Vampira
4 Uma ameaça entre quatro paredes
– Liana – ele abriu a porta, ela ainda não estava no quarto, saiu depois para o campus, passou por frente á arvore e ela estava lá sentada lendo.
– ei, fui ao seu quarto e você não estava.
– me entregue minha chave – pediu e saiu com a chave na mão, Rafael foi atrás.
– ei, esta fugindo de mim?
Ela o analisou do pé a cabeça e sorriu.
– por que motivo faria isso?
– achei que tivesse ficado com vergonha de eu tê-la visto ontem daquele modo.
– achou errado
Ele a seguiu até o dormitório
– o que ainda quer comigo garoto? – perguntou á ele quando chegou ao quarto dela.
– só mais uma coisa – disse a abraçando, beijou o pescoço de Liana e subiu passando a língua até a orelha, que mordiscava enquanto erguia a regata preta que ela vestia. Tirou a blusa dela a olhando, tinha a impressão que ela o faria parar a qualquer segundo.
Ergueu-a do chão e á carregou até a cama. Sentou-se com ela no colo, terminou de tirar a parte de cima das roupas dela e tirou a camisa que vestia. A deitou começou a tirar o tênis que calçava e o short, ele começou a beija-la pelos pés, as mãos dele acariciou a coxa esquerda dela, enquanto a boca subia pela barriga e chegava à boca novamente. Sentia o corpo dele á pressionando com delicadeza e o coração pulsando de forma rápida e incomoda quando ele a penetrou, firme e pulsante, sentiu ele se movendo vagarosamente dentro dela e os poucos deslizando para mais fundo.
Se moviam em um ritmo hipnotizante, sentia seu corpo vibrar no mesmo ritmo do corpo dele, que sensação era aquela que o fazia se sentir como se estivesse cometendo um erro fatal e que mesmo assim o cometeria varias e varias vezes por teimosia, apenas por saber o quão prazeroso era. Algo dentro delo gritava, há quanto tempo estavam fazendo aquilo? Sentia o corpo cansado, mas se recusaria a parar.
Rafael a sentou, não paravam, que ele estava fazendo? A boca dele encontrou a sua, se beijaram. Ele desceu da boca para o pescoço e parou nos seios, os mamilos dela respondeu ao toque da língua dele. Liana jogou a cabeça para trás, sentia ele a apertar com mais força, o abraçou, as unhas cravadas nas costas dele. Rafael se movia no mesmo ritmo entorpecido de sua amante, estava atingindo o clímax quando sentiu as unhas dela nas suas costas, a deitou na cama, pressionou com mais força e se aliviou.
Ergueu-se no cotovelo para olha-la, após alguns minutos em quais se recuperava. Ela não tinha expressão alguma no rosto, seus olhos negros o olhavam com curiosidade.
– algo errado? – perguntou, será que não tinha a satisfeito.
– ainda não
– como assim ainda não? Te decepcionei?
– seus atos sexuais são satisfatórios a qualquer mulher, não posso reclamar.
Aquilo era um elogio?
– então que foi?
Ela sorriu com crueldade – esqueceu de gravar sua façanha, como vai provar que me levou para a cama e ganhar sua aposta?
– vo...voc...
– sim eu sabia, se é o que vai perguntar. Se me gravar não importa a situação – disse mudando o tom de voz de indiferente para cruel – meus olhos serão a ultima coisa que verá, te matarei de forma lenta e dolorosa.
Ela se levantou o deixando confuso na cama, tomou banho e saiu para a aula, sequer o olhou sentado em sua cama esperando para conversar com ela.
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