Use My Heart For Both Of Us.
7 The Fruit Of True Love.
Notas iniciais
– Robin, por que você não coloca Roland em uma escolinha ? — David que deu uma oportunidade de emprego na delegacia á Robin algumas semanas atrás pergunta.
– Escolinha ? O que é isso ? — Confuso ele pergunta.
– Ah sim, escola é onde as crianças aprendem a ler, escrever e muitas outras coisas. E com isso, Marian vai ter um tempinho livre pra arrumar um trabalho para ela.
– É de confiança ?
– Sim, pode ficar tranquilo. Henry estuda lá.
– Me parece legal essa ideia, como faço pro meu filho ir há esse lugar?
– Eu peço á Snow que leve Marian pra fazer isso, aliás, isso é coisa de mulheres. — Os dois dão risada.
– Obrigado David. Estou precisando mesmo de um lugar assim pra Roland. Não me acostumei com esse novo reino ainda, apesar de fazer mais de um mês.
– Não tem de quê! — Ele ia se virando, mas resolveu falar. — Robin ...
– Sim.
– Você ... — Ele pensa em não perguntar. — Você tem visto ou falado com Regina ?
– É ... não, na verdade não.
– Desculpe a pergunta. Ela sumiu de repente e Snow pediu que eu te perguntasse se você tinha notícias dela. Ela está preocupada.
– Tudo bem, eu entendo. Marian fica me vigiando e não me larga um segundo. Eu só a vi uma única vez e depois disso não vi mais ela. Que tal iniciarmos nosso trabalho ? — Robin tenta fugir do assunto "Regina" e não ser muito grosso. Doía falar dela, ele sentia falta dos momentos e tudo mais e ele fazia de tudo pra esquecer por um segundo, mas era impossível. O cheiro dela está em tudo nele, o sorriso da morena não saia de sua mente.
– Claro, mãos à obra !
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Acordo assustada com o barulho de algo caindo no chão.
– Henry, amor o que faz aqui ... ? — Paro de falar assim que olho para o chão e vejo o que causou o barulho. O teste. Henry me olha diferente, um olhar confuso. Fico com medo de sua reação. " Droga! Acabei dormindo e esqueci essa merda em cima da poltrona." — E-eu ...
– Mãe o que isso significa ? — Ele pergunta meio em choque. Fico imóvel e não digo nada, não consigo dizer nada. As palavras somem, me levanto rapidamente e pego o teste do chão.
– Nada Henry. — Falo meio trêmula e nervosa.
– Mãe ... você ... — Ele aponta pra minha barriga. — Está grá-grávida ? — Ele me pergunta e o olho completamente atordoada. Tinha acabado de descobrir, quer dizer, de confirmar isso e não estava pronta pra falar há alguém, muito menos á Henry.
– Eu ... Sim. — Abaixo o olhar e o medo percorre o meu corpo. — Filho, eu posso explicar ...
– Isso é maravilhoso!
– Maravilhoso ? — Fico boquiaberta com a reação positiva dele há isso, sinceramente eu não esperava.
– Sim! Isso é incrível. Eu vou ter um irmão. Você mãe, vai ter um bebê! — A última frase dele me atinge bem no peito, embora ele não tivesse á intenção de fazê-lo. Eu estava tão assustada, eu sei o quão difícil era criar um bebê sozinha, mas esse não era o problema. Robin, ele era o pai! Essa criança ia ter um pai. Esse era o fruto do nosso amor. Essa criança era realmente minha, ela iria nascer de mim, meu sangue!
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– Belle, amor! — Rumple diz enquanto vê sua amanda entrando na casa que eles escolherem e compraram juntos um pouco antes do casamento dos dois.
– Rumple, oi. — Ela diz e deposita um leve beijo em seus lábios.
– Você demorou hoje. — Ele diz visivelmente preocupada com ela.
– Ah, desculpa. As horas passaram voando.
– Está tudo bem com você ? — Ele diz com um sorriso diferente no qual Belle nem percebeu.
