— Impossível! – berrou Gerald, soltando o corpo inerte de Anderson.

— Improvável, porém, possível.

— Qual é, Mizuki. Vai dizer que um de nós três é um assassino? – Mikkel perguntou com um sorriso nervoso.

— Eu não disse isso. Na verdade, se a causa falimentar dos órgãos do Anderson forem o mesmo veneno, há motivos para pensar que ele se envenenou após envenenar o Carlos.

— E por que diabos ele faria isso? Ele era gente boa! Eles se davam bem! – Esbravejou Gerald.

— Acalme-se, homem! – A dra. Mizuki gritou em tom autoritário. – Me ajude a levá-lo até a enfermaria. Vou determinar a causa mortis.