Notas iniciais
Hey Leitoras lindas do meu core, que saudades de vcs #FATÃO!
Sorry, sorry, sorry por todo esse tempo sem post, mas infelizmente nosso tempo é curto mesmo, ingrato e passa tão rápido. So Deus sabe o "rebolation" que eu e a Lari fazemos para conciliar casa, marido e 8 horas de trabalho!!!Como diz minha mãe, quando me olha bem por cima do ombro e solta: "quem manda não estudar?" #elaédessas
Mas é isso ai, levanta,sacode a poeira e dá a volta por cima. O importante é que hoje tem post *dancinhadavitoria* e se vcs não nos abandonarem, continuaremos aqui firmes e fortes!
Antes do post, meus sinceros agradecimentos a linda da Gaabii, leitora nova (seja bem vinda sua linda)que comentou em todos os capítulo e ainda por cima recomendou a estoria!!! Nossa isso foi tão lindo!!Obrigada viu, por todo o carinho e consideração!
Agora ao capítulo:
Meninas advirto que o conteudo abaixo contém lime/hentai/lemon, além de cena de abuso sexual. Eu particulamente não gosto de retratar esse tipo de cena (abuso), mas faz parte da montagem do personagem, ok? Além do mais a fic é classificada para maiores de 18, contudo cada um sabe o que lê.
No que diz respeito a cena da lua de mel ta lindaaaaaa gente, tudo isso devido a vitamina "Z" que Lari tomou hehehehehehhehe!!!
É isso ai, apreciem sem moderação!!! Nos falamos ao final!Bjus!
P.s- Meninas se encontrarem erros de portugues, relevem, please. Eu sempre passo meus capítulo para minha amiga e revisora Key, mas como o capítulo demorou horrores e a Key está temporariamente fora do ar, devido a sua mudança, achamos por bem, postar o capítulo sem revisão, portanto nos desculpes os errinhos, ok?

"Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como num segredo." (Soren Kierkgaard)


– É tão difícil escolher o mais bonito... Tenho receio de preferir algo que não seja adequado. – disse Rosalie com uma preocupação que nada mais era do que capricho inerente à sua personalidade mimada e extravagante.


Sob o olhar atento e capcioso da dona da loja, uma jovem senhora francesa, de modos um tanto efusivos, cuja simpatia nada tinha a ver com empatia para com a geniosa loira, mas sim com as cifras que a bela Rosalie estava disposta a gastar, a moça escolheu com esmero a prataria, louça, e toalhas rendadas das mesas que comporiam o jantar de enlace matrimonial, marcado para se realizar dentro de dois meses.


Alice sorriu e moveu displicentemente os dedos sobre uma taça de cristal, enquanto observava a amiga estimar os artigos mais finos e mais caros que a loja dispunha, com um desprendimento incansável. Rosalie estava disposta a fazer do seu casamento o evento do ano, e para isso a loira não estava poupando esforços nem muito menos dólares.


– Impossível, Rose, está tudo perfeito. — garantiu Alice sem falsidades. A jovem teria dito caso não concordasse. Assim como Rosalie, era adepta do bom gosto e requinte, oriundos do estilo de vida aristocrático e rico, caracateristico de quem nasceu em berço de ouro, portanto todo exagero era receptivo e não ignorado. A loira sorriu satisfeita, mirando o suplat de prata, orgulhando-se da beleza do próprio reflexo.


– Fico muito feliz que esteja aqui comigo. Seria tão cansativo escolher todas essas coisas, principalmente com mamãe fora da cidade... — Rosalie desabafou, devolvendo a peça de prata à mesa, deixando escapar um tom secante, que não passou despercebido à Alice, que inferiu a expressão contundente da amiga ao fato de sua mãe estar constantemente viajando, ausentando-se sempre nas principais ocasiões que envolviam a vida da filha, como agora durante os preparativos do seu casamento.


Alice sabia que Rosalie fingia não se importar, era orgulhosa demais para cogitar que a displicencência, como costumava nomear a ausência da mãe, tratava-se na verdade de indiferença, mas no íntimo a amiga tão altiva e soberba não conseguia lidar bem com a personalidade da Sra. Hale. Todavia, Alice sentia que havia algo mais, algo que Rosalie era incapaz de compartilhar com a amiga, e que a tornava distante em alguns momentos durante todos os anos de convivência.


Alice tinha razão. Enquanto tentava decidir-se entre um tecido de renda francesa ou irlandesa para compor os guardanapos que seriam utilizados durante a recepção, Rosalie era tomada pela mesma sensação que a afligira durante toda a vida. Embora sempre cercada de mimos e riqueza, sentia-se sozinha. Tinha Emmett. Tinha os amigos. Mas o apoio familiar sempre lhe faltara. A loira deixou o passado esfumaçado tornar-se vívido em sua mente...



Rosalie vivia como uma princesa, na verdade foi concebida para ser uma. Desde seu nascimento fora incutido em sua mente que o mundo estaria aos seus pés. E não era nenhuma mentira. A jovem fora uma criança encantadora. Criada e educada para ser uma lady, era sinônimo de classe e elegância. No entanto, apenas com 14 anos deu-se conta de que os privilégios advindos de ser filha única de um aristocrata não eram apenas sua riqueza e sangue nobre, mas também sua beleza extasiante.

Era a cópia fiel da mãe em beleza e em gênio,essa herança lhe dava a exata percepção de autoridade e poder. Ficava evidente na sua postura intocável, na inclinação levemente régia de sua cabeça, na rigidez voluntariosa do queixo, no nariz arrebitado, bem como na forma de impor suas opiniões. Abaixava a cabeça apenas para um homem, e este era o seu pai, a pessoa que mais amava no mundo. Seu pai era sua admiração, seu modelo de conduta, embora fosse o inverso dele. Homem mais velho que a esposa era de poucas palavras, mas cheio de atitudes, que fizera de sua infância a mais feliz de todas. Diferentemente de sua mãe, que era bela,jovem, mas incrivelmente sisuda, geniosa e imperiosa. O pai era bondoso, a força propulsora da sua vida, sempre presente, sempre carinhoso, e dono de um sorriso explêndido. Somente na companhia dele é que a vulnerabilidade brilhava nos olhos capciosos da menina Rosalie.

Todavia era a mãe que sempre dava as cartas, que comandava sua vida, na adolescência, com mãos de ferro. Inclusive exibindo-a como um bibelô. A jovem possuía uma tez branca e delicada, lindos olhos claros belicosos, faces rosadas, cabelos loríssimos e sedosos que lhe desciam as costas e faziam cachos nas pontas, e uma boca sensual. O corpo que deveria ser sem curvas, devido à tenra idade, não o era. Muito pelo contrário, mesmo impúbere, era dona de um corpo esbelte e curvelíneo, possuía seios arredondados, que contrastavam com sua expressão ainda inocente. Era impossível não vê-la e não admirá-la. Era natural que os amigos do seu bondoso e velho pai, que sempre a mimara, a elogiassem, por sua beleza, graça e elegância. No entanto fora Royce que fizera a loira perceber o que havia de mau no olhar masculino.

O mundo de Rosalie era perfeito, nunca ficara constrangida, corada com elogios masculinos, como a maioria de suas amigas, porque fora criada ouvindo-os quase que religiosamente, por isso não percebeu o olhar lascivo de Royce quando foi apresentada ao homem no ano de seu aniversário de 15 anos.

