Vijukei No Monogatari

16 Capítulo 15 O Meio Termo


Notas iniciais
oooooooooooooooooooiiiiiiiiiiii
ainda em tempo neh?
o/
Corri gente, sério mesmo, nem deu tempo da Azumi betar, mas eu revisei, acho q talvez ela passe aqui mais tarde, estou sem msn! T.T
http://imageshack.us/f/502/apresentao3.jpg/( Bandas)
http://imageshack.us/f/20/apresentao2k.jpg/ ( Família Ishihara)
http://img802.imageshack.us/img802/1153/vijukei3.jpg (fundadoras, Maya e simbolos)
Lemon, lemon, lemon o/
PS: A capa nova foi feita pela leitora Ryaroi Ice (FireandIce) q a enviou por MP junto com uma mensagem muito fofa e um review no cap anterior! O que acharam?
Obrigada Ryaroi-san! =]
Azumi-Chan: Oláááá gente como estão?Então acabei de betar o cap e ja vou dizendo que ele está tuuudo de bom.Boa leitura anjinhos ^^

Capítulo 15 O Meio Termo


–Oh! Acordou! – Reita exclamou em animação assim que viu o pequeno estirar os braços e se sentar, lembrando de fato a um animal ao fazer aquilo. Ruki se alongou e sentiu que nada em seu corpo doía, o que era estranho já que...


–Sem dores? – questionou para si mesmo em voz alta.


–Eu não vou ser burro novamente e esquecer de te curar toda vez que fizermos isso antes que você acorde — o ameniano respondeu em esperteza – temos que traçar logo uma estratégia, é essa noite certo?


–Hum... – o pequeno murmurou em uma breve ponderação sobre o que o maior havia dito, decidindo-se por dar atenção no assunto mais sério ali – na verdade de madrugada, de acordo com o que Toki-san nos falou antes de... todos eles serem decapitados por aquela coisa... – Ruki respondeu, sentindo um calafrio ao lembrar do youkai canino – sabe o que um youkai estaria fazendo por essa região?


–Não sabemos muito sobre youkais, não são confiáveis, antigamente tínhamos tratos com híbridos como você, mas... faz tempo mesmo e... hum... o santuário é responsável pelas barreiras, mas até onde eu saiba elas não funcionam se um youkai for convidado a entrar pelo dono da terra... – Reita continuou — ... Uruha sabe mais dessas coisas que eu, mas acredito que seja isso, se ele está aqui é porque o dono da terra assim o quis... até onde sabemos, esse Miyavi não é muito confiável também, então...


–Não acha melhor você ir até Hana e pedir ajuda? – o Matsumoto interrompeu – se tiver mais daquelas coisas lá dentro é possível que...


–Não há tempo, e não vou te deixar sozinho, já disse! – o Suzuki censurou – vê isso? – apontou para um desenho circular na parede da caverna – eu não sou tão bom nessas coisas quanto o Uruha, meu negócio sempre foi mais estratégia e força, mas sou capaz de fazer alguns selos simples, isso serve para depositar parte de nosso shaman em algum lugar, com informações ou lembranças, se eu voltar e o desfizer não haverá problema, mas se algo acontecer comigo o selo se soltará e irá direto para a pessoa que eu o ordenei que fosse, nesse caso pedi para que fosse para o Uruha, assim, se algo acontecer comigo, irá demorar um pouco, mas Kouyou receberá a mensagem! – Akira voltou a interromper – eu fiz um plano simples com o pergaminho da sua bolsa, vamos ter que ser rápidos, então você vai ter que beber mais um pouco do meu sangue e...


–Por que seu sangue me deixa mais forte? – o pequeno inquiriu em estranheza.


–Hum... como explicar? Nem eu entendo isso muito bem, quem sabe mais dessas coisas é o Uruha, mas... nós, desde tempos antigos, recebemos o que nós chamamos de “shaman” de Miko-sama, todo ameniano tem um é como...um ser interior de poder, eu acho, às vezes ele também tem vontades como se realmente houvesse outra consciência dentro de nós, a energia se mistura com o nosso organismo se não me engano, então é normal que nosso sangue também contenha parte de nosso poder – o ameniano explicou, não queria ter segredos com seu companheiro, agora que o pequeno estava ao seu lado não havia problema em revelar coisas demais sobre seu povo, confiava em seu amado, apesar de tudo, sabia que o menor o amava, tinha certeza disso.


–Hum... – Takanori puxou a parte de cima de seu kimono e se cobriu em um momento de ponderação novamente, estava explicado porque perdia o controle facilmente quando provava do sangue do maior ou quando o cheirava, youkais são atraídos por poder inconscientemente, e sua parte youkai era atraída pelo o poder do outro, assim como Toki também foi ao sentir o odor do sangue seco – ... fale o seu plano... – ditou, engatinhando os poucos metros até o maior mais no canto e se sentando na frente dele, fitando-o com atenção.


