Virtual Love
18 Ideia Genial!
Notas iniciais
Eu estava olhando para aquela mulher sem entender como ela sabia de algo com Matt, meu Deus eu estava encrencado demais, o que eu fiz? Não deveria ter matado ele... Ah pensando bem, deveria sim e fiz o que para mim parecia correto. Me aproximei da porta e sem demonstrar medo ou receio me virei para a mulher elegante que queria saber do filho.
—Porque acha que eu posso saber algo do seu filho? Me desculpe mas eu nem sequer conversava com ele — Caroline e Daniel se olharam — Se me permita em dizer, não sou daqui.
—Tenho fontes seguras em dizer que você sabe onde ele está. E eu quero saber onde está meu filho.
—Em Porto RicNo Canadáo — Ouvi a voz da minha pequena e me virei para olhar no topo da escada, ela estava com o vestido da Caroline e um pouco mais recuperada, e o que ela estava falando? — Ele me deixou e disse que iria pra lá gastar a grana do pai... E Kate, não entendo porque esse interesse pelo Matt, você nunca foi uma mãe presente — ela parou frente a mulher e a encarou.
—Ele só tinha tempo pra você mesmo! Mas essa história de Canadá não me convenceu, Jake disse que ele sabia —apontou para mim e Elena estremeceu ao ouvir aquele nome.
—Jake não sabe de nada, ele só inventa... Kate se me permite, estamos cansados e eu ainda estou abalada com a decisão do seu filho em me abandonar.
—Em partes, pelo menos por isso foi bom! Nunca fui á favor dos dois juntos — Elena assentiu sem emoção — Eu vou tentar localizar ele em Canadá, mas enquanto eu não achar ele não vou dar paz a vocês. — ela fechou a porta e Lena me abraçou de imediato.
—Está vendo a baita cagada que você fez? — disse em meio de choro — se te prenderem eu nunca vou me perdoar — beijei sua testa e ela me abraçou mais forte.
—Esperem, Lena acabou de fazer a coisa mais esperta de todas — Daniel disse sorrindo — Vocês não pensam não?
—Não somos vampiros com Dons especiais Daniel — Caroline zombou e ele se aproximou de mim.
—Onde foi que jogamos o corpo? — olhei para ele
—No mar? — disse sem entender
—Em direção ao...
—Canadá — Sim eu acho que estava começando a entender.
—Isso ai, não houve sangue, o pescoço dele foi quebrado, o que pode ter acontecido em uma briga... Tínhamos apenas uma testemunha, o motorista do barco que estava ao nosso favor... Com um dinheiro a mais acredito que ele pode muito bem contar uma historinha de briga por droga ou algo do tipo, ai o agressor pode ter dado um soco nele e o imbecil se desequilibrou e ops... Morreu afogado... Como ele está na água salgada ajuda ainda mais para que o corpo esteja em um estado que se decomponha mais rápido tirando as evidências... Sem contar que ele está no fundo do mar... Demoraria meses para que achassem o corpo dele.
— Eu te amo — corri para meu amigo e beijei a testa dele — te amo de verdade — Lena e Caroline riam e ele me soltou dele.
—Ok, mas guarde seu amor para a sua namorada, eu vou entrar em contato com o motorista e pedir para que ele ligue para essa Kate...
—Obrigado — sorri e ele e Carol saíram. — idéia perfeita essa a do Daniel
—Sim, mas eu ainda tenho medo de encontrarem você Damon, o que seria de mim se te achassem... Eu...
—Lena, eu não moro aqui... Sou de Atlanta esqueceu? E além do mais estou pensando em um jeito para te levar também.
—Meus pais jamais deixariam Damon!
—Se você estivesse casada quem sabe... Lena, por favor! Eu não quero que volte a ser como era... Tablet, computador, celular e aquela vida... Quero você na minha cama acordando ao meu lado todos os dias, quero ver você sorrir todos os dias e quero essa barriga com um filho meu... Eu quero que você seja a minha esposa, vou cuidar de você como nem cuido da minha vida, eu juro.
—Pera... Casar? Pera de novo... Morar em Atlanta? E Pera pela ultima vez! Engravidar? Damon? Você fumou maconha? —ri alto
—Quero você ao meu lado, e eu posso enfrentar o mundo por você — a abracei e ela deu um gemidinho de dor.
—Tudo bem?
—Meus seios estão doloridos ainda... Ele colocou um peso de metal e dói muito — franzi o cenho de ódio
—Ok, vou chamar a Carol e ela passa remédio.
—Não — segurou meu braço e suspirou — Pode ser você, preciso pegar confiança em você
—Sério pequena, não precisa
—Damon, eu quero... Cuida de mim — ela tinha medo nos olhos, mas eu assenti. Subi para o quarto com ela e peguei a maleta de primeiros socorros de Caroline, ela deitou na cama e eu vim com algodão, mercúrio e uma pomada, o vestido tinha botões na frente e ela fechou os olhos.
—Pequena, se não quiser eu chamo Carol.
—Vai Damon — disse por fim, tirei o vestido dela delicadamente liberando seus seios inchados e roxos, eram lindos mas estavam machucados, minha vontade era de beijar um a um. Peguei o algodão e passei um pouco de soro, minhas mãos tremiam por três motivos: Era a mulher que eu amava, estava machucada, estava nua nas minhas mãos e eu não poderia fazer nada. — Ai, está dolorido Damon — ela disse ao sentir o contato com o algodão e me olhou em suplicas.
—Eu sei — disse a olhando, delicadamente aproximei minha boca do mamilo esquerdo e ela me olhou, bem devagar fiquei olhando para ela e me aproximando. Ela assentiu deitando a cabeça e eu beijei a ponta de seu mamilo massageando o outro.
—Damon, eu não sei se estou pronta... Eu tenho medo ainda
—Sim pequena... Desculpe, eu só queria... Fui errado — me afastei
—Não Damon, não é isso... Eu sei que fui errada em dizer aquelas coisas para você e tudo mais, mas ainda estou com medo, mas sei que você jamais me machucaria, se eu estou seminua na sua frente é para te mostrar que eu confio em você... Mas tenho medo de seguir em frente.
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