Ela tenta voltar.

Vem junto com os ventos do norte.

Recuso-te. Não vais me tocar!

Recuso-te. É como em vida a morte!

Afasto-me do lugar onde vi maldade.

Era lugar de paz, mas vi maldade.

Afastar-me era necessidade – Se não o fizesse não teria paz.

Agora posso dormir com tranqüilidade.

Ela tenta voltar.

Sempre no mês de Agosto.

Recuso-me a novamente chorar!

Recuso-me a aceitar tal desgosto!

Acuso-te. E faço-te de culpado.

Provo que sou inocente, mas ainda não fui perdoado.

Junto novamente as migalhas da minha fé.

Livrei-me do jugo da falca paz e posso eu ficar de pé!

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