Villains Can Get A Happy Ending
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Regina estava sentada na praia, seus olhos vermelhos das lagrimas que, por mais que ela tentasse conter, ameaçavam escapar.
O contorno do sol já podia ser visto ao longe no horizonte. Ela olhava o mar, perdida em pensamentos, e se não encontrassem Henry?
– Não conseguiu dormir? – Hook disse parando ao seu lado. Ela apenas fez que não com a cabeça. – Come on Majesty, vamos encontrar seu garoto! – ele sentou ao lado dela.
– Me desculpe se não confio em você mais do que nos dois idiotas – seus olhos eram frios, não mais tristes e uma nota perigosa marcava sua voz.
– Eu sei que não lhe dei muitos motivos para isso, mas estou do seu lado agora. – ele bocejou.
– Você me traiu. 2 vezes!
– Ah, vamos – ele tinha um tom divertido. – você não pensou duas vezes antes de me jogar para a dragoa. – Ela abriu a boca para responder, mas ele a interrompeu – E antes disso me passou a perna com a história da adaga do crocodilo! – Ele se inclinou para ela com uma sobrancelha erguida. – Estamos quites!
– Você roubou o feijão magico! – ela elevou a voz, um toque de divertimento cruzou seus olhos. Ela não admitiria perder.
– Mas eu voltei... – ele tinha um olhar convencido, a verdade é que se divertia com as discussões com a rainha.
Regina ergueu as sobrancelhas, mas ele a interrompeu antes que falasse.
– Sabe... Eu estava pensando sobre o que você disse mais cedo – disse. – sobre vilões e seus finais felizes. – Ele suspirou e ela olhou para ele. – Nós somos “vilões” porque em algum momento alguém tirou nosso final feliz. Digo... você e eu pelo menos. Eu sei – disse ao ver o olhar de interrogação dela – sobre o que aconteceu com você. Sua mãe me contou. – ele deu de ombros. – Mas enfim... Seria um mundo injusto se não o tivéssemos de volta, não é!?
Ela acenou em triste concordância.
– Desde quando piratas são tão profundos? – Regina perguntou com um sorriso zombeteiro do rosto.
– Sou um homem de muitas camadas – ele gesticulou com as mãos.
Ela tremeu com o vento frio que soprava seus cabelos e viu um sorriso malicioso cruzar os lábios do pirata.
– Talvez se Vossa Majestade – disse no ouvido de Regina – tivesse uma cama macia com um capitão encantador para esquenta-la, conseguisse dormir.
Ela bufou e revirou os olhos antes de empurra-lo para longe e levantar, indo em direção ao “acampamento”.
– Admita Majestade. Não pode resistir ao meu charme! — Ele apenas a ouviu dizer um “piratas” antes de desaparecer entre as arvores com um sorriso indecifrável nos lábios.
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