Velhas Pessoas, Novas Historias
4 Capítulo 3
Notas iniciais
3º Capitulo: Amor e guerra são duas coisas que não podem coexistir.
Depois de duas horas comecei a ouvir seus passos em direção a casa, eles entraram em imensa felicidade... Tínhamos uma aliança mais forte agora, e Aro esperava que eu acompanhasse meu irmão para Volterra, eu não iria descer, a felicidade evitava meus caminhos e eu não a procurava, eu aprendi que felicidade e uma coisa que dói... Principalmente quando não nascemos para ser feliz.
- O porquê dessa felicidade toda? – ouvi Marcos perguntar desconfiado.
- Marcos você esta diante da mulher que eu verdadeiramente amo. – disse Charle com confiança.
Amo... Hilário, do meu quarto eu podia imaginar o jeito que Charle ia atrás de Jane e como seu rosto estava em alegria, ótimo eu estou em uma casa cheia de vampiros e todos já tem seu grande amor, ha, ha, ha, isso era ótimo mesmo. A felicidade era tangível de tão presente e sombria de tão longe de mim que passava.
- Não vai contar sobre sua descoberta maravilhosa a sua irmã? – perguntou Aro.
Claro que ele perguntaria sua ganância por meus dons era tangível em sua mente doentia.
- Com certeza Charlene sabe de minha descoberta. – respondeu Charle com uma voz ríspida.
Claro ele me conhecia e sabia o que eu pensava sobre o amor: “Muitos amam, mas poucos são amados e felizes”.
Já era o sexto dia que eu estava no meu quarto deitada na minha cama, e por mais que eu quisesse eu não conseguia parar de ouvir sua respiração, mesmo meu quarto ficando do outro lado da casa eu ainda podia ouvi-lo, seus passos no assoalho da sala de estar, podia imaginar como ele fazia seus golpes graciosamente nos treinos que Aro organizou, ate quanto ele suspirava mais alto eu me questionava por que daquele suspiro, mas eu não me atrevia a ler sua mente eu tinha medo do que ia encontrar então eu apenas lia a mente de quem estava por perto, mas ninguém estavas tão consciente dele quanto eu. Eu já estava ficando louca isso não podia estar acontecendo aquele garoto me irritava, eu estava me irritando eu não conseguia parar de pensar nele e ele não ficava quieto, a batalha será amanhã e eu estou aqui me preocupando com esse garoto.
Hoje e o sétimo dia em plena segunda, eu já vi que ele ia ser agradável, pelo menos parei de nos ver morre agora eu nos via ganhar sem nenhum arranhão. Eu me levantei da cama que fiquei deitada os sete dias e fui me trocar, coloquei uma calça jeans escura, uma regata preta que mostra minha tattoo de dragão que ia do ombro direto ate a panturrilha esquerda, uma coisa que fiz quando humana e não me arrependo. Eu desci as escadas sem olhar para ninguém, me sentei na poltrona e fiquei olhando o futuro, tudo que ele mostrava era a batalha, a nossa vitoria e a ida de Charle e eu a Volterra, mas eu não me via ficar, eu ainda tinha que me decidir quanto a isso. Então Alec entrou na sala pela porta dos fundos e parou ao seu lado, seus olhos estavam pretos, isso me fez pensar na queimação em minha garganta, eu precisava caçar urgente, me levantei e fui em direção a porta, um lampejo rápido, Marcos.
- Aonde você vai? – perguntou ele de maneira despreocupada indo se sentar na poltrona que eu acabei de levantar.
“caçar por quê?”
- Aro você não ia caçar? – ele disse olhando para mim de um jeito preocupado.
- Sim, sim se Charlene não se importar poderíamos acompanhá-la. – ele disse olhando no fundo dos meus olhos.
“não me importo” disse a Aro.
Seus olhos se iluminaram com essas três palavras que eu coloquei em sua mente, não esperei para ver se eles estavam me seguindo fui em direção a floresta, escutei ruídos logo atrás de mim, ótimo eu tinha companhia, depois de cinco minutos de corrida eu parei em uma clareira oval com uma grande pedra em sua lateral direita, eu me virei de frente aos meus companheiros, estava Aro, Suplicia, Caius, Athenodora, Marcus, Jane, Charle e Alec, todos pararam de frente para mim e infelizmente Alec estava exatamente na minha frente, eu me concentrei no futuro e tudo aconteceu muito rápido, tive uma visão de um ataque na casa e ouvi Rebecca gritar em minha mente, olhei para Aro e mostrei minha visão e ele disse aos outros e então partimos em uma corrida para a casa.
Chegamos, e os lobos ainda estavam rodeando a casa eles estavam em quatro, vi uma neblina sair do corpo de Alec e ir em direção aos lobos, eu tinha ouvido falar em seu dom ele conseguia neutralizar todos os sentidos, os lobos uivaram em uni som pela surpresa, eu subi em uma arvore e cai em cima de um lobo e segurei sua cabeça, comecei a puxar, mas não estava adiantando, senti mãos segurarem minha cintura e puxar e então a cabeça do lobo saiu, joguei ela no fogo e vi Alec ir em direção a outro lobo que estava olhando, uma visão me mostrou que vinha um lobo atrás de mim, pulei e dei uma cambalhota caindo em suas castas, dessa vez usei minhas pernas para ajudar a arrancar sua cabeça que depois de uns segundos não agüentou a pressão e se soltou, Alec estava olhando enquanto um lobo em sua frente o tentava achá-lo, ele era o penúltimo, eu me dirigi ate ele ciente que Alec me observava subi em suas costas e arranquei sua cabeça jogando no fogo, olhei ao redor e vi Charle com Jane em suas costas e um lobo os rodeando, fui rapidamente percebendo que Alec me seguia, o lobo vacilou e começou a uivar em desespero, eu vi a mesma neblina em volta do seu corpo, por que será que Alec estava me ajudando, eu subi em suas costas e arranquei sua cabeça e arremessei do outro lado do jardim em direção do fogo, eu já suspeitava e sempre dizia que o amor atrapalhava a vida, Aro e Suplicia, Caius e Athenodora estão dentro da casa protegendo seu grande amor assim como meu clã e os Cullens, Marcus olhava para tudo com olhos melancólicos a muito ele tinha perdido seu grande amor e sua mente ainda tinha um grande vazio agora tínhamos uma luta muito maior que acabamos de ter.
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