Notas iniciais
Olaaa virtual lovers!!! Está virando rotina eu postar na madrugada de domingo heein, pensando em oficializar isso ñpera haha Antes de mais nada venho agradecer os comentário de Jessie Matsuoka, Garota de Papel, Mitsue chan, Moonshine, kkcabral e Akkira ♥ Infelizmente não consegui responder todos, mas prometo que farei ok ^^ Esse capítulo é RinHaru e está GIGANTE mais de oito mil palavras, meu mais novo recorde ;b O capítulo tem a música linda e perfeita "For him" do Troye Sivan, então recomendo escuta-la durante o capítulo. Link da música já com a tradução: https://www.youtube.com/watch?v=L0CKwpFNTx4 Avisando que esse capítulo está fervendo então podem ligar o ar condicionado, os ventiladores e também é bom pegar uns lenços sabe hehe SORRY Porque o tão esperado LEMON finalmente chegou -wtf Então já estejam avisados, caso ainda não entenderem terá sexo explicito gay. Blz? O lemon pode estar broxante(?) porque fiz na madrugada em uma velocidade anormal e também convenhamos que não sou expert nesse quesito neah. É, desculpem qualquer erro porque estou cansada para revisar o capítulo agora, espero que não tenha ficado nenhuma gafe hehe Boa leitura!!!

Rin acordara sentindo falta do calor em seus braços característico de quando Haru dormia entre eles, assim Matsuoka apalpara a cama ainda sem abrir os olhos sentindo apenas a maciez do lençol e uma almofada fofinha que ao entreabrir os olhos Rin percebe ser o tubarão de pelúcia que dera para Nanase. Matsuoka senta na cama esfregando seus olhos, ainda sonolento procurando por Haruka no quarto percebendo por fim que estava sozinho, ao olhar para a jaqueta que vestira no dia anterior jogada no cabide não consegue evitar relembrar da cena onde Haru vestia a peça e se masturbava. Matsuoka então se vê mordendo o lábio, decidindo por fim dispersar seus pensamentos antes que tenha que ir ao banheiro logo cedo tomar um banho gelado, sendo assim Rin decide levantar e logo depois de fazer sua higiene matinal segue para a cozinha. Ao entrar no cômodo Matsuoka avista Nanase de costas para si com o avental azul característico de quando cozinhava, parecendo concentrado no que fazia no fogão. Rin sem ainda ser notado, sorri travesso e silenciosamente se posta atrás de Haruka podendo observa-lo fazendo panquecas. Matsuoka torna a abraçar a cintura de Haru enquanto apoia seu rosto no ombro do moreno ao mesmo tempo em que sussurra:

—Hmm que cheiro bom.

Haruka no mesmo momento estremece e vira seu pescoço na direção de Rin, enquanto reclama ao observa-lo:

—Aaai que susto Rin, quer que eu estrague nosso café da manha agora?

— Desculpe, não resisti. – Rin ri travesso.

— Heeey não dorme no meu ombro. – Haru reclama ao ver Matsuoka com a cabeça apoiada em seu ombro estando com os olhos fechados.

— Senti sua falta na cama. – Rin fala manhoso.

— Ri-Rin, não fale coisas constrangedoras. – Nanase cora.

— Mesmo depois de ontem você ainda tem vergonha de quando eu falo essas coisas? – Matsuoka sorri sacana.

— RIN! – Haru aumenta seu tom de voz constrangido.

— O que? – Rin pergunta travesso.

— Para de dizer essas coisas e me deixa fazer a panqueca. – Nanase retruca.

— Ok, ok vou parar de te distrair. Desculpe. – Matsuoka ri afastando-se de Haru e sentando na cadeira apoiado a bancada.

Haruka logo terminara de fazer as panquecas e coloca sobre a mesa junto do café.

— Pronto, espero que goste de panquecas. – Nanase senta junto de Rin a mesa.

— Itadakimasu! (“Obrigado pela comida!”) – Ambos falam antes de começarem a comer.

— Hmm está muito bom. – Rin elogia depois de experimentar a comida.

— Obrigado, é a primeira vez que eu faço. – Haruka confessa.

— Sabe Haru você não precisa me conquistar pela barriga, porque você já me tem. – Matusoka brinca.

— E-eu não, mas o que? – Haru pergunta confuso com a fala de Rin.

— É uma expressão, conquistar alguém pela barriga, quer dizer fazê-la gostar de você pela sua comida. – Rin explica.

— Isso é ridículo. – Nanase comenta e então completa. – Heey eu não estou fazendo isso.

— Eu sei, mas tem gente que acredita. – Rin dá de ombro e depois sorri sacana ao dizer. — Mas hey Haru o que você exatamente estava pensando quando se tocava ontem hmmm?

— Puuff. – Haruka que estava tomando café cospe o liquido e então grita constrangido. – RIIIN!

— Pooor favor, você não acha que eu mereço saber. – Rin insiste.

— Não te interessa, termina logo isso que a gente tem treino separados. – Nanase retruca.

— Ai precisava ressaltar isso? – Matsuoka faz bico.

— Para de choramingar e vamos logo. – Haru fala já levantando ao ter terminado o café da manhã.

Rin termina logo em seguida e depois deles se arrumarem, partem separados cada um para sua equipe de natação. Rin ao chegar ao treino é recebido por um Sousuke animado.

— Ok, quem é você e o que fizeram com o Sousuke? – Matsuoka pergunta colocando a mão no peito.

— Idiota, eu não posso estar feliz? – Yamazaki retruca, porém ainda com um resquício de sorriso no rosto.

“Aquilo era mesmo um sorriso?” – Rin se perguntava mentalmente surpreso com a mudança repentina de humor do amigo.

— O que aconteceu? Ou melhor, o que o Makoto fez? – Matsuoka sorri sacana, porém ao contrário de um xingamento Rin observa o sorriso de Sousuke aumentar.

— Eu tenho um encontro. – Yamazaki confessa estufando o peito.

— Não brinca, sério? Como você conseguiu fazer ele te perdoar? – Rin pergunta incrédulo, já que estava desacreditado do amigo conseguir qualquer coisa com Tachibana conhecendo seu jeito ‘carinhoso’ de pedir desculpas.

— Esqueceu com quem está falando? – Sousuke fala convencido.

— Arrg Sousuke, eu tinha esquecido como odeio quando você fica confiante. – Matsuoka revira os olhos.

— Você devia me apoiar. Sabe, é isso que amigos fazem. – Yamazaki retruca.

— E eu não te apoiei? Porra sem mim você não teria um encontro agora. – Rin contrapõe.

— Ok, ok talvez você tenha ajudado. Mas não foi com a sua ideia que eu consegui o encontro. – Sousuke não dá o braço a torcer.

— Está bom, vamos logo parar de papo e começar o treino. Depois você me conta direitinho essa história. – Matsuoka fala para então seguir com o treino.

