Notas iniciais
Olááá, depois de tanta luta pra postar essa estória finalmente me sinto segura. Já tentei postar em outras contas, mas infelizmente não gostava do resultado. Depois de muito editá-la, vejo que estou indo para um bom lado... Quero dizer, eu acho, né...
Por isso preciso muito da ajuda de vocês, quero muito saber o que estão achando. Por favor, não me deixem nessa dúvida cruel, se expressem. Me xinguem, me critiquem, me elogiem, enfim, falem comigo ♥
Boa leitura!

Aterrorizante. Esse com certeza era o adjetivo que todos davam para Samantha Puckett.

A garota não se importava com ninguém, bom, isso segundo algumas pessoas.

Pra falar a verdade, Sam nunca fora do tipo de arrumar amiguinhos. Ela andava com o mesmo grupo de amigos desde a primeira série. O grupo dos intocáveis, o grupo onde só tinha marginais, tão marginais quanto ela.

...

Nerd. Esse com certeza era o adjetivo que todos davam para Freddie. E claro, bonito. O garoto era um Nerd de primeira, mas ninguém negava que o moreno tinha um certo charme.

Apesar de bondoso, o moreno tinha algumas atitudes controversas à sua personalidade. Ele podia ser bem egoísta quando queria. Não fazia por mal, mas às vezes acabava se importando demais consigo e com os amigos do que com os outros. Amigos... Naquele lugar nada era concreto, mas ele confiava bastante em Carly e Gibby; nunca desmerecendo Missy ou London, é claro. Eles eram o grupo dos populares, dos caridosos... Dos filhinhos de papai. Muitas vezes, fúteis.

De um lado um grupo de marginais, do outro, o grupo dos “perfeitinhos”.

Aquela escola era cheia de rótulos, e nunca ninguém tentou mudar.

Todos eram filhinhos de papai, a diferença é que uns queriam ser a cópia dos pais, e outros queriam buscar sua própria identidade, só que obviamente buscando da forma errada.

Ali era extremo demais. Ou oito, ou oitenta. Ninguém estava impune dos rótulos. Na verdade, não era só na escola, a cidade toda era assim. Assim que você entrava naquela vida, tudo mudava.

Famílias que só eram perfeitas em capas de revista;

Amigos que só apareciam quando o dinheiro estava em alta;

Abraços que só eram dados quando tinham uma faca na mão para te apunhalar.

Essa é a verdade da alta sociedade que ninguém nunca descobriu... Até agora.

- Senhorita Puckett, como diretor dessa escola e como amigo de sua mãe, lhe aconselho a ficar fora de confusão.

– Odeio acabar com suas expectativas, mas não é como se eu conseguisse ficar fora de confusão; ou quisesse.

– Olha Sam, você sabe que esse comportamento rude de vocês não é de hoje. Estou sempre dando uma chance, mas se vocês se meterem em mais confusões eu não vou ter outra opção não ser expulsá-los.

– Olha só, acho que meu pai paga o bastante pra você me manter nessa escolinha de merda.

- Olhe o vocabulário senhorita Puckett! Não sou pago para ouvir coisas do tipo.

- Mas é pago para me manter nessa escola.

- Não me desafie, mocinha. Você é a primeira no rancking de expulsão. Já estou irritado o bastante, não preciso de você e de seus amiguinhos me arrumando mais problemas.

- Não acho que você tenha muitos. Afinal, o seu trabalho é só ficar sentado nessa cadeira pagando de chefão.

- Saia daqui. Espero que você dessa vez ouça; não só você como seus amiguinhos também. Se aprontarem, serão expulsos. Ouça bem, não expulsarei só você, expulsarei todos juntos que é para cortar o mal pela raiz. Agora queira se retirar.

...

– Dessa vez você apanhou feio, hein. — Falou Carly espantada com a quantidade de hematomas de Freddie.

– Eu sei, minha mãe ficou tão brava quando viu que quis me tirar do colégio.

– Ai não! Você não vai sair do colégio não é Freddiezinho?- Perguntou Missy se escorando em Freddie.

– AI! Não faz isso Missy- Falou Freddie a empurrando delicadamente, claro, se isso fosse possível. — Aquela maluca machucou minha clavícula. Mas não, eu não vou sair da escola, eu convenci minha mãe que me tirar no último ano seria loucura, e ainda tem o fato desse ser o melhor colégio de Seattle. — O moreno ia falando quando fez a burrice de olhar para o lado. Samantha Puckett vinha vindo, e adivinhem? A menina estava com o olhar mais cruel que alguém já lhe lançara. Um olhar de dar medo a qualquer ser vivo... E morto também.

– Por sua causa eu quase fui expulsa Benson! Mas você me paga.

– Se fizer algo comigo você vai ser expulsa.- Freddie provocou dando um sorriso irônico, fato que a deixou mais irritada.

– Quer saber? Eu não me importo mais! Mas ouve bem o que eu vou te dizer: Se você achou ruim todos esses anos de ameaças, insultos e surra, então é melhor você se preparar para o que está por vir. E lembre-se, nós moramos na mesma cidade, é melhor você ter olhos até nas costas; nunca se sabe o que pode acontecer enquanto está na rua, não é? Escreva essas palavras Benson: Seu Pior Pesadelo Começa Agora — E ela se foi. Aquela menina era como um furacão; chegava do nada, fazia a bagunça e ia embora. Samantha Puckett era a pessoa perfeita para plantar a semente do medo em alguém. E Freddie era a terra perfeita para se plantar o medo.

Notas finais
Obrigada por ler.
Besos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.