Royce era amigo da família, mais por gosto da Sra. Hale, do que de seu marido. O homem tinha sangue nobre e era extremamente rico, motivo mais do que suficiente para convercer a Sra. Hale de que sua presença em sua casa era totalmente aceitável. Todavia o Sr. Hale apenas suportava a freqüencia de Royce à casa durante as ocasiões especiais, como festas e jantares, assim como fazia com os demais aristocratas com quem se relacionava, todos orgulhosos e auto-suficientes demais para que o homem nutrisse amizade verdadeira com apenas dois ou três deles.

Apesar da diferença de vinte anos de idade entre Royce e Rosalie, o homem logo demonstrou o desejo de comprometer-se com a moça. Era bonito, altivo, e a Sra. Hale sentiu-se entusiasmada ante suas intenções. Nada lhe agradaria mais do que ver sua filha contraindo matrimônio com um homem nobre e rico como Royce.

Rosalie também sentiu prazer no interesse que despertou em Royce. Seu ego alimentava-se ainda mais ao despertar o desejo de um homem mais velho e de posses. Gostava do som rouco de sua voz quando a cumprimentava, quando a elogiava, quando sorria, quando contava suas estórias. Era agradável quando Royce a encurralava nos dias de festa e jantares, dizendo que o vestido lhe caíra muito bem, que nunca vira cabelo tão lindo, que seu sorriso era encantador, que cada nova visita ela parecia mais mulher e menos menina. Porém, o que veio a seguir tornou-a envaidecida. Royce passou não só a elogiá-la, mas a dar-lhe pequenos presentes como rosas, chocolates e um dado momento, até um livro, que segundo ele trouxera de uma viagem ao exterior.

– Não gosto da forma como esse homem a olha. – disse Emmett seriamente, certa vez, enquanto Royce cumprimentava a moça em um evento social. Rosalie sorriu triunfante, embora considerasse o jovem, mais velho que ela apenas dois anos, como seu melhor amigo. Todavia era bom saber que derpertava ciúme.

Rosalie parecia fascinada com a astúcia de Royce. Internamente gabava-se de ser capaz de despertar sentimentos apaixonados em um homem que parecia não ter olhos para mais ninguém, que não ela. Dos pequenos mimos seguiram os toques nas mãos, nos cabelos, no rosto, até que veio o primeiro beijo, tão singelo, pudico. Todavia não fora assim com os demais.

Não houve tanto carinho quando Rosalie passou a provar o gosto de ácool na língua do homem, que invadiu sua boca sem cerimônia. Sentiu-se congelar com o ato, e prevendo o tremor da menina, antecipou-se a prendê-la com as mãos, sussurando palavras carinhosas em seu ouvido, que nada mais eram do que um embuste. A perturbação causada pelo beijo quase violento, entretanto, não foi capaz de fazê-la dar um basta na situação, que fora se tornando ainda mais atrevida.

A verdade era que Rosalie padecia de um super ego, de um orgulho que a tornava incapaz de ver os abusos, além, é claro, de uma personalidade forte, mas ainda imatura. Não havia na menina uma perspicácia capaz de impedir que as carícias do homem, que tocavam seus seios e seu sexo tão despudoradamente, retrocedessem. E por causa do seu silêncio, Royce passou a submeter a jovem a piores atos libidinos. Sempre maldoso, percorria o corpo da menina com as mãos, ou a fazia tocá-lo em seu membro rijo, sujando-a com seu líquido gosmento no ato do gozo, quando gemia palavras incompreensíveis ao seu ouvido.

Rosalie não via mais graça nos elogios de Royce, nem muito menos nos mimos, e passou a rechaçá-lo. Odiava seu tom de voz, sua risada, sua presença. Decidiu evitá-lo em todas as ocasiões, algumas vezes bem sucedidas, outras não, até a noite em que ele abandonou a festa em um dos salões da casa e sorrateiramente entrou no quarto da jovem.

A moça acordou assustada com a mão de Royce sobre sua boca, comprimindo-a, deixando-a quase sem ar. A expressão terrificada dos olhos obliquos fê-lo sussurrar em seu ouvido “shiii”, antes de invadir a boca da menina com a língua. Ele tinha bebido, Rosalie podia sentir o gosto do álcool no hálito forte. Esforçou-se para impedi-lo, mas o corpo pesado do homem sobre o seu a coagia a permancer quieta.

Royce então enfiou a mão por baixo da camisola, tocando brutamente o seu sexo. Num puxão agressivo rasgou-lhe a calcinha, e subir a camisola fina até a altura dos seios não foi empecilho. Os dedos a penetraram de modo brusco, fazendo-a arfar de dor. Enquanto tentava empurra-lo, Royce sugava seu seio. Uma das mãos na boca de Rosalie aplacava qualquer tentativa de socorro e Royce parecia não se importar com o pedido abafado de “pare” que Rosalie suplicava. “Você não estava com saudades?”, dizia ele. Ela queria gritar que não, não estava com saudades. Na verdade ela o odiava.

Vendo que seria inútil fazê-lo parar, a loira desistiu de impedi-lo, entrou num profundo mutismo contemplativo, quando fitou com os olhos o teto e permitiu seu corpo ser violado ao som de “boa menina”. A garota fechou os olhos fortemente, enquanto Royce abocanhou o outro seio. A mão que tinha lhe rasgado à calcinha e a invadira, agora lhe separava as pernas. O peso do homem sobre si tornou-se angustiante. Ouviu o som do cinto sendo desafivelado e sentiu depois que a ereção do membro duro, que a jovem recusou-se a olhar, estava apontada para sua entrada, seca, forçando a passagem, que obviamente era impedida pela sua virgindade. Rosalie lembrou das primeiras vezes em que ele a tocou exatamente ali, quando ficava molhada e era acometida de uma excitação vibrante, diferente do asco que agora sentia.

“Estou lhe transformando em mulher! Por que esperar para ter aquilo que posso usufruir agora?”, ela o ouviu susurrar grosseiramente, enquanto golpeava seu membro contra ela. A insistência foi dando lugar a uma terrível ardência, que foi substituída por uma aguda e lacinante dor. Rosalie sentia a carne delicada entre suas pernas sendo cortada, e o fluxo quente do sangue manchando-a, deixando que a dor se espalhasse de modo dolorosamente agustiante por todo o seu corpo, enquanto Royce monobrava seu quadril enterrando aceleradamente seu membro dentro da sua feminilidade. Quando o homem gemeu como um porco, Rosalie entendeu que ele tinha terminado. Vagarosamente ele levantou-se, subiu suas calças e deixou um rastro de esperma e sangue que manchou, não só suas coxas, mas também o lençol de cama. Rosalie recusou-se a olhá-lo, quando vertia dos seus olhos lágrimas de ódio e dor. No entanto, antes de sair ele aproximou-se, beijou a testa da garota de modo devotado e susssurrou com a voz monótona: “Este será nosso segredo”, depois sumiu, fechando cuidadosamente a porta atrás de si.

Royce não tinha violado apenas seu corpo, mas seu ego. Tinha a humilhado como ela nunca imaginou, todavia jurou para si mesma que ele não lhe faria mal outra vez. Nunca mais. Sentindo dor e incômodo, Rose levantou-se, banhou-se demoradamente, esfregando suas pernas, coxas, e seios com sofreguidão, e então, quando sentiu que seus dedos estavam enrugados pela água, secou-se. Trocou os lençóis de cama e chorou até adormecer. Acordou sentindo a carne trêmula, todavia prometeu a si mesma que não choraria mais. Seu orgulho não lhe permetiria sofrer, mas de uma coisa tinha certeza: Royce nunca mais a tocaria.

