Vale do Ninguém
6 Capitulo 05 - Klaus Albuquerque
03 semanas depois
Há 3 semanas Derek McCall, encontrou eu e minha irmã, Rebekah Albuquerque, no meio da floresta perto de sua casa. No início, tanto eu como minha irmã tivemos receio de aceitar ajuda dele, mas agora vejo que foi o melhor que eu poderia fazer.
E agora depois de depois de estar uma semana em coma, e Rebekah duas. Convenci com muito sacrifício, a Rebekah para ficarmos, nos matricularmos na escola local e ficarmos aqui o máximo de tempo possível. Assim nós compramos uma casa para nos dois – com o dinheiro que temos investido no pais inteiro – Mas grande parte do tempo dormimos na casa dos McCall. Pelo fato de que Melissa tanto insistia, ela nos trata como filhos. E eu acabo aproveitando para ensinar Branca e Derek a melhorarem suas miras, e olha que aqueles dois nasceram para o tiro ao alvo.
Mas hoje tentaremos ser apenas adolescentes normais e ir para a escola. E Rebeca não está muito feliz com essa decisão.
— Nick, porque temos que ir para essa escola patética, cheia de estudantes patéticos. – Fala Rebekah toda manhosa. Quase se jogando no chão para não sair dali. – Minha vida inteira fugi de lugares assim! – Ela faz cara feia mais, eu apenas rio, pois é engraçado.
— Bekah imagine que hoje vai ser como se fosse se primeiro dia novamente na faculdade, só que você está indo para o ensino médio, onde seus colegas são de sua idade e não uns dez anos mais velhos do que você.
—O pior é aquele policial, que não sai da minha cola! — Só faltava ela chorar e se jogar no chão e eu só dou mais gargalhadas, pois sua cara está hilária. — Vai, me deixa ficar aqui na casa, porque o que cara é muito chato.
— Vai, que ele faz você desencalhar? – Tiro com a cara dela, fazendo Derek rir, e em seguida fasso ela entrar no carro comigo e Derek enquanto esperávamos os irmãos dele e Melissa.
— Vamos logo, você três aís. — Grita Derek da porta da van, que está aberta — Não queremos que nossos amigos cheguem atrasados no primeiro dia de aula deles.
—Na verdade eu nem queria estar aqui! — Sussurrou Bekah com os braços cruzados e emburrada.
Depois deles entrarem no carro, partimos em direção a escola. Onde Melissa deixa nós e segue para o trabalho.
— Obrigado pela carona, Melissa – falamos eu e Bekah em unis som.
— Por nada — responde Melissa
Enquanto Derek e seus irmãos se despedem da mãe, eu e Rebekah vamos abraçados para dentro da escola, seguindo as placas, para a secretaria da escola. Onde por todo o caminho os estudantes nos olhavam e davam para escutar comentários do tipo "que casal mais estranho. ", "Que estranho, nem parecem que sofreram um acidente. " ou até mesmo "Ouvi falar que são da cidade, provavelmente em menos de uma semana já estão voltando para o lugar deles".
Depois que pegamos nossos horários das aulas, descubro que minha aula será livre e a de Beca não. Então a levo para sala, e quando ela vai entrar deposito um beijo na testa dela, desejando boa sorte. E depois sai para a frente da escola, onde me sento em uma das mesas que há lado de fora.
Enquanto revia algumas matérias da última faculdade que fiz, e observo as pessoas ao meu redor, vendo cada movimento, cada reação e alegria. Eu fiquei na minha, até porque não gosto de confraternizações entre pessoas, mas vejo que as pessoas gostam, já que tem alguém se aproximando.
— O que quer policial Stiles? — Falo ao levantar o rosto e ver que era ele, o rapaz que minha irmã mal conhece e já chiou um ódio eterno.
— Nesse ambiente pode me chamar de apenas Scott. – Fala enquanto me entrega um envelope. – Vai ter uma festa lá em casa. – Ele vai saindo quando ele se virá — É... Espero você lá, e não esqueça de levar sua irmã! – A tonalidade de sua voz está parecendo, muito que está com vergonha.
Dou apenas algumas gargalhadas enquanto ele se afastava da mesa que eu estava.
— Vejo que o certinho, mais badalado do colégio está gostando da irmã do forasteiro. – Disse uma garota morena sentando ao meu lado. – Sou Ângela Stiles — ela estica a mão para um aperto, mas eu apenas afirmo com a cabeça e sorrio.
— Vejo que você e o rapaz que está dando em cima de minha irmã são parentes! — Afirmo, pois por mais que pareça, tenho que confirmar.
Ela começa a olhar na minha papelada que está toda espalhada sobre a mesa, nesse momento me toco e começo a recolhe-las, mas ela já está com alguns papéis na mão.
— Poderia me devolver? – Estendo a mão para ela, na esperança dela devolver meus papeis.
— Você faz faculdade? – Vish! Justo minha ficha da faculdade ela tinha que pegar? – Mas você nem terminou o médio?
Sei se ela ficar mais tempo com esses papeis, pode dar merda. Então os das mãos dela e os enfio em uma pasta. Depois me levanto e saio, mas ela continua na minha cola. Esta menina grudenta!
— Me responde, vai forasteiro! – Ela pergunta, mas a ignoro e continuo andando. E em pouco tempo ela está repetindo sem parar essa mesma frase, muitas e muitas vezes.
Depois de um tempo paro bruscamente e a encaro.
— Se responder, sai da minha cola? — Pergunto com irritação na voz e ela apenas afirma com a cabeça — Eu não faço, e sim fiz faculdade, pelo fato de ter tido um bom desempenho na prova para uma faculdade federal! – Respondo e como previsto ela está de boca aberta – Agora vaza!
Ela sai com um sorriso vitorioso, por ter conseguido suas respostas. Continuo andando até que vejo ao longe os jogadores treinarem lacrosse, que é um esporte de equipe jogado com uma bola pequena e sólida e um bastão de cabo longo chamado taco de lacrosse.
E ao mesmo tempo vejo um grupo de crianças, jogando lacrosse. Então vou em direção ao grupo de crianças e pergunto:
— Posso jogar com vocês? – Eles não param até o que aparentava ser o mais velho faça um gol.
E o mesmo que faz o gol está alegre, só que os demais não. E pelo que vi ele estava jogando sozinho contra os demais.
— Pode sim. – Diz o mais velho – Estava mesmo precisando de um oponente a minha altura. – Ele pega um taco, que aparentemente estava sobrando e me entrega – Sabe, o treinador diz que já tenho nível para entrar na equipe, só não entro por não ter idade.
— Sabe, o treinador é pai dele.! – Afirma o garoto mais baixinho e loiro, e em seguida estende a mão para mim – Sou Luke, e o exibido ali é o Nicholas Stiles. Aquele de bolsa vermelha é o Esquilo, de boné é o Cauã e o de pose de galã e óculos é o Lira.
— Sou Nicklaus o "forasteiro" – me aprendei dando ênfase na hora do forasteiro. – Mas me chamem de Klaus.
— Tá, agora Klaus chega de enrolar e vamos jogar. – Diz o tal Nicolas que me desafia a joga um contra um.
E agora nesse exato momento, depois de anos um Albuquerque novamente joga lacrosse.
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