Vijukei No Monogatari

15 Capítulo 14 Sentimentos reprimidos


Notas iniciais
oooooooooooooooiiiiiiiiiiii
atualizando, atrasado, mas atualizando.
Bem, na verdade eu iria postar só quarta por diversos motivos, mas trouxe assim que minha anjinha ( azumi) terminou de betar, pq recebi ameaça da minha vizinha q está lendo a fic!( eu sei que está lendo isso também) O.O
kkkkkkkkkk
Espero que gostem ;D
http://imageshack.us/f/502/apresentao3.jpg/( Bandas)
http://imageshack.us/f/20/apresentao2k.jpg/ ( Família Ishihara)
http://img802.imageshack.us/img802/1153/vijukei3.jpg (fundadoras, Maya e simbolos)
Azumi-Chan:Oieee gente,então eu disse que viria!^^ Olha que foi corrido pra betar esse cap mas consegui enviar ele a tempo pra minha flor!Boa leitura anjos ^^

Capítulo 14 Sentimentos reprimidos


–Humm... – o pequeno gemia baixo. As garras arranhando o futon, os joelhos e o rosto apoiados no acolchoado enquanto os olhos brancos miravam a fogueira ao lado sem realmente enxergá-la, seu corpo provavelmente já estivesse mais quente do que o próprio fogo. O quadril seguia o ritmo alheio que lhe estocava com força e lentidão excessiva, indo fundo, enquanto o peito se moldava às suas costas e a boca lhe beijava o pescoço. Uma mão do ameniano estava firme em sua ereção, estimulando-a, enquanto outra segurava sua cintura baixa com força, impedindo o corpo menor de se desconectar do seu por algum movimento mais brusco.


Não acreditava que estava se deixando violar assim novamente, com certeza aquele feitiço era muito forte. Estavam em uma situação delicada e ainda assim o Suzuki viera para cima de si, tocando sua pele de modo ousado, dizendo “Não podemos fazer nada até amanhã, é a última noite de calor, por favor, chibi...!”. E Takanori se odiou por nem se quer ter resistido quando a boca fina lhe tomou os lábios e quando as mãos fortes lhe desnudaram completamente.


Depois daquilo, preferia fingir que não lembrava tudo que haviam feito... inclusive não se lembraria na posição erótica que estava, nas sensações vergonhosas que desfrutava e muito menos no membro rígido e agora veloz que lhe empalava... com certeza não se lembrar de estar gemendo de jeito algum, não mesmo.


–Pequeno... – o sussurro em seu ouvido o fez estremecer prematuramente e não conseguiu se deter em se derramar mais uma vez aquela madrugada, seu corpo já estava exausto e ainda assim não paravam de fazer aquilo... vergonhoso! Com certeza trataria de esquecer... com toda a certeza.


Deixou seus braços cederem e o peito tocou no futon ajeitado no chão da caverna aquecida e iluminada pela fogueira, tendo seu quadril embalado mais algumas vezes antes que novamente a sensação molhada lhe preenchesse e então o corpo maior se largasse em cima do seu, ofegando.


–Sai de cima – resmungou em uma voz cansada e fraca, realmente estava esgotado.


Reita sorriu e se retirou de dentro do companheiro, rolando para o lado e deitando-se de lado, tampando a visão do menor da fogueira enquanto admirava seu rosto avermelhado e suado, os olhos cansados e quase se fechando... lindo! Levou os dedos até os fios loiros úmidos de suor e desceu a carícia para a bochecha fofa, vendo o hibrido fechar as pálpebras antes da carícia.


–Idiota... – Ruki murmurou e sua mente e corpos esgotados caíram no sono profundo.


Reita sorriu novamente e aproximou os lábios da boca rosada e inchada do pequeno, dando um selo gentil e leve antes de semi-abraçar o corpo deitado de bruços e lhe apertar modestamente a cintura, sentindo o cheiro do companheiro misturado ao seu. Era uma sensação e felicidade únicas, tinha valido a pena esperar cada segundo por aquele hibrido arisco e adorável, bendita a hora que a mensagem de aliança foi mandada... não que o motivo tenha sido bom, mas a ocasião sim.


Abriu os olhos e viu a bolsa do pequeno mais a frente, o pergaminho curto saindo levemente do objeto de tecido. Respirou fundo, tinha que parar de se distrair por seus fatos amorosos... a situação era séria ali.


Se levantou e andou até a bolsa, puxando o pergaminho para fora e olhando as informações e planta. O pequeno havia dito que aquela sala era importante, havia contado sobre o encontro com a senhora de Ishihara e também sobre a construção circular, até havia feito um desenho – que por sinal tinha ficado muito bom – do aglomerado de pedras. O comandante ameniano sentia familiaridade com os desenhos de selos de sua vila, e apesar de nunca ter sido um bom aluno no assunto como Uruha, sabia da familiaridade com coisas do santuário também... aquilo não estava lhe cheirando bem.


