Víctimas Del Pecado
22 Dulce - 10
Dulce
:- Ok! Se o endereço que você me mandou estiver correto eu acabei de chegar! – disse observando o local onde acabei de chegar.
:- Não sei por que essa cisma, eu tenho certeza que é aí. – escutei a voz de Maite um tanto impaciente também. Talvez eu tenha passado o meu mal humor para ela via celular.
:- Tanto faz, eu vou descer do carro agora e confirmar a sua história. – informei a ela, assim que terminei de estacionar meu carro o desliguei.
:- Faça isso, verá que essa fonte lhe trará boas informações.
:- Isso se ele conseguir ainda falar, pelo que você me contou, a doença pode ter afetado ele mais do que esperamos.
:- Bem isso só saberemos quando você entrar, agora eu tenho que ir, qualquer coisa importante me ligue ou chame Poncho, não sei. – ela não esperou eu sequer falar algo, já desligou o celular. Vaca!
Tirei meu fone e o guardei em minha bolsa, a pegando e saindo do meu carro, caminhando até a entrada do abrigo para idosos.
:- A senhora quem é?
:- Sou Maria Espinosa. – sorri simpática para a recepcionista, poderia Angelique ter vetado meu nome caso eu tentasse algo, então mudei de tática se não conseguisse entrar assim, entraria com minha persuasão.
:- Senhora Maria, posso ajudá-la?
:- Claro, hoje é dia de visitas e eu gostaria de visitar um velho amigo, que aqui está internado. O senhor Giovanni Boyer. – sorri atenciosa.
:- Nossa, mas nunca o senhor Geovanni recebeu visitas desde que entrou aqui a anos atrás.
:- Pois é, na verdade eu não vim visitá-lo antes por que estava morando fora e quando voltei reencontrei meus antigos amigos, entre eles Angelique filha de Geovanni, ela me contou de seu pai, resolvi visita-lo.
:- Entendo querida, mas por curiosidade sabe me dizer por que Angelique não vem visitar o pai?
Quase revirei os olhos gente curiosa, ainda teria que inventar algo para Angelique também.
:- Não sei muito bem, parece que eles brigaram e Angelique sempre foi muito orgulhosa, quando eu voltei decidi que eu faria essa ponte entre ela e o pai. Vou fazer eles se reconciliarem.
:- Que maravilha Maria. Veja bem, sua entrada está liberada. – ela sorriu me dando um cartão de visitante. – Por favor, siga esse corredor até o final, lá estão todos os pacientes, encontrará Don Giovanni por lá.
Eu sorri agradecida e fui caminhando pelo corredor que ela indicou, cheguei ao local que estava lotado, busquei com o olhar, porém não encontrei Don Geovanni por lugar algum. Assim que uma das enfermeiras passou por perto a parei.
:- Por favor, onde está Don Giovanni Boyer?
:- Ele está ali no jardim. – apontou e logo saiu do meu campo de visão.
Foi até o jardim que era próximo e lá estava o velho Don Giovanni sentado num banco, tocando sua gaita.
Não pude deixar de sorrir, eu sempre gostei muito dele, sempre me tratou muito bem como uma filha pena que quando me afastei de Angelique, me afastei também de Don Giovanni, senti uma raiva extra de Angelique por deixar o pai ali abandonado. Caminhei até onde ele estava.
:- Don Giovanni? – chamei.
Ele parou de tocar sua gaita lentamente como se não fizesse questão de se virar até mim. Foi o fazendo aos poucos quando finalmente viu quem era, tirou lentamente os óculos e olhou para cima. Eu sorri para ajudar ele a me identificar, pedindo para que ele não estivesse tão doente.
:- Dulce de leche! – Disse e sorriu para mim.
Se levantando eu logo fui ao seu encontro abrindo os braços para abraça-lo, eu tive a certeza que ele me reconheceu quando me chamou carinhosamente por Dulce de leche, era o doce favorito dele e tinha mania de me chamar assim.