A semana que se seguiu foi angustiante. Quando fechava os olhos, lembrava-se da cena a que fora submetida, por isso isolou-se. Não sentia vontade de comer, de sair, de conversar. Apenas... De morrer.

– O que aconteceu? – Emmet interrogou certo dia, quando foi visitar a jovem em sua casa depois de uma semana que Rosalie o evitava.

– Nada. — devolveu cortante, sem fazer charme ou dar-lhe ousadia para as costumeiras brincadeias e o evitou por mais uma semana.

Rosalie nunca fora uma criatura angelical, mas o abuso sofrido e silenciado a tinha deixado fria e insensível. Claro que o pai notou a mudança repentina de humor, e quando interrogada todas às vezes sobre o assunto, mentia, contava qualquer caso e se retirava. Para a mãe, era absolutamente normal o jeito mesquinho, quase maquiavélico que Rosalie assumia. A própia Sra. Hale também era assim. Imaginava, portanto, que a filha estava crescendo e assumindo a postura que tanto apreciava: superioridade.

Royce voltou a freqüentar a casa de Rosalie normalmente três semanas depois, e continuava cortejando-a na frente dos seus pais. Mas a menina sequer olhava em seus olhos, e sentia sua bile subir a garganta toda vez que ele a tocava com suas mãos imundas. Certa vez, quando sua mãe devagava sobre seus planos de casamento para a filha, Rosalie encheu-se de coragem e a interrompeu. Disse que não queria se casar. Nem com Royce nem com qualquer outro homem. O pai que fechava os olhos para qualquer pedido que ela fizesse foi rapidamente interrompido pelo mau humor da esposa, que a repreendeu e depois voltou aos seus devaneios, como se a menina nada tivesse dito.

Até aquele momento, Rosalie ainda cogitava a hipótese de contar aos pais o que acontecera, mas a indiferença demonstrada pela Sra. Hale a mostrou que jamais lhe dariam ouvidos. Royce era um homem nobre e perfeito, e ela... Apenas uma adolescente rica e deslumbrada. No fundo, ela guardou o silencio por simples orgulho. Não admitiria que ninguém a visse como uma pessoa fraca e vuneravel, o que definitivamente ela não era.

A situação tornou-se insuportável quando Royce a interpelou três vezes seguidas, no jardim, na biblioteca e na cozinha, aproveitando-se dos momentos em que Rosalie encontrava-se só. Seus braços fortes a subjulgavam e sua boca a tomava a força, mas ela, por sorte, em todos às vezes conseguira se desenredar. Mas Rosalie não agüentava mais. Não imaginava um futuro ao lado daquele homem, e temia o que ele poderia lhe fazer de novo no presente.

Passou a desejar profundamente que Royce desaparecesse da sua vida. Que sofresse por tudo o que lhe fizera passar. Que morresse, cruel e dolorosamente. Imaginou-se cumprindo esse intento muitíssemas vezes, ao ponto de começar a arquitetar o momento. Via-se atirando no peito do maldito que a fizera mal, ou imaginava-o agonizando de dor, suas veias obstruídas por um veneno qualquer. O que aparentemente era impossível de acontecer foi tomando sua imaginação. Rosalie não era apenas uma garota bela. Era bela e inteligente. Sabia que sofreria as conseqüências se cometesse um desatino como esses. Precisava de algo que não levantasse suspeita, e foi quando a idéia lhe ocorreu...

– Se gosta tanto de mim como diz, trará o que estou lhe pedindo. — murmurou com ar caprichoso e dissimuladamente a Emmett.

O rapaz, que estranhou o pedido, mas era tão irremediavelmente apaixonado pela loira, não a questionou, não quando sentia tanta falta do ar articulado e da forma como a jovem sorria e fingia não gostar dele, que por fim, acabou providenciando o que pedira.

– Aqui está. – disse, entregando a caixa de ferramentas que comprara há algum tempo. O rapaz não fazia idéia do por que uma loura rica e delicada precisava de tais instrumentos. — Não vai me dizer para que precisa de algo assim? – questionou amavelmente, e Rosalie se perguntou por que ele sempre parecia tão carinhoso quando deveria estar estarrecido com a forma que ela sempre se comportava.

– Não é de sua conta. – respondeu, dando-lhe um de seus muitos olhares superiores, interpretados com zombaria pelo rapaz, que admirava o jeito autoritário da jovem. No entanto foi surpreendida pela mão forte que tocou seu cabelo. — Não me toque. — vociferou ela, e afastou-se com brusquidão, deixando um Emmett surpreso para trás.

Rosalie havia decidido: iria matar Royce. Maquinou mil maneiras de fazê-lo sem que fosse pega, quando brilhantemente arrematou: Um acidente de carro. Era perfeito! Conversou furtivamente com o motorista da mansão, indagando de forma inocente sobre os perigos na manutenção de um veículo, e foi ele mesmo quem lhe disse que um problema nas pastilhas de freio era fatal. Até lhe mostrou como estavam posicionadas, e como supostamente retira-las para uma inspeção. Rosalie guardou todas as informações, e decidiu pedir um segundo auxílio extern. Emmett tinha o material necessário, e não exigiria as resposta que ela não lhe daria. A moça não gostava da parte em que teria de sujar suas delicadas mãos para finalizar o seu plano, mas era isso, ou ter que suportar a presença de Royce e seus abusos pelo resto da vida.

– Não irá fazer nenhuma besteira, não é?- Emmett quis saber, captando na expressão de Rosalie propósitos nada bons com aquele pedido.

– E se eu fizesse?- ela arqueou a sobrancelha de modo altivo, escondendo, entretanto, o temor de ser descoberta.

– Então terá que me levar junto. Jamais permitirei que nada nem ninguém a machuquem, nem mesmo você. — Rosalie suspirou. Estava cansada de esconder esse segredo que tanto a consumia. E por alguns segundos encarou a Emmett. Gostava sinceramente da forma carinhosa com que ele a tratava. Soube neste momento que se tivesse um sentimento, ou melhor, se tivesse um coração, o daria a Emmett McCarty.

– Se eu fosse você, Emmett, não perderia seu tempo comigo. Sou incapaz de amar. — confessou com uma frieza absurda, que faria qualquer um desistir de amá-la, menos ele.

– Você já me ama, Rose, só não sabe disso.

– Quanta presunção! — ela contradisse.

– É a verdade. — ele sussurrou ao pé do ouvido.

– Às vezes, só às vezes, você me deixa envaidecida. Mas não se engane, eu não sou boa. — sua expressão tornou-se novamente fria e calculista.

– Eu não me importo.

– Eu sou má. — ela insistiu.

– E quem não é? — seu tom era jocoso, divertido.

– Você não entendeu. Eu desejo matar um homem. — ela declarou com um desprezo altivo, quando trincou os dentes e lembrou-se do maldito Royce.

– Ele deve ter feito por merecer. – sua expressão indulgente fitou-a sério.

– Eu não estou brincando. — ela imprimiu um tom de voz mais seco, dando veracidade às suas intenções. A expressão de Emmett não se alterou.

– Nem eu. – o jovem anunciou e Rosalie não entendeu o que levava Emmett a compreendê-la, a tolerá-la, mesmo com seu mau gênio, mesmo com sua arrogância e altivez, mesmo com todos os seus defeitos, com sua mente quase insana ele a amava.

