Notas iniciais
Elizabeth, ainda no começo de sua vida adulta ainda sente-se confusa com seus sentimentos, pensamentos.Apesar que somente Cleare saber dos sentimentos de Robert pela amiga Lizzie, ainda tenta um dia conseguir unir os dois.Ainda neste século algo terrível pode acontecer com Robert e Elizabeth.Espere e acontecerá.suspense *-*

–Eu não aguentava mais a dor que sentia no momento em que ele me mordera. Gritei tão alto que minha voz ecoava pelas paredes do castelo fazendo todos os convidados do baile ouvir. A dor era tamanha que desmaiei em seus braços.



–Elizabeth vá entregar logo os bolinhos de coco para dona Sici! Está atrasada menina!

–Está bem mãe estamos indo! Vamos Cleare.

–Meew... –Miou Melanie.

E a porta se fechou. –Lizzie a cesta se esqueceu? –lembrou Cleare. –Ah é mesmo, espera! –entrou em casa pegou a cesta de bolinhos de coco e foi-se. –Agora vamos.

–Mel a Elizabeth está te tratando como deve? –perguntou simpática.

–Uhuum. Como se fosse filha dela.

–Lizzie faz tempo que você não vê o Robert na é?

–Verdade!

–Por que não faz uma visitinha surpresa para ele? Tenho certeza que ele vai gostar.

–Boa idéia... Até que sinto falta dele. –pensativa.

–Meninas, eu preciso encontrar meu namorado...

–Namorado? –as duas em coro.

–Aaah é um gato muito lindo. Ele tem pelo completamente branco e suas patas são pretas e tem olhos azuis... Aaah achou que estou com paixonite aguda, tem cura?

–As duas riram juntas. –Como assim? Já tem namorado mel? –perguntou Cleare.

–Ora pelo menos não estou encalha como você.

–Precisava mandar uma bem direta assim é?

–Gente não precisa brigar! Mel depois você me conta como foi. Vamos logo Cleare. –puxou o braço dela e andou depressa para chegar logo ao destino.

–Por que tanta pressa?

–Lembra que você tinha me dito tinha inventado um novo feitiço?

–Ah sim, agora me lembro.

–Por isso que eu quero entregar logo esses bolinhos.

–Também me deu certa curiosidade quando tinha acabado de descobrir uma nova magia. Na verdade eu estava tentando fazer um novo remédio daí algo deu errado e acabou se transformando numa explosão na parede da minha casa. Minha mãe ficou meio brava.

–Então não vai poder me mostrar?

–Pelo ao contrario, vou poder sim, mas escondido. Pede para sua mãe para você dormir na minha casa?

–Tudo bem. Chegamos.

–Toc, Toc. –batidas na porta de madeira são ouvidas. Dona Sici atente a porta.

–Boa tarde Dona Sici! Aqui está seus bolinhos de coco que a senhora pediu, minha mãe acabou de fazer.

–Aah obrigada mocinha. Vocês duas não param de crescer! E obrigada pelos bolinhos de novo!

–De nada. Até mais tarde.

As duas foram para casa de Cleare, no jardim atrás de sua casa. Cleare possuía cabelos negros. Castanho escuro e franja, longos até as costas suas pontas são cacheadas. Olhos escuros de pele clara. Era mais alta que Elizabeth apesar de ser um ano mais nova. 19 anos em pleno século XV. Sendo extrovertida e generosa. Elizabeth é mais impecável. Possuí um ar mais inocente. Simpatizada como todos que a rodeiam. Tem cabelos claros, um castanho quase loiro até as costas. Pele clara de olhos castanhos.



–Senhor está atrasado para sua reunião com os lideres das fronteiras vizinhas! –diz seu mordomo leal, Jeffrey.

–Calma. Não estou atrasado são eles que estão adiantados... Argh não consigo ajeitar esse botão. –Jeff pode me ajudar?

–Claro. –ajeita o botão enrolado da camisa. –Ótimo vamos se não eles não agüentaram de tanto esperar.

–Quer que o acompanhe senhor?

–Não tudo bem, acho que consigo sobreviver sem você por perto por alguns minutos há-há-há...

