Ven a bailar
9 Capítulo 9 - La princesa
Capítulo 9 – La princesa
Siempre que quiero me hago notar
Tengo lo que todas desearian
Algo especial
Y no lo puedo disimular
Puro talento con magia y personalidad
Y no me importa quien queda atras
Yo Miro adelante y no pienso parar jamas no
Ooooooo
Lo que todas quieren yo lo tengo
Quien se va a atrever a enfrentarme
Ooooooo
La princesa de este cuento nunca podrá ser otra que yo
Tengo una forma distinta de actuar
No soy como esas que me miran para imitar
Y no lo pueden disimular
Que más quisieran tener mi estilo sin igual
Y se equivocan nunca podrán (yo)
Yo sigo adelante y no pienso parar jamas no
Oooooooo
Lo que todas quieren yo lo tengo quien se va a atrever
a enfrentarme
Oooooooo
La princesa de este cuento nunca podrá ser otra que
yo
Otra que yo
Y no lo puedo disimular
Yo miro adelante y no pienso parar jamas no
Oooooooo
Lo que todas quieren yo lo tengo
Quien se va a atrever a enfrentarme
Oooooooo
La princesa de este cuento nunca podra ser otra que
yo
Oooooo
Lo que todas quieren yo lo tengo
Quien se va a atrever a enfrentarme
Ooooooo
La princesa de este cuento nunca podra ser otra que yo

Isa despertou por volta das sete da manhã e observou o quarto, iluminado pelos raios de sol que entravam pela janela. Na cama a sua frente Linda parecia ainda dormir, abraçada com o cachorrinho de pelúcia. O silêncio reinava no local. Isa pensou... Em horas seria o show. O show que todos rezavam para que desse certo. Podiam lidar com falhas técnicas, mas não com algo que não tinham certeza de estar sob seu controle.
— Gordinha...
— Huuuum... – a amiga murmurou sem abrir os olhos.
— Tá acordada?
— Mais ou menos amiga... – falou sonolenta.
De repente o telefone tocou. Não um dos celulares, o telefone do quarto. Linda finalmente abriu os olhos, curiosa. O telefone ficava no criado mudo entre as duas camas. Isa já ia estender o braço para atender quando ouviu a voz de Alex cantando na secretária eletrônica, acompanhado pelo som baixinho do violão.
— Me inspiras en cada cancion, y junto a ti la vida es mucho mas feliz, tu sabes que soy para ti, e yo se que soy para ti.
— Olha, amiga!! – Linda abriu um sorriso enorme – Olha só! Acordar assim, o Alex tá todo romântico hoje.
Elas não puderam ouvir, mas Alex riu do outro lado.
— Quer tomar café comigo agora, sim ou não, princesa? Tô te esperando no restaurante daqui alguns minutos. Eu te amo, meu amor.
— Ai!! É claro que sim, Alex! – Isa exclamou apertando o botão de resposta – Eu te amo, meu Alex!! – Ela exclamou antes de desligar.
As duas amigas levantaram num pulo da cama, comemorando juntas e se jogaram sentadas nos colchões fofos de novo em seguida.
— Ai, Linda! Meu cuti cuti sempre é fofo, mas desde ontem ele tá tão...! Ai!!
— Amiga, ele tá querendo alguma coisa... – a ruiva disse com um sorriso.
— Você acha, Gordinha?
— Não sei se é com todos, mas quando o Rey quer me convidar pra alguma coisa ele fica assim todo fofo! Mais do que já é – ela sorriu.
— Bem que ontem... O Alex queria conversar alguma coisa comigo, mas meus quatro pais me ligaram na hora e depois ficamos tão ocupados o restante do dia que ele não disse mais nada.
— Nenhum detalhezinho?
— Ele falou alguma coisa sobre fazermos alguma coisa, que ele não disse, depois dessa turnê.
— Será que o Alex quer sair de férias só com você?! Pra uma praia deserta e super romântica, pras montanhas, pra o campo, pra Irlanda, pra Veneza, pra Disney!!
