Vampiros e Uísque
12 Enganando a Morte
Notas iniciais
hoje eu nem iria postar - estava com preguiça e meu rotiador está uma merda, ai a internet do meu net vai e volta. Ai eu estou usando mais o pc da minha irmã. Enfim, mudando completamente de assunto, eu gostei desse capitulo, é a primeira vez que saio da narração do Ric - e vou pro da Bonnie o/ hehe ~ espero que gostem da narração dela.
Enfim, sem mais blá blá blá que ninguém está afim de saber, e vamos direto para a história. Bjs
P.O.V Bonnie.
Estávamos no Grill. Tyler, Elena, Caroline, Matt e eu conversando sobre algumas faculdades – tentando parece normais, pois apenas Matt era totalmente normal – mesmo no meio dessa confusão. Eles ainda não sabiam que eu sei sobre tudo, e eu não tinha cabeça para falar ainda – principalmente com o tal de Klaus e Rebekah ainda na cidade. Esperaria poeira abaixar para contar.
Stefan e Damon entraram rapidamente no Grill. Stefan sussurrou algo no ouvido de Elena – que a deixou assustada. Caroline e Tyler também ficaram um pouco espantados. Eu e Matt não conseguimos entender nada.
Todos – exceto Matt e eu – se levantaram seguiram Stefan. Matt – que estava em horário de trabalho – disse que teria que voltar ao trabalho. Eu fui até Damon que estava saindo do Grill.
- O que aconteceu? – Perguntei tentando andar na mesma velocidade que Damon.
Damon não respondeu.
Logo o Ric apareceu com um olhar preocupado.
- O que faz aqui Bonnie?
- Eu lhe pergunto o mesmo.
Alaric me ignorou e perguntou para o Damon:
- Está com as adagas?
- Estão no carro.
- O que houve? – Perguntei furiosa. – Tem alguém atrás da Elena?
- Mais ou menos – Damon finalmente me respondeu entrando no carro junto com Alaric, eu rapidamente entrei também.
- Bonnie sai! – Alaric e Damon ordenaram em coro.
- Não! Conte-me o que está havendo, eu posso ajudar...
- Não você não pode... – Damon disse – Mas já que não vai sair, você vai com a gente – Ele ligou o carro.
- Damon... – Ric protestou furioso.
- Que é? Ela não quer saber... – O vampiro disse.
- Mas ela não tem que se mete nisso!
- O que está acontecendo? – Perguntei.
- Encontramos a madeira do Carvalho Branco, adivinhe o que era?
- O que era? – Ric perguntou, sem paciência para adivinhar.
- A madeira era da Ponte Wickery – Damon abriu um sorriso de lado. – Mas a vaca da Rebekah descobriu, e queimou a madeira...
- Então fora destruída a madeira? Por que está feliz? Já que é preciso de uma estaca dessas para matar os Originais.
- É por que ela se esqueceu de queimar a placa que também era feita com a madeira do Carvalho Branco – Sorriu.
Alaric e eu sorrimos também. Por mais que eu fosse uma forasteira de tudo aquilo, eu realmente estava feliz por saber que aquele inferno acabará para os meus amigos, e até para o ursão.
- Então qual é o plano? – Perguntei excitada com tudo aquilo.
— Para você não tem plano nenhum – Ric disse.
Revirei os olhos.
— Eu quero ajudar, eu posso ajudar...
— Não, não pode – Ric aumentou o tom de voz.
Percebi que Damon fez uma careta, e ia dizer algo. Mas Ric o oprimiu com o olhar.
— Posso sim... Eu quero que esse inferno na vida de vocês acabe! E se eu poder ajudar, ajudarei!
Ric riu.
— Damon! – Chamei-o, para que me ajudasse a convence o Alaric.
— Briga de marido e mulher, o Damon não mete a colher.
Revirei os olhos.
O carro parou em uma enorme mansão, no meio da floresta. Saímos do carro e entramos na mansão. Acho que era a mansão dos Salvatore, supondo pelo gosto, e objetos que eram a cara do Damon e do Stefan.
— Bela casa...
— Tanto quanto o dono – Deu uma piscadela.
Alaric bufou. O ursão parecia está bravo comigo. No entanto, eu que deveria está brava com ele. Afinal, eu só queria ajudar os meus amigos. O que há de errado nisso?
Na sala, perto da lareira, Stefan, Tyler, Caroline e Elena estavam impacientes.