–Bem, primeiramente quero avisar que você vai ter que me ajudar a entrar, eu não posso entrar em um local pertencente a alguém sem permissão, algo como os youkais eu acho, mas é diferente ... – continuou – no nosso caso não podemos fazer isso porque vai contra o que consideramos certo e correto, nossos shamans nos barram...


–Então como planeja ir comigo? – o menor bufou – por isso eu disse que era melhor eu ir sozinho, eu entro, olho e saio sem problema algum e...


–É por isso que preciso da sua ajuda, não é muito fácil, mas posso enganar o meu shaman, descobri isso um tempo atrás – o enfaixado interrompeu – não há problema se meu shaman não reconhecer má intenção de minha parte, algo como uma “brincadeira” ...


–Brincadeira? – o hibrido argüiu em desconfiança.


Reita sorriu e levou uma mão até suas costas, tirando de lá o que parecia ser um emaranhado arredondado de galhos finos de cipós, se assemelhando a um bola pequena.


–Vamos brincar? – o ameniano perguntou em esperteza.


Ruki franziu o cenho, o que diabos aquele faixudo estava planejando?


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O céu vermelho cristalino liberava suas águas em forma de precipitação, banhando toda a vila e todos os pares que sentiam prazer em estar debaixo das gotas molhadas da chuva sagrada.


O senhor dentro de seu castelo apenas admirava a felicidade de seu povo, há anos que não sabia aproveitar a purificação da literal “Akai Ame”* após a época de calor... ela apenas lhe trazia a lembrança de quando a sentia sobre si ao lado de seu amado companheiro...


–Hitoru-san – uma das sacerdotisas da fundadora o chamou docemente e este se virou para mirá-la – Miko-sama deseja vê-lo – a jovem virgem anunciou, tratando de se retirar logo após.


O senhor de Akai Ame suspirou fundo, não que tivesse problema em ir ter com a fundadora, só estava cansado de tudo e em um dia muito triste para si.


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–Me chamou, Miko-sama? – perguntou em um tom respeitoso e abatido, se colocando a frente da grande cortina rendada em vermelho.


–Kouyou... encontrou seu companheiro – o tom cansado veio do outro lado.


Hitoru se surpreendeu e deu um sorriso afável, ficava feliz por seu filho, este já andava meio preocupado com a demora de ter um escolhido.


–Então era um de nossos guerreiros? – o senhor perguntou em nostalgia, também era um guerreiro quando Ryou o escolheu, de algum modo parecia ser coisa de família — ... fico feliz por ele...


–Está acabado... – a voz feminina o interrompeu — ... está acabado para nós.


–Por que diz isso? – o Takashima perguntou em estranheza.


–O companheiro de Kouyou... não é de Akai Ame... – Miko voltou a falar, parecendo fazer esforço para isso — ... ele é de Shiroyama...


Hitoru se surpreendeu negativamente, mas tentou pensar em possibilidades possíveis para aquilo.


–Provavelmente o laço com meu filho o trará até nossa vila, ensinaremos a ele sobre nossos valores e cultura ainda que seja de shiroyama, são difíceis de lidar, mas não são monstros, tenho certeza que o amor entre eles não será problema para nosso estilo de vida...


–Ele não é qualquer shiroyamiano... – Miko interrompeu — ... ele é o herdeiro do feudo... não há possibilidades... nós... esse estilo de vida... já está condenado...


–Não diga isso... vai desistir de nós? – o senhor murmurou em uma voz dolorida, carregada de tristeza — Ryou lutou tanto para nos preservar... ele... ele perdeu sua vida por nossa cultura... não ... tem que haver uma possibilidade... tem que...


–Jamais desistiria de vocês, são meus amados filhos e filhas... mas não tenho mais forças, os milênios e a maldição já me deixaram no limite... – a mulher de aparência jovem sussurrou ao lançar um olhar triste para o homem através da cortina rendada.


–Omi-sama... se pedirmos ajuda a ela ...– Hitoru tentou.


–Não... – a fundadora protestou rapidamente, uma tosse seca lhe subindo pela garganta pela exaltação — ... já faço muito aceitando o envolvimento de alguns amenianos com as pessoas do santuário... não quero nada que venha dela... não quero dever nada a ela... – e outra tosse a impediu de continuar.


–Não acha que essa briga já durou anos de mais? – o homem implorava


–Foi ela quem escolheu... – Miko murmurou em um timbre estagnado e quase inaudível.


–Eu não posso aceitar o nosso fim! — Hitoru se ergueu – não posso deixar que a morte de Ryou tenha sido em vão...


–Faça o que quiser, há tempos que minhas palavras já não são mais ouvidas mesmo... – a fundadora voltou a falar, suspirando fundo — ... sinto algo ruim chegando...


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Saga estava com o olhar estreito... sentia que algo ali não estava certo...