– Sim, está. E com você ? — Ela diz não reparando que seu marido estava estranho. Enquanto colocava a bolsa sobre a mesa e tirava os saltos, ele continua olhando pra ela e sorrindo, ignorando totalmente há sua pergunta anterior. — Rumple está tudo bem ?
– Sim, sim.
– Porque está sorrindo tanto ?
– Porque eu tenho você ! — Assim que Belle ouve isso, automaticamente forma um sorriso e ela o beija novamente.
– Bobo.
– Belle, você não tem nada pra me contar ?
– Eu ? Não ! — Ela estranha e diz meio confusa.
– Tem certeza ?
– Ok. Rumple o que está acontecendo ?
– Acho que você saberia me responder melhor. — Ele diz sem ser grosso.
– Eu não to entendendo. Do que está falando ?
– Belle, eu sei aonde você foi hoje.
– Sabe ? — Ela fica meio apreensiva, com medo dele ter descoberto sobre o segredo de Regina.
– Sim, encontrei o vendedor da farmácia e ele me felicitou. Perguntei sobre o motivo e ele me disse.
– Rumple, eu... — Ele a abraça e Belle se sente mal por ele estar se enganando.
– Belle, você está grávida ? — Ele diz se separando do abraço. — O que foi ? — Pergunta assim que vê a expressão de sua amada mudar.
– Rumple, você entendeu tudo errado meu amor. — Ela tenta dizer fazendo o possível para não magoá-lo .
– Mas ele me disse que você comprou um teste ... Deu negativo ?
– Não, não é isso ...
– Porque se for isso, você sabe que é mais seguro um exame de sangue.
– Rumple, me escuta . — Ela coloca as duas mãos em seu rosto. — Não deu negativo. E o teste não era pra mim.
– Não ?
– Não.
– Então era pra quem ?
– Eu não posso falar.
– Por que não ? Belle acabamos de nós casar e você já está de segredinhos . — Ele diz bravo, não por ela não estar de segredo e sim por ter se enganado.
– Eu prometi á ela que não falaria há ninguém, que isso ir ficar entre nós. Esse segredo pertence á ela e há mais ninguém. Eu não tenho o direito de falar a você, mesmo sendo meu marido. Desculpa. — Ele percebe que foi meio grosso e tenta se redimir.
– Não, desculpa eu. Por te me enganado, não te escutei ... — Ela fica mal por ele, não queria ter dado esperanças á ele. Então para quebrar o clima tenso, ela o interrompe.
– Mais nada impede de tornamos isso em realidade! — Ela diz e lança um olhar de malícia que ele entende bem.
Para Rumple e Belle a noite só estava começando.
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– Então mãe, qual vai ser o nome do bebê ? — Henry me pergunta de surpresa e eu me engasgo com o café que estava tomando. — E aliás, você não devia tomar café. — Ele diz e pega a xícara da minha mão. — Cafeína não faz bem.
– É, acho que você tem razão em relação ao café. Henry, vamos com calma ok ? Eu descobri que estou grávida ontem e é meio cedo pra pensarmos nisso. — Digo com um sorriso fraco.
– É, mas você não pensou em nada ? Nem se acha se é menino ou menina ?
– Henry ...
– Eu sei que é cedo e tudo mais, mas você não pensou ?
– Não, eu não tive tempo ainda ... — Mudo de expressão e Henry percebe.
– Mãe ? Está tudo bem ? — Me levanto e novamente corro para o banheiro da cozinha e deixo meu filho falando sozinho. Enquanto colocava tudo pra fora, eu ouço alguém entrando em casa. Não me lembrava de visitas pra hoje .
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– Henry, oi. Tudo bom ? — Belle fala e o mesmo convida ela pra entrar.
– Belle ? Oi, o que faz aqui ? — Ele pergunta e isso soa meio ignorante. — Quer dizer, é porque você aqui é meio que estranho.
– Tudo bem, é meio estranho mesmo eu estar aqui. — Ela sorri e se senta no sofá. — Eu vim ver como Regina está.
