe na palhaçada lhe estendendo a mão para cumprimenta-lo com o maior descaramento como se fossem bons amigos e não tivessem brigado nem nada e isso diante de todos que se encontravam ali incluindo o xerife. O supervisor bancou o cínico assim como David estava fazendo, mas não totalmente. Grissom falou com o agente porem não aceitou o cumprimento que David lhe lançou o que deixou os que não sabiam da briga que houve mais cedo entre os dois homens sem entender nada. Assim que sua equipe e o agente David se foram, o xerife questionou Grissom sobre sua atitude de não cumprimentar o agente do FBI direito, o supervisor disse que não podia e mostrou sua mão machucada ao xerife que perguntou o que tinha sido aquilo e Grissom deu uma desculpa qualquer. Após a rápida conversa o supervisor se despediu do xerife e foi embora pra casa, pois não havia mais o que fazer ali já que o caso foi solucionado.

......

Ele fechou a porta de seu apartamento cansado e esgotado. Colocou as pasta que segurava na mesa de entrada assim como seu celular e suas chaves. Jogou o casaco que trazia nos braços sobre o sofá, abriu alguns botões de sua camisa e se encaminhou ao barzinho que possuía na sala de seu apartamento, sentou-se no banquinho que havia ali e se serviu de uma generosa dose de seu uísque favorito. Há semanas não bebia dele só que naquele momento precisava daquilo pra quem sabe tentar esquecer e apagar a loucura que quase cometeria. Mesmo com o caso do sequestro em andamento Grissom não deixou de lembrar-se do “quase” beijo que ia dando em Sara. Mas o que diabos passou em sua cabeça pra cogitar fazer aquilo? Insensatez? Só pode! Se Jim não entrasse e os interrompesse ele beijaria aquela que vivia lhe tirando do serio com seu jeito complicado, mas que ultimamente não vinha fazendo tanto isso.

Um misto de confusão lhe povoou a mente, porem uma coisa ele tinha quase certeza era que quando ela segurou sua mão e ele a olhou nos olhos algo o pegou. De uma forma estranha e esquisita era como se quando a olhasse aqueles olhos castanhos lhe chamassem, mas por quê? Porque aquilo? Porque que quando a olhava isso o atingia? Era a segunda vez que isso lhe acontecia e ele ficava atordoado. Tomou sua bebida em um só gole e se serviu de mais uma dose. Seu cão resolveu aparecer e sentou-se perto dele colocando sua cabeça na coxa de Grissom e pôs-se a encarar o dono.

_Ei amigão! – passou a mão sobre a cabeça do cão.

Grissom fitou seu fiel companheiro enquanto o acariciava e do nada resolveu se abrir, falar sobre o que havia acontecido com ele. Hank por ser um animal e não falar seria um ótimo ouvinte e além do mais não contaria nada do que seria dito ali a ninguém e muito menos o incomodaria com perguntas que talvez o supervisor nem soubesse responder. Uma conversa unilateral era o que Grissom queria e precisava naquele momento.

_ Eu ia cometendo uma loucura hoje Hank... Sem motivo algum ia beijando aquela maluca da Sara. – deu um gole em sua bebida e deu um suspiro. _Às vezes eu gostaria de me entender... De uns tempos pra cá parece que toda aquela raiva e antipatia que sentia por ela aos poucos está se esvaindo... E quando olho pra ela sinto que algo me chama. É algo estranho e sem explicação logica... Acho que estou ficando louco só pode. – deu um sorriso fraco e acabou de beber o resto do uísque que tinha em seu copo.

O supervisor ficou em silencio por um instante olhando fixo pra um ponto qualquer da sala que nem viu quando seu cão o deixou sozinho na sala. Saiu do transe que se encontrava quando ouviu a campainha tocar, estanhou um pouco porque não costumava receber visitas em sua casa desde que Susan morreu. Atendeu e era o entregador com um pacote pequeno, assinou o recibo de entrega e abriu a encomenda que chegou, um sorriso brincou em seus lábios ao ver o que era, ate que em fim aquilo havia chegado já estava quase ligando pra reclamar porque ainda não tinha recebido seu pedido. Rumou para seu quarto com aquele pacote nas mãos, o deixou em cima da cama e foi tomar um banho relaxante pra depois dormir.