Se sentou no chão rochoso e gelado, olhando mais fixamente para o conteúdo do pergaminho... não tinha outro jeito, teriam que invadir o local, só não sabia como faria para entrar em algum lugar sem permissão, seu shaman o bloquearia... teria que achar um jeito até o dia seguinte, não deixaria seu pequeno companheiro ir sozinho nem que tivesse que entrar em possessão para aquilo.


Olhou para o corpo nu e alvo deitado mais para o lado e sorriu para como o pequeno dormia profundamente, parecia até mesmo uma criança...


–Brincadeira... –sussurrou em idéia, um sorriso esperto lhe tomando o rosto. Guardou o pergaminho e voltou para o futon, deitando-se e enlaçando o corpinho do companheiro — vamos brincar, meu pequeno?


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O sol ainda não tinha nascido quando o general finalmente pareceu adormecer em cima do corpo magro e alvo do líder ameniano.


Uruha sentia cada músculo seu dolorido, e suas forças já estavam quase nulas de tanto que seu shaman tentava cicatrizar cada nova ferida sua, junto ao cansaço por ser tomado tantas vezes de maneira tão selvagem, o ameniano sentia que realmente estava esgotado, tanto fisicamente quanto psicologicamente.


Estava cansado de chorar e de pensar nos porquês daquilo, não queria nem saber das conseqüências, no momento também só queria poder dormir e acordar para descobrir que aquilo não tinha sido real. Por que seu shaman escolheria alguém como o general shiroyamiano? Era para ele também sentir quando seu shaman escolhesse, não? Sentia algo pelo moreno? Desde quando?


De repente a noção de que seus pensamentos desde que chegou em Shiroyama eram constantemente sobre o general, de repente talvez não fosse tão normal assim não ser capaz de negar coisas a ele, ou se defender... de repente o desejo de conseguir o reconhecimento ou qualquer coisa que fosse do moreno... ou até mesmo o fato do moreno ser o primeiro e único a deixá-lo completamente fora de controle... isso eram sinais de que seu shaman o havia escolhido como companheiro? Quando tinha desenvolvido aquelas coisas? Como não percebeu? Era mesmo tão lerdo e distraído?


Não queria mais pensar, queria sair dali, queria tranqüilidade, ao menos por um momento. Não queria imaginar o que o moreno faria quando acordasse e se desse conta do que tinha feito... só queria ir embora, queria voltar pra casa, abraçar seu pai, conversar com ele, mirar o céu vermelho e cristalino de sua vila... só queria ir pra casa.


Conseguiu forças para apoiar suas mãos no futon e projetou o tronco para cima, derrubando o general adormecido de suas costas, desconectando o membro flácido e melecado de dentro de si.


O corpo do Shiroyama rolou para o lado, este caindo com as costas no acolchoado, mas não acordando. Uruha fechou os olhos com a dor incômoda, parece que ainda não tinha conseguido se regenerar muito bem, mas não tinha como gastar mais energia para isso. Abriu as pálpebras e mirou o rosto adormecido daquele que seu shaman havia escolhido, porque não acreditava que ele mesmo teria o eleito de maneira inconsciente, tinha que ter sido uma ação individual de seu ser interior, era a única explicação que encontrava.


Mirou a marca no rosto amorenado, os orbes negros escondidos e a boca farta semi aberta em uma respiração calma... involuntariamente uma de suas mãos se desapoiou do futon e foi até a bochecha com sua marca... sorriu fracamente de lado, não queria nem ver quando o moreno acordasse e visse aquilo em seu rosto, muito menos quando percebesse que não teria como se livrar daquilo...


–Você vai enlouquecer... – murmurou em uma voz rouca e difícil, admirando mais um pouco da face do companheiro, provavelmente dificilmente teria a chance de vê-lo daquele jeito, tranqüilo, calmo e completamente indefeso... seria uma ótima oportunidade para se utilizar do que havia aprendido e se livrar daquele homem de uma vez por todas... mas jamais seria capaz de fazer mal ao seu companheiro , fosse por que seu shaman o impediria de todas as formas, ou fosse por que simplesmente não desejasse a solidão eterna para si, ainda que não fosse o companheiro que sonhara... ainda era seu companheiro... para todo o sempre. Abaixou a cabeça e beijou a boca do outro com suavidade, por um momento havia lhe passado pela cabeça que se seu shaman o havia marcado era porque havia reciprocidade nos sentimentos, ainda que não soubesse exatamente que sentimentos eram esses, pensava que apenas o amor era o fator utilizado por seu ser para definir a marcação, os casos de marcações feitas fora de época e não renovadas na época de calor eram raros, quase lendas, não era comum um shaman se enganar... de qualquer modo, podia ter sido o último dia, mas ainda era época de calor... aquela marcação seria definitiva... que tipo de sentimentos o general tinha por si para que seu shaman os entendesse como reciprocidade?


Se levantou com dificuldade, abaixando para pegar parte de sua roupa, sentiu o sêmen lhe escorrer pelas pernas e levou os dedos até a parte interna de sua coxa, comprovando que o líquido esbranquiçado estava misturado a sangue... com certeza não havia conseguido se regenerar completamente, queria tomar um banho... queria decidir o que fazer dali em diante, e queria fazer isso longe do general... ainda que seu ser urgisse para que voltasse ao futon e dormisse ao lado de seu companheiro eleito.