–Estou curioso, Aoi-san, antes que iniciemos essa reunião... por que seu rosto está coberto? – o Sakamoto questionou ao general de Shiroyama e este por sua vez o fuzilou com os orbes negros, única parte visível de sua face coberta por um tecido de cor preta desde logo abaixo dos olhos até o final do queixo**.


–Tenho certeza de que minha curiosidade em saber o que Ogata-san, Nao-san e Shou-san fazem nessa mesa é bem mais relevante do que descobrir o motivo de um acessório... – o moreno vociferou em uma voz abafada pelo tecido.


–Acaso um senhor não pode mais participar do conselho de guerra de seu próprio feudo? – Shou se pronunciou.


–Tsc... – foi a resposta do Shiroyama.


–Senhores, por gentileza, não seria melhor iniciar de uma vez nossa discussão... – Noayuki interrompeu o clima tenso que se instalava, lidar com jovens que tinham poderes em mãos não era uma tarefa muito relaxante – Uruha-san... seus guerreiros já estão bem para prosseguir com o plano?


Os olhos da mesa baixa se fixaram no loiro, que permanecia calado até o momento, exceto os orbes negros da figura morena que se negavam a olhá-lo.


–Sim... creio que podemos seguir marcha para a costa, meus homens aprenderão o que devem no caminho, e... meu comandante já deve estar para retornar, creio que até o final deste dia, nos seguirá assim que estiver pronto, acredito que o quanto mais rápido acabarmos com isso, melhor será para todos nós – Kouyou assentiu em uma voz calma e até mesmo triste, focando algum ponto invisível atrás da cabeça do conselheiro chefe que se mantinha sentado a sua frente.


O Murai estreitou o olhar singelamente... quando conversara com o loiro no dia anterior este parecia bem mais vívido e muito mais ponderado em suas decisões... “Espero que ainda possa contar com ele...”


–Pois bem, amanhã marcharemos de uma vez para a costa! – Saga ditou.


–Acredito que essa decisão cabe a mim, não? – Shou interveio para a surpresa do Takashi, que apesar de estranhar o amigo há dias não havia se acostumado com aquele novo “jeito de ser” de seu senhor – Aoi-san... estás do nosso lado ou contra nós?


Os olhares se focaram no moreno, menos o de orbes chocolates, e este franziu seu cenho.


–Não estou contra – foi o que o general respondeu – devemos expulsar os invasores o quanto antes – ditou como se tivessem lhe perguntado sua opinião.


–Amanhã os exércitos da aliança marcharão, então... – o Kazamasa ditou em uma voz mais firme do que jamais usara — ... prepare seus homens, Saga, e que a benção da vitória esteja ao seu lado.


–Ótimo! Reunião encerrada! – Aoi se pronunciou, erguendo-se rapidamente, não se sentia confortável ali. Saiu da sala sem aguardar nenhum tipo de manifestação pelos os demais, deixando todos nos mínimo surpresos com a atitude do homem que sempre fizera questão de participar de qualquer decisão como se fosse ele o único a ter voz ali.


– O que diabos deu nesse cara? – Saga murmurou audivelmente – pois bem... – retomou – vamos nos juntar aos exércitos Ogata na bacia, acaso Ogata-san nos acompanhará?


–Não, confio em Tora para esses assuntos, creio que farão um bom trabalho juntos, afinal são uma dupla tão entrosada... – o pequeno loiro amorenado respondeu em um tom notavelmente provocativo, o que fez o general Sakamoto se enfezar discretamente, não queria perder moral frente a seus comandantes.


–Comunicarei a decisão ao conselho – o Murai retorquiu – e tratarei de fazer o anuncio oficial à população.


–Eu e meus guerreiros também iremos nos preparar – Kouyou assentiu em uma voz não muito interessada — ... se puderem me dar licença... – pediu permissão educadamente com a cabeça antes de se colocar de pé.


–Sim, está dispensado – Shou assentiu – agradeço a colaboração de seus homens, Takashima-san.


–Por nada, Vijukei é a casa de todos nós, é nossa obrigação defendê-la – o loiro sorriu fracamente e se virou, também se retirando do local de reunião, aliviado de certo modo, faltava pouco para tudo terminar... não sabia mais o que fazer, iria seguir o plano inicial e depois voltaria para casa...


Levou sua mão a barriga, seria muita sorte se fosse negativo, era simplesmente quase impossível não ser fecundado na época de calor se o parceiro fosse seu companheiro, ainda que se usasse proteção... e isso se agravava se tratando de si, herdeiro da liderança e filho da família principal. Não sabia direito qual seria a melhor escolha ou opção para si, no momento deveria tentar fazer o melhor para os seus... e os seus guerreiros precisavam voltar para sua terra e se sentirem seguros... não via a hora de tudo aquilo se findar...