— Menos, Gordinha – Isa morria de rir – Quem sabe pra uma ilha? – Isa brincou e agora as duas riam – Eu vou me arrumar – Isa disse ao se levantar ainda rindo – Não quero deixar ele esperando. E você? Vai encontrar o Rey?
— Vou deixar ele dormir mais um pouquinho. Depois que a Zafira deixou o posto de vigilância noturna dela, ele ligou pra cá e a gente ficou conversando até meio tarde.
— Conversando até tarde... – Isa cutucou a amiga – Cuidado com a Zafira, vai que ela decide implantar um super sistema de vigilância que nem a Tamarindo fazia.
— Não quero nem imaginar, Miisa! Imagina se de repente ela começa a usar aqueles perfumes também, ia ser o fim!
Novamente Linda ouviu Isa morrer de rir enquanto levava suas roupas para o banheiro.
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— Te llevo em mi corazon, en cada dia nuevo me haces sonreir, tu sabes que soy para ti, y yo se que eres para mi...
Alex sorriu ao escutar a voz cantando baixinho em seu ouvido e sentir as mãos suaves em seus ombros. Seu sorriso aumentou quando seus olhos foram cobertos e ele acariciou as mãos que vedavam sua visão.
— Deixa eu pensar... Quem será...? Eu acho... Que é a vocalista mais linda do mundo.
Escutou Isa rir e tirar as mãos de seu rosto.
— Y tengo el chico mas hermoso del lugar – ela cantou novamente em seu ouvido antes de beijá-lo no rosto e se sentar na cadeira ao lado dele.
Alex suspirou e tomou longos segundos a observando. Estava linda. Apesar de ele não conseguir se lembrar quando ela não estava.
— Bom dia, minha Isa.
— Bom dia, meu Alex.
Puderam ouvir murmúrios contentes a certa distância e não demorou nada para perceber que eram observados por algumas fãs que também se alimentavam no restaurante. Os dois riram discretamente um para o outro, se divertindo com a reação delas ao vê-los ali juntos. Tomaram café e depois de conversarem animadamente com as fãs presentes, além de tirarem fotos, decidiram sair para um local mais vazio e logo estavam em uma das pequenas salas de descanso do hotel.
— Isa... – Alex tomou suas mãos nas dele – A gente não terminou nossa conversa ontem.
— Então vamos terminar agora, meu cuti cuti. O que queria me dizer? – Ela perguntou em expectativa, se contendo para não ter uma crise de riso ao se lembrar das sugestões loucas de Linda.
— É que...
— Fala logo! – Ela pediu com um sorriso, vendo Alex rir também, um pouco pelo nervosismo.
— Eu acho que a gente já viveu muita coisa junto, muitos momentos felizes, muitas loucuras... E... Eu pensei que a gente podia...
Alex interrompeu o que dizia, porque Isa o hipnotizava, assim como ele a hipnotizava. Levou as mãos à cintura dela, a puxando para mais perto, sentindo as mãos dela passearem um pouco nervosas por seu peito. Isa inspirou tentando recuperar o ar. Ser abraçada por Alex enquanto sentia o coração dele batendo tão forte e acelerado contra suas mãos a deixava sem fôlego. Os dois fecharam os olhos e estavam a milímetros de unir seus lábios quando, só para variar, foram interrompidos.
— Alex! Isa!
Ainda de olhos fechados, como se assim Zafira pudesse desaparecer ou ser facilmente ignorada, os dois soltaram um suspiro de frustração e se afastaram com uma expressão aflita no rosto, mas logo trataram de se recompor e fitar a loura.
— O que vocês tão fazendo aqui sozinhos?
Alex não conseguia desfazer totalmente sua expressão irritada, e enfiou as mãos nos bolsos, esperando Zafira se pronunciar. Isa a olhava de braços cruzados, também parecendo chateada.
— Me desculpem por interromper vocês, mas eu achei que gostariam de ficar uns minutinhos na piscina do hotel. Quero que toda a tensão de vocês desapareça pra que tudo saia perfeito hoje à noite! – Ela falava empolgadíssima.