Depois do treino, Rin segue até casa de Nanase e no momento eles conversavam enquanto almoçam.

— Haru, o Makoto te contou algo sobre ele com o Sousuke? – Rin pergunta curioso por querer saber se Nanase sabia algo.

— Quando eu perguntei o Makoto disse que Yamazaki foi até a casa dele e que pedira desculpas e ele aceitou, mas ele não entrou em muitos detalhes. Eu também não quis me intrometer muito já que ele parece não se sentir muito a vontade ao falar sobre o Yamazaki. – Haru comenta.

— Hmm entendi. – Matsuoka resmunga, resolvendo não comentar sobre o encontro para que Nanase não pense mal de Sousuke.

— O Yamazaki falou algo? – Haruka devolve a pergunta.

— Não. – Rin desvia o olhar ao mentir e então desconversa ao falar. — Haru, hoje eu quero fazer diferente.

— Fazer o que diferente? – Nanase pergunta confuso.

— Dessa vez eu quero te levar aos lugares que eu escolhi. – Matsuoka explica sorrindo orgulhoso da ideia.

— Oh, tudo bem. E para onde vamos? – Haru questiona curioso.

— Por enquanto é segredo, só trate de vestir o short de natação por baixo da roupa, se bem que não precisava avisar já que varia da mesma forma. – Matsuoka comenta.

— Como você sabe? – Nanase pergunta surpreso por Rin saber sobre essa mania sua.

— Eu te conheço Haru. – Matsuoka olha intenso para o moreno que engole em seco sentindo-se que Rin conseguia ler até seus pensamentos.

Depois de terem almoçado, limpado todos os utensílios usados tal como feito a higienização de seus dentes, eles se arrumam e saem de casa.

— Está pronto? – Rin pergunta carregando uma mochila nas costas enquanto desciam a escadaria da rua de Haruka.

— Sim. Espero que minha roupa esteja de acordo para onde vamos. – Haru comenta, tentando copiar o estilo de roupa de Rin já que não sabia para onde iria e que clima seria.

— Fica tranquilo, você está lindo como sempre. – Rin pisca ao elogiar o moreno.

— Obrigado. – Nanase agradece corado, para depois comentar. -Você sabe pra onde está nos levando?

Haruka estava curioso de como Matsuoka os levaria para o tal lugar sem lhe perguntar sobre a localidade, sabendo que Rin nunca estivera em Iwatobi antes de conhecê-lo.

— Claro que eu sei, tive uma ajudinha. – Rin comenta sem entrar em detalhes.

Ao chegarem ao final da escadaria já havia um táxi os aguardando, os dois rapazes entram no carro e Haru tenta escutar o que o ruivo falava com o motorista a fim de descobrir aonde iriam. Porém Rin passa o endereço por um papel para o homem e faz questão de pedir para o motorista não falar o destino em voz alta explicando que seria uma surpresa para o outro garoto. Nanase revira os olhos vendo que não tinha jeito senão esperar até chegar ao local, o que demorou em média quinze minutos. Depois de descerem e pagarem o taxista, Haru enfim pôde observar a vista para em seguida comentar:

— Nós viemos à praia.

— Isso. É um dos meus roteiros, digamos assim. Por que? Não gostou? – Matsuoka pergunta inseguro.

—Claro que sim, estava querendo mesmo te trazer aqui. – Haru sorri olhando agora para Rin.

—Então, vamos? – Matsuoka estende a mão e Haru a segura seguindo o ruivo de mãos dadas até a areia da praia.

Ao chegarem próximos a uma árvore Rin abre a mochila pegando uma toalha e a estende no chão, para em seguida eles sentarem lado a lado admirando a vista do mar. Não havia muitas pessoas no lugar, sendo que as que estavam presentes se encontravam longe de onde estavam, podendo assim ter maior privacidade.

— A vista aqui é linda. – Haru comenta observando a paisagem.

— Com certeza é. – Rin sorri olhando para Nanase. – Vamos para o mar?

— Só estava esperando você falar. – Haru fala já de pé enquanto retirava sua roupa.

— Hey, Haru espera. – Rin reclama enquanto tentava tirar o mais rápido que podia a roupa, enquanto Nanase já corria em direção a água, sendo logo seguido por Matsuoka.

Ambos os rapazes mergulham logo que alcançam uma distancia razoável dentro da água e logo voltam à superfície ficando em um ponto onde ainda conseguiam permanecer em pé, Rin alcança Haru e o puxa pela cintura.

— Custava me esperar? – Matsuoka finge estar chateado.

— Você que é muito lerdo. – Haruka retruca rindo.

— Vou te mostrar quem é lerdo. Uma corrida até aquele ponto. Fechado? – Rin aponta até onde havia uma boia vermelha na água.

— Ok. – Haru aceita o desafio.

—No três. – Matsuoka avisa, já em seguida começando a contagem. — Um, dos, três.

Logo depois que Rin dá o sinal, ambos já mergulham na água nadando na direção que Matsuoka sugerira, ambos conseguindo um bom impulso para começar a nadar mesmo com as ondas que os atrapalhavam nas braçadas. Porém Rin foi quem conseguira ir melhor chegando assim primeiro ao local comemorando logo em seguida.

— Há ganhei! Quem é o lerdo agora? – Matsuoka provoca quando Haru chega perto.

— Ok, ok retiro o que disse. – Nanase levanta as mãos, sorrindo com a competitividade de Rin.

Eles estavam tão concentrados olhando um para o outro que nem perceberam que estava se formando uma onda grande, fazendo com que os acertasse assustando-os ao serem empurrados alguns passos junto a água.

— Hey Haru você está bem? – Rin pergunta vendo o moreno de costas pra si um pouco a frente meio encolhido. – Haru?

Matsuoka toca o ombro do moreno que se vira e joga água no ruivo.

— Heey o q-que? – Rin fala surpreso com o repentino ataque.

— Continua lerdo. – Haruka sorri travesso.

— Aaah é guerra? Então terá guerra. – Matsuoka declara sorrindo desafiador.

Rin então começa a jogar água em Nanase, que segue seus movimentos e assim começa uma guerrinha de água, onde disputavam quem acertava mais água no outro. Ambos se mantinham entretidos na brincadeira, rindo enquanto arremessavam água na direção contrária a sua. Haruka estava entretido em jogar água que nem percebera a aproximação de Matsuoka, até Rin conseguir se aproximar o suficiente para pegar as mãos de Nanase e coloca-las para trás do corpo do moreno. Haru tenta se soltar, porém Matsuoka mantém suas mãos firmes, abraçado ao moreno.

— É, acho que ganhei. – Rin sorri próximo a Haruka.

