Capítulo 6

Eles ficaram discutindo por um bom tempo, todos contra eu e Sofia(mais com Sofia porque eu não estava falando).No final não ficou claro quem ganhou quem ganhou a discussão, ficamos parados e sem falar como sempre, mas só que dessa vez Sofia estava sentada ao meu lado e os outros me fuzilavam com os olhos.

Depois de algum tempo assim Peter, Maria e Sofia saíram para caçar.Eu fique lá sozinha com vampiros que poderiam me matar se houvesse a aliança que, nesse momento, já estava muito fraca.Nesses momentos eu dava tudo para conseguir dormir um pouco, sabe ter algum sonho bom ou só me desligar um pouco desse mundo.
Resolvi sair um pouco, fazer compras com o dinheiro que eu havia acabado de arranjar e tomar um pouco de ar fresco.Então me levantei e fui andando até a porta.

--Aonde você vai?--Perguntou Elisa, que apareceu ao meu lado repentinamente, naquele momento senti uma sensação de dejavu.

--Eu vou fazer compras.--Eu respondi girando a maçaneta, mas Paul apareceu atrás de mim a fechou a porta.--Ei!

--Eu vou junto, só para conferir.--Ele disse olhando para Helena e para Maria.

--Por que o que você pensa que eu fazer?--Eu perguntei.

--Só vamos logo senão nenhum de nós dois vai.--Ele disse abrindo a porta e saindo tão rápido que eu apenas vi um borrão.

Ele foi pelos telhados que eram o caminho mais rápido.Eu o alcancei e tentei ultrapassa-lo mas ele era quase mais veloz do que eu.

--Aonde nós vamos fazer as suas compras?--Ele perguntou diminuindo a velocidade e eu diminui também.

--Nós vamos para a Madison.--Eu disse sorrindo como se falasse com o motorista

Nós continuamos a correr, quando chegamos lá fomos diretamente para a Barneys, eu simplesmente sonhavaem conhecer aquela loja, quando eu era humana me lemro de u dia estar deiada na minha cama olhando uma revista que eu havi roubado da banca de jornal, lá tinha um matéria enorme sobre esta loja e desde então foi meu sonho vir e comprar nessa loja.

Paul se sentou na cadeira no canto da loja e eu comecei a esperimentar várias roupas.Depois de quatro vestidos, duas calças jeas, cinco blusas, uma saia e dois casacos eu já não via mais o tempo passar (com se tivesse visto antes).Eu estava me olhando na terceira calça jeas quando Paul apareceu atrás de mim, eu levei um susto que cheguei a pular.

-- Gostei mais da segunda.--Ele disse.Nem tinha notado que ele havia prestado atenção enquanto eu esperimentava as roupas, mas até que eu concordava com ele, aquela calça não ficava tão bem em mim como ficava no maniquim da loja.Eu me virei para ele com uma expressõ de duvída e ele assentiu.--Você queria que eu tivesse feito que, afinal você já parou para pensar em uento temp você demora pra esperimentar roupas?

--Ta, então você poderia me dizer qual desses casacos ficou melhor em mim?--Eu perguntei, levantavdo uma jaqueta de couro cor de cunhaque e um casaco preto com botões dourados.Eu estava realmente em duvída sobre isso, Ia até perguntar a vendedora mas com certaza ela iria querer me empurrar as duas coisas.

--Eu gostei dos dois, mas não gostei das blusas.--Ele disse apontando para as blusas, a maioria era colorida e tinha uma (a única que eu realmente tinha gostado) preta com gola em V com uma estampa azul escuro.

Tinha esquecido de um detalhe, ver quanto dinheiro eu tinha.Larguei os casacos com Paul e peguei a minha carteira no bolso da minha calça jeans.Droga!Não tinha muito dinheiro,tinha dinheiro só para um casaco.De qualquer jeito era melhor que nada.

--Só tenho diheiro para um casaco.-- Eu disse olhando para o dinheiro em minha mão e para os casacos.Paul botou a mão dentro do bolso e pegou a carteira, não, mas nem pensar que eu ia deixar ele fazer isso.--O que você pensa em faze?!Olha eu to falando sério guarde isso de volta!

--Quando é seu aniversário?--Ele perguntou, enquanto coninava mexendo na carteira.

