Upside Down - Seddie

34 Capitulo 34 - Safety Net.


Notas iniciais
Hey babies quanto tempo né? Eu que o diga, to querendo terminar esse capitulo a tanto tempo e só agora consegui, e sinceramente espero que vocês gostem, é um capitulo mais romântico que o normal achei que eles mereciam isso, principalmente a Sam que tem que lidar com vacas inconvenientes. Eu me inspirei numa música da Ariana que tem o mesmo nome do titulo do capitulo e vocês vão entender quando lerem e eu botei muito esforço e dedicação nele então sejam legais kkkkkk Eu sempre digo que o próximo não vai demorar tanto, então dessa vez não vou fazer promessas. Boa Leitura!

Quando Freddie saiu para o banheiro. Sam observou sua parte do closet que estava quase cheia de roupas. E depois de algum tempo batendo a cabeça ela decidiu pedir ajuda a Carly e Melanie, então ela decidiu mandar foto de alguns vestidos e sua irmã e sua amiga acabaram decidindo por unanimidade que ela deveria usar o vestido vermelho com a fenda na perna e uma estampa delicada de flores, ele tinha alças finas e valorizava o busto segundo Carly nem de longe era o seu estilo, mas ela se sentia bonita com ele e ela confiava nas duas e não era um vestido feio, ela soltou seus cachos e fez uma maquiagem leve, ela não usaria se não tivesse chorado tanto e seus olhos estivessem tão inchados por causa do choro e a maquiagem querendo ou não ajudava com isso, ela botou uma sandália e achou melhor espera-lo na sala para que fossem juntos até o tal deck. Freddie fazia com que ela saísse de sua zona de conforto, ela nunca foi de ligar muito para o que vestir, mas ultimamente ela estava ligando para isso e para o que ele achava e ela só queria ver aquele sorriso que ele dava sempre antes de dizer que ela estava linda, sempre que ela se arrumava, ou ela simplesmente acordava e via que ele estava lhe encarando.

Ela estaria mentindo se não dissesse que estava nervosa, ela não sabia bem por que, ela e Freddie já haviam atingido níveis de intimidade suficiente para saberem defeitos um do outro, mas ele sempre a surpreendia seja indo atrás dela em outro país ou fazendo um jantar em sua casa se tornar algo especial, era o que ela esperava e merecia depois de todo estresse com Patrice e suas crises de ansiedade idiotas.

Ela resolveria isso depois, aquela noite ela decidiu que iria focar em seu relacionamento com Freddie. Ela não teve outros relacionamentos parecidos com esse para comparar, era tão único e cada sensação que ele lhe proporcionava era nova, e ela sentia que eles estavam se tornando bem sérios, Freddie sempre falava de lugares que queria que ela conhecesse ou planos a longo prazo que ele a incluía mesmo sem querer isso deveria lhe assustar, mas parecia valer a pena uma vida ao lado dele, na verdade o que a assustava era a possibilidade de perde-lo de alguma forma, por que ele era incrível ela precisava admitir, ele se preocupava com ela, o sexo era a melhor coisa que ela já havia feito e ela ganhava vários presentes legais... Mas acima de tudo ele a amava e ela também sentia o mesmo.

— Um dólar pelos seus pensamentos. — Ela ouviu Freddie dizer bem ao seu lado. O que a fez tomar um susto, ela estava tão perdida em seus pensamentos que nem viu quando ele chegou na sala. E ela tinha que admitir ele estava lindo. Com uma camisa social e bermudas, o que de certo modo lhe dava um pouco de raiva por que ele não havia feito praticamente nada e estava lindo. — Você está linda aliás.

Sam deu um risinho feminino que ela duvidou que tivesse vindo dela, passar tanto tempo com Carly e Melanie havia lhe transformado num narciso.

— Você sabe muito bem no que eu estou pensando. — Ela reagiu se aproximando dele.

—Wow calma, temos a noite toda. — Ele respondeu olhando para ela intensamente, era louco como eles tinham essa conexão apenas em se olharem, era como se um pudesse ver a alma do outro.— Sério olha pra você! Que vestido é esse? Eu acho até que não estou vestido a sua altura.

— Eu não acho que esse vestido ficaria tão bem em você. — Sam brincou.

— Tá bom engraçadinha vamos. — Ele disse pegando sua mão e depositando um pequeno beijo em seus lábios que ela tentou aprofundar, mas ele se afastou.

— Que droga Freddie! — Sam disse irritava e sua frustração só o fez rir mais eles continuaram a andar até o tal deck, a casa dava acesso até lá.

