Vestido Da Sorte
6 Cadê os sapatos?
Notas iniciais
Beem, eu fiz o máximo e consegui trazer um capítulo para vocês antes do que eu imaginava. Nem sei como consegui essa proeza já que tempo é o que eu não tenho ultimamente. Bem, peço desculpas a todos pela demora do capítulo, por não ter respondido nenhum review e todas essas coisas. Eu realmente estou super hiper atarefada, e parece que tudo o que eu escrevo vira "ferro", duro, frio e sem emoção. E eu odeio isso.
Enfim, aqui está mais um capítulo... Um dos meus favoritos.
Tem algumas partes que não estão coerentes, mas esse é o propósito.
Vocês vão entender o porque, creio eu.
Sem mais delongas, tenham uma boa leitura.
- Capítulo não revisado, como sempre.
6. Cadê os sapatos?
Como explicar a situação que eu estou vivendo no momento?
Digamos que eu estou em uma festa, rodeada de ex-colegas de escola, quase bêbada e sem meus saltos altos que se perderam por ai. E isso não é o pior.
O pior é ouvir Laurene cantando uma música cuja letra ela desconhece e se engraçando para cima de Noah! Como se ela não tivesse marido e uma família a zelar. Ou pelo menos que tenha um pingo de decência de não chamar o cara de gatinho e piscar o olho para Noah quando o refrão da música chega.
Não que eu estou me importando com isso, pelo contrário. Eu apenas estou percebendo o quão ridículo a cena está. Além do mais, estou abismada porque Noah ainda está dando trela para a Laurene. Cadê a lógica do mundo?
A mulher está parecendo mais um dinossauro com saia do que uma mulher de 21 anos. Como Sophia havia dito depois que ela se casou sua juventude foi sugada pelo seu marido rico e velho. E você se pergunta, onde está o velhote idiota? Pois eu lhe respondo: Está sentado em uma mesa perto de mim roncando que nem turbina de avião.
E eu achando que não poderia decair mais.
O refrão chega novamente e eu reviro os olhos pela milésima vez ao ver Laurene dando em cima de Noah. Lanço um olhar de desdém para eles e obrigo minha atenção ir para um vaso de flor de plástico que enfeitava a mesa. Aquilo, sim, era interessante!
– Porque não vai dançar? — Escuto uma voz conhecida.
Levanto meus olhos e vejo Sophia se jogando na cadeira ao meu lado. Minha amiga estava toda suada, segurando uma taça de champanhe e seu vestido estava levantado quase mostrando sua calcinha.
– Cadê seus sapatos? — Indago ignorando sua pergunta.
– Cadê os seus sapatos? — Ela joga novamente a pergunta para mim enquanto largava sua bebida na mesa e amarrava seus cabelos.
– Estão por ai, depois eu os procuro. — Respondo dando de ombros.
Não fazia a menor ideia de onde eles estavam e nem como os havia perdido, apenas sabia que estava descalça e tinha a leve impressão de que continuaria assim até amanhã de manhã.
– Hm. — Ela apenas assentiu. — Porque não está dançando?
– Não estou a fim. Porque você não está dançando?
– É por causa de Noah e de Laurene? — Pergunta Sophia com um discreto sorriso.
– Claro que não. — Respondo rapidamente e bebo mais um gole de minha bebida.
Sophia lança um olhar para Laurene e Noah. Eu sigo seu olhar, porém, dou de ombros e volto a encarar o vaso de flores. Escuto Sophia suspirar e arquejo uma sobrancelha esperando sua conclusão sobre a cena que havia visto.
– Não me surpreendo nada que Laurene esteja procurando diversão hoje, afinal, seu marido está dormindo e ouvi dizer que ele não é bom de cama. — Sophia diz voltando seus olhos para mim.
– É, mas precisa ser tão descarada?
– O marido dela está babando, então, ela pode fazer tudo o que quiser hoje e a única coisa que precisa se preocupar é estar em casa com o velhote antes do amanhecer. — Sophia responde dando de ombros. — Agora, o que me surpreende é que Noah está dando trela para ela... E eu nem sabia que ele fazia parte da nossa turma.
