Vida.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Vamos lá...
Segunda, 06h45 hora de levantar para ir para a faculdade né. Levantei com muito desanimo arrumei a mesa do café e fui acordar a Manu, que dormiu aqui em casa essa noite.
- Levanta Manu. Está na hora de ir pra faculdade.
- Só mais cinco minutos.
- Levanta logo antes que eu jogue água gelada em você.
- Você não teria coragem amiga.
- Quer pagar pra ver?
Mal acordamos e já vem a Manu com seus dramas.
- Nossa amiga, eu pensei que você me amasse, poxa cara, que decepção.
- Não amiga, drama uma hora dessa não, por favor.
Entrei no banho e a deixei rindo sozinha. Me vesti e fui tomar café. Manu só teve tempo de tomar um suco e comer uma torrada, por ser muito enrolada, saímos já atrasadas.
- Nat, você sabe o que vai dizer no trabalho né?
- Sei sim. O réu é culpado, por motivos claros, as provas nos mostram que...
- Ta bom, já entendi. Eu sou a defesa do réu, darei meus motivos contra suas acusações. Acho que tiraremos nota máxima.
- Espero né.
Logo ao entrar vi um guri loiro de costas, recostado na pilastra. Percebi meu professor apontar para mim, fui surpreendida pelo melhor amigo do mundo.
- Thomas?
- MINHA NAT.
- Moleque, não grita. Que saudade meu amor.
- Chata. Por esse e por outros motivos, vim te ver.
- É, e qual seriam esses outro motivos?
Manu me deu um tapa de leve.
- Ai caramba. Manu esse é o Thomas, meu melhor amigo. Thomas essa é a Manu, minha irmã de consideração.
- Prazer Manu.
Ele lhe deu um beijo na bochecha.
- Ok, sem muita intimidade com o MEU, só MEU, loiro ta? Grata.
- Você fica ainda mais feia com ciúme sabia?
- A única coisa que eu sei é que você ainda não respondeu minha pergunta Thomas.
- Vim aqui te buscar para vim passar o dia comigo e com os meninos.
- Claro... Que não Thomas, essa é a minha última semana de aula, DEPOIS FÉRIAS GRAÇAS A DEUS, não posso faltar. E tenho que apresentar um trabalho hoje.
- Nossa, me senti um nada agora.
- Mas que dramático esse menino. Meu Deus.
Manu impaciente a minha espera saiu correndo.
- Nat, o professor já entrou. Corre.
Saiu me puxando e deixei Thomas lá sozinho sem nem dar tchau.
- O Thomas vai fazer muito drama depois, muito mesmo.
- Esquece aquele guri, foca no trabalho. É a nota final.
Apresentei meu trabalho e modéstia parte, ficou maravilhoso. Sai da sala de aula conversando com a Manu quando vejo Thomas sentado na mureta do lado de fora. Comecei a rir descontroladamente.
- Cara tu está aqui até agora?
- Eu preciso falar com você Nat, e tem que ser hoje.
- Nossa, fala.
Notas finais
Beijo, até o próximo. :*
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