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–Hum... você vir até aqui... é no mínimo curioso... – Byou comentou em um sorriso convencido ao ter ninguém mais ninguém menos do que o dono de Gather Roses a frente de seu trono.


–Sem ironias, por favor... vim oferecer aliança, sei o que está planejando! – Kazuki interrompeu em uma feição séria, mas não menos elegante.


–Hum... imaginei que você fosse ficar a margem de tudo, como sempre... é novo você botar suas mãos no trabalho sujo – o senhor de Vegas comentou em estranheza.


–Não sei bem o que Yuuto planeja, e até onde sei nem você, mas com certeza é algo maior do que podemos imaginar... – o ex-cortesão retorquiu em seriedade.


–Ele não será mais problema em pouco tempo... – Byou deu de ombros, confiante.


–Ah, sim, está tão certo de que seu destacamento hibrido irá garantir a vitória? – o loiro maior questionou em esperteza, arrancando um olhar surpreso do caramelado de olhos grandes e roupas extravagantes.


–Como...? – a pergunta começou a ser feita.


–Eu lhe vendi Jin, Byou, é claro que sei o quão influente ele é no mundo meio youkai, acalme-se, Jin seria incapaz de trair seu dono, ele não me disse nada – Kazuki sorriu em falsa simpatia – interferir em sua cobiça desvairada por tudo não é de meu interesse, sabe disso... mas o que Yuuto planeja, seja lá o que for, é maior do que você e Jin possam cuidar... vai precisar da minha ajuda ...


–Você nunca oferece nada de graça, Kazuki... – Byou estreitou o olhar.


–E quem disse que é de graça? – o maior perguntou ao rodar os olhos, Byou era esperto e forte para algumas coisas, e em outras ele simplesmente era tremendamente burro e ainda inocente como uma criança mimada – quero parte dos tesouros de Shiroyama e Hana dos que planejas se apoderar, e claro que o direito de expandir minhas nobres casas vermelhas para os demais feudos quando você os conquistar.


Byou sorriu de lado e se sentou mais adequadamente em sua poltrona.


–Quanto aos tesouros, é algo a se pensar... já o direito de expandir Gather Roses... com certeza, Vijukei toda precisa saber o quão perfeitas são suas dependências... – assentiu, se levantando logo em seguida, andando lento até o bonito ex-cortesão — ... e essa aliança, se estenderia às intimidades também? – perguntou provocantemente, segurando uma mecha do cabelo aloirado do outro entre seus dedos.


–Hum... seria um caso a se pensar... – o maior sorriu eroticamente ao se aproximar mais do senhor do feudo — ... mas eu não sou nada parecido com o Jin, Byou-san... – rebateu em um falso olhar inocente, causando o franzir de cenho do caramelo – e nem meus pobres kagemas*** podem se aproximar desse lindo hibrido virgem... acho que deveria guardar seus esforços para convencê-lo a se entregar, não?


Byou bufou em irritação e se afastou.


–Que seja, espero uma posição sua até amanhã quanto ao que tem para me oferecer nessa “aliança” – rugiu em frustração –e trate de me mandar kagemas melhores, o último foi tão ruim que quase deixei Jin despedaçá-lo...


–Lembra o nome do jovem que veio servi-lo por último? – Kazuki perguntou como se não se interessasse pela resposta.


–Fuiji, Fuiki, não sei... – o senhor de Vegas rebateu em indiferença.


–Hum... desculpe, vou tratar de mandar alguém mais adequado! – Kazuki assentiu e deu a volta, indo em direção às portas do amplo salão exageradamente decorado...


“Então Manabu não veio mesmo aqui...”


Tinha assuntos a tratar com o pobre kagema Fujiu... e depois cuidaria do estranho habitante de Akai Ame que estava a lhe fazer perder a elegância...


“O que esse ameniano quer?”


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–Ryou... – Uruha chamou o nome do soldado parado do lado de fora da barreira, passando por ela e se colocando em frente ao gentil shiroyamiano que havia lhe ajudado naquela madrugada – o que faz aqui? – questionou em estranheza, não era comum soldados de Shiroyama virem ter consigo, muito menos àquela hora da noite. Olhou para uma capa escura nos braços do outro e ficou mais curioso ainda, a noite não estava muito fria.


–Eu não queria estar aqui, e não queria estar fazendo isso, mas... Aoi-sama me deu a ordem de levá-lo até o quarto dele ainda que fosse a força – o soldado se proclamou em uma voz constrangida – parece que os outros samurais falaram que eu e você ficamos “próximos” e ele pensou que eu o convenceria... eu realmente não queria estar fazendo isso, mas Aoi-sama disse que se eu não voltar com você era melhor que eu não voltasse ou me mataria...- continuou em uma expressão assustada – e... acredite em mim, ele é mesmo capaz de fazer isso... desculpe, eu sei que não deve ser agradável depois de ... mas, teria como você ir comigo? Sei que não sou páreo para você também...


