Upside Down - Seddie

41 Capitulo 41- Pool Party parte 02


Notas iniciais
Oi gente!! Mil desculpas pela demora esse revival de icarly me deu um bloqueio horrivel, mas vamo terminar essa fic né!!! Calma não ta tão perto assim, mas agora chegamos em reta final... E espero que curtam o capitulo, beijos!!!

Pov Geral

Freddie observa enquanto Sam puxa a corrente acima dela e a água cai do chuveiro, encharcando-a da cabeça aos pés. Ele sente um nervosismo já típico do modo como ela o encara a essa altura ele já devia estar acostumado, mas não consegue. Sam é cor é luz é novidade em sua vida. E tudo isso é novo para ele.

A excitação em observá-la é inevitável. A água desce pelo seu corpo e seus mamilos ficam duros por causa da água fria. E ele precisa se forçar a tirar os olhos dali para parecer estúpido ou um maníaco.

Sam olha para ele e seu sorriso desafiador revela que ela sabe exatamente o que está fazendo. Ela era certeira em suas ações ela queria que ele passasse por uma situação constrangedora ali na frente de amigos e família. Ele nunca devia tê-la subestimado.

Ele levanta a sobrancelha de maneira questionadora e Sam desliga o chuveiro e embrulha uma toalha em volta de seu corpo, cobrindo toda sua beleza.

Um grito corta o cenário outrora tranquilo e todos os olhos se voltam para as portas do pátio. Cat está carregando um bebê berrando em sua cintura e no outro braço tem uma sacola de praia cheia de fraldas e brinquedos de criança.

Ele atravessa a calçada de pedras e pega a sacola em seu ombro. Se não iria se oferecer para pegar o bebê ele já havia tido traumas suficientes cuidando de sua prima Stephanie. Se pelo menos fosse m bebê calmo ele até poderia tentar, mas não esse. disso.

— Desculpa chefinho, mas hoje trabalho no meu outro emprego de babá, e o convite veio meio em cima da hora não tive como cancelar e a Nonna viajou. E me desculpe por Max. — Cat disse, aceitando sua ajuda.

— Não tem problema. Está tudo... Bem? — Freddie pergunta, levantando a sobrancelha em direção ao bebê que continuava chorando. Ele não entendia por que Cat trabalhava nesse negocio de babás, ele mesmo havia se certificado em pagar um bom salário a Cat, mas ela sempre insistia em continuar, ele já havia desistido em fazê-la mudar de idéia.

— Ele está assim desde cedo. Chora sem parar. Os dentes estão nascendo — Explica ela.

— Então vamos pegar uma bebida para você. Posso pegar alguma coisa para ele? — Freddie pergunta.

Ela balança a cabeça.

— Não, espero que ele se acalme. Sinto muito, não quero que ele estrague a festa.

— Ele não está estragando nada, Cat. De maneira alguma. Venha, por favor, relaxe.

Ele a acompanha até o bar, onde Brad e Gibby passaram a tarde sentados ali. Junto com outros sócios da empresa, inclusive Robbie Shapiro um nerd excêntrico que ele achava que combinava com Cat, e ele esperava apresentá-los, mas ele não sabia se iria sair algo dali por causa do bebê.

Gibby fica em pé, assumindo o papel de bartender.

— O que você quer beber Cat?

— Uma peppy cola por favor. — Ela responde o que não surpreende a Freddie, ele então decide fazer essas apresentações.

—Robbie, essa é Cat Valentine. A garota que lhe falei, não consigo dar um passo fora da empresa se não for por ela.

Cat sorri ao que Freddie diz o que era um bom sinal. Robbie parecia envergonhado, mas se apresenta também.

— Tem certeza de que você não quer nada mais forte? — pergunta Gibby, sorrindo para o bebê que ainda chora em seus braços.

— Eu gostaria, mas estou trabalhando. — Ela diz olhando para o bebê.

Ela explica que está de babá e que os dentes do garotinho estão nascendo.

— Deixe-me pegá-lo — oferece Robbie, atravessando o bar e parando em frente a Cat. — Você se incomoda?

Ela levanta as sobrancelhas surpresa. Na verdade ali todos ficaram todos surpresos. Robbie era um pouco estranho, não parecia muito o tipo encantador de bebês.

— Você pode tentar... — Ela diz dando um gole em sua bebida.

Assim que as palavras saem da boca de Cat o bebê já está nos braços de Robbie. E ele para de chorar. O silêncio repentino surpreende a todos eles que ficam ali, olhando para ele segurando um bebê.

— Ei, rapazinho — diz Robbie, balançando o bebê com um braço.

O bebê olha fixamente para o sócio de Freddie seus gigantes olhos azuis piscam por causa da luz do Sol.

O bebê agarra os óculos de Sol de Robbie, tira-os de seu rosto e começa a mastigar a ponta.

— Sinto muito, seus dentes estão nascendo. — diz Cat, correndo para procurar algo em sua bolsa gigante.

— Está tudo bem — diz ele, passeando com o garotinho.

— Quem é ele, o encantador de bebês? — brinca Brad.

Todos encolhem os ombros e Cat dá um longo gole em seu refrigerante vinho,olhando para Robbie e o bebê.

O clima fica mais leve, Cat e Robbie se deram muito bem e passam a maior parte da tarde com o bebê, segurando-o, balançando-o em seu joelho, nadando com ele na piscina... E Max continua em silêncio e feliz o tempo todo. Seus grandes olhos azuis presos no homem que o segura o tempo todo.

— Ele é sempre assim com bebês? — pergunta Cat ao esbarrar com Freddie.

— Não sei bem Cat, ele nunca mencionou esse talento. — Freddie admite.

