Utahime
1 Cante para mim.
Notas iniciais
Lá estava eu. Voltando de um econtro com uma pessoa que, cara, eu realmente não tenho vontade de econtrar! Ah, aquele chibi é muito cheio de "bla,bla bla Rukh do bem, bla, bla ,bla ajudar todo mundo"! Vish, já tô até cansado do mesmo script* toda a vez que encontro ele.
O pior de tudo é quando aqueles filhos da polícia dizem que o chibi é o Verdadeiro Magi. Não espero a hora de acabar com esses caras e mostrar que o meu Rukh negro é superior. Afinal tudo o que importa é a guerra.
- Senhor Magi.
- Fala. — reviro os olhos contrariado
- A moça lhe espera em seu quarto.
De repente, um sorriso toma conta de minha face. Eu estava tão feliz que esse sentimento acabou sendo estranho. Usando minha mágica dei um impulso para correr até meu quarto. E para minha sorte, funcionou. Abri a porta sem pestanejar e acho que a coisa que eu vi foi uma das mais belas...desgraças, para ela.
Lá estava ela, dentro de uma gaiola gigantesca feita de ouro bem no meio do meu quarto, ou seja, de frente para minha cama. Dentro dela, havia uma menina de cabelos longos (quando digo longos é porque eles são maiores que os meus) azuis-piscina. Os olhos dela pareciam ser da mesma cor. Ela estava arrumada com um vestido branco de alsas rodado e um pouco acima do joelho. Usava um colar na cabeça de ouro. Olhava para mim perplexa e um pouco assustada.
Deus, ela era realmente linda!
-Whoooah, é você a garota?
-E-er.. — levantou-se colocando a pontoa dos dedos em cada ponta do veztido agachando um pouco — P-Prazer, sou-
-Ok, ok mostre-me o que sabe fazer.
Ela fez uma careta contrariada — me pergunto o porquê- mas estão ajoelhou novamente e pousou as duas mãos no peito e feixou os olhos. Logo, abriu a aparente macia boca e dela saiu uma melodia e desta, tenho certeza que o palácio todo de Kou ouviu.
"Mau yuki wa, hoshi no kakera
Tentai ni, te wo nobashite
Ikigau negai, kanjiteiru ne
Subete wa ima, MONOKUROOMU no naka..."
Eu estava lá, aparentemente hipnotizado pela voz doce e feminina que ela tinha. Cara era cmpletamente diferente. Mas algo me incomodara: os Rukhs bracons rodearam-a enquanto cantava.
-Uaaau! — exclamei da forma mais mentirosa o possível. Estou irritado — Você canta bem! Hey, de onde você é?
-S-Sou de Magnoshutatt o país da bela maga Yamuraiha. — disse corada aparentemente com o elogio
Puta que o pariu, agora fudeu! Porra, me arrumam uma garota cheia de Rukh branco e ainda de um país daqueles oito generais daquele rei idiota lá? Ninguém merece!
-Ah... Por acaso sabe quem eu sou?
-S-Sim meu m-m...
-Eu sou o Magi!
-Whoaah! — vi um sorriso estampar-se em sua face — Você é o Magi! Aquele que a Yamuraiha-senpai falou? Aquele que ela treinou? Seu nome era... hum... All-
-Não ouse pronunciar esse nome aqui!
-Ugh! — ela estava assustada, com meu ato de eforcamento repentino
-Meu nome é Judal, acredito que já ouviu falar de mim. Aquele chibi pode até ser um Magi, mas não é tão forte quanto eu! Não pronuncie o nome daquele chibi de novo ou eu não me segurarei. Voltando ao assunto — a larguei dexando-a tussir no chão. Acho que ela não vai durar muito — que outras coisas você sabe fazer? — falei sorrindo
-Cantar, dançar... ugh... Contar histórias
-Whooooaaaah! Conte uma história para mim.
-Heh? O-ok.
Sendo assim, aproveitando a noite e o meu sono recémchegado, ela começou a contar sua história. Deitei com a cabeça para o seu lado e esperei ela sentar de frente para mim.
-Mais uma coisa! — me tornei sério — Se é do país de Yamuraiha, então deve ter um poder.
- Errm... Sim, sou ... Uma maga que controla alguns elementos.
-Interesante... Agora a história. -disse batendo palmas
-H-Hai... Então a muito tempo havia um menino chamado.... hunm... Luke, está bem? — eu apenas murmurei um "sim" — Então, esse garoto, Luke, vivia em um certo lugar...
Ela me contou uma história parecida com a de uma pessoa que eu conheço, mas não sei quem é. Só sei que no meio de sua história eu já ia me sentindo sonoento e com isso me senti quente e em um outro lugar.... É, eu estava dormindo.
~xx~
A luz do Sol iluminava meu rosto de um jeito tão ofuscante que começava a ser irritante! Contrariado e irritado, levanto da cama em um pulo. Direto pro meu banheiro onde lá, tomei um banho quente para a manhã. Quando sai estava sem camisa, minha calça e os cabelos soltos. Não tenho paciência em arrumar meu cabelo agora...
Então lá estava ela, acordando enfim. Bocejou graciosamente e espreguiçou-se olhando para a janela ofuscante. Olhou para a minha direção e sorriu tão falsamente quanto normalmente.
-Bom dia Mestre.
-Hum... — sentei num pequeno espaço entre sua gaiola e a cama — você sabe arrumar cabelo?
-Heh? S-sim.
- Ótimo! — Bati palmas e virei de costas, joguei-lhe meu pente encostando minhas costas na gaiola dourada
Hoje, realmente não estou com vontade de arrumar meu cabelo. Enquanto ela penteava meu cabelo cantarolava uma música e como não gosto que scondam coisas de mim fiquei irritado.