Tentou se recompor o melhor que sua roupa suja permitia, era madrugada e não teria muitos soldados andando por aí, mas estava impossibilitado de usar sua velocidade e não queria ter que responder perguntas, apenas seguir direto para o quarto dentro da barreira de seus guerreiros, tomar um banho e dormir, protegido e calmo.


Tentou arrumar o cabelo, mas este estava embolado demais para isso, com certeza sua pintura usual no rosto deveria estar borrada, mas decidiu que andaria de cabeça baixa para que ninguém o notasse. Deu uma última olhada para o corpo nu estendido no futon... sem dúvida o moreno era bonito... mas... não sonhara com um companheiro bem dotado de beleza ou porte, sonhara com um companheiro que ficaria ao seu lado, o ajudaria, o mimaria, assim como seu pai Hitoru mimava e ajudava seu pai Ryou...


–Você não é pra quem pensei guardar minhas receitas... – murmurou em um sorriso triste e cobriu o corpo desnudo do moreno com algum lençol, se virando, andando lento e meio estranho em direção à porta, torcia para que os soldados que ali estivessem guardando não impedissem sua saída, estava cansado demais para enfrentar qualquer embate.


Abriu uma das portas duplas de madeira e logo pode ver quatro guardas se virarem para si, olhando-o de modo curioso e estreito... é, teria que ter forças para encarar mais problemas.


–Os guardas do turno anterior nos avisou, mas... – um dos samurais começou, meio surpreso por olhar o líder ameniano sair em um estado não muito apresentável da acomodação justamente de seu general, e àquela hora da madrugada, quando faltava poucas horas para o amanhecer.


–Eu não quero nenhum tipo de problema, só quero voltar para o meu alojamento... – Uruha se adiantou em um tom baixo, falar muito parecia fazer seu corpo ficar mais dolorido. Abaixou o rosto e virou para o lado, não queria se ver refletido nos olhos daqueles homens, não queria ver sua imagem no momento.


–O que fez com Aoi-sama, seu... – um outro vociferou para o loiro.


–Ele está dormindo, pode entrar e ver se quiser – o loiro o interrompeu, não se importando mais com os quatro homens e saindo do quarto, dando alguns passos e deixando a porta aberta para que o samurai olhasse ali dentro.


E fora o que o homem fez, projetando a cabeça para dentro do cômodo e mirando a figura de seu senhor mais adiante, adormecido... sua mente não estava pensando coisas muito coerentes com as imagens que tinha junto aos barulhos que ouvira em seu turno.


–Seu demônio, acaso enfeitiçou nosso general? – rugiu em direção ao ameniano, projetando-se para enfrentá-lo ainda que tivesse medo, já que havia visto do que o Takashima era capaz no treinamento da noite anterior.


–Ei... – o primeiro guarda que havia se pronunciado barrou seu parceiro de feudo – não cabe a nós decidir nada sobre isso, Aoi-sama dirá o que faremos quando acordar – estatuou em uma autoridade firme, apesar de seu posto ser o mesmo que os demais – não vê que o ameniano não está em condições de lutar? Deixe-o ao menos voltar ao alojamento e se recompor antes de tomar atitudes precipitadas – continuou, retirando sua capa longa de frio e jogando sobre os ombros do líder loiro, tampando a cabeça deste com o capuz do traje – vou escoltá-lo me certificar de que ele voltará direto para o alojamento dele, lembre-se que apesar de ameniano ele ainda é um líder de exército, e exército aliado, por isso meça suas ações – finalizou ao dar passagem para o Takashima, que não quis mais saber da confusão dos soldados e começou a andar da forma mais normal que conseguiu, sendo seguido pelo mediano soldado de cabelos curtos que o defendera.


–Obrigado, seu nome? – perguntou assim que começaram a se afastar das acomodações centrais, passando por barracas de soldados, por sorte não encontrando muitos acordados.


–Kynosuke Ryou – o samurai respondeu de modo firme,lançando um olhar de lástima para o modo como o loiro caminhava, era meio óbvio o que havia se passado dentro daquele quarto.


–Ryou... – Uruha repetiu em nostalgia – um belo nome,era o nome do meu pai...


–Seu pai não seria Takashima Hitoru? – o samurai perguntou em curiosidade.


–Meu outro pai... – o loiro continuou, parecendo perder-se em lembranças – ele morreu na invasão de quinze anos atrás...


–Hun... – o soldado comentou em confusão e sem saber o que responder.


–Obrigado por me ajudar, mas pode pegar sua capa de volta se quiser, eu não sinto frio tão facilmente como vocês – Kouyou continuou, virando a cabeça para o lado a fim de ver um pouco do homem que o seguia.


–Eu pego de volta quando chegarmos ao alojamento ameniano,é melhor não chamar atenção... – o samurai respondeu, desviando o olhar dos orbes chocolates, o loiro de faro era bonito, parecia uma mulher e...