Eles se encaram e percebem o quão próximos estavam com seus narizes quase se encostando, seus cabelos molhado e bagunçados pela guerrinha de água e de como as gotículas de água desciam de seus cabelos e passavam por seus rostos enquanto ambos sustentavam sorrisos bobos. Inconscientemente ambos aproximam seus rostos e fecham seus olhos no momento que seus lábios se encostam, nenhum dos dois soube quem aprofundara o beijo e nem se importavam com isso no momento. Matsuoka larga as mãos de Haru e torna a abraçar a cintura do moreno, enquanto Nanase desliza suas mãos pelo peitoral de Rin até abraça-lo pelo pescoço. O beijo molhado e um pouco salgado pela água do oceano era trocado com calma e paixão, deixando ambos extasiados com a sensação que lhes proporcionava com o som do oceano e a água passando por seus corpos. Eles se separam com breves selinhos e voltam a se encararem sorrindo, Rin se aproxima de novo puxando os lábios de Haruka, porém Nanase impede ao olhar para trás e então torna a abraçar o ruivo forte pelo pescoço, enquanto escondia seu rosto no ombro do ruivo. Matsuoka franze a sobrancelha confuso, até sentir uma onda quebrar em suas costas fazendo-o abraçar mais firme a cintura de Haru impedindo que eles fossem carregados pela água. Depois do susto ambos começam a rir.

— O oceano parece querer participar da brincadeira. – Rin fala entre risos.

— A água parece estar com ciúmes. – Haruka comenta sorrindo.

— Ciúmes é? – Matsuoka arqueia a sobrancelha.

—Uhm. – Nanase afirma balançando a cabeça.

—Desculpe água, mas esse garoto aqui é meu. – Rin fala olhando para a água, enquanto ainda mantinha Haruka em seus braços, fazendo ambos rirem com seu comentário.

— Hiiii, acho melhor correr. – Haru comenta olhando novamente para trás do ruivo.

— De novo? – Rin questiona já sabendo o que lhe esperava ao olhar para trás.

— Vem. – Nanase estende a mão e logo que Matsuoka segura eles começam a correr fugindo da ‘onda ciumenta’ como a denominaram, enquanto riam.

— Ufa enfim na superfície. – Rin fala apoiando sua mão sobre os joelhos quando saíram da água e completa agora olhando para Haruka — Acha que aqui estamos seguros? – Rin sorri voltando a abraçar Haru pela cintura.

— Bobo. – Nanase ri, logo em seguida tendo seus lábios roubados pelo ruivo em um beijo breve.

Ao se afastarem eles ouvem um som que faz Haruka arregalar minimamente os olhos.

— Rin. – Haru olha expectante para Matsuoka.

— Você quer picolé? –Rin pergunta sorrindo com a reação do moreno ao apito característico dos carrinhos ambulantes de picolé.

—Uhm. – Nanase balança a cabeça repetida vezes.

— Ok, vai lá escolher que eu vou pegar o dinheiro. – Rin sugere.

Haru concorda animado, fazendo Rin sorrir enquanto andava até onde seus pertences estavam e volta até onde Haru ficara escolhendo o picolé com um ambulante de praia. Depois de escolhido os picolés e de terem pago, eles andam até seus pertences e Rin senta encostando suas costas na árvore ocupando assim toda a toalha.

— Hey, assim como eu vou sentar? – Haru comenta indignado.

— Senta aqui. – Rin afasta as pernas e bate na toalha entre elas, Nanase dá de ombros e senta.

Matsuoka tendo Haru sentado entre suas pernas logo o puxa para encostar suas costas em seu peito, assim ficaram enquanto desfrutavam de seu respectivo picolé. Rin é o primeiro a acabar e assim espera abraçado a Haruka.

— Hey depois de terminar seu picolé, nós vamos para outro lugar. – Matsuoka comenta próximo ao ouvido de Nanase apoiando sua cabeça nos ombros do moreno.

— E que lugar seria esse? – Haruka pergunta olhando de lado para o ruivo.

— Você vai ver quando chegar lá, seu apressadinho. – Rin provoca mordendo a bochecha de Haru.

— Apressadinho é você, não fui eu que fico perguntando a cada cinco minutos aonde vamos. – Haru comenta se referindo ao passeio ao parque enquanto mostra a língua.

— Você logo vai ver onde essa língua vai parar. – Rin sorri sacana.

—Matsuo-baka.- Haru coloca o picolé na boca de Matsuoka fazendo-o se calar e depois fala já estando em pé. – Agora podemos ir.

— Não vai querer o resto do picolé? – Rin pergunta com o resto do picolé nas mãos.

— Não, já enjoei e assim você ocupa a boca e não fala besteira. – Haruka retruca.

— Posso ocupar minha boca com outra coisa se quiser. – Matsuoka sorri sacana e pisca, em seguida colocando todo o picolé na boca.

— RIN MATSUOKA. – Nanase o repreende sentindo seu rosto ficar vermelho.

—Ok, ok já parei, desculpa. – Rin levanta as mãos enquanto ria.

Já terminado o picolé, eles arrumam suas coisas e estando com a bermuda de nado já seca eles voltam a colocar o resto de suas roupas que tiraram para mergulhar, para em seguida procurar por um táxi. Ao encontrarem um carro Rin passa o endereço do lugar para o motorista sem Haru escutar, fazendo-os passar mais dez minutos no táxi até chegarem ao lugar. Ao sair do carro Nanase reconhece onde estavam e então torna a olhar para Matsuoka ao falar:

— Nós estamos no festival da Sakura nee. – Haru afirma.

— Sim, eu quero ir ao templo. Vamos? – Rin comenta, enquanto com suas mãos já unidas tornara a entrelaçar seus dedos.

Haru segue Matsuoka enquanto no caminho eles admiravam as cerejeiras floridas, ao chegarem ao templo eles ficam de frente ao lago onde despejavam pétalas de Sakura com pedidos ou agradecimentos.

—Sabe Haru, eu não sei se você participou de outros festivais, mas na Austrália eu participei de todos. Pra mim Sakura é a flor mais bonita que existe. –Rin comenta encarando o lago.

— Eu também sempre participei, desde pequeno minha mãe me trazia, assim virou um costume. – Nanase afirma.

— Então você sabe que a Sakura apenas floresce na primavera e por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta. E que muitos creem que se você fizer um pedido com suas pétalas ela pode se realizar. Quando pequeno eu sempre pedia coisas supérfluas como querer um brinquedo ou doce, conforme fui crescendo também aumentei minha crença e assim meus pedidos tornaram-se mais ambiciosos como querer a vitória em minhas competições e ir para as nacionais. Porém depois que te conheci comecei a pedir pelo nosso encontro, foram quatro anos seguidos pedindo para poder apenas tê-lo por perto. E o meu pedido enfim foi realizado e agora posso agradecer estando junto contigo. – Ao terminar de falar Rin volta a olhar para Haru.

— Dro-droga Rin. – Nanase possuía as mãos nos olhos.

