Venice Beach - INTERATIVA
35 11 - The love in the air
Notas iniciais
– Seria ótimo, até porque a Emma não sai muito de casa – dizia Janet, recebendo o olhar surpreso de todas as garotas – O que foi? – ela perguntou e riu, acompanhada por todas.
– Nada não – Allys disse e sorriu satisfeita para Janet, que devolveu na mesma intensidade.
– Então vamos comprar mais quatro barracas, pois aqui só tem quatro, e também algumas coisas de acampamento, tenho um lugar perfeito para nós acampar — mos! – disse Angel – Vem comigo Rachel, Charlote, Vic, Mary e Zoey. Nós vamos ajeitar as quatro barracas que temos no lugar perfeito! Vocês que sobraram podem comprar as coisas que precisam – Angel saiu e todas as que ela tinha chamado a seguiram até o carro.
– Onde vamos? – perguntou Charlote curiosa olhando para a estrada em que seguiam.
– Nós vamos para um lugar super especial para mim. Quando eu tinha meus 10 anos, meu sonho era ter um piquenique em um lugar perfeito, grama verdinha, cachoeira e água lipida, flores coloridas e árvores que nos favoreciam sombras. Até que um dia, meu pai levou a gente para esse lugar, era tudo como em um sonho. Depois que a gente foi, sempre ia uma vez por mês, por isso foi tão especial, a família se reunia e ficava feliz lá – ela contou com um sorriso estampado no rosto, relembrando tudo o que acontecia neste dia tão especial.
– Que lindo – falou Vic.
E o resto da viagem ela conversaram sobre assuntos variados, até que Angel parou na beirada de uma mata fechada, com apenas uma trilha de folhas secas entre as árvores.
– Peguem tudo o que nós precisamos para não precisar de duas viagens, vamos ter uma caminhada. – dizendo isso, Angel pegou duas caixas de barracas e foi na frente, seguindo a trilha de folhas e alguns laços verdes de cetim bem conservados amarrados nas árvores. Depois de vinte minutos, chegaram a uma cortina de folhas com um laço verde na frente, e depois que Angel puxou para o lado a tal cortina, tiveram a visão mais linda de todas, no local a frente tinha um riacho com cachoeira e água cristalina, gramado verde e curto e flores coloridas, algumas pedras para atravessar o riacho, que do outro lado havia uma árvore tombada com uma escada de madeira pregada e um balanço de corda e pneu pendurados. A visão deixou as garotas de boca aberta, que fez Angel rir e despertar as garotas do transe.
– Vamos arrumar as coisas logo para voltarmos logo – Falou Rachel pegando as barracas das caixas e montando em um circulo, no meio dele, Zoey havia juntado lenha para fazerem uma fogueira e quatro troncos ocos em volta dela. Mary, Angel e Charlote estavam arrumando suas barracas e a das outras garotas, colocando o colchão de casal inflável no chão, um abajur a pilha e uma mochila com corda, lanterna um mapa desenhado por Angel do local e uma bússola.
Depois de tudo arrumado, elas voltaram ao carro e continuaram conversando sobre o local até chegarem em casa, pegarem as outras garotas (e Jude) e o resto dos materiais, voltarem a estrada e chegarem ao local de novo, só que com todo o pessoal. Arrumaram o resto das barracas até o por do sol, que assistiram com os pés na água cristalina e gelada do lago. Depois, se trocaram com roupa de banho e fizeram fila no balanço e se tacaram na água fria. Quando deu dez horas da noite, resolveram jantar marshmallows na fogueira e frutas.
Quando todos já estavam em suas barracas, não exatamente dormindo, Angel acordou Vic a chamando.
– Vic, Vic! Acorda. – Chamava baixo na orelha de Vic, que acordou com arrepio e seguiu Angel pelo circulo de barracas de onde ouviam gemidos e gritinhos, atravessaram o riacho e foram atrás do balanço, onde tinha uma cortina de folhas que também foi aberta e mostrou uma porta de madeira na árvore com uma fechadura, que Angel abriu com uma chave que estava debaixo de uma tapete de grama em frente a porta. Quando abriram a porta, Vic se surpreendeu, pois lá dentro parecia um quarto de hotel de luxo, paredes e teto claros, chão com piso preto de granito e uma Tv, também uma cama de casal e uma porta onde tinha um banheiro com banheira e espelho do teto até a pia de mármore branco.
– Você que fez isso? – perguntou Vic surpresa.
– Não, meus pais que fizeram, eles vinham pra cá fazer certas coisas que não podiam fazer na barraca junto comigo – Sorriu pervertida e beijou intensamente Vic, que retribuiu e logo as duas estavam dormindo de conchinha nuas.
*** No outro dia já no carro***
– Gente, uma amiga minha vai fazer uma festa na casa dela nesse sábado, que tal todas irmos? – sugeriu Pandora
– Eu topo – todos disseram em uníssoro e riram.
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