Notas iniciais
Outro capítulo gente! Bom, por que esse título para o capítulo? Quem conhece muito bem a história do clã Berzerk vai entender durante o episódio, caso alguém não entenda o nome, falem pelos reviews que eu explico e enfim, boa leitura, espero que gostem!

Capítulo 5 – O conto dos assassinos.

Sontyn POV.

Era mais um dia na cidade de Clint City, o Sol estava nascendo, naquele dia, eu levaria meu irmão para a escola. Ele sempre ia de ônibus, mas o ônibus dele estava sendo revisado por ter quase acontecido um acidente outro dia, no começo, meu irmão falou que ia sozinho, eu falei que se ele reclamasse mais, ele não iria para a escola, ele parou de reclamar, o que achei estranho porque se alguém falasse isso para mim, eu iria reclamar até a pessoa me matar. Mas até aí tudo bem...

- Chewt, como vai a sua escola? – Estávamos indo andando, tentei puxar assunto, já que ele estava quieto.

- O de sempre... – Ele disse, isso era estranho, na nossa outra cidade ele era tão animado. Chegando na escola, ele se despediu de mim e foi para aula, fiquei o observando ir.

Ele estava crescendo, me orgulhava bastante de ter um irmão como ele, ele sempre foi bem maduro, nunca se importou tanto pelos jogos, como eu já disse, uma vez ou outra ele me vê arrumando meu baralho, evoluindo meus monstros, mas nada muito grande.

Quando ele estava entrando pela porta da escola, um menino de cabelos ruivos, mais ou menos 14 anos, deu um empurrão nele.

- Ei moleque estranho! Vamos logo, vai fugir de um duelo de novo? – O menino ria.

- Eu já falei que não duelo, idiota... – Chewt disse, sem medo. Chewt nunca teve medo de nada e sempre falava o que pensava.

- O que você disse?! – O menino disse segurando Chewt pela gola.

- Eu gaguejei? Além de idiota é surdo?! – Chewt perguntou, logo entrei pelo portão, Chewt não tinha me visto, cheguei para o menino e o soquei.

- Não mexa com meu irmão... – Por que eu fiz aquilo?! Sou muito fraco!

- Quer brigar? – O menino perguntou.

- Não, você não sabe duelar? Eu te desafio para um duelo e aposto 150 clintz! – Eu disse rindo.

- Certo, eu aceito! – Ele logo pegou seu aparelho e eu o meu, logo as cartas foram sorteadas e percebi que o deck dele era apenas o clã Berzerk, o clã de humanos que viraram monstros por um tipo de alteração genética e viraram assassinos, com o líder chamado Cortez, que vive para matar e procurar quem o transformou daquele jeito e conseguir a vingança que ele quer, para poder voltar ao normal. Meu deck estava misturado com Nightmare e Fang Pi Clang, dois de cada. Estava com a minha carta favorita e estava confiante, eu tinha que começar.

- Eu vou começar invocando... Orlok! – De dentro do meu aparelho, saiu um vampiro. O poder de Orlok era para caso ele perdesse, ele poderia tirar -2 de danos do adversário, uma carta óbvia que o jogador que a usa, usa como sacrifício, mas não é o meu caso.

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- Boa carta, pena que é óbvia demais! – Ele riu, mas estava errado. – Eu invoco Drummond! – Logo, um monstro enorme saiu do aparelho dele. – Drummond é um senador, caso você não vote nele, ele irá te explodir. Drummond, mostre para esse vampiro o que é poder!

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Os ataques se revelaram. Ele tinha colocado 2 pillz, dando 12 de poder para o monstro de potência 6 dele e o poder do monstro dele era ataque +8, deixando ele com 20 de ATK, mas meu vampiro estava com 24 de poder, havia utilizado 4 pillz. Logo, meu vampiro destruiu o monstro.

- Que idiota usa poder no Orlok?! – Ele disse surpreso.

- Eu... E esse idiota aqui, está te vencendo! – Eu dei uma risada, era a vez de ele jogar.

- Na minha jogada, invoco minha carta favorita e uma incomum! Saia daí, Uma! Mostre a esse idiota, que o amor é eterno! – Uma mulher de pele vermelha e vestido de casamento saiu do aparelho, eu a conhecia. – A história dela é emocionante! No dia do casamento, ela foi transformada em monstro, por um vazamento de gás, ela viu que o marido dela não a queria mais, então ela matou o marido dela para viver um amor eterno com ele! Dizem que ela leva o marido dela até hoje com ela... Não é romântico? – Ele fez um olhar assassino para mim.

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- Você não me assusta, conheço as cartas Berzerks! – O poder de Uma era vingança: Danos +2, ou seja, se em um round antes, um monstro dele perdesse, Uma ganharia mais dois de danos, formando seis, já que os danos de Uma normalmente são quatro. O bônus do clã Berzerk era tipo um furry, era -2 vida adversário mínimo 4. – Eu invoco Endo! – Não coloquei nada no ATK de Endo, deixaria ele tirar oito de pontos meu, era uma jogada suicida, mas me ajudaria.

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Logo Uma destroçou o meu monstro, e ele voltou para o meu aparelho. Endo era uma carta que não usava muito, já que tinha 3 de danos e 6 de potência, com o bônus do Fang Pi Clang teria 5 de danos, mas não fazia muita diferença para mim...

- Você falou tanto, mas agora só tem 4 de vida, enquanto eu ainda tenho 8! – Ele ria muito, ele me irritava, era um amador ainda, achando que poderia me vencer tão fácil.

- Certo, mas você se esqueceu de uma coisa: Eu ainda tenho 8 de pillz e você apenas 5! – Eu disse, ele me olhou com cara de que me achava um lesado.