......

_Sara aconteceu alguma coisa?

Any entrou no quarto de Sara e a encontrou sentada na cama com um livro nas mãos e um olhar longe como se estivesse pensando em algo e realmente estava. Pensava no que quase aconteceu entre ela e seu chefe.

_Não por quê?

Ela espantou-se com a voz de Any e a olhou.

_Porque você chegou estranha do trabalho e ainda por cima... – encostou-se no guarda-roupa perto da cama. _Está segurando o livro de cabeça pra baixo. – sorriu

Sara olhou para o livro em suas mãos e percebeu que realmente o segurava de forma errada. Sua atenção a leitura estava longe e bota longe nisso.

_Onde está a Liv? – desconversou

Any franziu a testa sem entender.

_Não se lembra que deixou ela ir brincar agora pouco na casa da Sylvia?- Sylvia era uma garotinha que morava ao lado da casa de Sara e que era uma coleguinha de Liv.

_ Ah é mesmo tinha esquecido. – deu um sorriso amarelo.

_Ih o que quê tá havendo com você hein Sara?

_Nada só esqueci não posso?

_Pode, mas aconteceu alguma coisa você não costuma esquecer. Vai fala o que houve?

_Não houve nada Any! – tentou focar sua atenção ao livro

_Fala serio Sara! Te conheço ha seis anos e não há seis dias. Sei quando não está bem como é o caso agora.

Sara bufou não tinha como esconder nada de Any.

_É chato quando alguém te conhece tão bem assim.

_Eu sei que é, mas vai conta o que tem?

A perita deixou o livro de lado e encarou Any por alguns instantes antes de lhe contar.

_ Acho que o Grissom ia me beijar hoje!

_Hein? – arregalou os olhos

_É, eu fui a sala dele tirar satisfações do porque dele ter ido falar com David sobre o que aquele idiota tinha me feito e

Ela falava rápido e Any a interrompeu porque não estava entendendo bulhufas de nada do que Sara dizia.

_Espera Sara! Rebobina tudo e começa devagar porque é muita informação e eu não estou entendendo nada. Quem é David e porque o Grissom foi falar com ele e você foi tirar satisfações com ele por ele ter ido falar com esse sujeito?

Sara devagar explicou tudo o que tinha ocorrido a Any que ouvia atentamente a perita falar. Any não deixou de ficar surpresa com o que Grissom fez e esboçou um sorriso quando Sara acabou de falar.

_Do que está rindo? – a olhava sem entender aquela atitude.

_Seu chefe, a quem você vive brigando te defendeu como se fosse mais que um chefe.

_ O que está insinuando?

_Nada, mas não é estranho?

_Estranho foi ele vir querer me beijar.

_E você o que fez?

_Eu?

_Não, eu Sara. É claro que é você!

_Bom eu... Eu... Não consegui fazer nada. – confessou. _Eu o via se aproximar de mim e não conseguia me mexer parecia ate que estava pregada ali no chão. – Any sorriu mais e provocou Sara.

_Hum... Ai ai... Você e o Grissom iam forma um belo casal já pensou nisso?

Sara a olhou incrédula.

_Você ficou doida. Eu e o Grissom? Não tem chance. Não sei o que me deu pra não ter me afastado ou dado um chega pra lá nele.

_Ah é?

_É. Nós dois não formamos casal nenhum. Pra mim ele é chato, ranzinza, grosso, mal educado, se bem que ultimamente ele ate que tem melhorado o azedume dele, mas não eu... Eu não aguento ele. – aquilo saiu sem certeza e soou um tanto falso pra Any.

_Vou fingir que acredito!

_Não é pra fingir é pra acreditar mesmo. – retrucou Sara meio emburrada.

Any se desencostou do guarda-roupa balançou a cabeça de um lado para o outro e se encaminhou ate a porta, no entanto antes de sair se virou pra Sara e falou.

_Ah Sara,Cuidado! As maiores paixões nascem desse jeito. – ela piscou pra Sara e saiu sorrindo deixando uma Sara totalmente sem ação.

Notas finais
Bjs Bjs e Ate o proximo!