Vinatta
2 Capítulo II, O Dragão.
Notas iniciais
Na sede da Organização Uciar ao sul do continente de Odbrycg em uma ilha de mesmo nome, o líder local Geoffry foi informado dos acontecimentos de Shundushel...
– Parece que Symund não vai parar até conseguir nos destruir completamente, ele deve está chegando... Vamos ter que espera-lo e reunir todos os nossos melhores saldados para acabar com ele, não queremos que ele repita o que fez na ilha de Octun. – Pensa Geoffry.
Enquanto isso Symund caminha pela floresta, ele está despreocupado, anda em silêncio olhando para o céu cheio de pássaros. Symund não faz a barba, seu cabelo é grande e cacheado, ele não se alimenta muito mas sempre consegue manter a forma graças a seu demônio Adodrel.
– Aqueles otários achavam mesmo que ia ganhar a gente KKK – Diz Symund a Adodrel.
– Realmente não tinham nenhuma chance, mas eles podem contratar algum demônio poderoso pra matar a gente. – Fala Adodrel meio preocupado.
– Sabe, não acho que algum demônio queira se aliar a eles, os demônios que estão reunindo pelo continente devem ser fracos, se nos atacarem sabem que vão morrer em menos de um segundo – Diz Symund rindo.
–Será que chegaremos até ele? – Pergunta Adodrel
–Não sei, só sei que vamos chagarmos lá vamos matar mais do que matamos da ultima vez – Symund fala determinado com os olhos brilhando.
–Sinceramente, às vezes acho que o demônio é você Symund!- Fala Adodrel.
–Eu sou apenas um humano em busca de vingança, um ser que assistiu a perca de tudo que era seu... Não posso me conforma, nem aceitar, nem rir, nem chorar, eles vão ter o que merecem – Symund diz seriamente e Adodrel.
Eles continuam caminhando e encontram uma placa com a frase “VOCÊ ESTÁ PRÓXIMO DE UM DRAGÃO VOADOR!”.
–Que foda! Nunca vi um dragão voador! – Symund parece animado.
–Acho que temos que ter cuidado – Alerta Adodrel.
–Cuidado o que? Eu mesmo mato esse dragão – Diz Symund rindo até chegar a um grande abismo.
–Que porra é essa? Não tem mais nada daqui pra frente?! – Symund fala com muita raiva.
–É o que dá pra ver né – Fala Adodrel despreocupado.
–Se querem ir para o outro lado precisam achar o dragão... – Diz uma voz rouca de um velho homem.
–Oque? O dragão? O da placa? – Pergunta Symund sem se preocupar com quem é.
– Sim, na verdade não é um dragão, um ser reptiliano com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo e sim um navio que pode voar.
–Pensei que era um dragão de verdade, perdi as esperanças, (Symund fala realmente triste) Mas e o senhor? Porque está aqui?
– Eu estou querendo ir para o outro lado, minha família está lá, faz seis meses que não os vejo, o dragão era um navio que eu fiz para poder ajudar as pessoas a atravessarem este precipício, um dia um grupo de demônios o roubou, mas acabaram caindo e eu fiquei aqui, sem nada, esperando eles voltarem quem sabe – Fala o senhor triste.
– Então eu vou ajuda-lo, faz algum tempo que não ajudo ninguém, acho que está na hora, isso também vai me ajuda! – Exclama Symund.
–O QUEE?! VOCÊ É LOUCO?! VAI MORRER SE PULAR! – Grita o velho desesperado.
– Não, eu vou buscar o seu barco, e não se preocupe, não tenho medo de altura... Se bem que se não der certo o que eu estou pensando vou-me fuder. – Diz Symund olhando para baixo do abismo.
–Se esta dizendo, faça como quis... (Symund pula) Êêê! CARALHOOOOOO! TU VAI MORRER! – Grita o velho desesperado novamente.
Symund continua caindo.
–Tá demorando... Já faz 15 minutos – Fala Adodrel.
–Porra! To só curtindo a queda! – Diz Symund animado.
–Estamos chegando – Adodrel já está com tédio.
Ao chegar ao chão acontece se ouve um grande barulho, com a altura e o tempo da queda abre um buraco no chão.
–Caramba, olha oque nós fez! – Fala Symund com o coração batendo forte.
–Realmente foi uma grande queda, mas não sei se já viu essas coisas aqui na frente.
Um grupo de 15 demônios se aproxima, eles estão cobertos de um manto negro.
–Hey vocês! Quero saber onde está o dragão! Alguém pode me dizer? – Pergunta Symund ao grupo de demônios.
–Sabemos, mas que graça teria ti dá ele sem nenhuma emoção? – Os demônios transformam seus braços em espadas curta e correm para atacar Symund.
