Notas iniciais
Olá!!!! Desculpem pela graaaaaaande demora.... semana de provas e ainda por cima eu fiquei sem criatividade! legal, né? mas eu espero que vcs gostem!!

Depois daquela briga, cada vez que eu e Edward nos encontrávamos, era uma discussão. Discussão sobre os mais variados tipos de assunto. Sobre pássaros, sobre comida, sobre bolinhas de papel, enfim, tudo.

Então, me acordei em um dia ruim. Não queria conversar com ninguém. Queria ficar sozinha. Tinha sonhado de novo com lembranças. Lembranças difíceis. Então andei um pouco no meu pégaso, Açúcar (é um nome idiota, eu sei, mas quando eu cheguei no Acampamento, ele era bem pequeno, todo branco e amava torrões da açúcar, é, eu me apaixonei), e fui para a Toca.

Não me importava se eu dormisse, não importava se eu ia deixar todo mundo brabo comigo de novo. Eu só queria não ter que ver gente hoje.

No caminho da Toca, já na floresta, eu o vi. Com lágrimas naqueles olhos verdes estonteantes. Por um momento eu simplesmente saí andando, porque nem com vontade de brigar hoje eu estava, e olha que isso é bem difícil.

Mas depois, eu vi que ele podia ser um traste e que eu o odiava mais do que tudo, mas não me custava ver o que ele tinha. Até porque ninguém entra tão fundo na floresta a essa hora do dia. Na verdade quase ninguém entra na floresta. Dei meia volta e fui falar com ele.

- Edward, tudo bem? – Eu estava tentando ser simpática, mas essa minha frase soou um pouco fria. Talvez gélida.

- Mais essa agora! Sim, eu estou bem! Agora que tal você usar esses palitos que você chama de pernas, dar meia-volta e me deixar em paz? – Deuses, esse menino é tão irritante! Quase fiz o que ele disse mesmo. Mas continuei ali. Burra, porém tentando fazer uma boa ação.

- Olhe, se quiser ser rude e grosso comigo, tudo bem! Mas isso não me impede de querer te ajudar.O que aconteceu com você?

- Você querendo me ajudar? Bom, então é louca! E aliás, a minha vida não te interessa!

- Bom, se eu perguntei é porque eu realmente quero saber! E se você não quer me contar o que aconteceu, não tem problema! Mas eu realmente acho que você não vai encontrar alguém nessa floresta que queira saber da sua vida!

Ele parou um pouco. As lágrimas caiam soltas. Fiquei com pena dele. O que será que tinha acontecido na sua vida que ele ficasse desse jeito? Tinha uma ideia maluca na cabeça que eu com certeza me arrependeria depois de fazer. Mas eu já me senti como ele. Acabada, procurando amparo na floresta. Então antes mesmo de ele responder, disse com a minha voz mais doce:

- Se você quiser, tem um lugar muito legal que eu quero te mostrar. – Eu estava ficando doida? Levar um idiota no único lugar em que eu conseguia ficar sozinha no mundo, por pena! E se ele contasse pra alguém? E se ele contasse pra todo mundo? Como eu ia ficar?

Ele assentiu. Juntos, eu fui guiando ele até o meu precioso esconderijo. Eu tentei quebrar um pouco o gelo, mas ele não estava querendo conversar, e isso me facilitou, já que eu sou péssima pra puxar assunto.

Quando nós chegamos, a boca dele abriu e se fechou de novo. Tinha o deixado sem palavras. Não era muita novidade pra mim, porque isso sempre acontecia comigo nas primeiras vezes que eu vinha aqui.

As florzinhas roxas, agora davam espaço para outras de diversas cores, a grama mais verde do que o normal, por causa da tempestade de ontem. A grande árvore que projetava sombra no chão e o meu balanço. Eu tinha feito um balanço improvisado lá, porque eu ficava sem ter o que fazer, e não queria sair da Toca, então eu o construí.

Nos sentamos no chão, um de frente pro outro. Ele ainda estava chocado, mas pelo menos as lágrimas já tinham parado. O Sol tocava em seus cabelos parecendo pequenos fios de ouro. Deuses, eu tenho que parar de pensar nisso! Esperei até ele começar a falar, e fiquei ouvindo a história.

Notas finais
E aííí? gostaram, gostaram?? me deixem saber oq vcs acharam! ( ah, eu sei que os meus capítulos n tem mil palavras como a maioria, mas eu n tenho criatividade pra encher quatro folhas completas do word, então.... eles serão pequenos assim mesmo. n me xinguem)