— Mas Zafira... Adoramos os fãs, adoramos mesmo, mas vamos ser perseguidos na piscina que nem um peixinho fugindo de um peixe grandão – Isa falou.
— Não vão não! E sabem porquê?! Ainda falta uma hora pra o horário em que ela é aberta pras pessoas e consegui que vocês entrem antes!
— Sério?! – Isa perguntou – Legal!
— Então me encontrem lá em vinte minutos e teremos quarenta pra nadar e brincar na água. Estou esperando. Não demorem... Ah! Isa, o Clavati acabou de falar com a Marina pelo telefone. Ela está bem, os bebês estão ótimos, e mandou um abraço. E desejou boa sorte no show.
— Brigada, Zafira! Vamos meu Cuti cuti – Isa chamava quando Zafira já tinha sumido – Ah... O que queria me dizer antes?
— É uma história meio delicada... – ele passou a mão nervosamente pelo cabelo – A gente conversa depois com mais calma.
— Tem certeza? Eu não quero que você fique guardando só pra você algo que tá te preocupando.
— Isa, não se preocupa. Eu tô bem. De verdade. Eu juro juradinho.
Ela sorriu, fazendo charme para ele, sabia que Alex adorava isso. Esperou ele sorrir de volta para surpreendê-lo com um beijo de tirar o fôlego, mas ainda doce. Quando se separaram Alex até parecia meio perdido, mas ele sorriu novamente e tentou puxar Isa para um abraço quando ela saiu correndo, o obrigando a segui-la.
******
— É agora... Vamos cantar a última música – Alex dizia de olhos fechados e de mãos dadas com Isa atrás do palco.
Cantariam Sigo al corazón. Um apresentador conversava com o público, atiçando a alegria deles, e o grupo podia ouvi-los gritar cada vez mais. Rey e Linda se juntaram a Alex e Isa e os quatro deram as mãos. Zafira e Clavati apareceram perto deles na escuridão do corredor que levava ao palco e sorriram em incentivo.
— Arrasem! – Os dois disseram.
O grupo voltou ao palco sobre gritos e aplausos, e tomaram suas devidas posições.
— Oi pessoal! – Alex disse no microfone – Acharam que a gente não voltava mais, né? Quem quer ouvir um solo de guitarra meu e do Rey?
Todos da plateia gritaram em resposta. Alex e Rey tomaram a frente do palco, arrasando com o solo enquanto Isa e Linda verificavam se estava tudo em ordem para cantarem. Os dois garotos continuaram tocando e ao sinal de que os quatro podiam começar, de repente o solo se transformou nas primeiras notas de Sigo al corazón, fazendo o barulho dos fãs aumentar ainda mais.
******
— Acha mesmo que não vão se prevenir depois do que houve anteontem? – Valdo perguntava discretamente a Catarina quando tentavam entrar na casa de shows quando a última música devia estar começando – E que é muito suspeito aparecermos no final do show?
— Cala a boca e observa, Valdo! – Ela brigou com ele só para ele ouvir e se virou para um dos funcionários.
Os dois estavam bem... Disfarçados. Valdo tentava esconder um pouco a cara no capuz do casaco. Catarina usava uma peruca loura de tão boa qualidade que parecia mesmo ser seu cabelo original.
— Boa noite, senhorita, rapaz... O show já está no fim. Querem alguma informação?
— Não, não, nós viemos ao show mesmo – Catarina falou com sua mais falsa voz de gente boazinha – Nós estávamos loucos pra ver esse show! – Ela dramatizou – Então aconteceu aquele trágico problema anteontem. Só agradeço por a Isa e os outros membros estarem bem! Nós dois precisávamos viajar no dia seguinte, então chegamos super atrasados hoje, mas ainda queremos ver, mesmo estando no final.
— Tudo bem... Deixem-me ver as suas entradas revalidadas.
— Entradas revalidadas... – ela estranhou – Estão com você, Valdo?
— Não, não sabíamos que precisávamos revalidar.