Os olhos de Rosalie ficaram cheios de lágrimas, enquanto fitava o chão, incapaz de erguer a cabeça. Sentia que o queixo tremia. Começou a fungar, aparentemente sem conseguir se mexer.

– Não me olhe. – pediu com a voz falha, sentindo-se desprezível. Emmett aproximou-se e quando o choro silencioso deu vazão às lágrimas que transbordavam dos cílios claros a escorrer pelas faces, ele a tocou. As mãos tentavam conter o fluxo. Rosalie sentiu-se subitamente constrangida, não gostava de demonstrar fraqueza. Queria abstrair esse tipo de sentimento, mas foi incapaz, principalmente quando Emmett a segurava tão delicadamente nos seus braços fortes e acariciava seu cabelo. Não se lembrava da última vez que recebera tanto carinho. Rosalie simplesmente não sabia o que fazer. — Eu não sirvo para você. – ela disse num fio de voz, enquanto tentava conter o choro que sufocava sua garganta.

– Claro que serve. — ele sussurrou-lhe e o coração de Rosalie apertou-se. Embora soubesse que seria bem melhor afastar-se de Emmett e deixar tudo no esquecimento, decidiu contrapor a batalha que sua consciência travava e contou-lhe toda a verdade.

Uma semana depois Royce morreu.



– Rose, Rose, está me ouvindo?- Alice balançou o braço da amiga, que voltou os olhos nublados em sua direção. Por que nunca contara seu passado para Alice e Elize? – Você está bem? — Alice quis saber e Rosalie suspirou pesadamente, fingindo distrair-se com uma rosa do seu tailleur, um legítimo Dior, comprado em sua última visita à França, e por fim assentiu meneando levemente a cabeça, forçando um sorriso tranqüilizador.


– O que você estava dizendo mesmo? — indagou Rosalie, não se importando com a expressão curiosa de Alice, que era uma eximia observadora.


– Que eu ficaria irritadíssima se não me convidasse. – Alice respondeu franzindo as sobrancelhas, fingindo um falso ar de censura. – Você sabe que adoro todos esses detalhes tecnicamente femininos. – sorriu convencida. — Já viu esses guardanapos? – inquiriu, apontando o mostruário trazido por uma jovenzinha de pele negra. Rosalie não se deu conta do quanto aparentava desenteresse enquanto mexia nas madeixas loiras. — Tem certeza de que está bem? Parecia tão entusiasmada, motivada e de uma hora para outra... Está com essa expressão amuada.


– Ora, Alice, já disse que não é nada. — falou bruscamente, sentindo a respiração comprometida, como se precisasse buscar mais efusivamente o ar. Puxou os cabelos loiros para frente, com o fito de cobrir o movimento que seu peito fazia de expandir e contrair. — E pare de me aborrecer.


– Eu não estou te aborrecendo, mas ficarei extremamente aborrecida se não me contar o que está se passando em sua cabeça. — exigiu Alice, cruzando os braços em afronta.


Então, sem mais nem menos, Rosalie surpreendeu Alice com o comentário, que tinha a única intenção de livrar sua mente do seu passado, e de findar as suspeitas da amiga sobre sua mudança de comportamento.


– Contei a Rilley o que levou Elize a se casar. – disse com indiferença, olhando os guardanapos de renda e os comparando entre si. — Ele ficou tão furioso, como nunca o vi, o que foi surpreente, confesso, já que nunca sequer ouvi-o altiar o tom de voz. – continuou, como se houvesse presenciado uma façanha, o que era a mais absoluta verdade, pois Rilley sempre fora cordato. – De qualquer forma, me jurou que iria fazer algo para acabar com essa farsa. – concluiu, com sua costumeira expressão superior.


– Você o quê?! — Alice maximizou os olhos, piscando os cílios cheios de rimel, esperando ver nas feições de Rosalie um pesar, ou algum descuido referente ao comentário impróprio, mas pelo contrário, o que viu nos olhos da loira foi a mais profunda elação. – Rose, você não devia ter feito isso! Elize não queria que ninguém soubesse sobre o arranjo, muito menos Rilley. Eu apenas lhe contei para que você agisse com dignidade e se desculpasse pelos seus moldes desrespeitosos e mal educados.


– E eu o fiz. Fui à casa de Elize e desculpei-me, porque sinceramente compreendi que agi mal. Somos amigas e ela merecia uma explicação da minha parte, mas isso não significa dizer que concordo com esse absurdo. – torceu os lábios.


– Mas não tínhamos com o que concordar. Simplesmente Elize quis casar-se. — Alice replicou, sabendo que a princípio o que vinculou Elize ao casamento fora a promessa de pagar as dividas da família, mas também sabia que Elize aceitara porque ainda amava Jacob, ainda que não se desse conta disso.


– Não. Ela não quis. Foi coagida. — Rose crispou os lábios, deixando o olhar altivo vagar pelo ambiente. – Elize estava pertubada e eu tinha que fazer algo. Nada mais justo do que informar a Rilley. Ele tem uma solução e você deveria estar feliz por minha iniciativa. Afinal de contas, o que esperava que eu fizesse? Que fingisse que Elize terá um ótimo casamento com aquele bugre? Que fingisse que meu amigo não estava sofrendo? Que não os ajudasse? Ele, mais do que ninguém, merecia saber a verdade. – Rosalie arqueou a sobrancelha e retorquio, afastando-se em seguida com graça e elegância, fingindo olhar mais alguns artigos pela loja, enquanto Alice manteve-se em seu encalço.


– Não vê que só piorou as coisas? Não há nada, absolutamente nada, que Rilley possa fazer para mudar os fatos. — Alice ralhou, segurando a amiga pelo braço, que se virou aborrecida, trazendo nos orbes um olhar de desdém.


– De que lado você está? Não me diga que prefere Elize casada com aquele índio a Rilley? – indagou Rosalie num tom de desabafo, enquanto analisava a figura diminuta que era a amiga Alice, de braços cruzadas, com ares de zanga, quase a bater o pé de raiva. – E não me julgue. Não me arrependo de ter aberto os olhos de Rilley para algo tão amoral quanto este casamento. Rilley tem alguns planos. Ele me contou... Contratará um bom advogado para providenciar a anulação desta palhaçada. — repugnou com sua habilidade inata de torcer o nariz arrebitado. – Tenho certeza de que conseguirá. — concluiu triunfante, esboçando um sorriso que aos olhos de Alice fora de puro escárnio.


– Meu Deus, Rosalie, o que Rilley pode fazer agora, que Elize já está casada? Diga-me! Reivindica-la? — Alice interrougou com veemência, controlando o timbre de voz melodioso e as mãos exaltadas, com o único intuito de não fazer uma cena em plena loja. — Não vê que acabou piorando as coisas? Jacob não abrirá mão de Elize e não haverá juiz nesta região que o contradiga. Há muitas razões, Rose... E por mais que o casamento tenha se dado nestes termos, Jacob a ama. Ninguém disporia tanto dinheiro para ter uma mulher, se não houvesse um sentimento tão nobre quanto o amor por trás de tudo isso. — Alice confessou o que não foi suficiente para convencer Rosalie. Sabia que a amiga jamais compreenderia aquilo que ela previa apenas em ver os olhos escuros e tempestuosos de Jacob. Todavia ela sabia que o rapaz tinha sua parcela de culpa pela repulsa de Rosalie. Como inocentá-lo do fato de comprar a amiga? Como desculpá-lo por arruinar a vida do médico? Talvez apenas o fato de saber que Elize amava Jacob era o que a tornava tão maleável.