Maite tinha razão Don Giovanni Boyer me traria boas informações disso eu tinha certeza.
‘●’
Minha cabeça estava um turbilhão estava com enxaqueca com algumas revelações de Don Giovanni, eu precisava mudar minha estratégia, parecia que cada vez mais que me proponho a desenterrar o passado.
Aparece uma pista, diversas possibilidades e vários mistérios a serem resolvidos. Eu tinha que ligar para Maite assim que chegasse no meu quarto, preciso lhe informar nossos próximos passos.
Pensei assim que a porta do elevador se abriu e foi nesse mesmo instante que recebi um sms, de Poncho.
Venha até meu quarto, imediatamente.
Revirei os olhos com o “mandamento” dele, como se eu fizesse apenas o que ele mandava, mesmo assim deixei o elevador em espera, no meu andar.
Minha cabeça estava explodindo tudo que mais quero é tomar algum remédio e dormir até porque fazia noites que não dormia na minha cama, mas recebi essa mensagem e provavelmente ele queria algum sexo por que faz tempo que não estávamos juntos. Fechei os olhos sentindo uma pontada maior estourar na minha cabeça e fui até o painel eletrônico do elevador me decidindo.
O meu desejo por Poncho estava maior do que minha dor de cabeça. Pensei me lembrando de como Poncho estava vestido de manhã quando nos vimos, como estava se portando tudo era tão absolutamente sexy! Lembro de encará-lo o tempo todo na agência enquanto estávamos em reunião com o pessoal da campanha publicitária de uma famosa marca de roupas masculinas, ele estava distraído.
Balancei a cabeça negando.
O que estava acontecendo comigo? Será que ele acertou quando me disse que eu ficaria viciada nele.
As portas do elevador novamente se abriram, só que agora estava na cobertura no andar de Poncho.
E dali escutei pedaços de sua conversa com quer que fosse.
:- Relaxa Poncho, você não pode deixá-lo te afetar tanto. Exatamente isso que ele quer. – uma voz masculina grossa que eu não conheço se fez presente no quarto de Poncho, enquanto eu entrava realmente.
:- Eu não consigo, assim a seco, preciso tomar alguma coisa.
Surgi no quarto no momento em que Poncho caminhou pesado até o seu singelo estoque de bebidas. Mais uma vez estava tomando uísque.
:- Wou! Você deve ser Dulce? – O homem da voz grossa, me olhava e eu deixei de encarar Poncho que bebia violentamente da própria garrafa mesmo, para ver o homem.
Nada demais. Olhos castanhos, cabelos quase ruivos bem cortados algum corte masculino da moda, branco, bem vestido. O que me incomodava era a cara de mal que ele tinha, não importava o que ele fizesse, mesmo que sorrisse, ele tinha uma expressão de rosto fechada que pareceria sempre que está mal humorado. Talvez as marcas de expressão, as linhas do seu rosto contribuíssem totalmente para meu estranhamento. Quem era aquele homem?
:- Sou eu. – me limitei a falar, esperando que ele se apresentasse.
:- É um prazer conhece-la, Poncho me fala de você a muito tempo. – ele atravessou a distancia do quarto até onde eu estava e segurou minha mão com leveza para me sorrir. – Sou Dalton, Tony Dalton. – e se abaixou para beijar minha mão diante dos meus olhos.
Dois fatos ficaram presentes. Ele é gay e policial.
Isso explica a forma como se apresentou apenas policiais se apresentam assim, convivi com vários enquanto estive presa e gay porque algo me dizia isso, pela forma gentil como falava comigo, como olhava apenas nos meus olhos e o único olhar sobre o meu corpo foi de análise, não foi desejo ou instinto, foi análise. Típico um gay discreto, mas observador.
:- O prazer é meu Tony Dalton. – sorri discretamente e ele soltou minha mão com cuidado.
:- Dulce! – O tom de voz grosso por conta da bebida que ele ainda tomava, me chamou a atenção. Estava diferente algo aconteceu com ele. – Dalton é meu amigo, é o policial de quem comentei a você.