— O que? Ha-Haru, você está chorando? – Rin pergunta ao se aproximar de Haru e tirar suas mãos do rosto vendo suas lágrimas se formando.

— Sua culpa. – Nanase abaixa o olhar envergonhado enquanto descia uma lágrima por seu rosto.

— He-hey, não chora porque eu vou chorar junto, você sabe. – Rin sorri levantando carinhosamente o rosto de Haruka para olha-lo.

— Desculpa, er...é que eu também pedi por isso. Quero dizer, eu também fiz os pedidos com a Sakura para poder te ver. Eu já cheguei a quase desistir de raiva por demorar muito para se realizar, mas nunca cheguei a parar durante esses quatro anos. – Haru confessa.

— Sério? – Rin pergunta surpreso sentindo seus olhos úmidos.

—Uhm. – Nanase afirma balançando a cabeça positivamente, enquanto limpava suas lágrimas com o auxilio de Matsuoka que carinhosamente acariciava seu rosto.

— Então acho que nós dois temos que agradecer, certo? – Matsuoka sorri, tendo a confirmação de Haru com um balançar de cabeça.

Rin pega uma das flores destinadas ao templo e então com um papel e caneta em mãos, volta até onde estava com Nanase e junto do moreno ele escreve “Obrigado por realizar nossos pedidos. Rin Matsuoka e Haruka Nanase” Rin finaliza desenhando um coração ao lado da mensagem fazendo Haru rir. Terminado de escrever eles dobram o papelzinho e colocam dentro da Sakura e juntos colocam a flor no lago.

— Agora eu quero fazer um pedido. – Rin fala depois de encararem a flor afastar seguindo o curso do lago se juntando com as outras flores postas na água.

— Mas você não acabou de agradecer por um? – Haruka pergunta sorrindo.

— Exatamente, já que ele foi realizado eu posso pedir outro. Certo? – Rin pisca.

—Então eu também quero. – Nanase ri.

Eles pegam cada um uma flor de Sakura e agora separadamente escrevem seus pedidos sem o outro ver e tal como fizeram com a flor anterior, colocam seus pedidos dentro de sua respectiva Sakura e jogam no lago repetindo o pedido em seus pensamentos.

— Pronto agora só esperar se realizar. — Rin mostra a língua travesso.

— Espero que não demore mais quatro anos. – Haru ri.

— Eu também espero. – Matsuoka ri junto.

Eles saem do templo e enquanto olhavam as barraquinhas Rin observa algo que lhe chama a atenção.

—Olha Haru que pulseiras bonitas e tem um pingente de tubarão e golfinho. – Matsuoka comenta com uma pulseira azul e vermelha em mãos.

— Bonito mesmo, parece muito com a gente. – Haruka comenta, por terem justamente a cor preferida de cada um e os pingentes parecidos com os ursinhos de pelúcia que Rin ganhara na competição de tiro ao alvo, sendo o tubarão representando Matsuoka e o golfinho Nanase.

— E não é? Vou comprar. – Rin fala decidido.

— Você vai gastar dinheiro com isso? – Haru questiona sabendo o quão caro aquelas pulseiras poderiam ser em eventos como o que estavam.

— Não me importo com dinheiro, o que importa é o significado. – Matsuoka dá de ombros.

Depois de Rin pagar pelas pulseiras, ele volta até onde Haru o esperava.

— Me dê sua mão. – Matsuoka pede e coloca a pulseira envolta do pulso de Nanase, já estando com a sua no braço.

— Você comprou pra mim também? – Haru pergunta surpreso por pensar que Rin compraria apenas para si próprio.

— Claro, qual o significado de usar uma pulseira nossa sozinho? – Matsuoka fala o que para ele era algo indiscutível.

— Não precisava Rin. – Nanase comenta envergonhado.

— Shiiiu, eu que quis. Pronto agora temos pulseiras combinando. Não é romântico? – Rin pisca depois de terminar de arrumar a pulseira de Haru e juntar suas mãos que estavam com as pulseiras.

— Nossa Rin, totalmente romântico. – Nanase fala rindo pelo exagero de Matsuoka.

— Hey, porque eu senti uma ironia nessa frase? – Rin pergunta desconfiado arqueando sua sobrancelha.

— Bobo, eu amei. Obrigado Rin. – Haru sela seus lábios.

—Assim foi muito melhor. – Matsuoka sorri.

— Eu estou com fome. – Nanase comenta.

— Vamos pra casa tomar banho e trocar de roupa, porque hoje vamos jantar fora. – Rin sorri já começando a andar com Haru até a saída do evento.

— Jantar fora? – Nanase pergunta curioso.

— Isso, ultima parte do meu roteiro. – Rin pisca.

Os rapazes voltam para casa de Nanase e tomam banhos separados, colocando agora roupas sociais já que iriam jantar fora. Assim sem Haru saber Rin informa ao motorista do táxi que pegavam para levá-los até o restaurante pretendido. Ao chegarem ao local Nanase não soube reconhecer o lugar e pensa nunca ter vindo antes, sendo um restaurante rústico com musica ao vivo, bem iluminado com lamparinas que davam a impressão de serem velas, as mesas eram bem posicionadas e afastadas uma das outras dando maior privacidade aos clientes. Parecia ser um lugar agradável, chegando até ter um clima mais romântico, porém parecia ser caro o que deixara Haru um pouco desconfortável. Estando na recepção Rin dera seus nomes para a atendente que os direcionou até a mesa que estava reservada para ambos, já no local os rapazes sentam e a atendente deixa o cardápio saindo em seguida.

— Você reservou esse lugar? – Haruka pergunta surpreso com o empenho de Matsuoka.

— Claro, eu planejei tudo, nada poderia sair errado. – Rin sorri orgulhoso.

— Mas Rin isso parece ser muito caro. – Nanase comenta olhando para os lados.

— Haru não se preocupa com isso, eu já te disse que não me importo. Eu gosto de fazer esses momentos, eles não têm preço. – Matsuoka explica e então pergunta preocupado. — Você não gostou do lugar?

— Gostei, é bem bonito e tem um clima agradável. – Haru fala sincero.

— Que bom que gostou. Pode pedir o que quiser. – Rin comenta sorrindo.

Eles pegam o cardápio e começam a observar os pratos, ao contrario do que Haruka pensava não tinha pratos com nomes estranhos e muito chiques, apenas o que já estava acostumado com alguns pratos mais sofisticados, porém nada que Nanase nunca ouvira falar.

— Tem cavalinha. – Haruka comenta surpreso.

— Eu me certifiquei que tivesse, já que é seu prato favorito. Mesmo achando que você deveria experimentar algo diferente, já que sempre come o mesmo. Mas escolhe o que você quiser. – Rin fala já sabendo dos gostos de Nanase.