– Não, ele não a ama. – Rosalie a contradisse no mesmo tom aborrecido. – Não se compra amor, Alice, você, mais do que ninguém, deveria saber disso. Por acaso seria tão condescedente, se Jasper a comprasse, como um maldito objeto? Não, você não é tão altruísta a esse ponto para se dar como oferta. Ninguém o é. Então, como pode agir como se fosse normal? O que ele tencionou comprar é algo que nunca poderá ter: sangue nobre.


– Eu não estou aqui para defender as razões que levaram Jacob a casar-se com Elize, muito embora eu tenha convicção dos sentimentos dele por ela. Enfim... O fato é que você acabou por ridicularizar Rilley. É tão difícil para você enteder o óbvio? Jacob não é um estranho para Elize, você bem sabe. Eles...


– Aquilo era coisa de criança, Alice. Eu nunca entendi o que Elize via num índio sujo e mal vestido como aquele. Portanto, o assunto não está em questão. Mas você quer compará-lo ao Rilley? Por favor... — disse com impaciência transvestida de ironia. — Nunca pensei que você pudesse se acorvadar, que cruzasse os braços e assistisse à desgraça da nossa amiga. — a loira insinuou acusatoriamente.


– O que você quer? Provocar uma guerra desleal? Porque é isso que acontecerá: Rilley não vencerá. — Alice replicou baixo, ciente de que sua discursão com Rosalie chamava atenção desnecessariamente.


– Não. Eu estou impedindo nossa amiga de ser subjulgada.


Alice nunca entenderia os motivos que levaram Rosalie a procurar Rilley e contar-lhe a verdade, pois a loira jamais compartilharia com o restante do mundo sua vergonhosa história. E se Royce estivesse vivo, será que Rosalie teria sido obrigada a casar-se com ele, assim como fizeram a Elize? Só de imaginar que a amiga poderia ter passado pela mesma humilhação a que havia sido submetida... Ao pensar que Jacob poderia ter obrigado-a a se deitar com ele, mesmo contra a sua vontade... Ele era extremamente forte, e seus olhos emanavam uma força quase violenta sempre que o vira nos últimos dias. Deus! Que Rilley tivesse conseguido impedi-lo!



Ainda era cedo, o sol de outono mal tinha despontado, quando Jacob abriu a porta do quarto vagarosamente, evitando fazer qualquer barulho, descendo a escada com passos silenciosos.


Havia deixado Emily e Sue encarregada de todos os detalhes femininos da casa. Foi impossível não se surpreender quando desceu à cozinha e viu a dispensa repleta de mantimentos e a geladeira bem abastecida. Elas haviam se empenhado bastante para deixar o lugar parecido com um lar, coisa que ele nunca imaginara que fosse possível, até agora.


Dando uma mordida numa sucolenta maçã, enquanto observava as uvas, as torradas e a geléia, imaginou que assim como ele, Elize acordaria faminta. Havia exigido tanto dela nas últimas horas, e mesmo tão aparentemente frágil foi incapaz de rechaçá-lo. A simples lembrança do corpo diminuto sob o seu, fê-lo reverberar toda a tensão sexual da noite anterior. Montando a bandeja com algumas delícias, das quais sabia que Elize apreciaria, subiu as escadas de volta.


Enquanto tentava equilibrar a bandeja de café da manhã em uma das mãos, empurrou a porta, que estava aberta e permaneceu parado no ombral, presenteado com um relance da bela mulher, cujo corpo adormecido estava deitado em sua cama.


Seus pequenos pés foram o ponto de partida de sua inebriante vistoria. Observou suas pernas torneadas curvadas sobre o colchão, sua pele tão alva que podia pensar que ela usava uma meia de seda. Ah! Como fora delicioso passear com seus dedos por aquela tez aveludada... Suas coxas roliças, que tão gentilmente o tinham acolhido durante a noite... Seu quadril estava encoberto por um fino lençol, e teve ganas de retirá-lo para poder contemplá-la melhor, mas se conteve. Suas costas, magras e torneadas, por sorte também estavam descobertas. Pôde ver seu seio esquerdo escapando por entre seu braço, que estava cruzado sob seu rosto de modo desplincente. Por instinto passou a língua em seu lábio superior, enquanto olhava a pele branca daquele monte, em contraste com o seu mamilo rosado. Queria-o em sua boca. Agora.


Jacob gemeu ansioso, sentindo o seu membro pulsar involutariamente entre as pernas. Haviam feito amor exaustivamente, como jamais fizera com mulher alguma, mas ainda assim foi impossível não se sentir excitado ao escrutinar as curvas do corpo de Elize. Em um movimento involuntário, a jovem inclinou ainda mais as pernas, quase lhe permitindo a visão prazerosa de sua feminilidade, como se aprovasse a silenciosa inspeção do esposo.


Seu membro endurecido protestou, reclamando o desejo latente de penetrá-la mais uma vez. Pensara que fosse devido a suas ereções matinais, tão frenquentes. Era um homem vigoroso, viril, portanto era natural ter uma vida sexualmente ativa, mas com Elize não era apenas questão de necessidade, simples e puro coito, e sim um desejo irresistível, um vicio que corroía Jacob internamente, vibrando em suas entranhas e despertando seu instinto de macho dominador, ao qual ele estava irremediavelmente destinado.


No entanto ao ver seu rosto tão tranqüilo, ainda enrubecido pelas muitas horas de amor que haviam compartilhado. Seus lábios entreabertos deixando escapar sua leve respiração, e seus olhos cerrados, cuja pálpebra tremente denunciava que ela sonhava, tudo o que pôde fazer foi adentrar ao quarto com o máximo de cuidado possível, e fechar a porta atrás de si delicadamente. Depositou a bandeja em cima do criado mudo e a observou novamente.


Aproximou-se com passos silenciosos e sentou-se com cuidado na cama, ao seu lado. O vento que tremulou as cortinas bagunçou levemente alguns fios do cabelo claro, espalhando o cheiro adocicado do seu perfume pelo quarto. Era quase impossível estar perto dela e não cheira-la, não toca-la, não acaricia-la, não beija-la, e tentando se controlar, deixou que seus dedos roçassem delicadamente os cabelos lustrosos espalhados pelo seu belo rosto. Sua pele branca e acetinada, que ironicamente se mostrava frágil, era incrivelmente cálida. Enbevecido, Jacob permitiu que seus dedos afundassem na maciez dos seus cabelos.


Observou o nariz pequeno e a boca carnuda, que lhe davam um ar majestoso. Quando não se conteve, beijou-lhe a têmpora, Elize ronronou e o som involutário de suas cordas vocais o alertou de que o melhor seria deixá-la dormir, caso contrário correria o risco de possui-la vulneravelmente, num estado de quase inconsciência, tudo para aplacar o pulsar que era a ereção entre suas pernas, o que seria um pecado, já que nada lhe daria mais prazer no ato do que rever o brilho indômito dos orbes cor de mel, reverberando em sua mente. Esperava que estivesse sonhando com ele, embora a realidade que compartilharam na noite passada nunca pudesse ser ultrapassada...



Jacob deslizou vagarosamente a calcinha de Elize por suas pernas, acariciando sua pele macia durante o processo. Quando livrou-a daquela peça indesejável, separou suas coxas com as mãos, deixando-a completamente exposta para o seu deleite. Elize fez mensão de fechar-se, e quando o rapaz a olhou, percebeu que seu rosto estava rubro de vergonha, muito embora ela não tivesse dito uma única palavra.