Eu a olho e penso a respeito. Não me lembrava dele na escola, muito menos de ter estudado na minha sala, mas aqui estava, Noah Cavalcanti em uma festa de ex-alunos proporcionado por uma das populares daquela época – amiga de Laurene. E o mais engraçado que aquela sensação de familiaridade com seu rosto parecia ter se acentuado a mais com esse assunto.
Era como se ele estivesse na escola o tempo todo e eu nunca o ter visto.
E é claro que a bebida estava fazendo seu efeito sobre meu corpo.
Largo um pouco a taça do meu champanhe na mesa e fecho os olhos a fim de controlar minha vontade de vomitar. Estava quase no ápice da bebedeira e eu queria chegar a casa sob meus próprios pés... Se eu lembrasse onde eu morasse e onde estavam minhas chaves.
– Não sei, não sei. – Apenas murmuro para Sophia abrindo os olhos.
– Se você não vai dançar, eu vou. – Minha amiga diz dando de ombros, pegando sua bebida e se levantando de uma forma teatral da cadeira e começa a rebolar até a pista de dança.
Não sei ao certo, mas depois de algum tempo, o karaokê terrível de Laurene acaba e música “boa” começa a tocar e animar a festa novamente – ela não sabe cantar mesmo – e com isso, eu tomo coragem, termino minha bebida e sigo para a pista de dança, afinal era uma festa.
Em uma situação normal, ou pelo menos quando era normal eu ir a festas sempre, eu tentaria me manter sóbria a festa toda bebendo apenas água, e alguns copos de champanhe para socializar. Quando se está em N.Y alguns cuidados sempre são bem vindos e eu odiava ser aquele tipo de mulher que precisa ser carregada para fora da festa porque desmaiou de tanto beber, ou está tão bêbada que não sabe onde estão seus sapatos, ou onde está.
Como eu não estou vivendo uma situação normal estava me permitindo ficar bêbada e esquecer meus sapatos por ai. Além do mais, eu merecia me divertir um pouco. Depois de ser demitida, largada por um homem, mudado de estado e voltado a morar com a maluca de sua mãe, eu realmente precisava me divertir um pouco. Sem falar que eu estava comemorando o fato de ter conseguido um emprego como jornalista, isso é fantástico e digno de bebedeira. Não concorda?
Fico dançando conforme a batida da música – que eu não sei qual era – quando sinto um par de braços agarrarem minha cintura. Antes que eu protestasse, sou virada e encontro o dono dos braços intrusivos. Eram de Noah.
– Com licença? – Peço gritando, por causa da música, e levantando a bebida para o alto a fim de não derrubar mais na minha roupa.
– Você está linda nesse vestido. – Escuto Noah a falar.
– Pena que não posso dizer o mesmo para você. – Falo revirando os olhos. – Agora, faça o favor e me solta. – Grito de volta tentando me soltar de seus braços.
– Eu vi você me olhando quando eu estava com Laurene.
– O que? – Pergunto mesmo tendo ouvido pela primeira vez.
Eu apenas precisava de um tempo para pensar no que responder e pensar em uma forma de sair dos braços fortes de Noah. Era uma missão impossível, claro. Noah me segurava com uma força que eu julgava desnecessária, parecia que ele estava segurando seu brinquedo favorito e qualquer movimento brusco acabaria escapando de suas mãos e ao chão iria.
– Eu vi o jeito que você estava olhando para mim e Laurene. Estava com ciúmes! – Diz pacientemente Noah me olhando nos olhos.
– Não sei do que está falando. – Balbucio por fim.
Não escuto a resposta de Noah, porque a música acaba e eu derrubo, de propósito, minha bebida na cabeça dele, o fazendo me soltar praguejando. Aproveito a oportunidade e saiu cambaleando entre os outros convidados da festa em busca de um lugar para eu me sentar e me esconder de Noah.
É claro que as acusações de Cavalcanti eram fraudulentas, óbvio. Como se eu fosse sentir ciúmes de um cara que eu conhecia há quase um mês. Isso era idiotice. Eu apenas estava olhado a cena porque chegava a ser ridículo e eu só joguei a bebida nele não o respondendo porque precisava respirar antes que vomitasse em cima dele.