Ele era então o investigador? O prazer em conhecê-lo se tornou ainda maior.
:- Eu trabalho no departamento de investigações, sou chefe atualmente. – me esclareceu. – Estava contando a Poncho que eu não sou o responsável pelo caso de vocês, por alguns motivos pessoais, mas estou aqui para acompanhar tudo extra oficialmente. Devo isso a Poncho. – deu um meio sorriso encarando Poncho de lado.
:- Fico muito feliz em conhecer você, Dalton. Como anda a investigação? – uma curiosidade infinita me bateu, caminhei até a cama de Poncho e deixei ali minha bolsa e me sentei para escutar Dalton.
:- Está tudo no começo, mas se encaminhando bem, nesse começo os investigadores vão avaliar o conteúdo que a policia tem, como depoimentos, testemunhos, a condenação de vocês entre outras coisas, a parti daí vão traçar uma nova estratégia para encontrar pistas que antes não foram encontradas e assim começar realmente. – ele me explicou de uma forma mais simples toda a burocracia.
:- O que não entendo é como foi rápido para o caso ser reaberto, quer dizer, faz pouco tempo que Poncho me disse sobre a possibilidade, mas não pensei que fosse assim de imediato. – comentei com o policial antes que ele pudesse falar algo.
:- Acontece que enquanto você estava ocupada com seus assuntos de dia e suas saídas a noite, eu estava ocupado tratando de achar um buraco no caso de Felipe, para poder reabrir o caso. Além disso, consegui segundo a nova Lei aprovada esse ano, adiantar a reabertura do caso. Espero que esteja explicado.
Olhei para trás para encará-lo ele também me olhava e vi raiva em seus olhos como se eu tivesse feito alguma bobagem ou dito, mas ele estava bravo comigo sabia que se Dalton não estivesse presente ele já teria mostrado melhor suas asinhas.
:- Bom, isso que aconteceu, Poncho como advogado fez um trabalho de mestre teve acesso junto com Fortunato, o advogado de vocês, conseguiram tal proeza. E devo me desculpar não ficar mais tempo, porém cheguei hoje e ainda tenho que descansar.
Dalton se despediu de Poncho e de mim. Foi quando escutamos o elevador descer que comprovamos estar sozinhos que Poncho fez justamente o que eu imaginei.
:- Pensei que a senhora não viesse, poderia está muito ocupada com os seus compromissos e segredos.
:- O que aconteceu? – perguntei direta, sem paciência para as indiretas dele tinha completamente esquecido o desejo que antes de sair daquele elevador eu estava.
:- Nada! – mal me olhou e já foi procurar outra garrafa por que a outra já tinha acabado.
Eu não ficaria aqui para ficar recebendo patada desse cavalo, não mesmo. Ou ele diria o que ele queria ou eu vou descer para o meu quarto por que é o melhor que faço.
:- Porque me chamou aqui então, foi para conhecer Dalton?
:- Foi para dizer que com as investigações reabertas, prontamente vão nos chamar para dar nosso depoimento novamente temos que ficar preparados e claro agora caçador virá mais ofensivo. – me encarou encostando-se a uma das paredes, me olhou de lado com indiferença. – Mas, talvez isso não seja tão importante porque pode está ocupada demais com seus próprios jogos.
Me levantei e fui até ele.
:- O que aconteceu para você está me tratando dessa forma? – perguntei ainda calma tentando me controlar.
:- Eu sei o que você fez hoje. – me disse sério e eu senti um arrepio na espinha da minha coluna. Maite deve ter aberto a boca para ele, sabia que não devia confiar totalmente nela.
:- O que tem o que eu fiz hoje? Assim como você estava fazendo minha parte da investigação. – falei ainda estranhando toda aquela pose comigo.
:- Qual é o seu problema Dulce? – ele deixou a bebida de lado e agora estava mais perigoso, eu sentia pela forma que me apertou o braço. Sobre tudo não estava entendendo.
