Verdade Ou Desafio
14 Capítulo 14
Notas iniciais
queria agradecer os comentários meninas, é o alimenta o meu espirito literário.
– O que você pensa que esta fazendo Anastásia? – Eric grita comigo assim que me rebola no sofá da sua casa luxuosa.
– apenas me divertindo. — ver a raiva naqueles olhos pretos era tão gratificante porque eu sabia que aquilo tudo era ciúmes. Eric andava de um lado para o outro, já estava me deixando desconfortável.
– você não pode fazer isso Anastásia, não pode!
– não posso fazer o que? – me levanto e ponho a mão no quadril.
– não pode deixar que outro vampiro tome o seu sangue. É meu! Meu! Ninguém pode tomá-lo, apenas eu.
– bom eu não queria que ele só tomasse o meu sangue. Se você estivesse esperado um pouquinho, nos já teríamos ido para um lugar mais reservado... — A fúria nos olhos de Eric aumentou, ele parecia um psicopata. Não brinque com fogo Ana. Meu subconsciente me avisava. Mas eu não tava nem ai.
– Você não se atreveria!- ele falou num tom ameaçador.
– Claro que sim! — responde fingindo indiferença – por que você pode ter duas mulheres nuas em seu colo a hora que quiser e eu não posso ter outro vampiro gostosão?
Eric me olhou atônico por um momento, mas logo recuperou a sua compostura. E soltou uma gargalhada que pensei que derrubar a grande mansão. Ô meu deus!
– o que é divertido? – perguntei tentando na esperança que ele parasse, mas não parou.
Então resolvi que não ficaria ali para assistir enquanto ele acha graça de mim. Eu já conhecia a casa e tudo que eu precisava era de alguma coisa para beber. Eric sempre tem a geladeira cheia de comidas humanas depois que eu passei a vir com freqüência pra cá. Fui caminhando sem olhar para trás. Cheguei à enorme cozinha, tão moderna, com um toque medieval que era a mesa de jantar, o resto era tudo de aço. Procurei na geladeira algo. E peguei um energético, abri e tomei quase todo. Mas eu também estava com fome. Fui até o armário de aço pendurado na parede; claro, devia ser muito caro. Acho que se você falar o que quer esse armário joga na sua mão o produto. Meu subconsciente brincou. Peguei um bote de biscoito, Mas não conseguia abri-lo, tentei de todas as formas possíveis. Ah desisto!
– EEERRRIIICCC! – gritei – PRECISO DE AJUDA AQUI.
E quando eu virei ele estava lá, com um sorriso malicioso na cara. Ai que raiva. Ele estava lindo. Eu queria beijá-lo, queria toca-lo, queria tudo. Mas não! Você esta brigada com ele. Eric pegou o pote de biscoito da minha mão, mas não abriu, ele pôs o pote em cima do balcão. Me pegou pela cintura e me pôs sentada em cima da mesa de jantar.
– o que você pensa que esta fazendo?- perguntei enquanto ele me movia, mas ele não disse nada, apenas ficou me encarando com aquele sorriso, e depois me beijou. Ah que beijo doce! Sim, eu queria esse beijo, queria muito. Mas não! Não posso me render a ele. Ele está errado, e eu estou com raiva. Não me movi e não mexi minha boca. Ele desistiu.- dá pra me soltar.
– não!- ele falou de mansinho. Lindo, lindo, lindo,lindo,lindo.– você estava com ciúmes passarinho?
– não, só queria me divertir- falei meio nervosa, porque eu estava mentindo, e ele descobri a mentira em meu tom de voz.
– não a nada de errado em ter ciúmes. Você não sabe o quanto eu fiquei louco hoje. Quando você rasgou o seu vestido mostrando de mais as pernas, e quando rasou outra vez aumentando o decote. – então ele estava me vendo – quando começou a dançar, aquilo foi delirante, eu queria me juntar a você, sim. como eu queria. Mas eu estava trabalhando. Mas só quando você furou o dedinho foi que eu percebi o que estava acontecendo, ver aquele vampiro de merda dançar com você, tocam em seu corpo...- Eric fechou os olhos de raiva. E eu sabia o resto da história.
– por que você pode ter outras pessoas e eu não? – um sorriso brilhou no seu rosto.
– adoro quando você faz beicinho, sabia?- e veio me beijar novamente, pus a mão em seu peito afastando-o de mim.
– Eric eu estou falando sério.
– ah passarinho, não é bem assim. Elas são bebedouros. não significam nada.
– o que?
– bebedouros, pessoas que sentem prazer ao deixar um vampiro se alimentar delas.
– e por que ela tem que ficar nua para que você se alimente.
– você entendeu a parte do prazer? Tenho que tornar tudo prazeroso. Tenho que lhes dar prazer.
– mas você não precisa. O true blood!
– você acha realmente que vampiros vão viver disso?- ele disse em um tom sarcástico.
– mas você não precisa, você tem eu.
– ah meu pequeno passarinho, eu preciso de muito sangue. E se eu beber só de você, você vai ficar sem nenhum sangue nesse corpinho lindo.
– mas Eric, você não falou que seu sangue cura tudo? Agente poderia fazer uma troca.
Ele pensou por um momento na minha proposta. E depois sorriu.
– meu passarinho é esperto.
– mas com uma condição.
– estou escutando.
–sem bebedouros.
–ok sem bebedouros. Agora... agente pode fazer uma coisa muito mais interessante do que essa conversa.- disse ele passeando as suas mãos em minha cocha.
– por que que tudo que esta envolvido com você tem que ser sexo? Agente não poderia fazer uma coisa juntos?
– mas isso agente faz muito bem juntos.
– você sabe o que eu quis dizer.
Ele pensou por um momento e depois me tirou da mesa- me siga- disse ele me conduzindo pelo corredor , e me levando para um cômodo que sempre esta trancado, eu tentei entrar uma vez quando estava explorando a casa, mas sempre esta trancado. Eric tirou as chaves do bolso e abriu a porta, fez um gesto para que eu entrasse primeiro. o cômodo estava escuro e fui adentrando o escuro cada vez mais. Quando Eric ligou as luzes, meu corpo congelou, minha garganta travou e meu coração palpitava tanto que eu pensei que teria um ataque cardíaco.
– Bem vinda ao meu santuário! – Eric disse com um tom de boas vindas.
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