Upside Down - Seddie

29 Capitulo 29- Finest


Notas iniciais
Hey Pessoal!!! Mais um capitulo para vocês!! Boa Leitura Bjs

Melanie atendeu o celular ao segundo toque. Sam respirou fundo. Ela não sabia muito bem como contar a irmã que um dia após ter falado com ela, havia tomado coragem e feito o que sempre quis desde o começo.

—Sam? — Perguntou a irmã, do outro lado da linha.

— Oi Mel, desculpa, eu acabei me distraindo aqui... Como você está hoje? E a Pam? — Sam perguntou enquanto ganhava tempo.

— Você está estranha, mais eu estou bem, os remédios estão ajudando, nesse aspecto estou na mesma. Mamãe foi visitar um apartamento novo que ela encontrou na internet, eu achei suspeito e não fui. — Avisou Melanie.

— Você já descobriu onde ela conseguiu dinheiro?

— Sim, eu perguntei e ela disse que o Freddie deu a ela, para que ela dissesse onde a gente estava.

Sam bateu com a mão na testa se lembrando. — Sim! Ele me disse lá no hotel na França, mas eu não sabia que era tanto dinheiro, ele não disse quanto foi.

Melanie riu e um longo silencio se estabeleceu entre as irmãs.

— Você está mais estranha que o normal Sam. — Melanie disse do nada.

Droga! Sua irmã a conhecia melhor que ninguém. Ela não conseguia nem jogar conversa fora.

— Tá bom! Eu e o Freddie transamos! — Sam disse de uma vez. E quase ficou surda com o grito que sua irmã deu.

— É sério isso? Sam se isso for uma brincadeira... Eu juro!!! — Avisou Melanie do outro lado da linha.

— Não é uma brincadeira! Aconteceu mesmo e foi... Incrível. — Sam disse sentindo suas bochechas corarem.

— E quando foi isso? Sam eu tô tão feliz por você, finalmente você está vivendo!!! — Melanie disse genuinamente feliz pela irmã, ela se sentia culpada pela irmã praticamente não ter tido uma vida normal, tudo por causa dela e de sua doença.

— Foi ontem!! E não vou dar detalhes, mas não vejo a hora a de fazer de novo! — Sam disse animada!!

— Ah qual é eu te contei minha primeira vez! — Reclamou Melanie. — Sabia que você ia amar, te disse, você só estava perdendo tempo.

— Não adianta, talvez conte... Quando nos virmos. Eu quero ir visitar vocês na casa nova. — Sam disse.

— Tudo bem, eu arranco isso de você pessoalmente não adianta. — Melanie disse fazendo as duas rirem.

oOo

Freddie chegou em casa depois que Sam já havia tomado banho. Ela estava vestida esperando por ele na cozinha, havia acabado de abrir uma garrafa de vinho e estava servindo em taças de haste longa.

Quando Freddie entrou na cozinha. Felicidade. Ela havia esperado o dia todo por este momento, e não achava que conseguiria esperar mais nem um minuto.

Ele foi até ela, parecendo delicioso em seu terno. Ela poderia ter se contido aquela manhã, quando quase não conseguiu deixar de tirar o terno dele, mas não iria ser tão paciente a noite.

Sem dizer uma única palavra ele colocou as mãos em seu rosto e a puxou na direção dele, beijando-a longamente. Quando ele se afastou ela estava tonta e cheia de desejo.

— Como foi seu dia? — Perguntou ela.

— Longo demais. Senti sua falta — Respondeu ele.

E Sam sentia-se da mesma maneira.

— Seria ruim se pulássemos o jantar e fôssemos direto para a cama? — Sugeriu ela.

Freddie ergueu a sobrancelha surpreso, ela nunca havia escolhido outra coisa ao invés de comida antes.

Freddie passou as mãos pelo seu corpo, parando em seus quadris, segurando- a.

— A última coisa que tenho na cabeça é o jantar. — Ele olhou para ela como se já estivesse vendo-a nua.

Um arrepio quente passou pelo seu corpo.

— Passei o dia todo pensando em você. — Resmungou Freddie, antes mesmo deles elevarem o relacionamento deles a esse nível Freddie já havia se mostrado ser carente, então isso não a surpreendeu, ela aproveitou para acaricia-lo por cima da calça.

Quando fechou sua mão em volta dele ele gemeu.

Ela não conseguiu reprimir o risinho nervoso, nervosismo era o que ouvir Freddie gemer lhe causava. Seus quadris moveram-se para a frente para que ela movesse suas mãos para cima e para baixo.

— Mal posso esperar para entrar em você. — Sussurrou ele baixinho em seu ouvido.

