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Gdin chegou onde as duas estavam a 1 minuto atrás, apenas a Doutora continuava por lá, sentada , mas parecia não se importar com a presença dele.

— Alto-lá! fêmea aracnídea se identifique.

— Olá soltaran, sou Liv Shenka e você o faz aqui?

— Apenas eu posso fazer perguntas!

— Ah que legal, mas me diga uma coisa o que te trouxe a essa vila abandonada, nessa parte, desse planeta.

— Pare de falar fêmea você vai cair diante ao império Soltaran!

— Mas já que eu vou cair de qualquer jeito, me diga?

— Faz sentido, uma anomalia fantasma esta nesse planeta e viemos pega-la.

— Anomalia?

— Você já sabe demais...- Ele apontou a arma e logo atrás dele Yas jogou e acertou a sonic com toda força na abertura no pescoço dele.

— Há, o poder da distração!

Yas devolve a sonic pra doutora.

— E agora?

— Procuramos Victor e o salvamos da anomalia.

Gfin viu Victor e a menina rosa correndo juntos.

-Gdin! responda , esqueça as fêmeas a anomalia esta aqui! Gdin?

Ele acabou indo atrás dos dois com a arma engatilhada.

Ali perto atrás de um muro quase demolido:

— Voz me leva de volta! Eu já cansei disso tudo.

A garota nem respondeu em sua mente, achava que Victor estava feliz.

— Lá! — gritou Yas vendo Victor.

— E a anomalia também! Olá Victor, olá entidade perigosa?

Ela apontou a Sonic e concluiu que era uma anomalia temporal.

-São pensamentos de uma anomalia temporal que pensa que é uma criança, Olá!!

A menina não respondeu, apenas sorriu pensando que a aventura desejada por Victor se realizou.

— Ela só fala com crianças Doutora, sempre aparece nos meus sonhos e conversamos.

— Uma amiga imaginaria com poderes de teleporte e viagem temporal incrível!

— Doutora o Soltaran!- gritou Yas.

O Soltaran estava bem perto dos quatro.

-Entreguem a anomalia ! Ou sofram as consequências!

Ele atirou duas vezes no muro.

A menina fez sinal para brincar com Victor, mas ele estava muito assustado.

— Doutora eu acho que ela pensa que é tudo uma brincadeira. — Disse Yas.

— Escute ser espacial eu preciso de ajuda, não consigo proteger Yas e Victor ao mesmo tempo, leve Victor de volta agora!

— Mas Doutora eu ainda nem vi a Tardis.

— Victor você precisa ir, tem que convence-la a te deixar voltar.

Victor pensou na conexão psíquica que a doutora falou e imaginou usar ela para falar claramente com a anomalia "quero voltar para casa voz ,me leve" , a anomalia consentiu, tocou em Victor que olhou para Doutora e se teleportaram dali.

Doutora já tinha pensado em tudo. A anomalia voltou logo depois numa luz,e foi pra perto das duas parecia entediada. Doutora e Yas se deitaram no chão para fugir dos tiros:

— Ela está presa a essa vila Yas, temos que tira-la daqui e a nós também.

— Mas como?

— Vamos levar ela ate a Tardis, mesmo que ela só se comunique com crianças, nos podemos chamar sua atenção, pense no que quer mais fazer, onde mais quer estar, toque nela e imagine a Tardis.

As duas tocaram e foram teleportadas para para a Tardis, assim que o Soltaran entrou atirando na casa demolida.

— Isso! fugimos sem conflito, usando a cabeça.

Dentro da Tardis a anomalia estava curiosa com tudo e distraída .

— Onde eles estão Doutora, os soltarans?

— O que eles buscam — diz a Doutora olhando para a anomalia- já vai estar fora do alcance deles para sempre, eles sairão daquele planeta em breve.

-E o que fazemos com ela?

-Vamos ir ao vórtice temporal, é o melhor lugar para ela, na verdade é onde sua energia pertence.

A doutora puxou a alavanca e estavam lá paradas dentro do vórtice em segundos, ela abriu a porta momentaneamente e a anomalia voou para dentro dele.

— Então era só isso? tínhamos que leva-la ao tempo em si.

— Exato, ela é a mente forte de alguém, talvez uma criança, com grandes poderes psíquicos, que viveu a muito tempo, mas as lembranças continuaram marcadas no tempo.

Elas continuaram olhando para o vórtice por mais tempo, mas Yas estragou o belo momento bocejando, a Doutora sorriu.

-Então hora de dormir?

-Claro ,me leve pra meia noite pra eu ganhar umas horinhas a mais de sono.

Yas sorriu também.

"De um oi aos Ponds por mim Victor". — pensou a Doutora.

Victor estava de volta a sua casa, em sua cama pareceu que correu uma maratona ,muito suor, o quarto estava normal menos a janela que estava aberta.

— Mãe! — gritou — você não vai acreditar no sonho que tive!

A palavra "Ponds" veio a sua cabeça, então ele entendeu que não foi um sonho.

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