- I daí? Meus monstros vencem tudo! – Ele riu de mim de novo.

- Certo, já que gosta de histórias, vou te contar uma! – Do meu aparelho, saiu Magenta. Minha carta favorita. – Magenta foi um monstro criado por um cientista, um professor, ela ganhou vidas, arrancou o coração, o cérebro e outras partes do cientista que a criou e ela ganhou vida! E agora fará o mesmo com você, diga Adeus!

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- Tem certeza que pode me vencer?! – Ele disse. – Não tenho medo de monstros! – Magenta tinha apenas 6 de potência, mas tem 7 de danos e o poder dela me deixa tirar 6 pontos de ataque do monstro em que ela enfrenta, o que a faz forte e com furry, eu venceria. Apostei tudo nela. – Eu invoco Darril, ele tem sete de potência e poder de copiar danos do adversário! Darril é um monstro que trabalha em um bar e como lá anda muito cheio, ele está irritado, e pretende matar alguém. Agora se eu vencer, você já era! – Os ataques se revelaram, meu monstro tinha 30 de ataque e o dele tinha 35. – Isso, eu venci! Ninguém mandou usar furry!

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- Olhe de novo! – Eu disse, ele viu que o monstro dele estava com 29 no ATK.

- Mas como?! – Ele perguntou.

- Você não passa de um amador, estava tão confiante que não viu que Magenta tem o poder de tirar 6 de ATK do adversário! – Magenta destruiu Darril e eu venci, logo ganhei 150 clintz.

- Essa não... – Ele caiu no chão.

- E não mexa mais com meu irmão! – Fomos interrompidos por um homem.

- O que aconteceu aqui? – Ele perguntou.

- Nada Dr. James... – Chewt disse. Doutor?

- Bom, estou indo para o meu consultório, volto aqui depois... – Ele disse.

- Como assim? – Perguntei.

- Venho aqui de vez em quando, quando não estou no meu consultório médico... E foi um bom duelo! – Ele disse sorrindo.

- Ah, obrigado... – Sorri. – Chewt, é melhor ir para a aula!

- Certo! – Um sorriso se abriu no rosto de Chewt, que foi correndo para a sua sala.

- Ele é um bom garoto... – James disse. – Pena que não gosta de duelar, eu duelaria com ele.

- Você duela? – Perguntei.

- Sim e qualquer dia, iremos nos enfrentar! – Ele sorriu. – Mas, agora tenho que ir... Até! – Ele saiu andando.

Quando vi, faltavam 10 minutos para a aula começar, eu teria que correr para chegar a tempo, já que eram alguns quarteirões e eu sou muito lento. Comecei a correr, encontrei Jhony no caminho de carro, ele mandou o pai dele parar.

- Ei Sontyn! – Ele me chamou. – Quer carona?

- Ah, obrigado. – Entrei no carro sem negar, eu tenho esse defeito de aceitar tudo rápido. – Muito obrigado mesmo!

- Ah, não foi nada. – Jhony disse. – Pai, esse é o meu amigo, ele que me ajudou quando perdi o duelo ontem!

- Entendo. É um prazer te conhecer garoto! – Ele sorriu, parecia ser um pai bem gentil.

- Obrigado. – Sorri. O rádio estava ligado, logo percebi qual emissora era, era uma emissora nova que só fala de jogos a Rádio Games. Nome muito criativo, em? Mas enfim, o rádio estava falando de Urban Rivals, Jhony aumentou o volume, o pai dele não reclamou, parecia se interessar um pouco pelo Mundo dos jogos também, isso era bom para Jhony porque não tenho nenhum familiar que se interesse muito por jogos como eu.

A emissora dizia:

- E no jogo Urban Rivals, parece que hackers estão invadindo o jogo! – Eu fiz uma expressão de surpresa, que acompanhou a de Jhony. – E o criador do jogo anuncia que se o jogo continuar assim, o jogo poderá ser fechado! – Daí foi pior ainda nossa expressão de surpresa. O rádio continuou falando. – Mas agora, a pergunta é: O que esses hackers querem? Ganharem mais cartas, mais clintz e mais créditos? Por que tudo isso? Qual vai ser o resultado disso? Agora vamos mudar para outro jogo...

Jhony deixou no mudo, ele me olhou com uma séria.

- E agora? – Ele me perguntou. – Se Urban Rivals acabar, o que acontecerá?

- Não vamos deixar isso acabar, apenas temos que achar os hackers e vencê-los! – Eu disse, mas não seria tão fácil.

- Sim... Mas será que vamos conseguir? – Ele me perguntou, o pai dele não interferia na nossa conversa.

- Se trabalharmos juntos... Podemos conseguir! – Eu dei um sorriso confiante, ele sorriu de volta com confiança.

E aqui eu faço a minha promessa de duelista, eu, Sontyn Uygraw, irei procurar esses hackers, irei derrotá-los, ao lado de Jhony. E sei que não estarei sozinho, eu tenho meus próprios monstros para usar para a minha proteção. E nunca vou estar sozinho, eu sempre odiei hackers e em duelos, eu sei que poderei vencê-los. Mas agora eu me pergunto, como é o deck de cartas do Jhony? Será que ele é forte? Disso eu ainda não sei, mas irei conseguir descobrir...

Notas finais
Reviews? Adorei escrever esse capítulo porque foi um duelo que envolvia meus 2 clãs favoritos: Nightmare e Berzerk, que são 2 clãs que fico fascinado pelas histórias dos monstros ou personagens de cada clã. Enfim, se gostaram ou não gostaram digam aí pelos reviews, digam o que devo melhorar, o que deve continuar, etc. Vejo vocês no próximo capítulo! Até!