Aquilo foi o suficiente para algo se remexer dentro dela e sentir sua calcinha umedecer.

— Vamos subir. Eu o ajudo a tirar o terno. — Sam lhe lançou um olhar brincalhão.

Ele passou a mão nos cabelos.

— Vem aqui, precisamos conversar.

Ele a conduziu até a sala íntima e fez sinal para que ela se sentasse no sofá ao lado dele. Freddie tinha todos esses problemas acontecendo na vida dele sem contar que seu humor mudou totalmente. Então sim, uma conversa era o suficiente para deixa-la nervosa.

Sam respirou fundo e se preparou para o pior. Ela pode ter dito a ele ainda ontem que ela era dele e que confiaria nele, não importava o que acontecesse. Mas agora ela queria engolir aquelas palavras e ficar quieta no seu canto com a dor que já está ameaçando tomar conta dela, era um pouco estressante ser namorada de Freddie, mil coisas passavam em sua cabeça, claramente ela não tinha emocional para lhe dar com um problema sério em relação a eles.

— Respire fundo, Sammy. — Freddie murmurou tentando acalmá-la. — Por favor fique calma, eu só não quero ter que esconder mais nada de você.

Sam tinha certeza de que ele conseguia enxergar a preocupação estampada em seu rosto.

— Meu advogado, disse que não houve nenhum retorno de Missy em relação ao divórcio, não sabemos onde ela possa estar por conta disso o processo, parou. — Disse ele.

A pedido de Freddie ela respirou fundo mais uma vez e lutou para manter o controle, lembrando-se de que tudo aconteceu no passado.

— Na verdade acho que devemos ver o lado bom disso, que é mais tempo para conseguir provas e anexar no processo. — Explicou ele. Sam concorda que ele tem um ponto. — O detetive particular que contratei para cuidar disso, disse que semana que vem dará notícias.

— Ah menos mal.

Mas ela não sabia mais o que dizer, era tão frustrante e ela sentiu vontade de chorar.

Ela ainda conseguia sentir os olhos julgadores e a humilhação que sentiu no fatídico dia que a conheceu.

— Ela não pode simplesmente evaporar, na verdade já estou tentando localiza-la. Se ela está com o celular ela não está sumida. — Acrescenta ele. Essa informação faz com que ela se sinta um pouco melhor.

— Queria ser sincero com você sobre o meu passado. E quero um futuro de verdade com você, Sam. Me diz o que você está sentindo. — Pede ele.

— Estou feliz por você ter me contado sobre a Missy. — Ela diz sinceramente, confiança era a base do relacionamento deles.

— Você nunca vai me dividir com alguém.

Seus olhos escuros imploram pelos dela, possessivos e cheios de desejo.

— Estou dividindo você. A lembrança dela olhando carrancuda para mim na piscina e me dizendo para sair de sua propriedade está gravada na minha cabeça. Você percebeu que não consigo chegar perto da piscina?

— Por que você não me contou? — Freddie perguntou chateado.

— Não quis interromper nossa diversão de ontem à noite. Ele sorriu.

Mas ele ainda parecia angustiado.

— E o que mais? Desembucha nerd.

Ele respirou fundo. —Patrice foi no meu escritório hoje, na verdade foi bem estranho, ela veio com um papo de querer me fazer companhia, não sei o que isso pode significar. — Ele disse parecendo confuso, Sam revirou os olhos, Freddie era meio lerdo as vezes.

— Ah você não sabe? É claro que aquela piranha quer apanhar de novo. Não é obvio? — Sam disse irritada.

Ficando mais segura, endireitou sua coluna.

— Você não precisa se preocupar com ela nem com ninguém, nem quando eu era solteiro a Patrice era uma opção. — Freddie disse com toda segurança do mundo.

— Pelo visto sim, se ela vai ficar te cercando quando eu não estiver por perto. — Sam rebate.

— E o que você acha que vai acontecer? Eu me livro dela, como fiz hoje. — Freddie assegura.

— Quando eu encontra-la eu mesma me livrarei dela. — Sam diz cruzando os braços.

Freddie sorriu.

— Bom nesse caso, acho que ela está pedindo não é? Mas não bata nela em público amor, vamos evitar escândalos por enquanto. — Freddie pede, beijando a testa dela.

Ela entendeu o que ele quis dizer. E estava aliviada por ele não tentar impedi-la de fazer algo contra Patrice, desde o dia que ela a conheceu, ficou pensando que bateu pouco na perua e agora ela tinha motivos para isso. Seu coração quase transborda de felicidade.

Ele balança a cabeça e acaricia seu joelho, mas ela sabia que seus pensamentos estavam longe e não via a hora de estar em paz com Freddie.