– Deixe que eu a veja, Kilawtley*. – sussurrou, sua voz mais rouca do que o normal, enquanto separava novamente as coxas de Elize, mas agora com suas pernas. A moça não ofereceu resistência, olhando-o nos olhos enquanto relaxava. Jacob desceu os olhos desejosos do rosto de Elize, passando por seus seios empinados, que desciam e subiam dada a respiração acelerada, por sua barriga lisa, até finalmente se concentrar na fenda que tinha abaixo do ventre. Um gemido involuntário escapou dos seus lábios. – Voce é linda. A mais linda de todas! – exclamou, sentindo a urgente necessidade de provar daquela carne secreta.

Mas não era mais aquele garoto inexperiente de antes. Sabia que a maior satisfação em uma relação entre homem e mulher era proprorcionar o prazer, e não apenas desfrutar dele. Ainda vestindo a calça antilope, encaixou seu corpo entre as pernas de Elize e deitou-se sobre ela, tomando os lábios da jovem com urgência.

Beijou a boca da moça de forma esfaimada, por vezes mordendo seus lábios, outras vezes simulando com a língua o ato sexual que fariam, e sentiu-a amolecer em seus braços. Desceu os seus beijos pelo pescoço, até chegar ao colo da jovem, e antes que se deleitasse em seus seios, falou.

– Abra os olhos, Elize. – falou com autoridade e ela obedeceu. – Veja como lhe ponho louca...

Elize observou-o quando ele abria sua boca e tomava um dos seus seios completamente. A jovem gemeu e se arqueou embaixo do seu corpo, enquanto ele lambia e com os lábios sugava o bico enturmeceido. Com os olhos semicerrados, ela continuava a observar o seu trabalho. O jovem também não ousou quebrar o contato visual, que o deliciava, admirando o brilho dos orbes cor de mel de Elize, equanto sua língua rodeava a áureola rosada do mamilo, ou mordiscava e sugava sua suculenta carne. Os gemidos da jovem se tornaram cada vez mais intensos, enquanto ela agarrava com as mãos o lençol que envolvia a cama e projetava sua cabeça para trás, num ato de rendição.

Com um sorriso presunçoso, Jacob desceu a língua sobre sua barriga, detendo-se em seu umbigo, e depois prosseguindo em direção ao seu ventre. Deteve-se, admirando a feminilidade de Elize, e ouviu um gemido de frustração em resposta. Sabia o que ela queria, e estava mais do que disposto a lhe dar.

Seguiu em direção à virilha, sempre acariciando seu quadril, sua cintura, suas coxas durante o caminho, até que se admirou com o brilho da excitação que emanava de seu centro. Ela estava totalmente encharcada, e a expectativa de descobrir qual o seu gosto deixou o rapaz com água na boca.

Tocou levemente seu sexo, e a jovem gemeu alto. Estava quente, e tentador como o inferno. Imaginou-se tirando as calças e empurrando com força o membro em seu interior... Seria tão apertado e úmido quanto da primeira vez que fizeram amor? Mas não era o momento. Não ainda. Primeiro faria com que Elize perdesse todo o juízo que ainda tinha. Mostraria à moça que não aprendera apenas como se portar e como dirigir os negócios. Aprendera a como satisfazer totalmente a uma mulher.

Percorreu o dedo sobre os grandes e pequenos lábios, depois contornou o clítores, percebendo o quanto estava inchado. Elize movimentou os quadris, como se seu corpo precisasse de mais, e o membro de Jacob latejou em suas calças. A ponta de sua haste já se revelava, saindo da calça, e o rapaz o friccionou entre os dedos, enquanto o recolocava no lugar. Não havia mais tempo, ele estava a ponto de perder o controle.

Pôs as pernas de Elize sobre seus ombros e afundou sua cabeça em direção ao ponto do seu corpo que mais desejava, fazendo a jovem projetar-se involuntariamente para frente devido ao frenesi. Passou sua língua por toda a extensão da fenda e Elize quase gritou em resposta. Saboreou o doce líquido que escorria de sua entrada e deglutiu com um gemido grave e rouco.

– É deliciosa! – falou, sua voz vibrando contra o sexo de Elize. – Por que não a experimentei antes? – lamentou. Mas agora recuperaria o tempo perdido. Ah, se recuperaria!

Como um sedento que encontra um gélido copo de água... Como um esfomeado a ganhar um delicioso prato de comida... Como uma criança a saborear o seu doce preferido... Jacob refestelou-se entre as pernas de Elize, beijando, sugando, labendo, como se se alimentasse do prazer da moça, que gemia e se contorcia, arqueando e movimentando os quadris com urgência. Ao intensificar os movimentos de seus lábios e língua, percebeu o pulsar do sexo de Elize tornar-se intenso. A moça gritou e seu corpo tremeu, enquanto o rapaz percebia que lhe proporcionava o primeiro orgasmo da noite.

Ergueu-se e a observou maravilhado. Ela estava deitada, respirando com dificuldade, como se todo o ar do ambiente não fosse suficiente para encher os seus pulmões, o rosto corado e os olhos incrívelmente brilhantes. Em seus lábios, um leve sorriso se formou quando seus olhos se encontraram. Sentiu-se perdido. Perdido de amor por aquela mulher. Tinha vontade de enfiar-se em suas pernas e fazer tudo de novo. E de novo. E de novo. Não se importava com o seu próprio prazer, desde que aquele fascinio nos olhos e aquele sorriso não a abandonassem. Mas como bom possesivo que era, deu-se conta de que jamais se contentaria com tão pouco. Elize era sua. Queria toma-la de todas as maneiras possíveis. Céus, como poderia deseja-la tanto?!

– Vejo que meu esposo escondeu algumas habilidades quando estivemos juntos da ultima vez... – ela falou com a voz entrecortada, cujo tom ronronado excitou-o ainda mais.

– Minha esposa ainda não viu nada... — o rapaz balbuciou, enquanto retirava finalmente a calça que lhe vestia, juntando-a com os pés.

Não tirou os olhos de Elize, por isso percebeu o leve arregalar em seus orbes ao observar seu membro rijo. O rapaz sorriu presunçoso, enquanto se deitava sobre Elize mais uma vez. De forma acolhedora, Elize abriu suas pernas, pelo que seus corpos encaixaram-se de forma natural, como se o ato tivesse ocorrido muitas e muitas vezes. Mas era apenas a segunda vez que o rapaz a possuiria, e esperava que fosse a segunda de muitas e muitas vezes, nesta e em todas as noites que se seguiriam.

Elize estremeceu ao sentir o sexo de Jacob encaixar-se em seu centro, e ele a beijou ternamente. Aquela não era a hora de ser brusco, principalmente se a moça não tivesse tido relações com ninguém mais nos últimos anos, como ele fervorosamente desejava. Deixou tal pensamento de lado e introduziu a cabeça do seu membro no interior dela.

A moça gemeu num sopro, o rosto estava tenso e os olhos apertados. Jacob sentiu uma resistência em seu sexo semelhante à que sentira quando fizera amor com ela da primeira vez. Introduziu-se um pouco mais e gemeu ao constatar o quanto Elize era apertada. Colocou-se todo finalmente, sentindo um prazer que nunca sentira antes, aquele prazer que era inegável quando possuía o corpo tão amado.

