Versos Noturnos
31 Covardia
Notas iniciais
Eis as palavras de uma Bruna com sono.
Não vi a noite chegar,
Fiquei sentada por horas no mesmo lugar...
Buscando as respostas de perguntas não feitas,
Buscando conforto em palavras imperfeitas.
Tentando encontrar o que motiva o ciclo de insegurança a continuar.
O medo,
Ou um simples desejo?
A falta de coragem...
Os pesadelos levando vantagem...
Então, é isso.
Sou uma covarde que ama,
Tem medo,
E se engana.
Sou a face desenhada da discordância,
Onde a mente me chama e declama:
Sois valente.
Onde o coração rebate com ignorância:
Não tens a coragem, sois mil vezes covarde.
Onde tenho medo da verdade.
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