No próprio castelo príncipe Vlad chega à sala de reuniões onde esperava todos de pé a sua presença. Dez lideres representantes de reis de países vizinhos discutiam problemas mais sérios ou que dificultasse a riqueza de um país para assim melhorá-lo.


–Desculpem o atraso, prometo que não se repetirá!

–O que importa é a sua presença Príncipe. –disse um dos representantes.

–Então, o que discutiam enquanto eu não estava presente?

–Por enquanto vossa alteza o único problema que nos resta seria o seu problema!

–Qual problema seria este meu? –perguntou Vlad.

–Você ainda não é Rei caso não saiba. Ainda não possui poder o bastante nem para assinar qual quer contrato de grande posse! –outro retrucou.

–Querem que me case logo então? Sinto dizer, mas ainda não achei tal mulher que seja perfeita para que seja minha esposa. –respondeu tentando evitar olhares diretos.

–Ainda queremos que se torne Rei ainda este ano. Imagine a Transilvânia em guerra sem um Rei para comandar o exercito?

–Entendo... Mas oponha-se em meu lugar. Cresci órfão, quase não me lembro dos meus pais. Meu pai de criação foi o servo mais leal escolhido a dedo desde que meu pai era jovem. Ainda por acaso acha que procurar uma mulher qualificada para se tornar rainha deste povo todo é fácil? ACHA? DIGA-ME? –com a raiva e frustração fluindo em suas veias soca com o peito da mão a mesa centralizada que com o barulho ecoava pelas paredes da sala dado-lhes um susto em algumas pessoas.

O silencio predominou novamente a sala ecoada.

–É este exatamente o problema? Se este é exatamente o problema eu me retiro e quando houver um problema de verdade escrevem por carta, pois isto é problema meu. E não de vocês. Não é assunto para se resolver aqui. –Ainda levantado retira-se ainda frustrado, seus passos provocando barulhos chocando o chão em direção a porta esperando a ser batida.

–Eu disse que não era para dizer isso, eu disse! –disse um para quebrar o silêncio.

–Cala a boca, você não disse nada! –responde outro.


–Aaah droga! –reclama o príncipe decepcionado consigo mesmo.

–O que houve meu senhor? –pergunta o leal mordomo preocupado.

–Todos eles querem que eu case logo! O único problema naquele grupo que se resta. Por acaso isto é problema deles? É problema meu, que nunca vou conseguir resolver... Nunca fui desses galãs que só pelo olhar a mocinha já se apaixona! Sabe disso... Não é justo, querem que eu case ainda este ano.


–Pai! –chama Robert em tom sério. Sentado na mesa quadrada quase cabisbaixo para mesa, sua expressão é muito séria.

–Sim filho, pergunte! –disse o pai se sentando junto ao filho.

–Pai... Como era realmente a mamãe? – ainda cabisbaixo.

–Ora eu não já te falei sobre isso Rob?

–NÃO PAI! –gritou socando a mesa. –Eu quero saber quem era a mamãe realmente. Você pode ter tentado esconder isto de mim, mais cedo ou mais eu iria descobrir e acabei descobrindo.

Num instante os dois se encararam com olhares. Até um dos dois conseguir falar.

–Então, o que você descobriu Robert? –disse o pai sem expressão encarando seriamente o próprio filho.

–Agora evitando o olhar de broca do pai se focou na mesa de braços entrelaçados, depois de uma pausa, buscando palavras certas para tal conversa. –Descobrir que sou... Um mestiço. –apertou bruscamente seu braço direito. –Descobrir que meu corpo não sente dor, tristeza. Meu coração não bate por amor. Ele não sente Pai! – em pé, gritou frustrado com o punho cerrado pronto para quebrar algo. Outra pausa pequena. –Como vou poder amar Elizabeth, pai? –Agora com os olhos ensopados com lágrimas prestes a escorrer em sua face jovem. O pai não encarou a expressão do filho. Sua cabeça martelava muito mais forte do que antes sabendo o que iria encarar no futuro, o agora. Mesmo Sabendo das conseqüências, teria que agora ajudar ele a enfrentar o problema, agora dos dois.

–Sua mãe era um Lobisomem, UM MONSTRO, seria isso que queria ouvir Robert?! –Ainda evitando o olhar do filho.


Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.