— Calma amor eu acho que vai valer a pena toda essa espera. — Freddie prometeu.

— Eu acho bom Benson, por que nem te beijar direito você deixa, mais que m...— Ela ia dizer, mas foi atraída pelas luzes, o deck estava cheio delas. — Benson...

— Estamos quase lá... — Ele disse parecendo tão chocado quanto ela. Não demorou muito para que ela conseguisse visualizar a mesa com arranjos de flores, na mesa também tinham pequenos copos com velas dentro, era bonito e delicadoas cadeiras estavam uma de frente para outra onde e no fundo era possível ver o mar azul como nunca no fim de tarde.

Ela só conseguia ficar parada olhando a paisagem, ele parecia ter colocado algum esforço naquilo tudo e ela apreciava muito, era uma das coisas mais lindas que alguém já havia feito por ela, sem contar nas minúsculas luzes semelhantes a luzes de natal porem brancas que iluminavam todo o local. Por um momento suas inseguranças todas desapareceram, como ela poderia pensar em algo mais quando ele havia feito algo assim para ela?

Enquanto ela apreciava a surpresa Freddie não conseguia parar de olhá-la, mesmo que tivesse chorado a pouco tempo, ela continuava linda, e seus olhos de um azul hipnotizando não faziam com que ele focasse em mais nada além dela completamente serena enquanto o vento batia em seu rosto e bagunçava seus cabelos ou evidenciava ainda mais suas pernas bronzeadas, parecia um sonho, antes ele sempre duvidava quando algum dos seus amigos dizia que ele encontraria alguém melhor que Missy e que o amasse de verdade e que transformasse todos os seus sonhos em realidade. Na verdade ele achava graça, pois já havia desistido completamente de romance, suas expectativas eram tão baixas que ele apenas esperava recuperar sua vida sexual de volta.

Mas ele havia conseguido isso e muito mais e estava sendo muito melhor do que ele esperava, Sam era verdadeira, espontânea, engraçada e ele poderia passar horas listando qualidades sobre ela.

Quando ele não conseguia sequer lembrar uma qualidade de sua ex, ele havia tido muita sorte, poderia contar nos dedos quantas pessoas conhecia que já haviam encontrado um amor assim.

— Freddie! — Ele foi tirado de seus pensamentos por Sam. — Eu tô te chamando tem cinco minutos, você estava me assustando...

— Desculpa baby. Não é nada. Vamos sentar. — Ele disse puxando a cadeira para ela, enquanto ela o olhava de canto de olho.

Freddie sorriu.

— Apenas pensando no quão sortudo eu sou por ter você. — Ele disse sem olhar para ela, pois sabia que ela ficaria envergonhada, ela sempre ficava quando ele fazia grandes demonstrações românticas, mesmo que eles estivessem sozinhos.

— Eu também me acho muito sortuda por ter você. Além do que temos, as vezes eu acho que vou acordar e ainda vou estar na minha casa em Seattle, preocupada se a Mel aguentaria mais um dia naquele lugar e sem o tratamento necessário. Sério eu nunca vou esquecer disso.

— Não foi nada Sammy, eu te amo e faria isso e muito mais pra te ver feliz sem nem pensar duas vezes...

— Acontece que você tinha acabado de me conhecer, você não me amava ainda e mesmo assim, fez um lance naquele leilão. Isso só prova o quão incrível você é, não tente tirar seu mérito você é maravilhoso Freddie, mesmo que te digam o contrário. — Sam achou necessário enfatizar as vezes ela achava que Freddie não sabia o quão incrível ele era. — E eu também te amo. — Ela disse fazendo com que ele erguesse a cabeça em sua direção. — Me desculpa se eu não disse antes, eu tenho tentado demonstrar com atitudes e gestos, mas você merece que isso seja dito todo dia.

Para Sam era muito difícil verbalizar sentimentos com alguém que não fosse sua irmã, Melanie sempre fora a única que se preocupou com o que ela sentia, então era muito mais fácil internalizar tudo e botar uma máscara de durona, ela achava bizarro que Freddie que possuía motivos para ser assim, não era. Mas era o jeito dele. Ela amou o sorriso que ele fez quando ela finalmente disse. Ele não parecia surpreso apesar de tudo o que a deixou bem mais confortável, significava que ela estava fazendo um bom trabalho, em demonstrar seus sentimentos. Porém ela viu os olhos dele se encherem de lágrimas e aquilo a apavorou.

— Freddie, para com isso. Eu já chorei por nós dois hoje. — Ela disse preocupada.

Ele então começou a rir. — Eu não ia chorar de verdade. Eu estava brincando com você...