:- Meu problema é você que é bipolar. – disse mirando no seus olhos.
:- Por que você saiu com Eugênio hoje? – apertou mais o meu braço e ignorou o que eu disse para ele.
:- Sair com Eugênio? Eu não sai com Eugênio!
:- Não mente para mim! – a voz saiu mais alta assim como pressão no meu braço.
:- Me solta! – falei calma o advertindo. – Alfonso me solta agora.
Ele demorou para fazer o que eu disse, mas o fez.
:- Vou deixar algo bem claro para você, não que seja do seu interesse, porque dane-se o que você pensa sobre isso. Mas, hoje eu não sai com Eugênio, eu sai com Maite e se ainda assim desconfia de mim. Ligue a Maite e confirme. Agora me faz um favor? – disse encostada nele para que visse que agora era eu que estava com raiva dele. – Vai para o inferno com suas grosserias.
Dito isso eu desencostei dele e fui até sua cama pegar minha bolsa, sem nem olhar para trás fui até o elevador e o chamei não queria estar mais ali respirando o mesmo ar que aquele imbecil bêbado.
O elevador chegou e ele não me impediu de ir embora, sequer me seguiu, o que ele tinha na cabeça? Me confrontar dessa forma ainda mais por mentiras? Tudo bem que eu o estava enganando, ainda não tinha deixado Eugênio, ainda não era há minha hora, ainda mais que consegui convence-lo que Angelique estava errada na separação dos dois.
Agora Poncho me encostar na parede dessa forma isso eu não admitiria, não sei o que ele pensa que é, mas meu dono, não. Bati minha cabeça na parede do elevador me punindo, ainda por cima eu dei explicação do que eu fiz para aquele bipolar, não sai literalmente com Maite, mas ela estava ali comigo de alguma forma como apoio.
Abri minha bolsa a procura do meu celular nesse momento o elevador se abriu chegando no meu andar, fiz a ligação.
:- Você é fiel aos seus parceiros, Maite? – assim que ela atendeu eu perguntei chegando no meu quarto furiosa, me lembrando que estava com enxaqueca, Alfonso era um grosseiro imbecil por me deixar assim.
:- Sou. – disse convicta.
:- Sei que você tem muito mais intimidade e afinidade com Alfonso, mas como sua mais nova parceira, eu quero pedir sua descrição a certo assunto particular nosso.
:- Pode falar.
:- Não conte soube hipótese alguma sobra minha ida ao asilo ver Don Giovanni!
:- Posso saber ao menos por qual razão não devo contar?
:- Por que Alfonso não merece saber das minhas investigações particulares, já que está tão focado nas suas ações, como por exemplo, chamar um policial para reinvestigar o nosso processo e agir grosseiramente comigo, sem eu sequer ter ideia do por que.
:- Vocês discutiram? – ela riu no final.
:- Sim. E por isso estou confiando em você, só espero que não me decepcione.
:- Eu, Maite Perroni prometo a Dulce Maria não revelar que ela foi ao asilo ver o velhote da sua arqui-inimiga Angelique. Assim está bom para você? Consegue imaginar eu levantando a mão em sinal de juramento? — sempre irônica.
:- Deixa de ser imbecil tanto quanto Alfonso.
Agora ela gargalhou se divertindo com a minha fúria.
:- Não sei o que ele fez ou disse, mas você está furiosa. – disse ainda rindo. – Ai, eu deveria ter te conhecido antes. Enfim, eu posso saber o que você descobriu ou o que?
Refleti por segundos, contar ou não contar o que eu descobri, ainda era Maite. Uma mulher misteriosa que eu não confio totalmente.
:- Ele contou algo tão importante, como por exemplo, me garantiu que Angelique mentiu no depoimento dela. – disse revelando.
:- Continue. – a frieza voltou a normalidade no tom de voz dela.
:- Angelique mentiu dizendo que estava em casa na hora do assassinato, é mentira. Don Giovanni afirma que ela está mentindo durante anos e anos, e claro que ele está naquele asilo para não revelar a quem queira, o que ele sabe.