Ela morde o lábio e observa os dois nadando em um canto da piscina.

Mais tarde todos se sentam juntos para comer uma refeição perfeita preparada pela Chef, e Robbie solta o bebê só o tempo suficiente para comer, passando-o para Sam para que Cat possa comer em paz. Sam leva um susto e segura o bebê como se fosse um alien, a cena era no mínimo cômica até que Melanie revira os olhos e mostra a Sam como segurar o bebê corretamente.

Freddie sente uma estranha ao ver Sam com um bebê nos braços causa uma sensação estranha nele. Seu coração bate acelerado no peito, e sem pensar, ele coloca sua mão contra ele, tentando acalmá-lo.

Ele não entende por que fez isso primeiramente.

Sam está balbuciando algo para ele, algo que ele não consegue entender, mas sua voz é um sussurro suave e doce, diferente do que ele já tinha ouvido antes. E ele gostou disso. Gostou bastante.

Ela se senta com ele em seu colo e dá a ele pedacinhos de biscoito que ela mesma quebrou. Freddie nunca pensou que isso pudesse ser tão cativante, mas, por alguma razão, eles capturaram toda sua atenção. Ele e Sam nunca conversaram sobre ter filhos, e nunca existiu a mínima possibilidade de ter com Missy, ela nunca lhe deu escolha. Mas quem sabe um dia a felicidade já havia lhe sorrido mais de uma vez mesmo.

***

Quando Sam e ele deitaram na cama naquela noite, estavam os dois queimados e letárgicos por causa da tarde que passaram se divertindo.

— Estou feliz que demos essa festa hoje. — Diz ela, com um bocejo.

— Eu também.

— Sobre o que você e Pam conversaram aquela hora?

Perguntou ela de repente como se tivesse lembrado de algo

—A ela queria falar das cirurgias plásticas. Um pouco sobre a minha família. Nada demais. Só jogamos conversa fora. — Desconversa ele. Eles de fato falaram sobre essas coisas mas o foco principal ele não iria dizer. Mas ele disse a mãe dela que estava completamente apaixonado por ela. Que ela foi feita para ele e que ele havia pedido sua benção e disse a ela que pretendia passar o resto de sua vida amando-a. Sua mãe quase estragou tudo com sua reação escandalosa, mas Sam não tinha visto ainda bem. Foi um momento tenso, ele sorriu e lhe abraçou e então me deu boas-vindas à família. A transa do meio do dia foi, na verdade, uma transa para comemorar, ela só não sabia disso.

— Nada de bom pode vir de uma conversa com a Pam... — Ela comenta se aconchegando mais a ele.

— Falando em conversa, você poderia me dar uma resposta agora... Sobre encontrar a Dra Lea? — Ele aproveitou para perguntar.

Sam suspirou.

— Eu não sei Freddie... — Ela respondeu simplesmente.

— Você quer ver outro psicólogo então? — Pressionou ele.

— Eu queria que você parasse de pegar no meu pé. — Ela disse rolando para longe dele.

— Sam eu não quero mais que você fique daquele jeito outra vez. Isso distancia a gente. Não te faz bem.

Ela rolou para longe do peito dele e Freddie estava divido entre ter se achado burro e certo por que ela precisava de ajuda.

Freddie massageou as têmporas e estava pronto para pedir desculpas para que fossem dormir, mas Sam o surpreendeu.

— Tudo bem, pode marcar... Mas é uma perda de tempo. Eu não tenho jeito e quanto mais cedo você souber disso melhor. — Ela disse em tom arisco.

— Amor, eu não gosto quando você fala assim.

— Eu vivi anos sem terapia Freddie. Não foi fácil, mas é possível... As pessoas comuns vivem assim muitas passam a vida toda sem ter pisado em um consultório, eu funciono perfeitamente tirando esses momentos de fraqueza...

— É isso que você diz? Para se convencer a si mesma de que não precisa ir? As pessoas vivem, mas não vivem bem. E eu quero que você viva da melhor forma possível. —Disse Freddie.

Sam sorriu sem humor.

— Freddie, você não procurou terapia quando deu tudo errado com a Missy...

— É uma situação completamente diferente, isso não foi um trauma, separações acontecem é normal, mesmo que uma das partes seja de caráter duvidoso, parece algo pequeno, eu fiz toda situação parecer que me afetou mais do que afetou. E eu só entendi isso por que fiz terapia quase que a minha vida toda, você conhece minha mãe Sam eu teria enlouquecido se não tivesse feito terapia. — Freddie disse olhando em seus olhos. Ele percebeu quando algo vacilou dentro dela.

Sam não rebateu mais o que ele disse, apenas rolou para os braços dele e pediu que ele lhe falasse do psicólogo que o atendeu por grande parte de sua vida. Felizmente o Dr. Sikowitz era extremamente excêntrico e Freddie tinha ótimas historias sobre ele, que Freddie ficou contando até que ela adormecesse em seus braços, ele sabia que seria uma longa jornada, muito disso acontecia por desinformação ou falta de identificação com a abordagem usada, ainda existia um preconceito enorme a cerca da psicologia, mas pelo menos ela havia autorizado que ele marcasse a consulta.

Ela não sabia que ele já havia conversado com a Dra. Water, infelizmente ela não pode dar detalhes sobre o caso de Sam, mas ficou feliz que alguém da parte dela havia entrado em contato interessado em dar continuidade a terapia dela e preocupado com seu bem estar, ele só precisava convencê-la. E ele torcia para que as coisas melhorassem a partir dali.

Notas finais
Alguns nomes conhecidos?? Comentem para eu saber que ainda tem alguém ai, bjs de novo!!!