O garçom aparece perguntando por seus pedidos e assim Rin e Haru respondem, fazendo assim o garçom se afastar logo em seguida. Matsuoka coloca a mão por cima da mesa e sem Haru perceber leva até a do moreno acariciando sua mão. Nanase arregala minimamente os olhos e sente um friozinho na barriga com o contato, sentindo suas bochechas esquentarem.

— Hey, eu preparei esse dia para nós porque eu queria agradecer de alguma forma por ter te conhecido e também para comemorar por estarmos juntos. Eu sei que pode parecer muito romântico, mas eu não consigo evitar ficar assim com você. – Rin confessa olhando carinhoso diretamente nos olhos de Haru.

—Rin assim você me deixa sem palavras. Eu só posso agradecer, obrigado por estar na minha vida. – Haruka comenta envergonhado.

Rin se inclina e sela seus lábios, logo voltando a sentar em seu lugar. Os pratos chegam e eles desfrutem da comida enquanto mantinham uma conversa leve, enquanto escutavam uma musica calma tocar no recinto. Depois de jantarem, eles pedem uma sobremesa e então compartilham junto o doce na taça se lambuzando enquanto comiam.

— Haru ficou um doce na sua bochecha. – Rin comenta rindo vendo o doce no rosto de Nanase achando-o adorável.

—Onde? – Haru pergunta envergonhado.

— Na direita bem aqui. – Matsuoka aponta com o dedo.

— Saiu? – Nanase questiona depois de passar o guardanapo por sua boca, porém o doce continuava no mesmo lugar intacto.

— Não, deixa que eu limpo. – Rin oferece.

Haru assente pensando que Rin pegaria o guardanapo e o limparia, porém ao contrário do que pensava Matsuoka se inclinara sobre a mesa e lambe o local sugando o doce e por fim dá uma leve mordida.

— Hmm, delícia. – Rin lambe os lábios ao se afastar.

— He-hey Rin, pode ter gente olhando. – Haru tocava o lugar anteriormente sugado por Matsuoka envergonhado.

— Não, as mesas são bem afastadas e também se viram provavelmente nós nunca vamos nos encontrar com essas pessoas novamente, então não importa. – Rin dá de ombros não ligando sobre o fato.

— Você é inacreditável Rin. – Nanase comenta sorrindo ainda nervoso pelo momento anterior.

— Sou neeah.- Rin pisca convencido, porém em seguida fica sério e chama a atenção do moreno ao falar já em pé. — Mas hey agora tenho uma surpresinha pra você, me segue.

Rin já ao lado de Haru estende a sua mão para o moreno segurar e então o conduz sobre o restaurante.

— Pra onde estamos indo? – Nanase pergunta curioso.

— Você já vai ver. – Rin fala sorrindo travesso.

Haruka arregala os olhos ao verem que estavam andando de encontro ao palco onde a banda no momento cantava, nervoso pelo fato de ter bastante pessoas nas mesas ao redor, apreensivo com o que Matsuoka pretendia.

—Pronto, pode ficar aqui e me observar. – Rin fala deixando-o uns cinco passos até o palco.

— Rin o que você vai fazer? – Haruka pergunta sussurrado segurando na mão de Matsuoka antes dele dar as costas.

— Calma, já volto. – Rin pisca e se desloca até o pequeno palco.

Haruka observa Matsuoka falar com os músicos e pegar o microfone para então falar olhando em sua direção.

— Desculpe interromper o jantar, mas eu preciso dedicar essa música para alguém muito especial e eu não sou bom com palavras, por isso escolhi essa música.

Rin olha para trás e faz um sinal para que o músico comece a tocar a melodia e Matsuoka balança a cabeça fechando os olhos se concentrando e criando coragem para fazer aquilo, até abrir novamente os olhos direcionando para Nanase enquanto começa a cantar.

We are runnin' so fast

Nós estamos correndo tão rápido

And we never look back

E nós nunca olhamos para trás

And whatever I lack, you make up

E qualquer coisa que me falte, você completa

We make a really good team

Nós fazemos um time muito bom

And though not everyone sees

E mesmo que nem todo mundo veja

We got this crazy chemistry

Nós temos essa química louca

Between us

Entre a gente

Rin cantava suave enquanto sorria não desviando o olhar de Haru,que prestava a atenção no ruivo ainda surpreso com a cena de Matsuoka cantando para si, sentindo um friozinho na barriga.

Jump starting your car 'cause this city's a bore

Consertando seu carro porque essa cidade é um tédio

Buying e-cigarettes at the convenience store

Comprando cigarros eletrônicos na loja de conveniência

Making new clichés on our own little tour

Criando novos clichês na nossa pequena turnê

Let's ride

Vamos

You don't have to say I love you to say I love you

Você não precisa dizer eu te amo para dizer eu te amo

Forget all the shooting stars and all the silver moons

Esqueça todas as estrelas cadentes e as luas prateadas

We've been making shades of purple out of red and blue

Nós fazemos tons de roxo, a partir do vermelho e do azul

Sickeningly sweet like honey, don't need Money

Enjoativo doce como mel, não preciso de dinheiro

All I need is you (x2)

Tudo que preciso é você (x2)

Haruka arregala os olhos com a declaração e não consegue evitar sorrir ao escutar Rin dizê-las aparentando tão convicto do que cantava. A partir daquele momento ele esquecera das pessoas ao redor, sentindo apenas que ele e Matsuoka estavam naquele salão, porque nada mais importava ao escutar aquelas palavras vindas do ruivo.

We try staying up late

Nós tentamos ficar acordados até tarde

But we both are light weights

Mas nós dois somos fracos

Yeah we get off our face, too easy

Sim, nós extrapolamos fácil demais

And we take jokes way too far

E levamos piadas muito a sério

And sometimes living's too hard

E às vezes viver é muito difícil

We're like two halves of one heart

Nós somos duas metades de um único coração

Nanase não consegue evitar rir ao relembrar de quando ambos prometiam ficar acordados a madrugada inteira, enquanto conversando por vídeo chamada já que não tiveram tempo de conversar no dia e nunca conseguiam cumprir a promessa porque sempre um deles acabava dormindo no meio do vídeo. Ou sobre o fato que ambos não gostavam de quando seu relacionamento virava piadinha, sendo maior problema do ruivo que tem que conviver com Yamazaki e suas provocações, sabendo Nanase que ambos sempre levavam as palavras ditas sobre eles muito a sério. Para então passar por suas lembranças doloridas de quando seu peito doía ao ponto de sufoca-lo entre lagrimas, toda vez que sentia falta do ruivo, sendo o momento que mais odiava a distancia existente entre eles. E assim Haru podia entender porque Rin escolhera tal música, pois representava muito bem o relacionamento entre eles, essa distancia sufocante, porém a que trouxera tamanha alegria. Tendo a certeza que Matsuoka era como diziam sua outra metade, que separados não estavam completo.