Sam respirou aliviada. — Que bom, por eu iria contar pra todo mundo que o todo poderoso Benson é na verdade um bebê chorão.

— Ninguém ia acreditar, mas já que você tocou no assunto, por que você estava chorando mais cedo?

— Sei lá TPM? — Ela disse querendo desconversar, ela não achava que era o momento certo ainda de dizer que as vezes ela não tinha controle sobre si mesma.

— Sam, você toma anticoncepcional. — Ele respondeu simplesmente.

— Você é médico agora? — Ela perguntou cruzando os braços.

— Não, mas a minha mãe é. — Ele disse com um sorrisinho arrogante. — Tudo bem, falamos sobre isso quando você estiver pronta.

E mais uma vez ela deixou o alivio transparecer causando certo incomodo em seu namorado. Ele não queria pressioná-la, mas não gostava de vê-la triste, e podia apostar que era culpa por culpa dele.

— Você não está com fome? — Ela viu uma brecha para afastar esse assunto de vez.

Ele bateu com a mão na testa. — Eu quase esqueci disso. Desculpa amor.

— Tudo bem. Eu te desculpo só por que é você. — Ela disse enquanto observava ele mexer no celular e a chef da casa entrou com dois pratos e colocou na frente deles.

Ela sabia que Freddie não cozinhava, mas felizmente ele tinha uma chef incrível. A carne desmanchava em sua boca e eles não falaram por muito tempo, ela não era difícil de agradar qualquer coisa com carne fazia seus olhos brilharem ele a conhecia tão bem. Estava tão bom que não falaram nada enquanto comiam. Sam, acabou repetindo, algo que Freddie já esperava. Ele deixou que tomassem um tempo para sim enquanto ela se recuperava para pedir a sobremesa.

Enquanto esperavam ela lembrou que ainda não tinha contado a ele que havia conversado com a mãe dele. Esperava que Freddie não ficasse chateado, ela sabia que ele e a mãe não estavam bem e tinha um certo receio de que ele tirasse conclusões erradas sobre isso.

Logo a chefe apareceu com bolos cor de rosa, que eram a versão dela de fatcakes acompanhados de sorvete de creme, os olhos de Sam ficaram do tamanho de pratos arrancando risadas de Freddie.

— Pelo amor de Deus, isso é incrível. — Ela disse fazendo uma cara que parecia muito com a que ela normalmente fazia em situação de extremo prazer.

— Realmente tá muito bom, mil vezes melhor que aquela droga industrializada. — Ele disse comendo a sua sobremesa.

— Calma Freddinho não vamos ficar loucos aqui. — Sam o repreendeu.

— Você sabia que eu não podia comer fatcakes quando criança? Ou qualquer tipo de doce... — Freddie disse.

E ela conseguiu a sua deixa.

— Eu imagino quando fui almoçar com a sua mãe lá em Seattle ela comeu uma fruta de sobremesa. — Sam disse, mas se arrependeu logo em seguida pela cara que ele fez. — Baby...

— Sam, quando você ia me contar? Ela te desrespeitou de alguma forma?

Sam revirou os olhos.

— Bom eu ia contar assim que cheguei, mas aquela cadela no cio tava aqui... Fica tranquilo, foi uma oferta de paz.

Freddie estreitou os olhos. Pois Marissa Benson não era o tipo de mulher que admitia seus erros ou se desculpava e ela fora assim a vida toda.

— Sammy eu não sei...

— Ela pareceu super arrependida de ter me tratado mal, por que ela finalmente viu quem a sua ex era, ela me pediu desculpas e disse que queria melhorar o relacionamento de vocês dois, por que ela só tem você. — Sam disse chocando completamente Freddie.

— Sério? Ela disse isso? — Ele perguntou.

— Disse! E quer saber, pareceu verdadeiro para mim, eu acho que você deveria dar uma chance, eu pensei de chamarmos ela para a festa na piscina. — Ela sugeriu animada.

Freddie se questionou se era uma boa ideia, a mãe também estaria na festa da piscina e ele já sabia o quão “encantadora” ela era, por mais que acreditasse nas boas intenções de sua mãe, ele sabia que talvez não fosse uma boa ideia colocar duas mulheres com ideais tão diferentes juntos.

— Nossa eu ainda estou tentando assimilar isso, a minha mãe nunca concordou com nada que eu quisesse, ela sempre fez o que ela quis, e isso nos afastou. Mas se você acredita que é real eu acredito também. — Ele disse fazendo carinho na mão dela.

— Isso confia em mim, se ela estragar tudo, azar o dela que vai perder você. — Sam disse dando de ombros.