— Finalmente chegou! – Elena exclamou – Uhm, Bonnie... O que faz aqui? – Perguntou sem graça.
Todos pareciam está surpresos por me vê; exceto Ric e Damon.
— Damon, por que a trouxe? – Caroline perguntou entre os dentes.
— Chega de mi mi mi... Bonnie já sabe! E há um bom tempo... – Damon confessou.
Eu fiquei meia sem graça, não sabendo o que fazer ou falar.
— Enfim, — Stefan quebrou o gelo – Termos onze adagas, onze chances de matar os Originais... E não devemos gastar-lás á toa. Cada um pegue uma... E esconda... E não usem sozinhos!
Quando fui pegar uma adaga – Alaric pegou da minha mão.
— Mas que diabos...?
— Bonnie não!
Resmunguei, bufei... Mas acabei aceitando. Aceitando por um tempo, é claro. Não queria brigar naquele momento, não na frente de todos – não queria deixar suspeitas.
— Está bem – Finalmente disse.
— Sério? – Ele murmurou surpreso.
— Sim... Damon pode me levar para casa, por favor?
— Está bem.
Despedi-me de todos, e falei para Caroline e Elena que depois explicaria tudo para elas. Alaric ficou encarando Damon e eu quando saímos.
Assim que já estávamos longe da Mansão, decidi falar o que “planejava”:
— Guarde uma estaca para mim... Amanhã pegarei na mansão, ok?
Felizmente Damon não protestou, só ficou me encarando por alguns segundos e concordou com um simples ok. Não conversamos, afinal, não tínhamos nada para falar um para o outro. Logo chegamos à minha casa, eu o agradeci, e ele se foi.
**
No dia seguinte, quase seis horas da tarde; peguei o meu carro e fui até a mansão do Damon. Estacionei o carro em frente à mansão, e caminhei até a porta que estava entreaberta. Consegui ouvir alguns barulhos de luta vinda de lá de dentro. Entrei na residência sem fazer barulho, e vi uma loira e o Damon lutando em uma velocidade vampiresca. A loira deu um soco na cabeça do Damon, fazendo-o cair no chão e desmaia. Avistei Alaric no chão, e ele não se movia, estava com os olhos fechados e parecia não respirar. Meu coração disparou. A loira carregou o Damon pelo braço até a saída – felizmente conseguir me esconder á tempo, e ela não me viu. Assim que a loira saiu, corri até o Alaric.
Ele... não estava respirando. Ele havia morrido!
Chorei, chorei e chorei em seu peitoral. Não podia ser! Ele havia morrido... Oh não! Parecia que eu morreria de tanta dor.
Em meio dos choros, foquei-me e lembrei-me do Damon. Liguei para Elena, e disse o que havia acontecido. Ela avisou para o Stefan – que estava junto com ela – e falou, que já estava a caminho da mansão.
Logo que ela chegou, eu corri para os seus braços. E choraminguei. Ela retribuiu o abraço, e acariciou o meus cabelos.
— Eu não acredito que ele morreu! Eu o amo, Lena... Eu o amo! – Desabafei.
— O que? – Ela perguntou surpresa – Bonnie, o Ric... Sr. Saltzman... Não está morto! Tecnicamente, ele está... Mas daqui algum tempo não estará... É confuso, mas eu acho melhor ele te explicar – Silencio – E como assim você o ama?
Eu não estava compreendendo nada. Como assim ele não havia morrido?
— É uma longa história...
— Termos tempo até ele voltar...
Contei tudo á Elena. Desde quando descobri sobre os vampiros até o infeliz acontecimento de hoje. Ficamos horas e horas conversando. Eu não parava de olhar para o Ric, e sempre quando o olhava, meu coração ficava apertado.
Então, finalmente. Uma tossida, após a outra. Ric levantou o seu tronco, e tossiu mais uma vez. Automaticamente, sem dar tempo para ele respirar, dominada completamente pelas emoções o abracei forte, quase o derrubando e o beijei.
— Seu idiota, que susto você me deu! – Choraminguei. – Nunca mais faça isso, ouviu? Nunca!
— Eu te amo, Bonnie – Disse selando seus lábios contra os meus. – E-Elena? – Gaguejou.
— Eu já sei... Não precisa me explicar – Sorriu – Fico feliz por está de volta.
— Também – Beijou-me novamente.
Fale com o autor