Vírus

1 Caminhada


17 de Setembro de 2019

Um vírus desconhecido se espalhou pelo mundo, seus sintomas deixavam as pessoas agressivas e após alguns dias infectados, elas morriam. Após uma longa pesquisa achou-se uma cura, que repeliu o vírus, mas essa retornou depois de um tempo, e com certa mutação, agora ela funcionava como um parasita, e esse deixava o infectado como um zumbi, os infectados então, atacaram as pessoas, e as que sobreviveram depois de um tempo viraram hospedeiros do vírus, sem controle da situação, os chefes de estado decidiram criar bases em cada país para tenta regredir a multiplicação do vírus entre os sobreviventes, estes só poderiam adquirir o vírus através de contato físico, como um arranhão ou mordida. Os Infectados não comiam ninguém, só se preocupavam em transmitir a infecção.

22 de Novembro de 2020

O Vírus atingiu seu ápice, os infectados destruíram metade das bases criadas e agora o vírus já atingira metade da população mundial, além de haver alterações físicas nos corpos dos infectados.

5 de Dezembro de 2020

A Maior base da Inglaterra em Liverpool é atacada e poucos conseguem sair vivos sem o vírus...

- Olá, meu nome é Peter Dickinson, sou um sobrevivente da base em Liverpool, e estou gravando este vídeo para relatar minha grande caminhada até Londres...

- Pra que eu ainda gravo isso? Vou morrer mesmo...

- Aquilo... Parece ser do exercito... Ei! Aqui!

Metade do exército dos países foi dizimada em confronto com os infectados, os soldados apelidaram os infectados de “Marionetes”, geralmente eles saem em patrulhas pelas estradas, bem armados.

- Ei, senhor? –Disse um soldado, dando uns tapinhas no rosto de Peter.

- Aonde... Eu estou? –Peter disse acordando.

- Ouvimos uns gritos e quando lhe avistamos, você desabou no chão, parecia estar cansado, tiramos seu sangue para ter certeza que não estava infectado, espero que não se importe. Estamos no carro do exercito, rumo a Londres, meu nome é Jones. –O Soldado disse estendendo a mão para Peter.

- Está bem. Eu sou um sobrevivente da base de Liverpool, por sorte, estava fazendo meus deveres um pouco longe da base quando tudo aconteceu, corri para a estrada com oque eu tinha, e comecei a correr, e fiquei gravando minha caminhada a cada dia, para quem achasse aquela câmera, pelo menos saberia que eu existi.

- Está anoitecendo, vamos acelerar, se segure! –Disse o soldado se sentando na parte de trás do carro.

A noite chegava e os infectados se juntavam em grupos, e sem deitar dormiam em pé, com os rostos para cima e somente balançando seus corpos devagar. A base de Londres, era gigantesca, a maioria da população da Inglaterra estava lá ( ou oque restou dela), a base tem duas muralhas de aço reforçado, após algum tempo, alguns infectados adquiriram algumas habilidades peculiares, como escalar, força sobre humana, e uma grande velocidade.

- Chegamos senhor, entre no saguão, aguarde sua vez, que lhe informaram se houver um quarto vago. –Disse o soldado me deixando dentro da base e indo embora com seus companheiros.

Meia hora depois...

- Próximo! –Dizia uma mulher magra que mascava um chiclete que fazia um barulho irritante.

- Sou eu. –Peter disse.

- Quarto 377, salão F, no terceiro corredor à esquerda. –Disse a mulher me analisando dos pés a cabeça e piscando.

- O...Obrigado. –Peter falou indo ao endereço.

Peter chegou, colocou suas coisas na cama, e percebeu uma luz acesa em outro cômodo, quando foi ver, era uma bela moça, ruiva, e estava dormindo. Sem querer Peter bateu em um armário e derrubou um retrato, a moça se espantou, olhou para Peter e disse:

- Oi, Colega de quarto? Sua cama é a outra.

- Certo, me desculpe. – Peter disse envergonhado.

- Meu nome é Elizabeth, e se precisar pode me acordar. –Ela disse sorrindo, e voltando a dormir.

Peter fechou a porta do cômodo, envergonhado tirou sua roupa, comeu algumas coisas que havia na geladeira e foi dormir. No outro dia teria que arrumar um emprego dentro da base.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.