— Tudo bem, por que você tá super fofa hoje eu vou confiar...

— Fofa Freddie?

— Bom tirando a parte em que você quase me atacou lá em cima... — Ele disse brincalhão.

— Isso pode ser providenciado... — Ela disse fazendo todo ar de brincadeira se evaporar quando ela se levantou parando bem na frente dele. Freddie já estava completamente envolto na sedução dela. Ela continuou em pé pois sua ideia era apenas sentar no colo dele, mas a única coisa que ele fez foi abrir mais a fenda de seu vestido dando pequenos beijos pela extensão de sua perna que eram deliciosamente torturantes. Sam ofegou nervosa quando ele a puxou e ela caiu sentada em seu colo.

Ele sorriu, e ela se inclinou tomando sua boca num beijo lento e profundo.

— Eu quero ter isso pra sempre com você. — Ele disse essas palavras como se fossem uma promessa, garantindo que faria qualquer coisa para manter acesa a chama entre eles.

Sam tentou não pensar muito no que implicava esse para sempre, ele podia estar se esquecendo, mas ela lembrava que ele ainda estava no meio de um processo de divórcio, com uma mulher que a pelo menos 4 anos ele tentava fortemente esquecer. As coisas com Freddie haviam sido intensas desde o começo, ela não podia negar.... Sua mente começou a escalar em pensamentos desordenados. Então ela parou, sua mente estava fazendo aquilo de novo, pensando demais fora de controle. Ela não tinha como estar insegura com o modo como ele a encarava e ela iria focar nisso, no castanho dos olhos dele, o castanho que a acalmava desde sempre. Naquele momento ela o amava e ele amava ela, e ela deveria pensar só nisso.

Ele se inclinou e beijou sua bochecha. Antes que pudesse se afastar, ela ergueu a cabeça e o beijou na boca. Foi um beijo longo, profundo e muito molhado. Sua língua dançava na dela, recebendo tanto quanto dava. Ele lambeu seu lábio, provocando uma excitação que ficara em compasso de espera desde que ela chegou de viagem. Agora a emoção estava de volta com força total, e tudo por causa do amor desse homem.

— Eu te amo — Sam disse, nossos lábios ainda se tocando. Ele sorriu contra boca. Ela pode sentir o movimento de seus dentes quando ele disse: — Eu te amo mais.

Os beijos recomeçaram só que bem menos carinhosos que os anteriores, e mais desejosos, ela sentia seu centro doer de antecipação e ele nem sequer havia descido os beijos em direção ao seu pescoço, ela não sabia se Freddie queria transar ali mesmo, mas se eles fossem para o quarto eles teriam que ir naquele momento ou ela morreria.

Ele passou as mãos por suas pernas, mas nem perto de onde ela queria que ele tocasse, quando ele mordeu o lóbulo de sua orelha ela sentiu seus olhos rolarem, e ela só conseguia se remexer em seu colo, ela conseguia sentir sua ereção embaixo dela, mas ele parecia se divertir torturando-a.

— Freddie... — Ela disse em tom de súplica apenas para ouvir a risadinha dele. Então ele finalmente beijou o ponto atrás de seu pescoço, ela quase gritou.

— O que? — Ele perguntou, e só com o tom de sua voz ela pode identificar que se eles não subissem eles acabariam muito nus naquele deck. Então num lapso de consciência ela pulou de seu colo.

—E-eu acho que a gente precisa subir. — Ela disse tentando segurar o tremor de sua voz e tentando não cair pela tremulações em suas pernas.

Freddie a encarou como se aquilo fosse muito engraçado ela não entendia como aquele homem tinha tanto auto controle.

— Mas eu ainda não terminei minha sobremesa. — Ele disse apontando para o seu prato ainda com cheio de bolo e sorvete derretido.

Algo em sua expressão lhe dizia que ele não estava dando a mínima pro doce, e não era aquela sobremesa que ele se referia, e sinceramente ela não negaria nada a ele, mas ela tinha receio que alguém os encontrasse, a casa sempre estava cheia de empregados, mesmo que sempre parecesse que não tinha ninguém.

