Notas iniciais
Eis as palavras de uma Bruna com sono.

Não vi a noite chegar,

Fiquei sentada por horas no mesmo lugar...

Buscando as respostas de perguntas não feitas,

Buscando conforto em palavras imperfeitas.

Tentando encontrar o que motiva o ciclo de insegurança a continuar.


O medo,

Ou um simples desejo?

A falta de coragem...

Os pesadelos levando vantagem...


Então, é isso.

Sou uma covarde que ama,

Tem medo,

E se engana.

Sou a face desenhada da discordância,

Onde a mente me chama e declama:

Sois valente.

Onde o coração rebate com ignorância:

Não tens a coragem, sois mil vezes covarde.

Onde tenho medo da verdade.


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