–Ryou, calma, sim? – Kouyou interrompeu ao notar que o soldado começava a se exaltar. Respirou fundo e olhou para o céu escuro... escolhas... situações... o que deveria fazer? – fique calmo, eu vou com você, desculpe se me ajudar colocou sua vida em risco – assentiu em um suspiro cansado, era impossível negar a si mesmo a vontade estranha de ir ter com seu companheiro... ainda que este fosse a pior escolha possível que seu shaman poderia ter feito.


Se concentrou e levou o dedo indicador da mão direita até os lábios, mas não tocando-os, seus shamans em suas pernas acenderam e logo ele sussurrava um rápido nome “Miku-chan”.


Apenas alguns segundos e o pequeno apareceu correndo em direção à barreira, se colocando velozmente ao lado de seu líder, encarando o soldado shiroyamiano com desconfiança.


–Não, não é nada grave — Uruha se adiantou a despreocupar o neko – apenas quero que assuma os preparativos finais, Reita ainda não voltou e você é o mais indicado para isso, a marcha foi marcada para o final da tarde de amanhã, e eu não sei realmente se voltarei a tempo de supervisionar tudo... – começou a falar, pegando a capa das mãos do soldado e jogando sobre os ombros.


–Vai onde? – o neko perguntou em estranheza.


Kouyou suspirou, colocando o capuz sobre a cabeça.


–Aoi-san me chamou no quarto dele – respondeu.


–E Uruha-san vai? Depois do que ele... – o neko começou a pergunta, havia feito o líder lhe contar o que havia se passado durante o resto da manhã.


–Ele é meu companheiro, Miku-chan, é horrível eu sei... mas... é meu companheiro e eu... – interrompeu, deixando sua voz ir se abaixando ao final – eu sei que é ridículo por minha parte, mas... eu queria tentar fazer dar certo... sei que é praticamente impossível, mas se estou atado a ele pro resto da minha vida...


–Eu entendo! – neko assentiu em uma voz compreensiva e consoladora – qualquer coisa, sabe o que fazer, vou ficar atento...

–Sim, eu sei... obrigado! – o líder lhe dedicou um sorriso pequeno – e diga a Reita que eu o darei uma bronca por se atrasar, se ele voltar antes de mim.


–Sim, sim, eu direi – neko assentiu – boa sorte...


Uruha suspirou novamente.


–Obrigado, vou precisar... – assentiu, pena que nunca fora um homem de muita sorte.



–Eu posso perguntar o que é um “companheiro”? – Ryou questionou timidamente, se sentindo um insolente por ser salvo por aquele ser e lhe fazer alguma pergunta apesar de estar levando-o em direção a algo ruim.


–É algo da minha vila, acho que se equipara ao que vocês chamam de “marido” ou “esposa” – o loiro respondeu, o samurai de cabelos curtos e mesmo nome de seu falecido pai lhe transmitia confiança.


–Hum? E Aoi-sama é o seu “companheiro”? – perguntou quase que em um grito de indignação, abaixando a cabeça ao notar que havia chamado a atenção de um soldado que encarava desconfiado a figura coberta ao seu lado.


–Infelizmente... – o loiro assentiu, avistando as portas duplas do quarto do general logo à frente. Seu corpo estremeceu e seu shaman se contorceu em algo que não soube definir o quê, era o dia após a época de calor, seu apetite sexual deveria ser quase nulo como todos os meses naquela época, mas sempre ouvira que quando se encontrava seu companheiro, essa estranha semana de “enfadamento” sexual não acontecia... agora sabia que era verdade... só se sentia idiota por isso.


–Digam a Aoi-sama que trouxe quem ele pediu! – Ryou bradou pros outros três soldados à porta e um deles abriu a entrada de madeira sem ao menos anunciar.


–Aoi-sama disse que podia deixar a pessoa entrar assim que chegasse – um deles respondeu.


Uruha sorriu pequeno por debaixo do capuz, então o general tinha certeza de que viria?

Como devia interpretar aquilo?

Será mesmo que era seguro e possível insistir na esperança que de algum modo milagroso seu destino não seria tão ruim ao lado daquele homem tão diferente de tudo que um dia sonhou?


–Você não – o guarda barrou a entrada do soldado que lhe ajudara e ele apenas assentiu para que o samurai de cabelos curtos soubesse que estava bem.


Respirou fundo, fechando os olhos e os abrindo, dando passos em direção à porta semi-aberta, adentrando o cômodo e ouvindo mais uma vez a madeira ser batida pelo o lado de fora.


Sua respiração ofegava levemente ainda que não estivesse cansado, seu corpo tremia um pouco e suas mãos suavam... aqueles olhos... como deveria interpretar aqueles olhos?