Antes de prosseguir, porém, fitou Elize mais atentamete. A moça agarrava seus braços com força, muito embora seu rosto não parecesse mais tenso como antes. Molhada do jeito que ela estava, esperava que o ato não fosse doloroso como fora da primeira vez. Naquele celeiro, apesar do prazer inenarrável, Jacob odiou-se por machucá-la, o mínimo que fosse. Mas quando se retirou e se colocou novamente, Elize gemeu, o som preenchendo seu quarto, sua mente e seu coração. O prazer dela era o maior dos prêmios que ele podia almejar.

– Isso mesmo, Elize, gosto de ouvir o som de sua voz quando geme para mim. – segredou junto ao seu ouvido.

Sentindo-se estimulado, o rapaz aumentou suas investidas paulatinamete, enquanto o corpo de Elize ondulava embaixo do seu. As mãos delicadas de Elize acariciaram seu peito, braços e costas, e quando o rapaz intensificou ainda mais os movimentos, suas unhas se cravaram em sua pele.

Quando o centro de Elize comeceu a se contrair, ordenhando o membro do rapaz, Jacob sentiu que perdera seu autocontrole. Pôs as mãos sob as costas de Elize e a ergueu, o movimento deixando-a ainda mais vulnerável às investidas. Seu membro penetrou-a ainda mais profundamente. A jovem lançou a cabeça na curva do pescoço de Jake e ambos gritaram em prazer. Com movimentos rápidos e fortes, Jacob invadiu-a, sentindo o segundo orgasmo de Elize tornar-se cada vez mais avassalador que o primeiro, até que o seu próprio clímax chegou. Bombeou-a intensamente, até que a última gota de seu fluído fosse vertida, e então relaxou sob seu corpo.

Respirações ofegantes. Corpos suados. Carícias mútuas. Em poucos segundos os movimentos recomeçaram, e perduraram até próximo ao amanhcecer.

Se haviam feito amor durante a noite toda, por que ainda a desejava com tanta urgência? Era o que o rapaz se perguntava, escorado na janela do quarto a admirar a paisagem que vislumbraria todas as manhãs.


Ainda sonolenta Elize abriu os olhos devagar. Incomodada com a claridade, piscou os cílios algumas vezes, até acostumar-se à luz. Puxou o lençol para cobrir sua nudez, esticou os braços e pernas preguiçozamente, girando prazerosamente a cabeça, quando fechou os olhos, lembrando-se da noite anterior. Sentiu-se plena, satisfeita e feliz.


Envolvida nesse estado de graça, fitou o esposo parado diante da janela. A cor acobreada do seu corpo era mais intensa naquela hora da manhã, devido aos raios de sol que pareciam brincar sobre o índio. O vislumbre do corpo impoluto fê-la despertar completamente. Jacob estava com o dorso nu, as calças arriadas na altura do seu quadril, as pernas levemente afastadas e os braços cruzados. Suspirou ansiosa e jogou as pernas para fora da cama, prendeu o lençol ao corpo, na altura do busto, e caminhou até ele.


Tão perdido que Jacob estava em suas lembranças recentes, que não se deu conta do som de passos se aproximando, até que braços pequenos envolveram sua cintura e a textura de um fino lençol colou-se em suas costas. Elize beijou-lhe as costas largas antes de deitar o rosto sobre ela.


– Um doce por seus pensamentos. – a voz de Elize soou enroquecida atrás do rapaz, enquanto nas pontas dos pés se aconchegava mais em sua pele, abraçando-o, deixando que os dedos fizessem pequenos círculos em seu abdomem.


– Não seria difícil adivinha-los. – ele respondeu, virando-se de frente, abrindo um sorriso, quando percebeu no rosto de Elize resquícios da pintura Quileute. Beijou-lhe o topo de sua cabeça, descendo suas mãos pelos braços da jovem, até alcançar suas mãos. Virando-as, beijou-as e por fim puxou-a contra o seu corpo. Quando sua ereção pressionou a barriga da jovem, ela maximizou levemente os olhos, um brilho de reconhecimento destilando neles. – Eu poderia ficar envorgonhado por minha urgência masculina... Por querê-la tanto. – ele confessou. – Mas sinto que perdemos tanto tempo...


– Pois tratemos de recuperar o tempo perdido. – ela respondeu desejosa, com um sorriso cálido, porém zombeteiro nos lábios, enquanto deixava cair no chão lentamente o fino lençol que a cobria, fazendo-o apertar-lhe os quadris dado ao gesto tão sensual.


Jacob adimirou-a por alguns segundos, seu belo corpo totalmente despido em seu esplendor, depois a beijou nos lábios, um ósculo doce e calmo. Seu corpo instantaneamente protestou por mais, inflamando-se, então ele a suspendeu em seus braços, suas mãos firmes fixas em seus quadris, enquanto ela entrelaçava as pernas em sua cintura.


Posicionou-a gentilmente no parapeito da janela, tomando antes o cuidado de observar a praia para certificar-se de que continuava deserta. Enquanto isso, era Elize quem se ocupava, abrindo a calça do rapaz com urgência. Não houve tempo de retirá-la, mas apenas de baixá-la até que seu membro ficasse exposto. Com as mãos nas nádegas dela, ele puxou Elize para perto de si, a jovem arqueou os quadris, posicionando-se em seu centro que já estava umedecido.


Poderia fazer amor mil vezes com Jacob, e ainda assim a jovem se surpreendia com o prazer que sentia todas as vezes que ele a invadia daquela maneira. Forte e intenso. O rapaz era tão bem dotado que num primeiro momento era impossível não sentir uma certa ardência... Mas também se sentia cheia, completa, preenchida. Seus corpos se fundiam tão perfeitamente, que se indagava como vivera sem ele duante os últimos anos.


– Você é minha. – Jacob soltou, incapaz de dissociar a posse arraigada em seu coração, quando a tinha ali, cativa, presa em seus braços. Lembrando-se dos tempos de antes, dos quais não tinha receio de falar-lhe nada, confessou, sussurrando em seu ouvido enquanto a penetrava com mais intensidade: — Eu amo você. Quero que saiba que a amo... De um jeito que nunca ninguém poderá compreender. Amo mais que tudo, mais que minha vida, mais do que qualquer pessoa poderia amar alguém. — em resposta, Elize gemeu, incapaz de articular as palavras em sua boca, que agora era tomada pela do rapaz, muito embora estivesse adimirada por tal revelação. Sabia que Jacob a amava, todavia ouvi-lo dessa forma a fez tremer. Fora, em todo esse tempo, incapaz de medir tal sentimento.


– Eu... Também o amo. – segredou, assim que buscou o ar. Queria ter dito mais, no entanto não foi possível, dado ao estado de excitação que se encontrava. As únicas palavras coerentes que saíram de sua boca foram: Jake, Jake, Jake...


Jacob fora assim durante toda a noite... Intenso e doce ao mesmo tempo. Às vezes um pouco rude, mas de uma forma tão amorosa, que, além de excitar Elize, a emocionava com seu carinho. Em momentos lhe sussurrava palavras quase obcenas, e a moça corava, mas por vezes falava palavras tão doces, que enchiam o seu coração.


De fato descobrira que ele não era mais um menino. Como prometera, havia posto-a louca na noite passada e o fazia agora novamente. Enquanto sentia a contração em seu sexo, que indicava que o clímax chegara, como aprendera na noite passada, gemeu alto e moveu com ímpeto os quadris sem qualquer pudor.