Viu? Tudo tem resposta!
Ando até o canto mais afastado da festa desabando em uma das cadeiras tonta e com vontade de vomitar. Largo a taça, agora vazia, no chão e coloco minhas mãos na cabeça fechando os olhos com força a fim de passar a tontura. Eu realmente não estava acostumada com a bebida.
– Você está bem? – Escuto alguém perguntar.
Murmuro um “sim, sai daqui” e não abro os olhos. Precisava ficar acordada, simples. Se eu dormisse, acabaria entrando em coma. Abro os olhos e tento focalizar qualquer coisa constante, então olho para meus pés.
Minhas unhas estavam realmente feias, eu deveria pinta-las de vermelho da próxima vez já que o rosa não ajudou em nada. Sim, era isso que eu deveria fazer. Também deveria comprar uma pulseira para o pé com um pingente de estrelas, é tão bonito.
– Madalene Gregory! – Escuto alguém gritar meu nome em um tom nada amigável. Levanto meus olhos para a tal pessoa a fim de mandá-la calar a boca, porém vejo Noah se aproximar de mim. – Fique onde está! – Ele sentencia com raiva quando eu faço menção de levantar e ir embora.
– Como se eu soubesse andar. – Murmuro idiotamente sentindo minha cabeça latejar mais ainda por causa do esforço de falar.
Eu não estava bem, não mesmo.
– Você está bem? – Escuto Noah perguntar preocupado.
– É claro que sim, não está vendo? – Digo com um tom de ironia ainda o olhando. Na verdade, havia três Noah em minha frente. Se um já era difícil de aguentar, imagine três! Fecho meus olhos.
– Mada... – Noah fala com urgência. – Abre os olhos. – Sinto uma mão gentil passar pelo meu rosto e me fazer abrir os olhos.
Quando abro meus olhos fito os olhos verdes escuros de Noah. Eles pareciam tão gentis, tão lindos, tão preocupados com o que fosse. Fico fitando seus olhos até perder meus pensamentos e as palavras virem a minha boca sem eu perceber.
– Você tem olhos bonitos.
Noah abre um sorriso e dá uma pequena risada. Ele coloca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. Ele se levanta e me ajuda a ficar em pé, passa sua mão pela minha cintura e fala comigo.
– Você consegue andar? – Ele pergunta.
Faço que sim com a cabeça, mesmo não sabendo exatamente o que ele perguntou para mim. Tudo o que queria naquele momento era não protestar com que viesse de Noah. Não falo nada, não pergunto para onde ele estava me levando. Apenas deixo ser guiada pelas mãos firmes e gentis de Noah para fora da festa.
– Você está de carro? – Noah pergunta suavemente.
– Eu vim com Sophia... Onde ela está? – Pergunto me lembrando de Sophia.
– Acho que seu irmão veio leva-la para casa. – Noah fala e olha para os lados. – Vamos, eu vou te levar para casa.
– Max estava na festa? – Pergunto perplexa. – E ele me deixou aqui? Que merda de irmão que eu tenho! – Xingo irritada.
Noah ri um pouco e eu lanço um olhar raivoso, ou melhor, eu acho que lanço. De qualquer jeito Noah fica quieto e olha para o chão.
– Cadê seus sapatos? – Pergunta.
– Porque todo mundo tem que fazer essa pergunta? – Indago ainda irritada. – Porque ninguém pergunta onde está minha pulseira, meu celular ou minha calcinha? – Falo tentando me desvencilhar das mãos fortes de Noah. Quando percebo o que falo... – Não, espera.
– Está sem calcinha? – Cavalcanti indaga abrindo um sorriso malicioso.
– É claro que estou usando uma, acha que eu sou o que? – Pergunto mais irritada. – Você vai me levar para casa, ou o que?
– Você bêbada é um amor de pessoa. – Noah murmura ironicamente.
– Ainda bem que você sabe. – Retruco deixando Noah passar novamente suas mãos pela minha cintura.