— Sinto muito, mas sem a confirmação ou ingressos não podem entrar. Foi avisado no show de anteontem que deveriam acessar seus e-mails pra revalidar o ingresso antigo ou comprar um novo. Podem verificar na bilheteria se ainda há algum.
— Tudo bem, obrigada – ela respondeu com uma risada entrecortada, puxando Valdo para conversar num canto.
— Eu disse que era melhor nos prevenirmos. Com certeza a Isa deve ter falado alguma coisa no blog dela. Mas com a congestão de tanta gente acessando acabaram atrapalhando minhas tentativas de acesso.
— Você é um inútil, Valdo! Como um hacker pode não conseguir algo tão simples?
— Eu não posso ficar haqueando tudo toda hora. Assim vão me pegar, tenho que agir como uma pessoa normal de vez em quando. E congestionamento também atrapalha os meus serviços. Nunca assistiu o que aconteceu com o Diabolomon no filme de Digimon, princesa?
— Você sabe muito bem que eu não assisto essas nerdices, Valdo. E não me chama de princesa!! – Ela rosnou entre os dentes.
— Por que não gosta que eu te chame de princesa?
— Chamavam a Cristina assim. E ela é uma das últimas pessoas de quem quero ficar me lembrando na minha vida!
— Tá bom, tá bom... Mas Digimon não é só pra nerds, princesa.
Dessa vez Valdo levou uma bela cacetada da bolsa de Catarina, e segurava a cabeça meio tonto enquanto se dirigiam à bilheteria.
— Agora sim, o final inesquecível do seu showzinho está próximo, Isa – ela murmurou e sorriu – Dois ingressos de última hora, por favor – falou simpaticamente para o atendente.
— Sinto muito, estão esgotados. Eu lamento.
A garota deu um sorriso falso para o atendente e se virou para Valdo com o olhar em chamas. Ele recuou assustado, e os dois saíram do local, sem ideia de estarem sendo observados. Alguém de casaco e capuz como eles, porém bem mais elegante, os olhava de longe no estacionamento.
— Ha ha ha. Os ingressos esgotaram, que pena... – a pessoa desconhecida balançava os poucos ingressos restantes na mão – Toma. Entrega isso na bilheteria. Diz que foram entradas concedidas de última hora, inventa qualquer coisa. E fica de olho pra esses dois não voltarem.
— Entendido.
Quando o rapaz se afastou, seguiu os passos da dupla de sabotadores, que se dirigiam a um dos portões laterais da casa de shows. O lugar estava vazio e os seguranças a uma boa distância.
— Vamos, Valdo. Como nerd e hacker deve saber arrombar cadeados e fechaduras.
— Calma aí, princesa. Eu sou hacker, não arrombador e criminoso. Só conheço a teoria, nunca arrombei nada.
— AARRGH!!! Não me chama de princesa!!!! Ser hacker não te torna menos criminoso. E não me importa que só conheça a teoria! Se vira e abre esse portão!
— Bom... Se nos pegarem eu não te conheço.
O observador secreto sorriu nas sombras do capuz que ocultava seu rosto. Chegou inocentemente perto de um dos seguranças e estendeu a mão para supostamente acariciar o bulldog preso na coleira, mostrando um petisco que logo o animal comeu, e um antigo enfeite de cabelo, preso no pulso, que o cão farejou. Ainda aproveitou para discretamente desengatar a coleira do animal de forma que parecesse estar no lugar
— Que cãozinho mais gracioso, nem parece que é cão de guarda.
— Pois é. Mas são bem treinados – ele se referiu ao bulldog e ao pastor alemão do companheiro de trabalho ao lado – Se virem algo errado, sempre nos avisam.
— Bom saber que estamos bem assistidos em segurança. Especialmente com o que houve anteontem. Eu vou indo, é melhor voltar ao show, não quero perder o final.
