VAMPIROS, a nova geração
19 Travando uma luta interna
Notas iniciais
Ângelus ao se fundir com um Demônio mexeu com algo muito poderoso. A fusão é como uma lenda para os vampiros, que desde sempre ouviram sobre sem nunca saber se realmente era possível. Contudo a fusão era algo até agora fantasioso para os vampiros comuns, porque Ângelus provou que sabia muito bem que a lenda era mais do que verdadeira. Porque Ângelus não seria tolo de se arriscar tanto por uma simples lenda sendo que essa era sua última e decisiva jogada.
O corpo de Ângelus estava imóvel. Estático. Como se ninguém habitasse aquele corpo. Quando na verdade, não só havia alguém lá, como eram dois seres que travavam uma disputa de poder. Ângelus e um Demônio. Ambos querendo uma só coisa. O controle.
Ângelus fez sua última jogada quando se fundiu a um Demônio. Entretanto, não pensou bem o quanto seria difícil controlar um Demônio. O quanto seria difícil ele controlar o Demônio e não o contrário. Na verdade, Ângelus até pensou, mas ele não tinha muitas opções. Porque momentos de desespero pedem ações desesperadas.
Líccia e Demétrius quando perceberam a intenção de Ângelus tentaram o impedir. Mas nesse momento já não se podia fazer mais nada. Houve um clarão tão forte que todos tiveram que fechar os olhos, seguida de uma poeira cinza e com um cheiro muito forte. Todos estavam de olhos fechados e tossindo muito. Passado alguns minutos o forte clarão passou e a poeira se dissipou. Logo depois veio um tremor tão forte que partiu o chão abrindo uma grande rachadura que separava os inimigos. De um lado Morgana, Ester, Kayo, um estático Ângelus, Vinícius, Lúcius, Nyce, Myranda e os Demônios que não estavam mais como uma ameaça e sim estáticos como Ângelus e do outro lado Demétrius e Líccia.
Os Demônios ainda estavam parados como se esperassem algo. Como se esperassem uma ordem, ou melhor, alguém para dar essa ordem. É como se agora eles fossem à platéia esperando o espetáculo entre Ângelus e o Demônio acabar, e o vencedor os comandar.
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