Vampira
6 Conversa a dois
Notas iniciais
Rafael a segurou, queria saber o que tinha a tal pedra, então ela contou que era uma vampira e que estava tentando impedir que uma seita secreta usasse a pedra para trazer á vida Conde Drácula e seu exercito de mortos eternos. Rafael riu.
–mais uma fã de crepúsculo.
–não Rafael, vampiros existem e não são criaturas que se apaixonam por humanos e brilham á luz do sol, são monstros sanguinários e que não devem retornar para o bem da raça humana.
–é pra acreditar nisso?
–acredite em que quiser me solte ou te machucarei
–prove que é uma vampira e te deixo ir – Liana riu e se soltou dele, deu três passos para trás e pulou pata cima do muro de quatro metros que estava a quinze metros de distancia deles, com a agilidade sobre humana.
–se não estivesse com tanta pressa eu te transformaria em meu jantar, adeus Rafael.
Ele correu até o portão, quando saiu ela já não estava mais a vista. Na manhã seguinte enquanto caminhava pelo campus após as aulas a viu sentada no mesmo lugar, parou observando e correu até ela.
– não tinha ido embora?
– sim tinha
– por que voltou?
– esqueci uma coisa, venha comigo – se levantou e foi para o dormitório, ele foi junto, quando entrou ela trancou a porta.
Rafael não pode evitar achar que era um convite á sua cama começou a tirar a blusa e foi beija-la, Liana se afastou com um olhar ameaçador.
– igual a qualquer outro não o trouxe aqui para isso garoto, deixei com você ontem uma coisa que não pode ser espalhado por ai.
–me passou alguma doença? – ele perguntou com tom e acusação, ela rui alto e se virou.
–Rafael criança tola – ela o olhou, tinha os olhos vermelho e seus dentes estavam à mostra, os caninos se destacavam entre as fileiras de dentes pontiagudos prontos para destroçar sua presa.
Rafael deu um passo para trás e caiu na cama, ela era mesmo uma vampira o pânico tomou conta dele, gritou o mais alto possível ninguém o ouviria não deveria ter ninguém por perto daqueles dormitórios, que eram os mais isolados do campus estava perdido. Ergueu a mão para proteger o rosto esperava pela morte, mas ela não o matou olhava pela janela.
–eles estão aqui – disse
–eles quem? – Rafael ainda estava imóvel na cama
–Laerte e Percival, caçadores de recompensa membros de uma seita de lunáticos que querem trazer a vida o conde, tenho que sair daqui.
Rafael a segurou, quanta idiotice ele era capaz de fazer a garota era um monstro que a menos de três minutos tentara o devorar e ainda assim ele só pensava no prazer que sentira da ultima vez que estiveram juntos naquele quarto.
–eu posso te ajudar?
–não – ela se soltou dele e pulou a janela, Rafael a olhou estava indo para o prédio principal em passos lentos e distraídos. Correu até sua casa quase do outro lado do campus e pegou sua moto.
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