–Por que me ajudou? – Uruha decidiu parar e questionar logo, estava mais na defensiva do que de costume, não acreditava que de uma hora pra outra algum shiroyama podia ser gentil consigo.


–Etto... – o homem começou, meio receoso — ... é uma retribuição, meu irmão mais novo era um dos homens que foi ferido no ataque daqueles bonecos estranhos... soube que você foi aquele que o salvou... nunca pensei que vocês pudessem ser pessoas mesmo, sempre ouvíamos que eram demônios e... você realmente não tinha por que fazer aquilo e ainda assim salvou a vida de meu irmão e de mais soldados nossos... estou apenas agradecendo por isso – explicou em uma voz firme, movendo a cabeça levemente em reverência.


Uruha sorriu fracamente, ainda tinha algo de bom naquele povo... com certeza.


–Por nada! A vida é preciosa demais para ser perdida ou tirada, é nisso que meu povo acredita... pena que a situação atual não nos permita seguir nossos ensinamentos como antes... – Uruha assentiu, continuando seu caminho em silêncio enquanto era escoltado pelo samurai grato de Shiroyama.



Assim que chegara à barreira, tratou de retirar a capa do soldado e a devolveu em um ato gentil e elegante.


–Agradeço novamente, Ryou! – ditou em uma voz branda, tratando o soldado pelo o primeiro nome apenas por gostar realmente de pronunciar o nome de seu pai novamente.


–Hun – o homem assentiu, olhando a figura magra e bonita dar as costas e passar por onde havia ouvido falar que existia uma barreira, ainda que não pudesse ver – Uruha-san... – chamou, meio receoso se estava fazendo algo certo, ou algo indevido.


–Sim? – o loiro perguntou, mas não se virou para olhar o soldado.


–Sodomia é algo imperdoável e impuro para nós, e Aoi-sama é um dos que mais acredita que tal coisa deve ser punida severamente, então por que... – começou, não tendo coragem o suficiente para dizer explicitamente aquilo de seu general.


–Eu também queria saber a resposta para essa pergunta – Kouyou se adiantou, voltando a andar em direção aos pequenos prédios do alojamento.

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–Hum... Kohara... – Hiroto gemeu ao ter seu pescoço tão eroticamente mordido após mais uma rodada de junção carnal com o recente amante -...está ficando tão bom nisso! – elogiou em um sorriso prepotente – eu sou realmente um excelente professor.


Shou deu uma risada rápida e beijou os lábios fartos do pequeno, se jogando de costas na cama e olhando o teto com o orbe livre de seu sempre presente acessório.


–Amanhã é o dia em que finalmente decidiremos tudo... Nao está estranho, ele já sabe de nós ... – o senhor de Hana comentou em uma respiração funda, virando a cabeça para o lado e mirando os olhinhos escuros e pequenos do Ogata, procurando ler alguma coisa neles -... o que nós somos exatamente? – perguntou, decidindo-se que dependendo da resposta do menor tomaria decisões.


Hiroto estreitou o olhar, uma resposta estranha querendo sair de sua boca, mas ele a reprimiu, não podia se deixar levar por aquilo. Sorriu de lado e mirou o teto.


–Somos dois lideres que no momento têm os mesmos interesses, e que sabem aproveitar uma colaboração... – Hiroto respondeu, deitando-se de lado e pousando uma mão no peito nu do Kazamasa — ...queria algo diferente disso? – perguntou em um tom humorado, beijando de leve a bochecha alva do amante – queria que nós fôssemos mais que isso? – continuou ao subir os selos para o olho tampado, subindo a mão para os cabelos negros do outro e levando os dedos ao cordão fino do tapa-olho – esperava o que, Kohara?


Shou impediu os dígitos do outro de continuarem com a óbvia intenção de remover o acessório de si, encarou os olhos pequenos e escuros do Ogata por um instante, uma feição indecifrável que trespassava pela indiferença, tristeza, seriedade e finalmente um sorriso.


–Não esperava nada – assentiu, puxando o corpo alheio para si e tomando os lábios deste em um ósculo intenso. Rolou e se colocou por cima do menor, se roçando nele no processo – não esperava nada além disso... – finalizou ao beijar a boca alheia mais uma vez.


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A cabeça do general doía quando este acordou e resmungou algo antes de abrir os olhos negros e fitar o teto do quarto que ocupava na propriedade Kazamasa. O nariz sentiu o cheiro de sexo instantaneamente e ele se lembrava totalmente do que havia feito durante a noite. Tinha bebido, mas não o suficiente para perder o controle das ações e das memórias... seu descontrole quase nada tinha a ver com a bebida e sim com seu próprio gênio e personalidade impulsiva.


–Maldição... – praguejou em uma voz baixa, olhando para o lado a fim de encontrar aquele maldito ameniano que o havia levado a perder a cabeça e fazer algo ridiculamente imundo. Franziu o cenho quando não o viu, e rugiu em ira, se levantando, procurando alguma manta para se cobrir – onde aquele idiota foi? – resmungou impacientemente, indo até uma vasilha de água ao canto do cômodo, lavando o rosto para que acordasse direito, precisava estar bem desperto para ir a procurar do loiro. Jogou a água com rapidez, molhando alguns fios do cabelo negro e ainda preso de maneira desleixada. Olhou para seu reflexo trêmulo pela agitação da água a fim de apenas verificar o estado de seu semblante quando uma figura negra e média em sua bochecha, próxima ao seu olho o fez estreitar mais o olhar.


