Viverei por voce
11 Um novo Malfoy
Há dois meses a AD havia retornado, Lupin e Snape estavam dando aulas aquele dia, e por incrível que possa parecer eles estavam treinando uma das maldições imperdoáveis a Imperius.
_Vocês terão que tentar resistir a maldição concentre-se e também terão concentração na oclumência. — Snape falava incentivando aos alunos o que fez o pessoal da Grifinória se encarar, Malfoy estava a um canto apenas observando, _Vocês farão pares. – Gina e Harry ficaram juntos e Hermione com Rony. _Não. – disse Lupin. _Harry e Rony vocês irão se separar de Hermione e Gina. _Mas professor... – começaram os dois. _Potter você e o senhor Malfoy. – disse Snape. _É Draco! – respondeu Draco rudemente ao professor Snape. _Tá bem, — disse Lupin. _Draco e Harry, um irá jogar a maldição o outro terá que resistir. E Gina você fará par com o Dino... _Nem pensar. – interveio Harry. Pelo jeito que Harry o olhou Lupin sabia que não seria realmente uma boa idéia. _Tá bem então Gina você fará par com a Cho. Dessa vez a negativa partiu de quatro pessoas Harry, Hermione, Rony e Malfoy. Harry o olhou sem entender, mas não questionou Gina já estava gostando da idéia. _Mas que diabos! – disse Snape. _Vocês precisam treinar, senhora Potter com Luna, e o senhor Weasley com Dino, e a senhorita Granger com Neville. Agora podemos começar? – perguntou. Todos se posicionaram. _Cada um irá escolher quem jogara a maldição e quem a recebera e tentara resistir. – disse Lupin, ele se aproximou de Malfoy e Harry. _Tem certeza disso Malfoy? – perguntara Harry. Lupin os olhou desconfiados. _É Draco, Potter. – disse Malfoy, _E sim tenho certeza. _O que houve? – perguntou Lupin. Harry foi quem respondeu. _O Malfoy quer que eu lance a maldição nele, pra ele resistir. Até Lupin abriu a boca sabia da rivalidade dos dois, e tinha certeza de que Draco tentaria qualquer coisa pra prejudicar Harry, inclusive nas aulas da AD, mas ao contrario do que todos pensarão Malfoy estava se dedicando a aula realmente chegou algumas vezes a ajudar Dino e... Neville, o que fez o pessoal da grifinória não entender nada. _Tem certeza disso Draco? – perguntou Lupin. _Tenho professor, Você sabe quem... Ah quer saber Voldemort – alguns estremeceram ao som do nome. _Já lançou uma maldição dessas nele e ele resistiu. Não seria justo eu fazer isso, quero ver se conseguiu resistir. –disse Malfoy, e por incrível que pareça Harry se pegou pensando que Malfoy tinha razão, os professores estavam ali não cometeriam nenhum ato insano. _Tudo bem pra você Harry? – perguntou Lupin. Harry deu de ombros. _Muito bem no três então. Um... Dois... Três. _Imperius! Foi escutado por todo salão, Neville não conseguiu enfeitiçar Hermione, porque Snape estava próximo e ele ficou nervoso, Rony foi enfeitiçado por Dino e começou a pular e imitar macacos, Luna enfeitiçara Gina, e essa por sua vez ficava dizendo que o formato das nuvens tinham e que Harry era bom de cama. _Senhorita Loovegood. – chamou Snape ao ouvir isso, e Harry ficou vermelho. _Desculpe professor. Cho estava praticando com Simas, e ele por sua vez começou a imitar uma galinha o que acabou arrancando risadas dos professores e dos outros, Harry viu Gina começar a resistir a maldição, ele olhou para Malfoy, que estava agachado pulando em círculos, e batendo os braços. _Curve-se. –disse o garoto prontamente obedeceu. _Ajoelhe-se! – mas Malfoy não o fez. _Não estou com vontade. – respondeu. Nem Harry acreditou Malfoy estava resistindo à maldição. _Então sente-se ai! – disse Harry. _Não estou cansado! – respondeu Malfoy de volta. Harry viu pelo canto do olho Gina também resistir à maldição. _Ah isso já esta perdendo a graça. – falou Luna. _Gina por que você não dá um beijo no Harry? Duas pessoas responderam ao mesmo tempo. Gina dissera. _Eu não preciso da maldição Imperius pra isso. E Malfoy. _Ela não precisa da maldição Imperius pra isso. Hermione levou às mãos a boca, os dois haviam resistido rápido a maldição. Os professores desfizeram as outras, e olharam os dois. _Ou vocês tem muita força de vontade, ou vocês são grandes bruxos. – disse Lupin. Malfoy deu de ombros. _Mas foi meio difícil resistir no começo, o Potter é bom. Os grifinórios se olharam sem entender. _Posso ir professor acho que preciso descansar. – falou Malfoy. _Sim claro Draco. _É impressão minha ou ele ta bem diferente. – disse Gina. _Ele me ajudou outro dia. – falou Neville depois que Malfoy saiu. _Ajudou? – perguntou Gina. _Pensei que ele te odiasse. _Bom acho que desde quando a mãe dele morreu ele esta tentando ser alguém melhor. Os outros ficaram meio surpresos, o professor fez com que eles saíssem logo porque no dia seguinte teriam aula. Harry e Gina voltaram para a sala precisa, dessa vez com o formato da casa deles. _Harry. – chamou Gina. _Hum? – respondeu ele tirando a camisa pra dormir.
_Por que você não me deixou treinar com o Dino? Harry sentira os músculos enrijecerem. Sabia o que a ruiva estava fazendo. _Se você quer treinar com ele tudo bem, da próxima vez eu treino com a Cho. Harry se abaixou rápido antes que um travesseiro o atingisse, Gina deitou-se bufando, e Harry se deitou ao lado dela gargalhando. _Ruiva, eu amo você, — disse acariciando a bochecha dela, ele a beijou e Gina não resistiu correspondeu aos beijos mesmo com raiva, Harry a soltou se apoiando em um dos braços para encará-la. _Mas o Dino ainda tinha uma quedinha por você e se ele pudesse te mandar fazer qualquer coisa inclusive beijá-lo, eu o mataria ali mesmo. Gina riu divertida. Harry não entendeu. _O que foi? _Acho que você já o matou. – disse ela sorrindo marota. Harry a olhou sem entender. _Quando disse que estávamos casados, — disse ela mostrando a aliança no dedo esquerdo. _A cara dele foi de uma morte rápida e sem reação. Dessa vez até mesmo Harry riu, não demorou muito para que os lábios dele procurassem os dela e se encaixassem Harry viu que Gina usava uma camisola branca um pouco transparente. _Tem dias que você usa roupas demais. – disse ele tirando a peça, e procurando cada centímetro do corpo da sua ruiva, da garota que era só dele, ela gemia a cada toque dos lábios dele e ele já não agüentava mais de tanto desejá-la, se entrelaçaram desejando que aquela noite nunca acabasse e dormiram sorrindo nos braços um do outro.
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