You don't have to say I love you to say I love you

Você não precisa dizer eu te amo para dizer eu te amo

Forget all the shooting stars and all the silver moons

Esqueça todas as estrelas cadentes e as luas prateadas

We've been making shades of purple out of red and blue

Nós fazemos tons de roxo, a partir do vermelho e do azul

Sickeningly sweet like honey, don't need Money

Enjoativo doce como mel, não preciso de dinheiro

All I need is you (2x)

Tudo que preciso é você (2x)

Ao que Rin canta novamente o refrão, Haru o acompanha junto apenas mexendo os lábios sorrindo, enquanto já sentia seus olhos lagrimejarem.

Eat a pill, stay and chill, you don't need to go

Tome um remédio, fique e descanse, você não precisa ir

I'm about to bring emo back if you leave my home

Estou prestes a voltar a ser emo se você deixar minha casa

I'd panic at the disco and you'd rather watch a tv show

Eu me divertiria em uma boate e você prefere assistir tv

Then I'll squeeze your booty real hard

Vou apertar sua bunda forte

like I'm kneading dough

como se estivesse amassando massa

Pizza boy, I'm speeding for ya

Garoto da pizza, estou correndo por você

We can get married tonight if you really wanna

Nós podemos nos casar hoje à noite se você quiser

Me in a cheap suit like a sleazy lawyer

Eu em um terno barato como um advogado desprezível

And if you break my lil' heart, it'd be an honour

E se você partir meu coração, seria uma honra

Rin canta a parte do rap sorrindo sacana, fazendo Haru rir e colocar suas mãos sobre a boca. Definitivamente concordando como aquela música fazia muita a cara de Rin, romântico porém do seu jeito sacana. Nanase poderia decifrar cada frase com um momento, sabendo como tudo voltaria a ficar sem graça quando Rin voltar para Austrália, ou sobe o fato deles serem diferentes comparando certos gostos, porém como tudo isso junto dava muito certo e funcionava perfeitamente.

You don't have to say I love you to say I love you

Você não precisa dizer eu te amo para dizer eu te amo

Forget all the shooting stars and all the silver moons

Esqueça todas as estrelas cadentes e as luas prateadas

We've been making shades of purple out of red and blue

Nós fazemos tons de roxo, a partir do vermelho e do azul

Sickeningly sweet like honey, don't need Money

Enjoativo doce como mel, não preciso de dinheiro

All I need is you (2x)

Tudo que preciso é você (2x)

Quando Matsuoka terminara o rap, ele começa a cantar o ultimo refrão andando na direção de Haruka parando na sua frente para então pegar a mão de Nanase e segurá-la enquanto cantava. Quando a música termina, Rin afasta o microfone depois de desliga-lo, se ajoelha no chão segurando uma caixinha vermelha e torna a falar enquanto segurava uma das mãos de Haruka sobre a sua:

— Haru, esses dias que passamos juntos eu só pude ter certeza que quero passar todos os meus dias ao seu lado. Por isso achei que deveria refazer o pedido dessa vez tornando-o oficial. Haruka Nanase, aceita namorar comigo?

— Ah.Meu.Deus! – Haru arregala os olhos com a mão sobre a boca surpreso.

— Espero que isso tenha sido um sim. – Rin ri nervoso, ainda ajoelhado segurando a mão de Nanase.

— Oh Rin, claro que sim. – Haruka aceita sorrindo com os olhos lagrimejados.

Rin coloca o anel no dedo de Haruka e ao se levantar o moreno envolve seu pescoço em um abraço beijando-o apaixonadamente. Depois de se separarem eles sorriem bobos e então escutam uma salva de palmas e assovios, só agora lembrando-os que não estavam sozinhos tornando seus rostos vermelhos. Eles fazem uma reverencia sorrindo tímidos e voltam para a mesa onde estavam anteriormente, voltando-se a sentar.

— Então o que achou? – Rin pergunta sorrindo bobo.

— Eu ainda não estou acreditando. Tudo foi muito lindo. – Nanase confessa maravilhado.

— Eu sei que parece que o pedido é redundante, já que eu já o fiz, porém eu queria oficializa-lo e fazê-lo da forma que eu acredito que você mereça. – Matsuoka confessa.

— Eu amei e agora com as alianças parece mais real, como você disse torna nosso namoro oficial, como a prova que pertencemos um ao outro. – Haru comenta sincero e depois cora com suas palavras, tornando a falar em seguida. – É, acho que o vinho nos deixou românticos demais.

—É concordo, melhor irmos pra casa. – Rin concorda rindo.

Rin pede a conta e depois de paga, eles voltam para a casa de Nanase e seguem para o quarto sentando na cama, com Haru de costas para Matsuoka entre as pernas do ruivo ficando então deitado em seu peito. Haruka encarava fascinado os anéis com os dedos entrelaçados sobre o de Matsuoka, com um sorriso bobo tal como Rin também estava ao observar Nanase.

— Gostou do anel? – Rin pergunta curioso.

— Uhm, ele é lindo. – Haru fala admirando os anéis prateados com seus nomes gravados dentro.

— Que bom que gostou. – Matsuoka sorri feliz.

— Alias quando que você comprou eles, se sempre estava comigo? Ou você faltou o treino algum dia? – Haruka vira o pescoço para o lado podendo assim olhar para Rin.

— Eu os comprei na Austrália. – Rin confessa.

— Espera, você já pretendia oficializar nosso namoro sem nem me conhecer pessoalmente? – Nanase pergunta surpreso.

— Eu sei, parece loucura. Mas eu não tenho duvidas de que eu quero passar todos os meus dias ao seu lado, só estava com medo que você não gostasse de mim depois de me conhecer pessoalmente. – Matsuoka fala sincero.

— Você é impossível Rin. – Haru ri ainda incrédulo.

— O que importa é que você aceitou e que meu pedido foi realizado, dessa vez em menos de um dia. – Rin comenta dando um beijo estalado na bochecha de Nanase que sorri bobo.

— Como assim? – Haruka pergunta confuso.

— Sabe o pedido no templo Sakura? Então, eu pedi para que você aceitasse meu pedido de namoro. – Matsuoka confessa.

— Eu não acredito que você pediu isso. Mas eu acho que talvez o meu pedido também tenha sido realizado. – Nanase comenta pensativo.

— O que você pediu então? – Rin pergunta curioso.

— Eu pedi para que nós fiquemos juntos para sempre. – Haru fala sério olhando diretamente para Matsuoka.

— É, então ele foi realizado. – Rin sorri e segura carinhosamente o queixo de Haru selando seus lábios.