:- E ele sabe onde ela estava?
:- Não. Mas, imagina que seja com Eugênio, naquela noite eles tinham discutido.
Ela ficou em silêncio assim como eu, estávamos analisando as pistas que tínhamos. Era mais um mistério e outros caminhos para percorrer.
:- Talvez Angelique seja a assassina ou ela sabe quem seja, ou seja, cúmplice no assassinato, por que para esse crime não pode ser feito por apenas uma pessoa. – comentei levantando uma possibilidade.
:- Angelique talvez seja a chave para descobrir o segredo desse mistério.
:- Isso temos que encontrar alguma maneira de arrancar algumas verdades da boca dessa vaca. Porém, ainda pretendo mais uma coisa.
:- O que?
:- Temos que esperar dona Alma voltar de viagem, ela também dever ser uma boa fonte de informações.
:- Talvez ela saiba e revele mais que Don Geovanni. – Maite concordou. – Vamos ficar atentas, assim que ela voltar temos que ganhar a sua confiança.
:- Eu fiz minha lição de casa Maite. – sorri deitando na minha cama e me acomodando. – Alma é uma viciada em jogos de azar. Tanto que ela viajou para Las Vegas para gastar dinheiro e sustentar seu vício, como você acha que boa parte do dinheiro de Eugênio vem sumindo?
:- Alma! – ela acertou em cheio.
:- Exatamente. Agiotas cobraram a alta dívida da mãe e Eugênio bondoso da forma que é, foi ajudar a mãe. Mas, se afundou junto com ela. – expliquei em parte, um dos motivos da falência de Eugênio – E ganhar a confiança de uma viciada é fácil, Dona Clotilde talvez comece a frequentar bingos e afins com vontade de encontrar uma nova amiga. – ri dessa vez achando divertido e me esquecendo de Poncho.
:- Vejo que Dona Clotilde é de mil e uma utilidades. – ela entendeu o que eu faria.
Fiquei um tempo em silêncio relutando contra uma ideia que surgiu, mas eu precisava disso.
:- Maite? – a chamei por que também ficou calada.
:- Sim!
:- Você tem algum compromisso para hoje a noite?
:- Tenho alguns negócios meus para resolver, mas depois das 23h estou livre por que?
:- Eu preciso sair para beber e encontrar alguém para dormir essa noite.
Ela riu do outro lado da linha.
:- Isso soa como um convite?
:- Não vou fazer a pergunta. – revirei os olhos.
:- Ok, certo, eu sei que foi longe demais. Eu aceito preciso também encontrar algum cara para passar a noite, mas segundo Poncho você anda saindo nessas noites com esses propósitos.
:- Ele acha que por ter aceitado uma renovação em nosso pacto vou mudar em relação a ele, mas está enganado.
:- Quero ver até quando você vai consegui ser forte, já provou do fruto proibido não será sempre que vai controlar o vício cedo ou tarde isso vai influenciar na vingança de vocês.
:- Bla, bla, Bla! – eu fiz questão de ser assim indiferente. – Sabe que não vou lhe dar ouvidos.
:- Sei, por isso minha diversão será maior quando um de vocês dois quebrarem a cara. – ela riu. – Então hoje será noite de caçada?
Revirei os olhos com a piada sarcástica dela fazendo referencia ao meu caçador.
Mesmo assim confirmei, logo desliguei a ligação, sabia que ela não encarava aquilo como um gesto de fraternidade ou algo semelhante e sim como uma comemoração ao nosso trabalho para chegar até Don Geovanni, além do que tenho que manter ela por perto.
Só vou consegui desvenda-la convivendo com ela. Até por que sei que não a nada demais sair para me divertir com uma mulher que assim como eu, sabe os benefícios de um bom sexo sem compromisso. Era disso que eu precisava para esquecer o que Poncho me fez e a raiva que ainda sentia por ele.
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