– Veio ? — Ele estranha, pois sabia da "relação" delas no passado.
– Belle, era você ! Me desculpa, esqueci totalmente que você vinha hoje. — Regina diz e abraça a amiga que fez á pouco tempo. Henry olha aquela cena com os olhos repletos de confusão. — Henry, Belle também sabe .
– Sabe ? — Ele fica ainda mais confuso. Por que sua mãe ia contar uma coisa tão séria desse tipo a Belle ? — Sobre a ...
– Eu sei o que Regina ? — Belle pergunta. Regina olha pra ela e responde.
– Está tudo bem Belle, ele sabe sobre minha gravidez. — Ela diz meio desconfortável ao falar a palavra "gravidez"
– Ah, sim. Que bom que você compartilhou isso com ele . — As duas olham para Henry que até agora não estava entendendo nada.
– Bom, na verdade ele descobriu. — Regina olha sorrindo para o filho e ele retribui . Vendo a confusão que ela fez na cabeça do menino, ela decidi explicar. — Eu conversei com Belle e pedi desculpas á ela pelo que fiz trancando-a por 28...
– Tudo bem Regina. — Ela interrompe Regina, vendo que ela não estava bem em falar daquilo. — O que estão fazendo ? — Ela muda de assunto rapidamente.
– Estávamos tomando café. Vamos para a cozinha. — Regina convida ela para se juntar à eles.
– Na verdade ela passou mal de novo, quase agora antes de você chegar. — Henry fala.
– Você devia ir em um médico. — Belle sugere.
– Também acho isso, Belle tem total razão mãe.
– Não. E é cedo para isso ainda. Eu já falei que não quero que ninguém saiba ! — Regina diz meio brava.
– Quero ver por quanto tempo você vai esconder isso. Bom, vou subir. Tenho que me arrumar para ir a escola. Você me leva ao ponto hoje mãe ? — Henry percebe que elas precisavam conversar a sós.
– Claro, levo sim. — Regina diz e tenta dar seu melhor sorriso, Henry sobe e ela e Belle ficam sozinhas.
– Regina, ele também tem razão. Uma hora ou outra todos vão saber, sua barriga vai crescer. — Ela diz colocando a mão em seu abdômen. — E temos que saber se o seu bebê está bem.
– Eu sei, mas eu acabei de descobrir. Me dê mais um tempo ok ? Eu posso adiar isso mais um pouco.
– Você não tem muito tempo, eu acho. E Robin ? Vai contar á ele ? Ou já contou ?
– Não. Não contei e nem vou contar.
– Regina, ele é o pai !
– Eu entendo, mas ele ainda está com Marian.
– Regina, ele não está com ela!
– Mas moram juntos!
– Não tem nem um mês que ela chegou aqui. Ela não sabe das diferenças deste Reino, é mais que dever dele abrigar ela. Ela foi sua esposa e tem um filho juntos. — Belle fala e Regina fica meio incomodada com a última frase da princesa. Regina ainda se sentia culpada pela "morte" da mulher. — Mas você tem que ir num médico o mais rápido possível. Ele com certeza vai resolver seus problemas com as tonturas e enjoos.
– Eu vou, eu prometo! Você poderia ir comigo ? Claro, não essa semana.
– Claro que eu posso ! — Elas sorriem uma para outra e ficam conversando sobre tudo que estava acontecendo com Regina.
Henry termina de se arrumar e Regina decide ir levar ele direto pra escola. Dá uma carona á Belle até a biblioteca e vai trabalhar. Ela ia ter um dia cheio e muitas coisas de Story Brooke para resolver. Durante o caminho para a prefeitura, fica pensando no seu bebê, em Robin e se deve contar a ele ou não. Quando ela irá finalmente num médico e sem querer ela já pensa em alguns nomes por causa de Henry. Um sorriso lindo é dado em meio ao seus pensamentos, mas o medo ainda a percorre imaginando nos problemas que essa gravidez traria.
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