--Vinte de julho mas isso não importa, não vou deixar você comprar nada para mim.Depois quando eu sair para caçar de novo eu escolho um bairro mais rico e compro eu mesma.--Eu disse abaixando a mão dele, mas não adiantou muito pois ele não mexeu a mão um sentimetro se quer.

--Se você roubar o dinheiro não seia muito bem um orgulho.E hoje é dia vinte e três de setembro, então considere como presente de aniversário atrasado.--Ele disse sorrindo e tiando alguas notas de dentro da carteira, meu deus eu nunca tinha percebido de como o sorriso dele era bonito, não só o sorriso mas ele todo.Não havia nenhuma possibilidade de discutir com ele quando eu tinha acabado de perceber o quanto bonito ele era.

No final ele acabou comprando o outro casaco e um jeans (o que ele tinha gostado).E já estavamos voltando, só que dessa vez voltamos a pé, como pessoas normais.Viemos conversando e ele até segurou as sacolas para mim.Nunca, que eu tnha me lembrado de alguma vez que ele tivesse sido tão gentil e agradável comigo, normalmente ele era grosso e mandão.

--Então me fala como você foi transformada?--Ele perguntou, e eu abaxei a cabeça.Não gostava muito de falar sobre isso.Ele aparentemente percebeu e botou a mão no meu ombro e me puxu para perto de si.--Ei, que foi?Não gosta de falar sobre isso?--Eu afirmei com a cabeça.--Não se preocupe a maioria de nós não gosta.

--E você, me fala com você foi transformado, ou faz parte dessa maioria?--Eu perguntei levantando a cabeçae olhando paa ele.

--Sabe eu sempre morei aqui, um dia de noite eu esava voltando para casa de um baile e uma mulher pulou por cima de mim e peruru a minha garganta eu ja estava quase desmaiando quando um outr vampiro a tirou de cima de mim, ele gritou coisas em uma lingua que eu não conseguia entender e ficava apontando para mim toda hora, ele parou de gritar e foi até mim e me mordeu mas não para tirar o restante de sngue ue hvia em meu corpo, mas enquanto ele me mordia eu tinha a sensasão de estar queimando, você sabe.Quando ele me soltou eu me lembro só deouvir vários gritos acho que eram os gritos dele...Que seja mais quando eu acordei estava ao meu lado uma pilha de cinzas.--Ele olou para mim e sorriu.--Nunca descobri de quem eram as cinzas e nem o nome dos dois.

--Nossa isso é uma istória terrível...E os seus pais, eles procuraram por você?--Eu perguntei.Eu sempre tinha sperança de que nem toos os ais eram iguas aos meus.

--Eu ainda nem cheguei na pior parte.Eu não sabia muito bem o que eu era e nem porque minha garganta ardia tanto, mas eu nem ligava muito para isso eu só estava passando repetidamene o que o homem havia dito, eu estava tentando decifrar aquela lingua.Eu andei até a minha casa e quando entrei enti o cheiro dos empregados e dos meus pais.--Ele parou de falar e olhou para o chão e depois olhou para mim novamente.--Eu perdi o controlole e fui até o escritori de meu pai e lá estava ele sentado, quando ele me viu ele disse "Paul o que conteceu com você?"ele perguntou isso porque minhas roupas estavam todas rasgadas e o baile que eu tinha ido haviaa acabado à dois dias.Bom eu não me dei ao trabalho nem d responder,pulei direto em cima dele pr impulso e drenei todo o seu sangue.Minha mãe veio até a porta e me viu coberto de sangue e meu pai no chão morto, ela gritou e eu pulei em cima dela também e a matei.--Ele disse e eu o deixei deitar a cabeça em meu ombro. Se ele fosse humano ele estaria com certaza chorando nesse momento e eu também, depois qe eu fui transformada eu não havia nem chegado perto do meus pais mais sem dúvida nenhma eu os teria matado e não sentiria nenum remorso por isso.--Os empregados ouviram a minha mãe gritar e vieram quase todos ver o que tinha acontecido.Eu matei todos.As pessoas que tinham me criado com amor e carinh e o que eu dei em troca?A morte, da pra imaginar o quanto de remorso eu sinto por ausa disso?

--Não da nem para imaginar.--Eu disse e nós ficamos ali parados por um bom tempo.Encostados um no outro.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.