Vidas Convergentes
1 Capítulo 1
Notas iniciais
A fanfic não vai ser movida a comentários (eeeeeeeeeeeehhhhhhhhhh) mas fazer uma visitinha e bom Okay? Okay!
POV Tris
-Olá, Beatrice – diz ela, depois abre um sorriso
-Acabou? — mas não sei se falo isso em voz alta, mas ela consegue escutar
-Acabou- responde ela, os olhos marejados- Minha doce criança, você se saiu muito bem.
-E os outros? – eu engasgo em um soluço quando a imagem de Tobias aparece na minha mente, quando penso em como seus olhos eram escuros e tranquilos, e como suas mãos eram fortes e quentes, quando ficamos cara a cara pela primeira vez- Tobias, Caleb, meus amigos?
- Eles vão cuidar uns dos outros – diz ela- e isso que as pessoas fazem.
Eu sorrio e fecho os olhos.
Sinto um fio me puxar de novo, mas, dessa vez, sei que não e uma força sinistra me puxando em direção da morte.
Desta vez, sei que e a mão da minha mãe puxando-me para seus braços.
É feliz aceito seu abraço.
Quando estou a ponto de me entregar para a morte sua imagem vem a minha mente: Tobias
Suis mãos quentes e firmes, seus lábios macios e quentes se encaixando como peças de um quebra-cabeça contra os meus, meu corpo pequeno e magricelo encaixando-se perfeitamente contra o seu grande e forte, seus olhos tão escuros que poderia mergulhar neles.
Então eu sinto a mesma coisa de quando estava a caminho da morte na sede da Erudição:
‘Eu ainda não acabei aqui!’; ‘Eu quero viver!’; ‘EU QUERO VIVER!’
-Eu te amo mãe! — digo a ela, debulhando-me em lagrimas, então saio correndo em direção a vida
-Essa e minha menina! — ouço minha mãe falar com a voz embargada, porém orgulhosa.
Abro meus olhos e já não vejo mais minha mãe, a dor no meu corpo e tão insuportável que me sinto como se estivesse sido pisoteada por uma manada de elefantes e em seguida ter sido esticada e encolhida várias vezes.
- Beatrice? — ouço uma voz familiar- OH MEU DEUS! BEATRICE!
Meu irmão me pega no colo e sai correndo, mesmo tomando cuidado, ainda sinto uma dor ainda mais insuportável do que sentia antes, acho que solto um gemido, pois ele diz:
-Por favor fica comigo! Não me deixa! — fala, de maneira suplicante
Sinto meu corpo amolecer, mas não e como quando o soro da morte estava tentando me puxar para longe da vida, ou quando minha mãe me puxava para seus braços, é como se meu corpo relaxasse e minha mente ficasse tranquila. Mas sei que não ficarei tranquila, não enquanto Tobias, Christina, e os outro não chegarem em proteção ao Departamento
-Beatrice, por favor não se vá! — diz Caleb chorando desesperadamente, como uma criança que perde seu doce.
Meus olhos vão se fechando de forma involuntária, mas sei que desta vez, não será permanente.
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