Sou levada até o carro de Noah, porém, chegando lá ele decidi que não estou confiável para entrar no carro dele e Noah não está propenso a me deixar vomitar no seu estofamento.
Cadê o cavalheirismo?
Seguimos a pé, quer dizer, ando a pé até a esquina e depois começo a reclamar que meus pés estavam doendo e eu não andaria até minha casa descalça. Então, Noah, contrariado, passa um de seus braços em baixo de minhas pernas me erguendo de forma que eu fico em seu colo.
– Isso é desnecessário quando se tem um carro. – Falo fechando os olhos por um momento.
Minha tontura havia voltado.
– Cala a boca Madalene ou se não vai a pé para sua casa. – Rosna Cavalcanti irritado e eu fico quieta.
Por fim, acabo me acomodando em seus braços de forma que encosto minha cabeça em seu peito sentindo sua respiração e seu coração batendo. Percebo que minha própria respiração que antes estava descontrolada, vai se acalmando e eu relaxo. Fecho os olhos por alguns minutos e quando volto a abri-los novamente estávamos em frente a minha casa.
– Está melhor? – Noah pergunta me colocando no chão.
Meus pés tocam a calçada gelada e eu exclamo de surpresa. Logo meus pés se acostumam com o gelo e eu tento ficar em pé, mas quase caiu em cima de Noah. Ainda estava tonta. O frio estava começando a aparecer em meu corpo e eu não queria entrar em casa.
Havia brigado feio com minha mãe quando sai de casa hoje de manhã e tudo o que eu não queria era que Sarah me visse daquele jeito chegando à uma hora dessas. Podia sentir seu olhar reprovador e seus suspiros desapropriados.
Quando consigo ficar de pé sozinha olho para Noah e tento encontrar minha voz. Eu não sabia ao certo o que falar, ou como pedir. Mas a bebida deu uma ajuda para minha coragem aparecer.
– Hm, podemos ir para sua casa? – Indago sabendo que aquilo soaria muito mal.
Noah abre um sorriso de cafajeste e quase me arrependo de ter pedido aquilo. Quase. Só não me arrependo porque Noah fala.
– Vamos. – Ele diz passando suas mãos pelas minhas costas e me guiando até seu gramado coberto de gelo.
O gele queimava a sola de meus pés, e eu recém havia começado a perceber isso. O efeito da bebida que me deixava imune do frio e de algumas emoções começava a aparecer. Tudo o que eu queria era deitar em uma cama e dormir esperando pelo outro dia.
– Posso perguntar por que não quis ir para sua casa? – Noah indaga abrindo a porta da frente.
Antes de responder eu corro, ou melhor, cambaleio para dentro de sua casa onde estava quentinho. Noah fecha a porta e liga a luz, instantaneamente fecho meus olhos. A luz cegava meus olhos.
– Pode abrir agora. – Escuto ele falar gentilmente.
Abro os olhos e a luz estava desligada.
– Obrigada. – Murmuro. – Hm, eu briguei com minha mãe hoje de manhã e eu não estou a fim de começar outra discussão sob o efeito do álcool. – Digo dando um leve “dar de ombros”, o que quase me fez cair.
– Tudo bem. – Noah fala apenas. – Venha, você precisa de um banho gelado.
Não me oponho aquilo.
O sigo por escada a cima – tecnicamente, ele me leva até lá – e entro no seu banheiro. Noah abre o chuveiro e manda-me entrar em baixo dele. Obedeço e grito quando a água gelada toca minha pele. Tento fugir, mas Noah me impede.
– Tem tudo o que você precisa aqui no banheiro, eu coloquei uma roupa no cesto para você usar. Estarei no quarto quando você sair. – Noah fala e escuto a porta bater depois de alguns segundos.
Tomo meu banho. Minha tontura passa, e eu não estou mais a ponto de cair no chão. Isso é algo bom. Saiu do chuveiro e visto as roupas que Noah havia deixado para mim – uma camiseta preta de manga que ultrapassou meus joelhos, uma calça de moletom maior do que eu. Deixo meu vestido no chão do chuveiro mesmo. Enrolo a toalha em meu cabelo e procuro um espelho.