O beijo começara calmo e apaixonado, a fim de saborearem a junção dos lábios e ao terem que separar seus lábios Matsuoka torna a beijar o pescoço de Haruka descendo até seus ombros. Nanase depois de recuperado seu fôlego do beijo anterior volta a juntar seus lábios enquanto se virava de frente para o ruivo acomodando-se em seu colo, laçando sua cintura com as pernas. O beijo que começara calmo logo se intensificara, com línguas disputando o controle entre mordidas e sugadas. Matsuoka puxava Haru para mais perto colando seus corpos, enquanto passeava suas mãos pelo corpo do moreno que por sua vez puxava os cabelos de Rin enquanto ondulava devagar seu quadril contra o do ruivo. Novamente com a falta de ar eles separam os lábios e Matsuoka dessa vez tornara a sugar e morder mais forte o pescoço de Haru que ofegava baixinho enquanto friccionava seus corpos, Matsuoka adentra a blusa do moreno acariciando suas costas para então com a ajuda de Nanase retirar a peça. Com o peitoral de Haru exposto Rin começara a descer seus beijos resolvendo dar uma atenção maior nos mamilos vendo como Haruka se contorcia com seus toques, remexendo-se em seu colo contra seu membro já semiereto. Matsuoka enquanto revezava seus beijos desliza suas mãos até as coxas de Haru apertando-as até chegar às nádegas não conseguindo evitar apalpa-las forte, o que faz Nanase gemer mais alto arqueando suas costas com o conjunto de sensações que Rin lhe proporcionara.

Matsuoka admirado com a reação de Haruka, vira seus corpos deixando Haru deitado na cama enquanto se postava em cima entre as pernas do moreno. Rin rapidamente retira sua blusa antes de roubar novamente os lábios do rapaz sugando-os avidamente para então tornar-se um beijo francês. Nanase agarra as costas de Matsuoka arranhando de leve enquanto puxara o quadril do ruivo contra o seu com as pernas circuladas na cintura do outro. Rin separa os lábios no momento que ambos gemem com o contato da fricção de suas ereções ainda cobertos pelos tecidos, observando então de perto como os cabelos de Haru estavam bagunçados sobre o colchão e como os olhos e a boca ficavam entreabertos em êxtase.

— Haru, se você não quiser ir até o final me pare agora, porque depois eu não vou conseguir me controlar mais. – Rin fala sério olhando nos olhos de Nanase.

— Aah Rin, continua. Eu preciso de você. – Haru geme manhoso próximo aos lábios de Matsuoka, enquanto retorna a friccionar seus membros fazendo Rin revirar os olhos em prazer.

— Ah foda-se, você pediu por isso. – Matsuoka grunhe descendo seus beijos e dessa vez parando sobre o cós da calça de Haruka.

Rin sorri sacana para o volume que se sobressaltava sobre o tecido encarando diretamente o moreno que o observava com as bochechas coradas, para então abrir o zíper não antes de apalpa-lo, para em seguida retirar as pernas que circulavam sua cintura facilitando a retirada da calça com o auxilio do moreno.

— Hm vestindo a bermuda de natação. – Rin morde o lábio ao observar a única peça que ainda restava no corpo de Haru. – Deve estar tão apertado. – Matsuoka comenta novamente próximo ao membro, em seguida abocanhando-o ainda sobre o tecido, fazendo Nanase gemer e agarrar o cabelo do ruivo.

— Ooooh Riiiin, tira logo. – Haru geme.

— Tirar o que? – Rin sorri sacana.

— Tira logo minha bermuda. – Haruka pede agoniado com a demora.

— Como você quiser. – Matsuoka fala achando graça das reações do moreno.

Rin retira devagar a bermuda de natação de Haru com um pouco de dificuldade por estar tão grudada ao corpo, para então larga-la em qualquer lugar do quarto escutando como Nanase ofegara aliviado pela retirada do tecido. Matsuoka volta a ficar entre as pernas do moreno, resolvendo provoca-lo mordendo a parte inteira das coxas de Haruka apenas para observar como Nanase se contorcia ondulando seu quadril e gemendo baixinho pedindo por mais contato. Rin querendo mais daquelas reações sem avisar envolve o pênis de Haru com a boca sugando-o como conseguia, ao mesmo tempo que apertava e arranhava as coxas do moreno que arqueia as costas com o contato gemendo alto e puxando as madeixas ruivas com uma mão enquanto a outra segurava o lençol forte. Matsuoka inexperiente com aquilo tenta imitar o que já assistira em filmes pornô, cuidando para não passar seus dentes enquanto chupava o membro de Nanase em um vai e vem. Rin sorria sacana observando como Haruka tentava segurar seus gemidos em vão, tentando manter seus olhos entreabertos para ver seu pênis desaparecendo e voltando na boca de Matsuoka, observando-o em deleite o quão sexy Rin ficava daquele jeito. Matsuoka aproveita que Haru está concentrado na sensação prazerosa que seus lábios proporcionavam para então esticar sua mão até a boca de Nanase colocando três dedos sobre os lábios de Haru, que ao entender o que Rin queria passa a chupa-los um por um umedecendo-os com a sua saliva. Matsuoka vendo que já estava suficiente afasta sua mão mesmo contra própria vontade depois de observar como Nanase chupava seus dedos com os olhos lagrimejantes e como conseguia sentir os gemidos de Haru vibrarem em sua mão, fazendo seu pênis pulsar apenas com a cena, sabendo que estava na hora de afastar sua mão a fim de continuar.

Haru o olha confuso não entendo o que Rin estava fazendo recolhendo sua mão, até sentir um dos dedos de Matsuoka adentrar seu ânus fazendo-o arregalar minimamente os olhos e ofegar. Matsuoka afasta melhor as pernas de Haruka facilitando a penetração de seu dedo, enquanto distraia o desconforto do moreno continuando o sexo oral, para então passar a introduzir o segundo dedo observando como a expressão de Haru mudara para uma incomoda tratando de devagar e com cuidado movimentar seus dedos. Nanase sentia o desconforto de ser invadido pelos dedos do ruivo, sentindo uma sensação estranha, porém a pouca dor que sentia era amenizada com os carinhos que Rin distribuía sobre seu corpo. Matsuoka já com o terceiro dedo introduzido em Haruka torna a movimentar os dedos mais profundamente, sabendo ser necessário preparar bem o moreno antes de penetra-lo com seu pênis. Em um determinado momento Haru começara a rebolar sobre seus dedos fazendo Rin perceber que a expressão sofrida de Nanase desaparecera dando lugar a uma prazerosa. Matsuoka então ainda movimentando seus dedos, sobe seu corpo por cima de Haru traçando beijos sobre o corpo até selar os lábios com o moreno.

— Aaah Rin, já está bom. Eu quero você. – Haru geme manhoso rebolando sobre os dedos de Matsuoka.