Andou apressado para um móvel de madeira do canto, pegando um espelho de mão e colocando em frente ao seu rosto.


–O que é isso? – rugiu para sua imagem dentro do objeto como se ela pudesse lhe responder e marchou de volta para a vasilha de água, jogando mais do líquido no rosto, pegando uma pedra de lavar ao lado desta e passando com brusquidão sobre a pele , esfregando a bochecha com fúria, deixando a tez irritada e avermelhada. Jogou água novamente e puxou o espelho, constatando que a maldita marca não havia sumido – maldição! – praguejou novamente – aquele maldito... – rugiu, andando de um lado para o outro, pensando em como se livrar daquilo. Não sabia do que se tratava, mas tinha certeza de que era obra do líder loiro do qual se servira durante a noite – Uruha... – vociferou o nome do dito cujo, se projetando para sair do local, pegando um tecido escuro ao lado da porta no processo, colocando sobre o rosto como se estivesse a tampar algum ferimento – onde está aquele demônio loiro? – perguntou em um tom nada educado ao tampar os olhos devido à claridade de um dia já iniciado há horas.


–No alojamento dele, Aoi-sama! – o soldado Ryou respondeu antes que algum dos outros ali ousasse falar algo que aumentasse mais a fúria do general.


Aoi apenas puxou a espada do soldado de cabelos curtos e começou rumar em passos firmes em direção ao alojamento ameniano, os guardas o seguiram por costume.

Ainda que fosse demorar chegar ao local situado do outro lado da propriedade, a fúria do moreno parecia não se abrandar, ofensas e violências contra o loiro se formando em sua mente a cada segundo, e por que não algo estranho como um desejo incontrolável de encarar os orbes chocolates e ter a pele alva e macia entre suas mãos, fosse em uma carícia erótica ou até mesmo em um ataque que o machucasse.


“Uruha!”


Vociferou mentalmente ao chegar no local que sabia ficar a maldita barreira. Estreitou o olhar e ainda que soubesse que seria barrado continuou seu caminho, se surpreendendo por passar do limite que havia antes, olhando para trás para confirmar o que havia se passado e vendo seus guardas serem barrados pela a parede invisível .


–Aoi-sama? – um deles perguntou.


–Me esperem aqui! – ordenou antes de continuar seu caminho em direção aos prédios do local, não sabia pornque tinha passado, mas aquilo não lhe era importante no momento, o que importava era encontrar o maldito líder ameniano e o cobrar explicações sobre o desenho esquisito em seu rosto.


Alguns guerreiros olhavam o general passar ali meio surpresos, alguns comentários de “Como ele conseguiu passar?” , “O que eles está fazendo aqui?” sendo proferidos e então finalmente um deles se colocou à frente do moreno.


–O que quer aqui? – Miku questionou em uma feição séria e defensiva.


–Onde seu líder está? – fora o que o general rugiu em resposta.


Miku estreitou o olhar, se ele vinha à procura de seu líder ele já deveria ter sentido sua presença assim que misteriosamente o shiroyamiano passou pela barreira, nesse caso, se quisesse vê-lo, teria saído para recebê-lo...


–Aqui não é território de Shiroyama, por favor, se retire e eu avisarei Uruha-san de que esteve aqui! – o pequeno neko assentiu em firmeza e educação, dois tachis surgindo às suas costas


–Saiam da frente! – o moreno ordenou em um tom ameaçador, erguendo a espada emprestada, segurando com ambas as mãos, inclusive aquela com a qual segurava o pano que cobria o rosto, se esquecendo por um momento do porquê do tecido estar ali.


Assim que o tecido caiu, os olhos dos amenianos em sua frente se arregalaram em surpresa e incredulidade.


–N-não pode ser... – Miku pronunciou, atônito – quem...?


–Deixem-no passar! — a voz do líder soou às costas dos guerreiros, que em reflexo se colocaram para o lado, abrindo espaço.


Aoi mirou a figura alta e loira, trajada em uma manta leve e curta, os cabelos presos e os orbes chocolates o encarando com seriedade.


–Você... – vociferou ao abaixar a espada e andar rapidamente até o maior mais a frente, jogando-o contra a parede lateral do corredor externo – o que diabos é isso no meu rosto? – perguntou em um grito irritado.


–Quer falar disso aqui? – Uruha perguntou de volta.


Aoi então se deu conta de onde estavam e dos diversos pares de olhos amenianos que os olhavam com estranheza e surpresa.


–Leve-me até seu quarto! – ordenou, provavelmente para não perder o costume, já que notavelmente era uma ordem desnecessária visto que o loiro já havia se desencostado da parede e andava na frente em um pedido para ser seguido.