- Pare de cantarolar!
-Prefere que eu cante, Mestre?
- Vá em frente.
"When you walk away
You don't hear me say
'Please, oh baby, don't go'
Simple and Clean is the way that you make feel tonight
Is haard~ to let it go"
Equanto cantava a música fazia meu penteado marcante. Mas ela ia fazendo isso tão lentamente, não estava com sono mas com certeza estava relaxado.
-Qual seu nome?
- É-
- Não, deixa. Agora que é minha vou te chamar de... Utahime. Isso, Utahime.
-Nome bonito...
Depois dali desci para tomar meu café, depois de quatro dias acho que ia fazer uma visitinha a Balbadd.
~xx~
Quatro dias depois.
Argh! Chibi maldito! O que era aquilo? O que o chibi me mostrou? Que merdas eram aquilo? Aquelas coisas, aquelas pessoas! Por que tudo era tão familiar? Será que...? Não, não é possível! O pior é que eu perdi meu Djinn. Meu primeiro!
"Utahime, Utahime!"
Por que deabos minha mente clamava por ela? Não tenho tempo para pensar nisso! Preciso encontrá-la! Corri o mais rápido que pude até o meu quarto. Após aquela luta com o chibi em Balbadd, eu voltei para o Império de Kou. Corri mais rápido até que cheguei no meu quarto, abri a porta fortemente fazendo um barulho. Quando vi, ela estava sentada e assustada. Levantei a mão e fiz minha especialidade: gelo. E destrui uma parte da gaiola. Corri para sua frente me ajoelhando, as lágrimas escorrendo em meu rosto.
- Por que... Por que tudo é tão familiar? AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
-Mestre...
Logo eu me senti ser abraçado por mãos macias. Eu coloquei minhas mãos na cabeça e comecei a gritar enquanto ela cantava uma melodia de "las" e "aahs". Eu ouvia mas estava confuso! Confuso com tudo.
Só sei que substitui seu abraço por suas pernas, e quando o fiz corei um pouco de canto, mas passou. Por incrível que pareça estava mais calmo e não menos irritado.
O Rukh branco quanto o negro se acumulavam em nossa volta, parecendo lutar entre si. Eu já havia me decidido. Coloquei então repentinamente minha mão no rosto de Utahime.
-Qual seu verdadeiro nome?
-É... Utahime, Mestre.
-Heh...
Levantei um pouco de sua perna, o bastante para ficar na altura de seus olhos. Coloquei a mão em seu rosto e selei seus lábios ferozmente, atacando-a sem pestanejar. Fiz ela deitar, logo pude segurar sua coxa com força e me desfiz do beijo. A fitei por alguns instantes com um sorriso bem sarcástico vendo a menina corar.
-Hey, abra a boca enquanto nos beijamos.
-Ah!
Voltei a atacá-la e dessa vez pedi permissão para minha língua entrar em sua boca e rapidamente fui aceito. Explorei cada canto de sua boca. Eu estava querendo-a mais e mais... O que eu estava pensando? Após um tempo beijando-a de língua separei, por falta de ar, e a fitei por um momento: os olhos dela estavam fechados e as bochechas coradas. Percebi então, que apenas um fio de saliva separava nossas línguas, pois ambos estavamos com a língua fora de nossas bocas.
-O que você... fez comigo? — perguntei cortando finalmente o fio de saliva. — Por que... Por que eu quero tanto te beijar e talves ter seu corpo tanto para mim? Hey, Utahime... Deixe eu tê-la só para mim.
-...
Eu estava sendo gentil? Aquela garota me fazia sentir diferente... Ela tinha tudo para ser perfeita mas... Porquê diabos os Rukhs gostam dela? Vou até o encontro de seu pescoço e encaixo minha cabeça na cruva do mesmo.
-Um dia, eu a terei por completo.
-M-M-Mes-
-Judal — bocejei — Apenas Judal.
-J-Judal. — ela disse no tom mais gracioso possível
"Eu já sou sua..." - murmurou
Com este murmuro sorri satisfeito e mordi o pescoço dela com força deixando-o sangrar um pouco. Ela gemeu de dor e de prazer. Sorri novamente satisfeito sem sair da curva do pescoço.
"Não desse jeito, eu já lhe comprei mas digo... Minha completamente até os Rukhs ao seu redor. Só minha."
-Ah?!
Percebi que ela havia tremido um pouco e minha expressão já estava séria. Eu já esperava ser rejeitado como sempre até que sentir os mãos acariciarem e soltarem meu cabelo. Surpreendido levante e percebi que as madeixas azuis encontravam-se com as negras numa dança incrível.
-Mesmo que meu Rukh seja branco, pode ter certeza... Sempre te seguirei.
-I-Isso é um Sim?
-Hai...
Com um sorriso sarcástico desci até encontrar seus olhos, eu queria lhe beijar novamente mas ela se repreendeu fechando os olhos e corando. Com este ato dei um beijinho em seu lábio:
-Chu~
-Heh? — abriu os olhos
-Me responda mais tarde com verdade. Amanhã talvez, — eu disse levantando e pegando sua mão — eu te tiro daqui — "Você pdoe ser útil" pensei...- Agora... Banho. — apontei para o banhero
Às vezes os servante do Império de Kou davam-me banho mas eu ... Queria que dessa vez fosse ela. Eu havia me decidido: nada iria me abater e eu ia alcançar meu objetivo.
Afinal tudo o que importa é a guerra... certo?
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