Yuu estava de pé a sua frente, alguns metros distante, mas o encarando com as onixes negras bem abertas, o resto do rosto ainda estava coberto pelo pano negro e a manta que usava era de cor preta, longa e de mangas cumpridas. O cabelo estava como frequentemente, semi-preso atrás, e este se mantinha completamente imóvel e calado, fitando os olhos chocolates dentro do capuz escuro.

–Me chamou? – o loiro foi o primeiro a romper o silêncio torturante, descendo o capuz e revelando seus cabelos loiros presos atrás em um coque que deixava fios soltos, a franja adornando o rosto alvo e andrógeno ressaltado pela pintura usual.


Kouyou passou os olhos rapidamente pelo o quarto, não via sinal de bebida... ao menos com isso não teria que se preocupar, talvez o general fosse menos difícil sem o efeito daquele liquido estranho.


–Tire a capa – foi o que Yuu respondeu, em tom de ordem, ainda sem tirar os olhos de si.


Uruha pensou em recuar, ou em contestar, entretanto decidiu que apenas aquilo não tinha problema. Por isso abriu a peça e deixou que esta caísse no chão ao soltar suas pontas.


–Não pensei que viria depois do... – o moreno continuou, mas Kouyou o interrompeu.


–Não, você sabia exatamente que eu viria – o loiro acusou – assim como no fundo eu sabia que você me chamaria.


–Se já sabe então seja mais rápido e retire as roupas – o general ordenou, estreitando o olhar.


Uruha abriu um sorriso incrédulo e olhou para o lado... tinha que sorrir para não chorar, já tinha feito muito isso aquele dia. O que mais lhe matava era desejar tanto seguir cada ordem do outro.


Muito bem, se aquilo era o que amaria pelo o resto dos seus dias, deveria ao menos tentar fazer algo ali dar certo, pelo seu próprio bem e pelo o bem de seu povo. Talvez se fosse capaz de acender o que fosse que o moreno sentia por si e fazê-lo mostrar, as coisas não estariam tão torturantes e complicadas... era uma esperança idiota... mas não havia nenhuma outra esperança em relação àquilo.


Respirou fundo e voltou a fitar o general, sempre fora um mestre na arte de seduzir lindos nekos para sua cama, com certeza o moreno não era em nada parecido com eles, mas sabia que de algum modo também era provocante para muitas pessoas... só esperava conseguir algo positivo com aquilo.


Levou os dedos às amarradas da peça de couro da cintura, abrindo-a lentamente, deixando-a cair no solo. Se abaixou delicadamente, sem deixar que o contato visual se findasse, para abrir os pinos do calçado curto que usava. Voltou a se levantar e terminou de tirá-lo com os próprios pés. Começou a afastar os tecidos da vestimenta longa para os lados, revelando-se nu ao também deixar que a roupa se unisse à capa e ao couro no chão. Respirou fundo, sentindo o desejo do outro o invadir como se fosse lava.


–Vem... – chamou em uma voz baixa e suspirada, esperava estar fazendo algo certo ali, certamente esperava. Temia que fosse como durante a noite e o outro lhe machucasse, tinha que fazer ser diferente... tinha que fazer.


Aoi deu passos lentos em direção ao loiro, e se colou a ele, tocando as mãos ousadas na pele nua de sua cintura, subindo pelas costas até às escápulas delineadas. Aproximou o nariz coberto do pescoço fino e aspirou o cheiro.


–É realmente cheiroso... – sussurrou em uma intenção de ser um pensamento individual, mas que acabou por ser vocalizado.

Kouyou fechou os olhos e projetou a cabeça para o lado, deixando mais espaço para a face do outro, que seguiu para sua orelha e seu cabelo, o tecido fino indo de encontro a sua cútis. Levou as mãos à nuca do Shiroyama, indo direto para o nó do acessório de rosto, desatando-o e deixando o pano cair. Afastou-se para mirar a face descoberta por um segundo, encontrando sua marca bem destacada ali. Fixou seus olhos nela, a mão da nuca deslizando para a pele morena e acariciando os traços entrelaçados com adoração. Aproximou os lábios rosados dali e dedicou um beijo leve... não tinha como fugir, sentia mesmo algo muito forte por aquele homem desprezível. Colou sua bochecha na bochecha marcada, deixando sua boca próxima ao ouvido alheio.


–Por favor... seja gentil – pediu em um sussurro baixinho, se sentindo envergonhado por dizer aquilo.


Aoi fechou os olhos por um instante, nada fazia muito sentido, mas seu corpo parecia querer aquele ameniano mais que tudo, não conseguira tirá-lo de sua mente durante todo o dia, sentiu que enlouqueceria se não o visse, e agora estava ali, desejando cometer um ato imundo novamente, e ainda por cima disposto a ceder algo que jamais cederia em seu normal. Só podia ser aquela maldita marca que estava lhe fazendo lavagem cerebral...

Ao menos podia tentar usar aquela perversão impura para alguma coisa útil... era o que pensava.