A tensão parecia andar junto com os dois lideres que caminhavam em passos apressados, parando ao lado de uma porta comum. Uruha a correu para o lado e deu espaço para o mais velho entrar, respirando fundo antes de fazer o mesmo e fechar a porta atrás de si.


Aoi analisou a acomodação simples rapidamente, sentindo o cheiro do loiro impregnado em cada canto do local, estreitando os olhos com aquilo. Se virou para o Takashima e o encarou.


– O que diabos você colocou no meu rosto? – questionou em uma voz menos rugida, mas ainda rude e inquisidora.


Uruha suspirou novamente, tinha tido muito tempo para pensar e descansar, mas não queria ter que enfrentar aquela situação tão cedo.


–Está com raiva, Aoi-san? – perguntou em descrença, não era por que o outro era inevitavelmente seu companheiro que abaixaria a cabeça diante dele.... ele não era um de sua espécie, não estava sob as regras de um laço daquele, não teria que respeitá-las também, enfrentaria qualquer bloqueio que seu shaman tentasse lhe impor, mesmo sabendo que vencer todos era impossível.


– O que imagina? – o moreno vociferou de volta.


–Você me ataca, me fere, me estupra, me usa durante toda a maldita noite... e depois vem ao alojamento de meus homens me cobrar explicações? – o loiro questionou em uma voz partida e difícil – não acha que quem deveria estar cobrando respostas sou eu?


–Não se faça de ofendido, não é o seu povo que gosta dessas perversões imundas? Então? Eu te fiz um favor, ou acha que não percebia o jeito como me olhava? – Aoi rebateu em desdém – deveria me agradecer por passar por cima de leis minhas e me sujeitar a foder uma aberração como você, se bem que não sei nem se isso se enquadra como sodomia, já que com certeza não posso te chamar de “homem”... – a voz continuou, morrendo lentamente enquanto percebia a feição do loiro se tornar chorosa — ...ah, sim, e também chora como uma mocinha... – resmungou, se virando de costas — ... o que foi? Nenhum dos outros que já teve te fodeu com força? Estava acostumado com algum tipo mais “cavalheiro” de homem?


–Não teve nenhum “outros”... – o loiro respondeu em uma voz baixa, abaixando a cabeça... aquele era mesmo o homem que amaria pelo o resto da sua vida?


O cômodo foi preenchido pela risada sinistra do moreno, este voltando a encarar o líder ameniano a sua frente.


–Não tente me enganar, demônio, eu mesmo vi você fodendo aquele anão que teve a ousadia de se colocar no meu caminho.


Uruha mirou os olhos negros, duros e frios novamente... respirou fundo e decidiu que deveria tentar alguma conversa, caso contrário as conseqüências de sua nova realidade seriam piores do que pensava.


–Eu... não sou um tachi, sou um neko, mas eu nunca... – começou a explicar, se sentindo meio constrangido por ter que dizer aquilo justamente àquele homem — ...nunca me deitei com alguém para ser passivo... sou da família lider e por isso tenho um... apetite sexual mais... acentuado que os demais, que já não é pouco, então me saciava em outros nekos que aceitavam serem meus parceiros, mas... jamais estive com um tachi e... jamais assumi alguma posição que não fosse a... de ser o “homem”, acho que é assim que vocês dizem... – continuou, desviando seus olhos dos orbes desdenhosos do outro que demonstravam não estarem acreditando em nada do que dizia — ... a família Takashima tem uma tradição e regra desde quando Akai Ame foi fundada, a regra de que o herdeiro da liderança deveria se manter puro para seu companheiro, no inicio qualquer contato sexual era proibido, mas com o tempo, foi permitido que os herdeiros assumissem posições de tachis, ainda que todos obrigatoriamente fossem nekos... era... doloroso para alguém como nós ter de passar anos sem determinação em auto-consolo, principalmente na época do calor, mas... o filho da família líder não deveria ser violado a não ser por aquele escolhido como seu companheiro... – suspirou — ... pode não significar muita coisa para você, mas... acho que é como manter a virgindade de uma das princesas de estrangeiros para o seu marido...


Aoi estreitou o olhar, e inconscientemente engoliu em seco, não que fosse sentir culpa por algo... não sentia, aquele ser não era humano, não era de seu povo, não se compadeceria de nenhuma historinha que lhe contasse.


–O que, vai me dizer agora que eu devo me casar com você por deflorar a pobre moça virgem? – continuou a desdenhar – ou quer outro pedido de desculpas formal – sorriu em deboche.


Uruha sentiu as palavras do outro como facadas em seu peito, não entendia o porquê de seu Shaman escolher alguém que notavelmente só o queria machucar... acaso seu shaman não tinha senso de auto proteção?


–Não precisa... em minha cultura e para o meu povo já estamos “casados” – respondeu ao erguer os olhos, um pouco mais firme, tinha que deixar o general ciente da situação e de qual posição estava.


–Não brinque com a minha cara, garoto! – Aoi estreitou os olhos, se aproximando perigosamente do loiro em uma repetição da noite anterior ao cercá-lo contra a parede com um dos braços.