Com a permissão de Nanase, Rin retira seus dedos para em seguida tirar o mais rápido que podia sua calça junto com a boxer. Matsuoka pega um pacotinho quadrado do bolso da calça rasgando-o com a boca, revelando-se tratar de uma camisinha que logo é envolta sobre o pênis totalmente ereto do ruivo. Matsuoka volta a se postar entre as pernas de Haru vendo-o encarar expectante, para então nervoso com o momento afastar as pernas de Nanase apoiando-as sobre seu ombro e em seguida forçar seu pênis onde anteriormente estavam seus dedos. Rin tenta penetrar devagar enquanto distribuía beijos pelo pescoço e rosto de Haru ao vê-lo choramingar de dor, sabendo que mesmo que estivesse preparado suficiente o moreno, ainda doeria pelo garoto ser virgem. Vendo que Haru estava ainda muito tenso, Rin fala:

— Tenta relaxar Haru.

— Como se eu pudesse fazer tal coisa nessa situação. – Nanase reclama mordendo os lábios ainda tenso.

— Apenas respire fundo. Imagine que você está na água. — Matsuoka aconselha e beija as poucas lagrimas que desciam pelo rosto de Nanase, enquanto também tentava se distrair das sensações prazerosas que lhe envolviam estando agora com seu pênis totalmente envolvido. Enquanto Haru respirava fundo tal como Rin lhe dissera, conseguindo relaxar e assim conseguir se acostumar com a penetração.

— Wow é tão gostoso estar dentro de você. Ainda está doendo? – Matsuoka pergunta sentindo que não aguentaria muito tempo com o interior de Haruka parecendo lhe sugar.

— Não tanto como antes. – Haru confessa.

— Então eu já posso me mexer? – Rin pergunta ansioso.

— Uhm. – Haru afirma acenando a cabeça.

Matsuoka começa a se movimentar devagar apoiando suas mãos no colchão para se impulsionar melhor, enquanto Nanase se agarrara as costas do ruivo gemendo a cada investida.

— Eu sempre sonhei em fazer isso com você, mas é muuito melhor do que imaginava. – Rin fala entre gemidos, enquanto aumentava o ritmo.

Matsuoka desce as pernas de Haru de seus ombros agora fazendo-o circular sobre sua cintura, afastando as nádegas de Nanase apertando-as enquanto o penetrava mais rápido. Haruka gemia menos contido com a boca entreaberta ofegante, os olhos dilatados pela luxuria enquanto puxava os cabelos de Rin e arranhava suas costas, rebolando sobre o pênis. Em determinado momento Haru geme mais alto arqueando suas costas ao sentir Matsuoka acertar um ponto que fizera todo seu corpo tremer em uma sensação gostosa.

— Aaah Rin, mais forte ali. – Haru pede entre gemidos.

Assim como Nanase pedira Rin aumentara as estocadas acertando de novo a próstata do moreno que se contorcia gemendo o nome de Matsuoka, que por sua vez encarava o moreno fascinado com as expressões de deleite de Haru. Achando extremamente lindo e sexy como os olhos azuis brilhavam, os fios negros se espalhavam sobre o rosto do moreno grudado pelo suor de seus corpos e de como a boca rosada ficava aberta gemendo seu nome. Rin queria guardar aquela visão para sempre em sua mente, uma visão que apenas ele poderia ter. Matsuoka sabendo que não aguentaria mais, torna a masturbar Haru no mesmo ritmo das estocadas, enquanto apoiava sua testa junto a de Nanase sugando os lábios do moreno entre gemidos.

— Aaah Rin, eu voou. – Haruka geme sentindo todo seu corpo tremer e lhe mandar espasmos pressentindo que logo gozaria.

— Vem, eu também estou no limite. – Rin geme entre seus lábios.

Bastaram mais algumas estocadas para Haru gozar na mão de Matsuoka, fazendo o moreno arquear as costas e gemer alto com os lábios colados aos de Rin que por sua vez revira os olhos de prazer tendo a certeza que logo também chegaria ao seu limite quando sentira seu pênis ser esmagado pelas contrações pós-orgasmo do interior de Haruka. Assim Matsuoka goza depois de mais algumas estocadas gemendo rouco sobre os lábios de Haru enquanto ondula seu quadril sobre o do rapaz, para em seguida sair do interior de Nanase caindo ofegante ao lado do moreno tirando a camisinha e descartando-a no chão.

— Você está bem Haru? – Rin pergunta acariciando o rosto de Haruka que com os olhos fechados tentava recuperar o fôlego.

— Es-estou. Isso é mais cansativo que natação. – Haru comenta ofegante abrindo os olhos.

— Mas é mais gostoso também. – Matsuoka completa sorrindo sacana.

— Idiota. – Nanase dá um leve tapa no peito do rapaz que ri, enquanto Haru circula a cintura de Rin com uma das mãos, apoiando sua cabeça no ombro do ruivo.

— E não foi bom? – Matsuoka pergunta continuando a acariciar o rosto de Nanase.

— Claro que foi. – Haru responde de imediato e ao perceber que Rin não parava de lhe observar fala. — Para de ficar me encarando é constrangedor.

— Sério? Mesmo depois do que acabamos de fazer? — Matsuoka pergunta achando adorável o constrangimento de Haruka.

— Exatamente por causa do que acabamos de fazer Riiin. – Haru comenta baixinho, fazendo Rin rir e distribuir vários beijos sobre o rosto de Nanase.

—Haru, eu te amo tanto! – Matsuoka confessa entre os beijos.

Haruka arregala minimamente seus olhos com a declaração, para então sorrir bobo e olhando diretamente para os olhos de Rin falar:

— Eu te amo Rin!

Eles selam seus lábios, para em seguida Haru se aconchegar melhor no peito de Rin, dessa vez trocando suas posições de dormirem, porém continuando com seus sorrisos bobos e apaixonados.

Notas finais
Eeer hehe então...o que acharam? ~cora Espero que o lemon tenha agradado já que foram tantos pedidos ;b Desculpem se por acaso foi decepcionante, juro que tentei meu máximo. (Ai como isso é constrangedor haha) Enfim, aqui nesse capítulo também teve refeerências háaaaaaa Capitão America deve amar essa fic ñpera haha Sendo assim: A arvore Sakura caso não saibam realmente existe e é minha flor favorita ♥ Ela aparece muito no anime também, fazendo com que eu ame ainda mais Free! Já sobre a parte do evento, realmente existe um evento para admirar as Sakuras, explicando melhor os japoneses meio que fazem pique nique enquanto admiram a arvore. Porém a história do templo e do pedido foi totalmente minha autoria, talvez até exista algo do tipo, mas eu não achei nada e então criei essa crença linda ;b As pulseiras que eu citei no capítulo, são as pulseiras do mook RinHaru. Caso alguém não saiba esse é o link: http://www.cdjapan.co.jp/product/NEODAI-8107 É acho que era isso, dessa vez teve menos referências hehe Enfim, espero vocês nos comentários!!! Beijos RinHaru ♥ Fuuuuuuui