Havia se afastado até a entrada da casa quando ouviu sua bomba estourar e levou a mão aos lábios para esconder o riso. Os dois cães haviam se soltado dos guardas, que perseguiam os animais, que por sua vez perseguiam dois intrusos que tentavam violar a entrada lateral do lugar. Por sorte não haviam conseguido nenhum tempo para ter o mínimo de sucesso, então nem sequer seriam suspeitos de qualquer coisa, mas o objetivo estava cumprido, mandá-los embora. A pessoa nas sombras riu, riu como poucas vezes em sua vida enquanto entrava novamente na casa de shows e se dirigia ao lugar onde estava antes de sair.
— Porque demorou? Onde esteve?
— Nada demais... Encontrei umas pessoas lá fora e elas tomaram meu tempo. Só isso. Adoro essa música! – Disse ao fitar o palco.
******
— Vamos, Valdo!! Não podemos desistir! Deve estar na última música, mas ainda podemos fazer alguma coisa pra marcar essa noite! – Ela dizia furiosa enquanto caminhavam de volta para a casa de shows – Ainda bem que os seguranças alcançaram os cachorros e que conseguimos despistá-los.
— Princesa...
— Valdo... – ela sibilou bem lentamente – Eu... Vou... Te... Matar!!
— Devia matar é a sua má sorte, porque parece que esse show já é história – ele respondeu, ignorando a ameaça.
A Bernabeou olhou a multidão de pessoas que deixava a casa. Felizes, saltitando de felicidade, gritando de euforia, cantando a música final do show, fazendo rodas de alegria, brincadeiras e algazarras entre os fã clubes. Se a garota furiosa tivesse visão de raio laser até a própria casa de shows teria ido para o espaço naquele momento.
— Escaparam agora...! Mas essa é apenas a primeira maldade da minha lista cataclísmica!!
Ela deu às costas e saiu bufando e rosnando de raiva, gritando para que Valdo a seguisse. O rapaz só riu, mesmo sendo ameaçado e socado por Catarina. Só estava fazendo tudo aquilo porque queria se aproximar de uma certa Montblack e sabia que Catarina podia ajudar, desde que ele a ajudasse primeiro.
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— Deu tudo certo! Deu tudo certo, Isa! – Alex dizia ao erguê-la do chão e girar com ela.
Os dois riram e trocaram um beijo rápido, pois logo estavam sorrindo novamente no beijo.
— MIISA!!!
— ISA!!!
Linda e Rey apareceram empolgadíssimos e os quatro se abraçaram pulando e rodando juntos.
— Deu tudo certo! — Eles repetiam quando Zafira e Clavati apareceram.
— Viram só?! – Um sorridente Clavati falou – Tudo correu bem!
— Vocês foram espetaculares!! – Zafira também saltitava de alegria – Agora vamos que há alguns repórteres querendo falar com a gente. Isa, acho que você pode dar uma nota breve do que aconteceu, mas não se estenda muito nem fale demais.
— Tá bom, eu juro juradinho.
— Então vamos, vamos!! Vamos comemorar no restaurante do hotel com os fãs que estiverem lá!
Se encaminharam para fora do palco enquanto a produção cuidava dos instrumentos e equipamentos. Antes que saíssem da casa de shows para o estacionamento privado já estavam de frente com um monte de microfones.
— Isa, você pode nos falar rapidamente sobre o que houve? O que acharam do show dessa noite?
— Bom, o show de hoje foi maravilhoso! Nós estamos bem, e estamos muito felizes por tudo ter terminado bem.
— Já sabem alguma coisa sobre o que aconteceu no show anterior? – Um repórter perguntou – A policial confirmou que o sistema foi sabotado.
— Nós ainda não sabemos nada muito claramente. A investigação vai continuar. Não sabemos porque quem fez isso fez o que fez, se é que foi mesmo alguém e não algum problema técnico, mas esperamos que fique tudo bem agora. E queremos agradecer por todos vocês também terem vindo – ela sorriu – Boa noite, pessoal.
Zafira e Clavati batalharam por alguns minutos, mas conseguiram levar todos para dentro da van e logo estavam no hotel. Foram para seus quartos tomarem banho e trocarem de roupa bem rápido e estavam saltitantes de euforia novamente quando alguns minutos mais tarde encontraram fãs reunidos no restaurante, como Zafira havia falado.
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