–Na moral cara, eu vou ter que fazer isso ainda? Vamo lá – Diz Symund
Symund nem usa sua espada, ele arranca os braços de um demônio e o mata com a espada que tem no braço. Ele mata 14 assim e deixa um vivo para lhe dá informação sobre o dragão.
–É cara, sobrou pra ti, cadê o barco?
–Não me mate, o barco tá depois daquela montanha – O demônio aponta para uma pequena montanha que está um pouco longe deles.
–Ahhh não! Porra, tu ta falando sério que tá ali longe?! – Diz Symund bravo.
–Sim senhor – Diz o demônio com medo.
–Então me desculpa, mas eu vou ter que ti matar por esse desgosto – Symund arranca a cabeça do demônio e joga até a montanha, ele vai andando até lá, depois de meia hora ele chega e ver a cabeça do demônio e esmaga com o pé direito.
–Chegamos Adodrel, será que tá aqui mesmo? – Pergunta Symund realmente desconfiado.
–Deve está sim, nenhum demônio não mente quando está a beira da morte. – Diz Adodrel.
–Então cadê o dragão? – Nesse momento o barco aparece, é um barco grande com decorações e semelhante a um dragão.
–WOW! Ele é muito grande – Symund dá um pulo para entrar no barco, mas ao chegar perto uma grande mão lhe acerta e cai no chão.
–O que foi isso? – Diz Adodrel
Surgi um grande demônio e de forma sombria, que possui somente a parte superior do corpo.
–Eu sou Nakilu o demônio deste abismo, tudo que cai aqui me pertence, você não vai levar isto daqui. – Diz o demônio olhando fixo para Symund.
–Então vou ter que ti matar mesmo... – Symund puxa sua espada.
O demônio abaixa sua mão para bater em Symund, mas ele consegue cortar um dedo dele.
–Ele é mesmo grande, vou ter que corta a cabeça para que ele morra de uma vez, vamos lá Adodrel!
O demônio continua levando suas mãos para atacar Symund que pula em seus braços e vai correndo em direção ao pescoço do demônio arrastando a espada pelas veias.
–Agora te peguei – Fala Symund rindo. Symund corta o pescoço do demônio pela metade, (Já que ele é muito grande) e o demônio cai no chão.
–Ele parecia ser mais forte – Diz Adodrel.
–Nem tudo que parece é Adodrel HAHA – Symund rir novamente – Agora vamos embora neste barco que o velho tá esperando a gente.
Eles sobem no barco, mas Symund não sabe como usar o barco.
–Puta que pariu! Como meche nisso? Não dá pra mandar isso subir e ele subir?! – Grita Symund.
–É, parece que não vai dá pra voltar então – Fala Adodrel.
De repente barco é puxado para o chão, é o demônio Nakilu que ainda não tinha morrido.
–Seu desgraçado! Eu vou te matar! – Grita Nakilu para Symund.
–Espere Nakilu... O que você acha de fazermos um trato? – Propõe Symund.
–Um trato?! Como assim miserável?! – Pergunta Nakilu.
–Sim, você está ai com meio pescoço, sem um dedo, com os braços sangrando, eu posso te matar agora com todo o prazer... Mas o que acha continuar vivo? – Symund pergunta rindo.
Nakilu pensa, pensa, pensa e ver que Symund tem razão.
–Tudo bem, o que tenho que fazer? – Nakilu diz mais calmo.
–Jogar esse barco com toda a força para fora deste abismo. – Fala Symund.
–Ok, se prepare, porque eu vou jogar com toda a força mesmo! – Diz Nakilu que em seguida pega um barco mira para fora do abismo e joga!
–OOOOOOOHHH! ELE É FORTE MESMO! ISSO TÁ INDO MUITO RÁPIDO! – Grita Symund animado novamente!
O barco consegue sair do abismo e Symund ver o velho.
–E ai senhor! Está aqui o seu barco! – Grita Symund.
–Obrigado! Obrigado! Obrigado! – Fala o senhor com a voz rouca.
–Por nada velho! Agora entre aqui porque eu não sei como que meche isso HAHAHA! – Symund rir com a cara vermelha e o velho entra no barco.
–Se prepare garoto, vamos atravessar esse abismo! Será uma viagem longa de três dias!
–Caramba demora tanto?! E a comida?! E a água?! – Pergunta Symund.
–Não se preocupe garoto, tem bastante comida guardada, e bebida também.
–Ainda tomara que aqueles demônios não tenham comido tudo, senão eu volto pra matar eles mais uma vez – Fala Symund ao senhor.
–Demônios? Você matou todos aqueles demônios?! – Pergunta o senhor tremulo.
–Sim, por quê?
– Muito obrigado novamente garoto! Muito obrigado! – Exclama o senhor.
Symund da um sorriso e os dois seguem a viagem.
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