Vida Sem Fronteiras
2 Capítulo 2
Notas iniciais
espero que gostem :)
Jake estava mesmo me esperando lá embaixo. Olhei para ele e acenei. Ele era bem bonito, aparentava ser um pouco mais velo que eu. “Perfeito pra mim”, pensei enquanto acenava, ele fica tão lindo com aquela calça rasgada nos joelhos e com aquela camisa do KISS coma uma jaqueta de couro preta e as cintas caidas do lado da calça. ele realmente era muito lindo.
Quando cheguei perto o bastante para ele me ouvir, o saudei:
- Olá, Jake.
- Olá — falou e abriu a porta do carro, esperando eu entrar para fechá-la de novo. — Seu nome e julyana não e mesmo?
- Sim, esse e me lindo nome — disse e soltei um leve sorriso e ele fez o mesmo
Ele entrou no carro e deu pardida no Prisma LT preto.Os vidros eram muito escuros e me impossibilitavam olhar a cidade.
Só percebi que chegamos ao Constance Billard quando o carro parou e Jake saio do carro sendo seguido por mim.
-Bom agora eu vou pro lado obscuro da escola onde fica minha galera. Boa Sorte. – Disse e saio.
Comecei a olhar em volta. Os meninos e meninas saindo dos carros. O clima de reencontro era estonteante, enquanto se abraçavam, e em alguns casos se beijavam, e em poucos casos praticamente se engoliam. As roupas pareciam que tinham saído diretamente de desfiles de semanas de moda e outras de uma loja qual quer.
Comecei a subir as escadas que acabavam na entrada, estava meio perdida, sem saber para onde ir, mas também fascinada com toda a energia positiva.
Quando perto da entrada, escutei uma voz se direcionando a mim, uma voz calorosa e misteriosa.
- Você está perdida? – perguntou.
- Não, quer dizer... Eu só não tenho o mapa do colégio, e... – Ele me interrompeu.
- Você é novata e esqueceu de pegar o mapa?
- Confesso que sim. – Dei meu melhor sorriso maroto.
- Qual a sua primeira aula? – perguntou-me.
- Hum... Acho que artes – eu disse, tentando me lembrar.
- Coincidência ou destino? A minha também é artes – disse em um tom sedutor.
- E então, você vai me acompanhar? – Eu deduzi, flertiva.
- Não, você que vai me acompanhar – ele disse, se mostrando charmoso.
Eu sorri maliciosamente e soltei um “tudo bem” fraco.
O acompanhei e pude ver os olhares tanto para mim quanto para ele.
Ele passou a mão pelos meus ombros devagar, podendo recuar se eu o interferisse, o que não aconteceu, e disse:
- Aliás, eu sou Ashley Purdy.
- Julyana Wonder, prazer.
- Igualmente. Wonder? – perguntou, pensativo.
- Sim.
- Não e o nome de uma marca?
- Acertou, de novo. E a marca da minha mãe.
Ele sorriu maliciosamente, e continuamos a caminhada em direção a sala de artes, ele ainda com os braços sobre meus ombros.
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