— Freddie por favor. — Ela pediu ele, mas ele nem se mexeu na cadeira olhando para ela. Então ela se virou frustrada em passos pesados. Quando estava quase chegando a sala ela sentiu ele agarrando sua cintura e a pegando no colo. Ela acabou soltando um gritinho feminino, mas ninguém precisava saber disso, mas o clima de brincadeira só durou um segundo. Eles acabaram perdendo bastante tempo perdidos um no outro, esbarrando nas paredes se beijando, quando ele finalmente abaixou a alça do vestido sua boca quente envolveu um mamilo e ele sugou com força. Ela quase chorou. Ela não aguentava mais aquela tortura e eles ainda não estavam nem no quarto. Mas felizmente ele pareceu ter pena dela, então ele parou e eles finalmente chegaram no quarto, ele a jogou na cama caindo em cima dela. Ele começou de onde havia parado cuidou primeiro de um mamilo e depois do outro, com voltas ásperas da língua e pequenas mordiscadas.

Enquanto torturava um deles com a boca, puxava, acariciava e torcia o outro, até seus quadris estarem se movendo por vontade própria. Buscando, procurando, tentando encontrar algo para aliviar a sensibilidade extraordinária.

— Argh. Eu não consigo — Ela ofegou, envolvendo os braços em sua cabeça e arqueando em sua boca.

Ele grunhiu e sugou o máximo que pôde do meu seio em sua boca quente. Ela o encorajou, gemendo e o segurando ali. Querendo que ele continuasse, ávida por isso.

Com uma rapidez que ela não sabia que ele possuía dentro dele, Freddie terminou de tirar o seu vestido. Deslocou o joelho entre suas coxas e empurrou suas pernas para o lado, se encaixando ali.

Era um movimento que ela estava acostumada, depois de tantos meses experimentando todas as formas de sexo com ele. Esta noite ele queria estar perto, o mais perto que pudesse.

Ele grudou o corpo ao longo do seu, sua pele se tocando o máximo possível. Freddie então finalmente a tocou onde ela mais queria, constatando sem sombra de duvidas o quão ansiosa ela estava por ele, ela sabia que ele ia querer fazer tudo, mas ela precisava de algo mais urgente. Preliminares com ele eram sempre incríveis, mas eles poderiam fazer isso depois.

— Freddie, por favor...

— Baby você não quer que eu...

— Não, não. — Ela não deixou nem que ele completasse a frase, ela estava a beira de um precipício

Sem mais delongas, ele levantou seus quadris tirou sua calcinha e afundou seu membro grosso nela. Sam ofegou, seu sexo apertando seu membro com o impacto. Era exatamente isso que ela queria.

— Ah, caramba — Ela gritou quando ele se afastou e a penetrou novamente.

Ele recuou e meteu mais uma vez. — Eu vou te amar assim sempre Sam, todos os dias. — Recuou, seguido por uma estocada firme. — Sem falta... Você vai ser amada — Freddie prometeu e, em seguida, aumentou o ritmo.

Ela se agarrou a ele perdida no próprio prazer sem conseguir responder as promessas dele, até que a pressão se tornou intensa demais. Ela começou a pulsar na parte inferior da sua coluna e se espalhou, com ondas de calor correndo pelos seus membros, fazendo cada terminação nervosa coçar.

Ele a penetrou, uma, duas, três vezes, até que a centelha que ele havia começado entrou em chamas e ela disparou, subindo em labaredas tão brilhantes que ofuscavam tudo no caminho.

Em cima dela, o corpo de Freddie era uma máquina de músculos e ossos, cada centímetro dele focado na necessidade diante de si, acelerando com todo o prazer que seu corpo recebia. Ele continuou, implacável, até ela gritar novamente.

Sua boca abafou seu segundo orgasmo, saboreando seu desejo por ele.

Ela mordia seu lábio enquanto seu corpo se apertava, cada partícula dele me agarrando forte, como se ele fosse voar para longe se não fizesse aquilo. Com movimentos rápidos e firmes, ele se esfregava nela, estimulando seu clitóris e enviando uma última tremulação de prazer através do seu corpo enquanto ele gozava. Momentos se passaram enquanto respiravam pesadamente contra o pescoço um do outro.

Isso lhe mostrava com que intensidade ele precisava dela.

— Você está bem? — Ela perguntou, com sua voz rouca e saciada.

— Eu estou com você. É claro que estou bem — ele respondeu.

Ela se mexeu alguns centímetros para que pudesse beijá-lo antes de me afastar. Ela estava exausta, mas não conseguia parar de olhá-lo, promessas haviam sido feitas aquela noite e ao mesmo tempo em que ela estava assustada ela sentia uma força encorajadora que emanava dele e segurança ela não sabia como haviam chegado tão rápido a isso, as vezes ela se perguntava se tudo aquilo era real, mas ela não podia ignorar aqueles sentimentos, pois já haviam ido longe demais. Mas a verdade é que ela sabia que podia pular e cair sem uma rede de segurança, ele estaria ali para pegá-la.

Notas finais
O que acharam babys?