Notas iniciais
Bem, comecei a escrever essa história devido a um desafio feito com a AmndAndrade e não pretendia postá-la. Depois por incentivo de umas lindas (MycaGuiraldello e a própria AmndAndrade), resolvi postar.

O prólogo é bem pequeno, só para dar uma ideia do que se trata mesmo a história ^^

Espero que gostem!

Ela caminhava pela rua deserta sem muito entusiasmo. Repassava o plano pela cabeça, embora não precisasse realmente disso, apenas queria ocupar a mente durante aquele tempo. Olhou para as próprias roupas. Usava um vestido cor-de-rosa solto a partir da cintura com um casaquinho branco por cima, que combinava com as sapatilhas também brancas. Não acreditava que havia se obrigado a vestir aquilo. Ao menos as luvas (que não passavam de películas cor de pele para que não fossem deixadas digitais) a reconfortava.

Uma movimentação a fez olhar o lote vago pelo canto do olho. Seus sentidos ficaram mais aguçados, mas continuou caminhando como se nada de errado tivesse acontecido. Os passos relaxados e calmos, como alguém que passeia em um fim de tarde.

Ele saiu do lote e correu na direção contrária à dela, os passos ágeis e calculados. Tinha cabelos ruivos repicados e revirados, o corpo não muito musculoso, como o haviam descrito. Usava um equipamento de alta tecnologia nos olhos, embora muitas pessoas pensariam que fosse um simples óculos de sol. A mochila deveria estar carregada de armas.

Suspirou. Essa ia ser fácil demais.

Quando o garoto passou ao seu lado, fazendo seu vestido levantar, ela segurou seu braço e deixou um de seus joelhos ceder. Ele parou abruptamente, olhando para ela meio caída no chão.

– Me d... desculpe – gaguejou. – Eu tropecei... Assustei-me com você... Eu...

Ele continuou encarando-a, sem dizer nada. Ela baixou os olhos e colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha.

– Pode só me ajudar a levantar? – perguntou de forma inocente.

O garoto estendeu a mão enluvada e segurou a dela com firmeza, com a intenção de puxá-la para cima de uma vez. Ela abriu um sorriso presunçoso e quando estava o mais próximo possível, levou a mão ao pescoço dele, na área da artéria carótida. Ele teve tempo apenas para apertar seu braço com força, antes de perder os sentidos e desmaiar.

Agora era ainda mais fácil. Pegou uma arma qualquer na bolsa, deu um tiro certeiro no meio de sua testa e colocou a arma na mão do garoto. Depois o arrastou até o lote vago, onde jogou o corpo no matagal e limpou a trilha feita por ele.

Virou e continuou andando, como uma garota que passeia em um fim de tarde.

Só mais um. E então sua missão terminaria.

Notas finais
Reviews? Gosto de opiniões mesmo que sejam críticas falando que está uma merda kkkkkk

Beijinhos!