Viúva Negra

2 Tons de Vermelho


Acho que essa brincadeira vai ser um pouco maior do que eu imaginava.

Acho que depois deste dia você vai me odiar.

16 de Fevereiro de 2010.

Garota doce era a minha vizinha. A pobre mulher traia o marido constantemente, o que não o impedia de fazer o mesmo. Ele já havia transado com toda a vizinhança, exceto comigo e com a garota com quem eu morava.

Um belo dia ele entrou na minha casa para "me ajudar" a arrumar uma coisa.

Ouvi batidas na minha porta um tempo depois de pediu ajuda ao meu vizinho para me ajudar a fazer algumas contas, ele era moreno de olhos verdes e ombros largos. Usava eventualmente camiseta preta e jeans azuis. Ele entrou na minha casa e começou a me auxiliar. Ele estava realmente ajudando, até que sua mão deslizou pela minha perna até a minha parte intima e me penetrou com dois dedos. Me virei instantaneamente e dei-lhe um tapa no rosto, o que aumentou o seu tesão, fazendo-o me agarrar e colocar a mão na minha bunda.

-O que diabos você está fazendo?! — indaguei tentando me soltar

- Quero comer você, vadia — disse ele — ou acha que eu não sei que você seguiu a mesma carreira da sua mãe?

- Não ouse falar da minha mãe, seu cretino! — disse eu, chutando seu membro.

Isso foi suficiente para fazê-lo me soltar por tempo suficiente para que eu alcançasse a faca. Assim que a peguei aproximei-a de seu pescoço e a mantive ali. Ele riu como se achasse que eu não teria coragem de colocá-la no seu pescoço.

- Emily, você não faria isso, não é mesmo? – disse ele, sorrindo

- Claro que sim – disse eu

Ele se afastou hesitante e me encarou.

- Fo -Foi sem querer — disse ele

Peguei seu braço e levei-o para o meu quarto.

-Você não deveria ter feito isso – murmurei

Peguei algumas correntes e o prendi por elas no teto. Peguei a faca e cortei sua camisa, fazendo-o tremer.

- Emily, por favor, não me mate – implorou

“não pretendo te matar”, pensei. “só assustar.”

- Não prometo nada – disse enfim

Passeei com a faca pelo seu peito sem cortar. Acidentalmente a faca escorregou e lhe proporcionou um corte próximo ao umbigo, o que foi suficiente para o assustar.

- Não vou cortar o seu brinquedinho agora – disse eu

Eu usava um vestido branco no joelho, logo ele ficaria sujo. Continuei passeando com a faca por seu peitoral. Ele deve ter percebido que eu não queria machucá-lo porquê ele relaxou.

Assim que a tensão saiu de seus ombros as correntes caíram e ele me deu um tapa, fazendo a faca cair da minha mão. Ele me segurou pelos braços e me fez deitar na cama, tirando seu membro para fora e tentando me penetrar. Dei-lhe outro chute e me afastei. Peguei novamente a faca e cortei seu ombro fazendo-o gemer de dor.

- Vadia! – gritou me segurando pelos pulsos.

Cortei sua mão e coloquei a faca no seu pescoço, descendo e o rasgando até o umbigo.

Assim que seu corpo caiu no chão cai ao seu lado e o fitei.

- Sua esposa não merecia você – disse eu

Tirei seu coração com a mão e encarei. Deixei o corpo ali e fui para o quintal, que por sorte era murado. Acendi uma fogueira e voltei para o quarto. Peguei o corpo do homem e o joguei na fogueira, juntamente de seu coração e suas roupas. Olhei para o meu vestido e constatei, ele estava inteiramente sujo de sangue. Tirei-o ali mesmo e o joguei no fogo. Fiquei observando os tons de vermelho do fogo queimando aquele homem tolo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.