–Se você se comportar, eu serei gentil – sussurrou de volta rente ao ouvido do loiro, tirando um das mãos das costas brancas e levando até os pauzinhos que prendia o meio coque do cabelo alheio, retirando um de cada vez e deixando que os fios dourados se soltassem por completo. Deu alguns passos para frente, forçando o ameniano a ir para trás até que as costas topassem na madeira da porta.


Voltou a aspirar o cheiro da pele alva do loiro e levou o rosto para frente do dele, encarando os orbes chocolates.


– O que acontece entre eu e você entre quatro paredes, fica entre quatro paredes – começou a ditar em um tom baixo, mas ainda assim com resquícios de ordem – fora daqui somos o que sempre fomos, não confunda as coisas – finalizou em um olhar que pedia confirmação por parte do outro.


–Entendo – Kouyou assentiu em um quase cochicho, era ridículo aquilo, mas era melhor que nada. Não conseguiria vencer aquele orgulho, imponência e hipocrisia do moreno em uma noite... mas talvez se tivesse mais oportunidades... era otimista o suficiente para se agarrar a uma pequena esperança no final de toda aquela escuridão.


Fechou os olhos e sentiu os lábios fartos contra os seus, a língua úmida lhe dançar pela boca, o corpo coberto lhe prensar contra a porta e as mãos quentes lhe apertar a cintura, suas marcas vermelhas se acendendo. Se agarrou à nuca por reflexo, puxando alguns fios de cabelo dali e deixando que o ósculo fosse ditado pelo o ritmo do general.


Aos poucos desceu os dedos pelo o pescoço moreno, tocando o peito por cima da roupa, descendo com calma, indo até a cintura, quadril... se ele não o parara até ali, quer dizer que poderia continuar. Começou a embolar o tecido pesado da manta negra com o intuito de fazê-la subir, e teve sucesso, pegando a barra desta quando já estava alta o suficiente para tal e terminando de levantá-la, encontrando o limite na altura peito do Shiroyama.


Se surpreendeu quando este se afastou rapidamente de si e lhe abandonou a boca, erguendo os braços. Uruha se sentiu rapidamente atônito, mas achou melhor retirar logo aquilo antes que o outro acabasse por acordar daquele surto e mudar de humor. Puxou a manta com velocidade, jogando-a para qualquer lado, e antes que pudesse ver qualquer coisa que a expressão do general pudesse transmitir, teve sua boca invadida novamente e seu corpo prensado com mais força contra a porta, se perdendo e se derretendo no contado nu de seus corpos.



Não soube exatamente quando tinham começado a andar, apenas sentiu quando suas costas já iam de encontro ao futon no chão e seu corpo fora deitado. Mal teve tempo de respirar e os dentes do shiroyama lhe mordia e chupavam o pescoço enquanto a ereção dele roçava contra a sua, suas pernas acomodando o quadril moreno entre elas e grunhidos discretos saindo de sua boca.


Não falavam nada, não se olhavam nos olhos, apenas se tocavam, se roçavam, se mordiam, se acariciavam. Não havia mais nada, apenas o desejo e a necessidade.



Uruha arranhou as costas largas do companheiro e se sentiu lubrificar por reação normal de seu corpo, seu íntimo pedindo uma conexão, era a primeira vez que sentia aquilo... realmente estava diferente, seu shaman parecia dançar em satisfação dentro de si . Se deixou guiar por seus instintos, nunca fora um santo na cama e sabia como agradar alguém, só não naquela posição já que sua experiência em tal se resumia à violência daquela madrugada, mas se era seu companheiro... com certeza conseguiria. Segurou a cintura e as costas alheias, forçando o corpo do general para o lado, encontrando alguma resistência, mas forçando ainda mais até conseguir rolar e se colocar por cima dele.


Recebeu uma estreitada de olhar rápida, já que os onixes se dilataram em luxúria assim que se sentou sobre o quadril moreno, e pela primeira vez em muitos minutos de caricias afobadas e ousadas seus olhos se encontraram, uma comunicação muda sem sentido ou significado e então Kouyou apoiou suas mãos na barriga suada do companheiro, erguendo as cadeiras. Tirou uma das palmas de apoio para segurar o membro completamente rígido contra sua entrada molhada naturalmente por sua excitação****. Quebrou o contato visual e ergueu a cabeça, fechando os olhos quando começou a forçar o quadril para baixo e a ereção começou a lhe invadir. Ainda não era totalmente indolor, mas não era insuportável como tinha sido da primeira vez.

Se forçou até sentir a pele do outro novamente contra a sua e seu interior completamente preenchido.

Respirou irregularmente e voltou a mirar o rosto do companheiro, sorrindo para o quão lindo ele parecia naquele momento, o olhando fascinado e desejoso, meio corado e arfante... com certeza jamais conseguiria ver aquele Yuu normalmente... com certeza aquilo era único... quis ver mais. Mordeu o lábio inferior e usou as mãos como impulso para começar a subir o quadril lentamente, deixando-se despencar de novo, arrancando um gemido mudo dos lábios fartos do general que ainda o encarava em fascínio... realmente... aquilo era sem dúvida único.


