O alojamento estava vazio.

— Cadê ele! – Mikkel suava nervoso.

— Vamos até a enfermaria!

Os dois se puxavam pelas barras o mais rápido possível até que alcançaram a porta da enfermaria, que estava aberta. Lá dentro algo macabro estava acontecendo.

Carlos, com uma expressão cadavérica, tentava esganar Gerald no chão, enquanto Anderson estava flutuando ereto, com a mesma expressão, encarando os dois astronautas que chegavam pela porta.

— Deus do céu! Que porra é essa? – Mikkel berrou horrorizado.

O corpo de Anderson começou a se mover na direção deles.

Mizuki, aterrorizada, murmurou: “Acho que Deus veio nos acoimar pelos nossos pecados.”