Velhas Pessoas, Novas Historias
14 Capítulo 13
Notas iniciais
13º Capitulo:Mãos dadas e sinal de confusão.
Entrei no banheiro e fui direto para a banheira, deixe ela enchendo e fui em direção ao guarda-roupa, espero que eu não tenha que utilizar uniforme, se bem que eu gosto muito de preto, olhei e percebi que tinha uma grande variação de roupas, de calças, camisetas, saias e vestidos, olhei para baixo e vi os sapatos que tinha wall star, mery jane, sapatilhas e sandálias de salto baixo, a única coisa em comum era que tudo era em preto mesmo que algumas peças tivessem detalhes cinzas, bom eu gostei, peguei uma calça jens e uma blusa que tinha uma rosa em cinza desenhada nas costas, coloquei em cima da cama e peguei uma sapatilha e me dirigi para o banheiro, entrei na banheira que faltava encher um pouco e fechei os olhos, pus-me a pensar no meu dia, em como tudo tinha corrido de um modo estranho, primeiro em uma ilha isolada no pacifico e agora aqui estou eu, no único lugar que não gostaria de estar, Volterra, pois é como isso foi acontecer comigo, depois tudo que vi e fiz, desliguei a água e fiquei mais um pouco.
Terminei meu banho e me troquei, sai de meu quarto e fui conhecer o castelo afinal via ele cada vez mais claro em meu futuro.
Andei sem destino, o castelo era enorme e se eu fosse uma humana eu já teria me perdido a muito tempo, ouvi passos e fiquei em guarda, olhei no futuro, era apenas Nath.
— Oi.-disse ele surpreso.
— Oi. — eu disse de forma despreocupada e continuei andando sendo seguida por ele.
— Está indo aonde? — perguntou ele olhando minha roupa mais uma vez de forma interresada, mas eu não tinha curiosidade sobre os pensamentos dele.
— A nenhum lugar em particular, estou apenas andando.- disse sem olhar para ele.
— Que tal irmos a meu lugar favorito no castelo? — disse ele esperançoso.
— Pode ser. — disse seguindo ele que já estava na minha frente.
Ele fez algo impensável, pegou minha mão e me guiou pelos corredores e me peguei apreciando o seu toque, chegamos em frente a uma porta enorme e preta, ela tinha desenhos de flores em sua superfície,entramos e percebi que estávamos em uma biblioteca que tinha inúmeras estantes, elas estavam organizadas em gêneros textuais, fui direto em romance, ele me seguia agora, peguei um livro e vi a sinopse, gostei e fui me sentar em uma mesa com duas cadeiras, ele pegou de ação e se sentou junto a mim.
— Gosta de romances? — perguntou ele com um sorriso deslumbrante.
— Alguns em particular os que não têm um final feliz e sim realista. — eu disse sem tirar os olhos do livro a minha frente.
Ficamos a tarde toda lá, eu li três livros e ele parou no primeiro, disse que preferia olhar eu lendo, eu preferi não discutir.
— É melhor irmos para a reunião. — disse ele se levantando quando eu terminei o terceiro e fui pegar o quarto.
— Okay. — disse indo em direção a porta.
Surpreendi-me com ele pegando minha mão e olhando nos meus olhos.
— Podemos vir aqui amanhã o que acha. — disse ele com uma esperança na voz.
— Claro, seria ótimo, mas você tem que ler comigo e não me ver lendo. — disse desviando os olhos.
— E você quem manda. — disse ele sorrindo e me puxando para os corredores em direção a sala de reunião.
Fomos pelos corredores de mãos dadas, mas pelo incrível que pareça eu me sentia à-vontade, quando chegamos estávamos adiantados e lá só estava Aro, Caius, Marcus, Charle, Jane e Ele, ele olha para nossas mãos e eu me apressei em soltar a mão de Nath e olhei em seus olhos que agora estavam depressivos, fui e parei ao seu lado, se eu esticasse minha mão poderia tocá-lo, mas eu não ousava.
Ele olhou para mim e veio para mais perto olhando feio para Nath que olhava pela janela e nada percebeu.
Tomei coragem e suavemente peguei sua mão e ela se encaixou perfeitamente na dele, ele apertou suavemente, porém firme e pela primeira vez em muito tempo eu me senti completa, mas seu toque era diferente do toque de Nath, ele era feito sobre medida para mim e o de Nath era confortável sua mão grande podia segurar minhas duas mãos sem problema, mas a que agora seguro e suave, mas porque será que agora Nath não sai do meu pensamento.
Fale com o autor