O loiro continuou a subir e descer, agüentando o incômodo até que ele se tornasse apenas êxtase e prazer, embalando com mais velocidade e força, usando os também joelhos para o ajudar.

Desceu o tronco e apoiou as palmas ao lado da cabeça do moreno, sentindo este segurar firme sua cintura para que o ritmo das estocadas continuassem, deixou sua boca bem próxima da boca entreaberta e ofegante do orgulhoso e complicado companheiro. Fechou os olhos e tocou seus lábios, colocando mais força no quadril enquanto o beijava.

Parecia estranho e até irônico, mas ele estava comandando o indomável Aoi.

Decidiu ousar mais, se utilizando de seus conhecimentos em anos de união carnal com seus nekos, se lembrando do que eles faziam que lhe agradavam, afinal estava na posição deles agora. Rodeou o quadril e manteve o ritmo dos movimentos, sorrindo com o gemido contido em sua boca, repetiu a dose e se deliciou com mais um estremecer dos lábios nos seus repetindo mais daquilo esporadicamente.


Foi ainda mais longe ao se sentir aproximar do ápice, tirou uma das mãos do companheiro de sua cintura e a conduziu até sua ereção entre seus corpos, gemeu quando os dedos ríspidos lhe enlaçaram aquela parte com força, não pensou que o moreno fosse realmente fazer aquilo, mas se deliciou com apenas aquele aperto, não suportando mais e se liberando completamente. Seu corpo todo se tencionou e no segundo seguinte também sentiu a semente do companheiro o preencher, os dois se movendo lentamente para um prolongamento da sensação enquanto as bocas já estavam encharcadas de saliva uma da outra... um beijo gentil e então Kouyou não sentiu mais força alguma nos braços, se deixou cair em cima do peito do moreno, respirando acelerado, seus ofegos se sincronizando com o arfar alheio até que ambos fossem capazes de respirar normalmente.


Preferiu não encarar o companheiro quando moveu o quadril para retirá-lo de dentro de si, e esperou que rolasse seu corpo para o lado e encarasse o teto por dois minutos antes de tomar coragem e olhá-lo.


–Yuu... – chamou assim que virou seu rosto para o lado, parando assim que percebera que o general estava de olhos fechados, a respiração compassada... havia dormido.


Não conseguiu se impedir de sorrir docemente com a cena e de um jeito constrangido se deitou de lado, pousando sua mão no peito suado do companheiro, usando a outra para ajeitar o braço deste como um travesseiro para si, deitando-se ali, junto ao corpo do pior companheiro que poderia ter escolhido. Fechou os olhos e deixou o cheiro de sexo, e a mistura de seu cheiro e o cheiro dele lhe invadir o olfato... com certeza o general voltaria a ser a pessoa mais desprezível do mundo quando acordasse, mas por enquanto... só por aquele momento, podia apenas aproveitar um pouco de falsa felicidade e auto enganação... talvez uma esperança? Difícil...


Levou a mão esquerda até a barriga, era otimista demais acreditar que havia a possibilidade de não haver nada ali...


“O que eu faço?”



Notas finais
* significa chuva vermelha pra quem não lembrar =]
** a la RR dele com aquela roupa estranha q ele usou no encore do OMEGA
*** são o masculino de "gueixas"
*** Ele não é totalmente humano, lembrando! *-*
OI gente, estou muito, muito, muito feliz com a aceitação da fic e com a participação de vcs nos comentários, me ajuda a escrever capitulos mais explicativos quando vc demonstram q não entenderam bem alguma parte. E outras coisas ainda têm que ficar meio mistério também ok?
hohohoho
Neh, ouvi muito isso, mas vcs querem o Ruki grávido? Sei lá, ele não é ameniano sabe... mas posso arranjar um motivo se for desejo da nação "Diga ao povo que eu faço" =]
Reviews?
Onegai?
Onegai?
Vou tentar ferozmente trazer o outro no domingo, até pq carnaval também vou tirar folga do nyah =/ Tenho q estudar pra concurso galera" Desculpe =/
Ainda mereço review?
Meu niver é dia 17 de fevereiro ( sexta-feira) quem quiser me mandar MP .... *se oferecendo*
Azumi-Chan:Néh,deixar mais coisas pra vocês lerem aqui -qqq.sushsushuhs
Então vamos deixar reviews a minha flor?Lembrando que o cap vem no domingo né?Então correr para deixá-los!*-------* Ela merece né amores?O cap foi perfeeeeito ^^
Huum Ruki grávido,nem tinha pensado nessa possibilidade -qqq.sushushsush.
Até o próximo cap leitorezinhos fofuxos.♥