Notas iniciais
Para vocês terem ideia, escrevi esse prólogo três vezes até chegar nessa versão(kkkkkkkkk). Pra mim nunca parecia estar bom, mas essa versão me agradou bastante e espero que agrade a vocês também(não só o prólogo, mas toda a história).

Escondida, a mãe da pequena Joana avistava a carroça, onde estava sua filha, sumir no deserto. Reyna sentia um turbilhão de emoções naquele momento, mas o que se destacava era a dor. A dor do desespero, da angústia, do ódio de si mesma; a dor de uma mãe ao perder seu filho. Sentada atrás daquela pedra, pôs-se a chorar. Cada vez que lembrava que nunca mais iria ver sua filha, a dor aumentava. Mas Reyna tinha certeza de que longe dela, a pequena Joana teria muito mais sorte. "Ninguém confiaria na filha de uma prostituta'' pensava ela.

Já estava anoitecendo e os portões de Quirón estavam prestes a fechar, não era seguro passar a noite no deserto. Com muitos esforço, Reyna levantou-se e dirigiu-se aos portões de entrada do reino. Após ficar tanto tempo desaparecida, devido a sua gestação, só tinha um local para ir: a estalagem. Sabia que assim que chegasse, sua vida voltaria a ser o velho inferno de antes.

Notas finais
Obrigada por ler!!! Deixe sua opinião. Meu twitter: @hausofefe SIM, EU SOU MUITO LITTLE MONSTER GRAÇAS A DEUS.