Eu estava terrível!
Meus olhos estavam inchados e vermelhos, minha pele estava pálida, tinha imensas bolsas pretas embaixo de meus olhos, meu cabelo não devia estar nem um pouco decente também. Sentia uma dor de cabeça fenomenal, e eu nem estava com ressaca ainda.
Saiu do banheiro pisando no chão gelado da casa e procuro por Noah. O encontro no quarto em frente ao meu – eu acharia meu quarto a quilômetros de distancias. Ele estava sentado em uma poltrona de olhos fechados e sua expressão era de cansaço.
– Tem algum calçado para me emprestar? – Pergunto dando pequenos pulinhos. – Está realmente gelado, o chão. – Falo pensando se eu estava fazendo sentido.
– Claro. – Noah fala abrindo os olhos e dando um sorriso gentil.
Levanta-se e pega perto da cama de casal um par de pantufas cinza. Eu as coloco nos pés e agradeço Noah pela gentileza, tanto pelas pantufas quanto pelo resto todo – as roupas, a hospedagem e tal.
– Venha, você precisa tomar um bom chá para melhorar. – Noah fala ficando a minha frente. – Você precisa dormir.
– E você também. – Digo inconscientemente.
Bocejo preguiçosamente.
Noah me ajuda a descer as escadas e guia até a cozinha. Sento-me em uma cadeira confortável e o vejo preparar um chá tanto para mim quanto para ele. Ficamos em silêncio por algum tempo, até que ele quebra a monotonia do lugar.
– Você não respondeu minha pergunta.
– Que pergunta?
– Você estava com ciúmes de mim com Laurene?
– Não me lembro de nenhuma pergunta desse tipo. – Observo.
– Você não sabe onde colocou seus sapatos, então, não são válidos suas observações. – Noah retruca me olhando com intensidade.
– Hm. – Exclamo sem vontade de retrucar.
Noah continua me olhando esperando minha resposta, e como eu não dou ele revira os olhos e sua atenção vai para a chaleira que acaba de apitar. Termina de preparar o chá e me entrega uma caneca.
– Vamos lá em cima ver televisão, vai te fazer melhor. – Noah constata sabiamente e me leva até o quarto em frente ao meu.
– Como você não está bêbado? – Eu pergunto subindo em cima da cama.
– Porque eu não bebi todas as taças de champanhe que vi pela frente e nem misturei com vinho. – Fala com um tom reprovador.
– Joga na cara! – Digo mostrando a língua e entrando em baixo das cobertas.
Noah faz o mesmo que eu ficando em baixo das cobertas. Liga a televisão e coloca em qualquer filme com o volume quase inexistente. Bebo meu chá e coloco o copo na mesinha ao lado da cama. Acomodo-me melhor apoiando minha cabeça em Noah e sinto meus olhos piscarem de sono.
– Não se aproveite de mim. – É a última coisa que eu lembro de ter dito antes de dormir profundamente.
Notas finais
Enfim irei responder os review's amanhã (se der hoje) e espero ansiosa pelos comentários e quero muitos, porque eu arregassei nesse capítulo e amo ele de paixão ♥
Quanto a próxima postagem, só Deus sabe quando irá acontecer. Calme. Não demorará um mês, fiquem tranquilos. Mas não será tão rápido porque estou me dedicando as provas, trabalhos, tarefas e tudo o que inventam e se eu for mal na escola vou perder tanto meu computador quanto a internet... E não querem isso, certo? Mas, eu pretendo (não é certo) trazer daqui a 15 dias um capítulo ou em menos tempo. Maas, nada é certo ainda. E eu tenho SM que está super abandonada a coitada.
Enfim, desculpem mais uma por tudo e meu tempo e as postagens voltarão ao normal em outubro apenas (quando acabam minhas provas) então até lá será essa correria toda.
Tenham um bom final de semana e quero ver todo mundo com review's e quem quiser me alegrar com uma recomendação... Eu te amaria para sempre u-u
Beijooos.
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