No começo, envergonhara-se por expor-se daquela maneira, por mostrar ao rapaz sua excitação através de gritos e movimentos libidinosos. Por sua educação, aprendera que as mulheres não deviam se comportar daquela maneira. Mas ao ver a felicidade de Jacob ante as suas reações era impossível se controlar. Ademais, nunca seguira sua educação a risca. Quando passou os quatro anos na Inglaterra estudando, adorava ouvir as estórias tórridas das amigas de dormitório, embora ela mesma nunca tivesse partilhado sua experiência com Jacob, nem com homem algum. Todavia não podia chamar de experiência alguns beijos com dois ou três rapazes e um namoro mais ousado com Rilley, que o máximo que conseguiu permiti-lo fora algumas poucas carícias vigiadas em seu busto e nas nádegas.


O seu orgasmo foi acompanhado pelo gozo de Jacob, que encheu o seu interior até escorrer por suas coxas. O rapaz a desceu da janela, e depois a pôs gentilmente em seus braços.


– Agora vou cuidar de você. – falou, beijando-a delicadamente na testa e têmpora.


Caminhou com Elize em seus braços até o banheiro e a colocou dentro da banheira, ligando a torneira em seguida. A água estava agradavelmente morna, e pelo fluxo corrente, encheu a banheira rapidamente. Elize brincou com as mãos na água e aspirou o perfume relaxante dos sais de banho que Jacob colocara. O rapaz afastou-se minimamente e ela pensou que ele tiraria sua roupa e a acompanharia no banho, mas ele apenas pegou uma esponja sobre a pia e se aproximou novamente.


– Você não vem? – ela indagou, com o olhar expectante.


– Não, meu amor. Você em primeiro lugar. – ele respondeu, e vendo a dúvida nos olhos dela, continuou. – Em nossa cultura, é dever do marido cuidar da esposa, principalmente quando... Quando ela o satisfaz de maneira tão sublime.


Com a explicação Elize ruborizou, mas não pôde deixar de sentir-se lisonjeada. Estava insegura quanto ao seu desempenho, principalmente por Jacob mostrar-se tão experiente no assunto. Mas não queria pensar naquilo. Não queria pensar em como ele adquirira toda aquela experiência. Não queria pensar em com quantas mulheres ele havia estado depois dela. Como lhe fazia amor, como elas gemiam em seus braços. Tudo o que importava era que ela seria a primeira e a ultima. A partir de agora seria a única em sua cama, e não podia reclamar da perícia que ele havia adquirido, da forma ardente que a explorava, de como se movia levando-a à loucura. Empenharia-se ao máximo em aprender e satisfaze-lo, e isso não seria tão difícil com um professor como ele.


De maneira carinhosa o rapaz a banhou, esfregando a esponja em sua pele e depois as próprias mãos. Elize sentiu seu corpo em combustão novamente, mas relaxou, entregando-se às mãos habilidosas de Jacob. O carinho, porém, não teminou em sexo. O rapaz a retirou da banheira e a enrolou em uma toalha. Dedicado, enxugou-a e a pôs nos braços novamente. Jacob caminhou com ela até a cama e a acomodou sentada entre os travesseiros, cobrindo-a com o lençol. Elize o observava fascinada, sentindo-se reverenciada por cada gesto.


O rapaz voltou com a bandeja do café da manhã e sentou-se ao seu lado. Tirou uma uva e ofereceu a Elize, fazendo menção com os olhos de que ela abrisse a boca. Elize aceitou a fruta e mastigou, sorrindo enquanto o observava passar geléia em uma torrada.


– Também não vai comer? – ela indagou. Ele pôs a torrada na boca de Elize e a respondeu.


– Não, Kilawtley*. Tenho que cuidar de você. — e dito isto lhe ofereceu a torrada. Elize sorriu novamente, amando o novo apelido carinhoso que o rapaz utilizava.


– Humm. – fechou os olhos, degustando o sabor doce da geléia de morango. — Tem certeza? — ela inquiriu, sugando o próprio dedo, cujo doce escorria por ele. — Está muito bom. – sorriu quase inocentemente, voltando a fitar Jacob, que agora a olhava sério. — O que foi? — quis saber ao ver a mudança de expressão.


– Não deveria me provocar, Sra. Black. — gemeu ele, sem tirar os olhos da boca carnuda. A sucção do dedo o deixou excitado, ao imaginar o seu membro duro entre os lábios rosados da mulher. Mas não estava disposto a arruinar todo o trabalho de limpa-la e deixa-la relaxada, principalmente agora, que tinha certeza de que teriam uma vida inteira pela frente.


Elize sorriu, dando-se conta do quão sensual fora seu gesto, mas por fim concordou que não deveria provocá-lo, precisava descansar. O amor que faziam era exaustivo e consumia suas forças, portanto precisava repor suas energias.


Depois de ser alimentada pelas mãos de Jacob, Elize deitou-se na cama, sendo tomada pelo sono novamente. O cansaço físico e o estômago cheio faziam com que se sentisse esgotada. Jacob deitou-se ao seu lado, cantarolando em seu ouvido enquanto acariciava os seus cabelos. Poucos minutos depois Elize adormeceu, sentindo-se tão em paz e feliz que se perguntava se ainda estava sonhando.


Em seus sonhos, porém, o vislumbre de um rosto pertubou-a. Era o rosto de Rilley que aparecera em sua mente enquanto dormia, trazendo ao seu inconsciente a lembrança de que precisava contar a Jake o que escondera. Contar algo que ele não iria gostar de saber... Mas agora se sentia tão feliz que nada mais a atemorizava.


FIM DA I TEMPORADA

CONTINUA EM BREVE...

*Kilawtley- na linguagem quileute significa amada.


Notas finais
Hey ta calorrrrrr, tem alguem vivo aí??? Eu sei, eu sei, tb precisei tomar um banho hehehehhehe *modopervaon* Nossa esse capítulo ta bem recheado né? A cena da lua de mel ta linda ou não ta gente??? Olha o que esse homem de pericia, vulgo caramelinho é capaz de fazer O.o Oh Gosh!!!!Da até vontade de cantar: nossa, nossa, assim vc me mata, ai se eu te pego, ai, ai, se eu te pego, delicia, delicia assim vc me mata... kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Acho que é a cena que todo mundo ansiava, espero sinceramente que tenham gostado.
Quando a Rose, que vida hein? Sei que muitas de vcs não gostavam de Rose, mas por trás de toda soberba, existe uma estoria triste de abuso, que nos faz entender pq ela é assim.Claro que o fato de ser preconceituosa não tem nada haver com o abuso e sim com a criação e a influencia da mãe.
Bom meninas espero sinceramente que tenham gostado, que a demora tenha sido perdoada e que vcs possam comentar, expressar o que acharam e sentiram. Não canso de dizer que isso é muito importante para a gente. Autores que não tem comentarios se desistimulam.Portanto, deixo aqui meu apelo. Se vc gosta de estoria e tem acompanhado, deixe um review, não seja leitora fantasma. Cada comentario que vcs deixam alegram nosso coração e nos permite escrever mais e melhor.
Eu ainda vou além. Se gostou muiiiiiiito recomende. É legal saber que vcs deseja compartilha essa estorias com outras pessoas, ok?
Ja disse que amo tudo isso? Não? Pois amo. Muitos bjus e um ótimo feriado de carnaval para todas vcs!!!
Nos vemos em breve!