–A marca que veio perguntar... ela é o símbolo de um laço, e como foi feita no período de calor... é permanente – Kouyou continuou, não se deixando amedrontar — ...quer dizer que temos que ficar juntos... para sempre... ainda que um de nós morra, nunca mais poderemos aceitar alguém em nosso coração ou ao nosso lado... bem, ao menos para nós amenianos... não sei muito bem como é quando uma das partes não é um de nós.


–Está brincando? – o moreno questionou em estranheza, um sorriso desdenhoso se desenhando em seu rosto.


–Não estou... – Uruha rebateu em firmeza, ousando tocar o quadril do moreno com uma das mãos... tinha que testar algo, não era possível que aquela marca mexesse apenas consigo.


Aoi olhou para os dedos alvos em seu corpo e fuzilou os orbes chocolates em explicação. Uruha apenas fechou os olhos, receoso, mas tinha que saber até onde o laço era capaz de afetar o shiroyamiano, caso contrário apenas ele estaria em total desvantagem.


–O que está fazendo? – o moreno questionou em uma feição fechada.


–Nada... – o loiro respondeu em um sussurro baixo, mantendo os olhos bem fechados enquanto puxava o corpo do general gentilmente para si.


Inconscientemente Aoi se deixou aproximar, colando-se ao ameniano. O cheiro do loiro lhe invadiu os sentidos e suas ações pareceram involuntárias quando suas pálpebras se cerraram e seus lábios se colocaram aos lábios delicados e rosados do Takashima. Sua mente se pôs em branco e não parecia ser ciente do que fazia quando aprofundou o ósculo e invadiu a boca alheia com a língua, tocando a outra ali dentro, provando a saliva. Seus dedos soltaram a espada e ambas as mãos se colocaram com força na cintura fina, apertando-a e colando mais o corpo magro contra o seu. Uruha, passou as braços pelos ombros do companheiro e segurou sua nuca, embrenhando os dedos nos fios negros e se entregando... não tinha como resistir, e desconfiava que nem queria também.


Os lábios fartos o deixaram, e foram rápidos para seu pescoço enquanto uma das mãos descia por seu quadril, alisando sua coxa, encontrando o final do tecido leve de uma manta curta que havia colocado para dormir, levantando-a e tocando a pele com vontade, subindo de volta para sua cintura, mas dessa vez por baixo do pano.


–Yuu... – arfou baixinho.


E foi ao ouvir a voz do loiro chamá-lo daquela maneira que o moreno pareceu despertar. Os olhos se abriram e seu corpo se retesou antes de se afastar com brusquidão do loiro e virar-se de costas, tentando entender o porquê de estar fazendo aquilo.


–Acaso colocou algum feitiço em mim, seu demônio? – vociferou em confusão, levando a mão à cabeça que voltara a doer.


–Não é feitiço, é apenas... um laço! – o maior explicou, meio triste por se sentir tão deprimentemente a mercê de qualquer ato mais carinhoso do general... tinha que dar um jeito em toda aquela situação. Algo no moreno parecia atado a si, mas era evidente que estava bem mais preso do que o Shiroyama.


–É essa maldita marca? Tire-a de mim! – ordenou, irritado ao se virar novamente para o ameniano ainda encostado à porta.


–Se tivesse como, pode ter certeza, eu tiraria – Kouyou rebateu – você não é nem próximo de algo que sonhei para mim como meu companheiro.


Yuu pareceu explodir em fúria e derrubou qualquer coisa que havia em cima de alguma pouca mobilha dali, andou até a espada no chão e a pegou, pensou em cravá-lo no peito do loiro, mas uma estranha dor em seu peito o fez parar, então começou a andar de um lado para o outro por poucos segundos. Parou na frente de um espelho grande preso à parede e encarou novamente as estranhas espirais enlaçadas em um risco central em seu rosto. Kouyou apenas olhava tudo com cuidado, não sabia se seria seguro se aproximar do shiroyamiano no momento.


–Maldição! – Aoi rugiu, erguendo a espada e levando-a até a bochecha marcada.


–Não... – Uruha falou às suas costas, mas em um segundo o moreno já havia cortado a pele do local do símbolo, franzindo o cenho com a dor, deixando o sangue sair do local da ferida média que deformava o seu rosto.


Kouyou se adiantou para o lado do companheiro, seu shaman urgindo.


Aoi encarou o rosto ferido no espelho, e se assustou quando viu, dentro da parte sem pele, de músculos exposto, a marca negra ainda exposta.


–Não sai... – murmurou em uma voz baixa e furiosa – ESSA MERDA NÃO SAI! – gritou ao levar os dedos ao local que sangrava.


–Idiota! – foi a vez de Uruha vociferar, alterado. Se apressou em colocar a palma sobre o machucado auto infligido no rosto alheio e fechar os olhos brevemente, se concentrando, ainda não estava cem por cento em seu poder normal, mas não podia deixar seu companheiro ferido... não podia. Retirou a mão do local e mostrou a ferida já completamente curada, sem cicatriz alguma, mas ainda marcada pelo o símbolo negro. – não é só a pele, a marca simplesmente é feita até seus ossos quando é na época de calor... não tem como se livrar dela, e nem cobri-la com alguma pintura, ela simplesmente não aceita ser tampada por algo assim.


Aoi o fuzilou, os orbes negros carregados de ódio e escuridão. Kouyou se sentiu amedrontar e deu alguns passos para trás.


–Não vejo nenhuma de suas bestas com essa coisa no rosto... – Aoi questionou em uma voz ameaçadora.


–Quando há uma marcação, ela é feita em locais diferentes... depende de cada um... mas... acredite, não escolhi fazer aí, não sou eu quem escolho o local, é... o meu... ser que... indica algum local adequado para isso – tentou explicar, dando mais passos para trás a medida que o moreno se aproximava.


–E o meu rosto é um local adequado... adequado para me humilhar... – Yuu continuou, voltando a erguer a lâmina, mas fincado-a na parede atrás do loiro ao invés de realmente o machucar, rugindo em frustração.


–Não... não é um sentido ruim, apenas... acho que... meu ser, meu shaman, é como os chamamos, talvez... ele achasse necessário que a marca ficasse visível... para... para... – tentou responder, incerto de qual seria a reação do moreno ao falar aquilo — ... para que todos vissem a prova de seus sentimentos por mim ... acho que ele sentiu necessidade disso...



Kouyou parou se falar assim que o punho do companheiro se chocou contra a parede próxima a sua cabeça.


–Não há nada de “sentimentos por você” – Aoi vociferou.


–Há... caso contrário meu shaman jamais o teria marcado, tem de haver reciprocidade para uma marca ser feita, você sente algo por mim, algo que meu shaman interpretou como forte o suficiente para o marcar – rebateu em sua última coragem, mirando os orbes negros se arregalarem em descrença e surpresa.


O shiroyama se afastou com uma feição confusa, olhando para os lados e então saindo apressado do quarto do maior, andando em passos rápidos pelo corredor, não se importando com os olhares dos guerreiros para si. Se abaixou quando viu o tecido que trouxera consigo, pegando-o de volta e tampando o rosto... tinha que esconder aquela vergonha... não era verdade, não podia ser verdade o que aquele demônio dissera... “Mentira, é tudo mentira...”



– Uruha-san? – o pequeno Miku chamou ao se colocar em frente a porta aberta de seu líder – aquilo... aquela marca... foi você? – questionou ao loiro inerte encostado à parede lateral do cômodo.


Uruha apenas assentiu, e, sem nada proferir, virou os olhos lacrimosos para o pequeno neko.


–Isso... o que isso quer dizer? – Miku perguntou em uma voz temerosa, não entendia como as coisas ficariam dali para frente, não só em relação àquela guerra, mas também em relação à sua vila... aquilo jamais tinha acontecido antes. Teriam que ser governados por um estrangeiro?


–Não sei... – o maior sussurrou em resposta, abaixando a cabeça – acha que... conseguimos acabar com tudo aqui em menos de nove meses?


O neko levou à mão a boca em exclamação.


–Uruha-san... está... – começou a pergunta, sem coragem de terminá-la.


–Há a possibilidade... era a última noite, mas... ainda era época de calor e... – não conseguiu segurar mais e deixou às lágrimas em rubro cristalino lhe banhar a face — ...não é o que eu sonhei, Miku-chan... eu não queria isso... – deixou o corpo descer pela madeira da parede, se sentando no chão e enlaçando a barriga com os braços, não sabia o que fazer... estava perdido... por que aquilo tinha que acontecer consigo? Por quê?



Notas finais
Então... como foi?
Esse cap está meio leve, pq neh... próximo vai começar a danação... *arregaça a manga*
A semana está meio cheia,sexta é meu aniversário, mas vou tentar atualizar na quarta!
Pra quem ler "Depois da aula" Não consegui postar no sábado, fds cheio aqui, vou ver quando consigo sim? Provavelmente no meio da semana também!
*-*
beijooooooooooo
Reviews?
Fiquei sabendo que o Reita adoraria "brincar" com a pessoa que deixasse o review mais legal! *-*
Agradecer a Kibum q deixou uma recomendação na fic junto aos leitores : Paola R ,Lolly_chane, Takashima Lissa ,Havena, Catarinne, Ruu-sama e Yuuki são 8 agora *-* obrigada pessoal! o/ * dar beijo em cada um*
Ah! Não sei se viram, mas eu coloquei meu twitter no meu perfil, quem quiser.... * se oferecendo* ... =] Bem, eu acho legal, tenho ficwriters e leitores lá e é bem divertido! =] quem não quiser ir lá o nick é @miniminisankiss
também coloquei meu msn quem quiser add! *-* Só se identificar e tamo junto aê! o/
beijooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
reviews?^
Azumi-chan denovo *-* Como assim se oferecendo flor?Vc é minha -q kkkkkkkk[/brinkas.
Ahwn então o que acharam do cap?Eu ameeei e quase chorei com o Uru!Reviews pra minha flor?????♥