Alguns segundos sombrios se passam, e ambos percebem que há uma nova direção para sua vida. Ele estava virando uma nova página, coisas desse tipo. Ele passou por tanta coisa e, apesar de sua força e de seu comportamento, foi difícil para Freddie. Sam queria confortá-lo, queria abraçá- lo e a vontade de subir em seu colo é forte demais para ignorar, então ela faz isso.

— Sammy... — Diz ele.

— Só me abrace. — Pede ela.

E ele a abraça. Freddie a envolve em seus braços e a segura bem apertado, seu perfume masculino faz com que ela se sinta acolhida. Ela poderia dizer que o que quer que aconteça com eles dali para a frente seria grande. Eles apenas começaram sua jornada juntos, pensando que seria algo passageiro e sexual, mas a intensidade de seu relacionamento e os sentimentos profundos eram fortes demais para serem ignorados.

— O que você fez hoje? — Pergunta ele de repente.

Ele tirou os cabelos de seu rosto e olhou para ela, toda enrolada em seu colo.

— Além de ter esperado o meu homem voltar para casa? — Ela diz sem o menor pudor.

— Seu homem? — Ele pergunta com uma cara engraçada.

— Sim meu homem. — Ela responde com a voz firme.

Ela sabia que ele era dela e não iria se permitir ficar aterrorizada por causa do que ele lhe contou.

— Depois que o Nevel foi embora, tomei banho, almocei liguei para a Mel e então passei a tarde levando as minhas coisas do quarto de hóspedes de volta para o seu quarto.

— Nosso quarto.

Ele continuou a acariciar seus cabelos e a sensação era adorável.

— Mas eu ainda estou pensando em uma coisa.

— Sobre?

Ele se aconchega em seu pescoço, inalando seu perfume e lhe dando um beijo carinhoso naquele lugar sensível bem atrás da orelha. Ele estava tentando distrai-la, e quase consegue, mas ela precisava ter essa conversa antes de continuarem.

— Você dormia com ela naquele quarto. — Sam diz.

Ao perceber o rumo da minha conversa, Freddie segura sua mão.

— Eu reformei o quarto todo depois que ela foi embora. Os móveis, o colchão, os lençóis, são todos novos.

— Foi você que escolheu?

— Sim. Cat me mostrou um site de decoração e escolhi tudo o que eu queria, e então ela comprou tudo com o meu cartão.

— Ah.

— Isso ajuda?

— Sim, ajuda. Acho que eu me sentiria estranha em me relacionar com você na mesma cama em que você dormiu com a sua esposa. — Admitiu Sam.

— Ex-esposa — Ele a corrige. — E juro que Missy é a última pessoa em que penso quando estou com você.

Uma onda quente de calor passa entre eles.

— Estraguei a nossa noite com essa conversa? — Perguntou Freddie olhando para ela.

— Não. É bom assim, sem segredos entre nós.

— Realmente, me sinto mais leve.

Ele segura seu rosto com suas mãos quentes e passa seu dedo em seu lábio inferior.

— Graças a Deus você ainda está aqui comigo. A maioria das mulheres teria saído correndo gritando palavrões para mim, sabia? — Freddie diz.

— Sim, sorte sua você ser bonitinho.

— Você acha que eu sou bonitinho? — Ele levanta a sobrancelha, observando-a.

— Sim, o nerd mais adorável. — Ela confirma.

Ele sacode a cabeça para ela, ficando com uma expressão séria no rosto.

— Qual é o problema? — Sam pergunta.

— Os homens não gostam de ser chamados de adoráveis, Sam.

— Não?

— Não.

oOo

Eles mal cruzaram a porta do quarto quando Freddie a virou e usou seu corpo para lhe pressionar contra a parede. Seus lábios foram imediatamente para a pele sensível do seu pescoço. Ele lambeu a longa trilha entre sua clavícula e a parte de trás da sua orelha. Os pêlos na sua nuca se eriçaram, arrepios percorreram sua pele enquanto ela fechava os olhos. As mãos de Freddie passaram por debaixo de seu vestido e sobre a sua bunda, então ele levantou uma suas pernas e depois a outra, sem o menor esforço, colocando-as ao seu redor. Freddie ergueu o corpo de Sam contra o seu e se pressionou com força de encontro à parede.

— Vou entrar tão fundo que você vai me sentir na garganta. — Avisou ele.

— Caramba... — Ela disse enquanto ele a levou em direção a cama

— Exatamente. — Ele mordeu seu pescoço, arrastando os dentes.

Sem rodeios, ele me jogou na cama e olhou para baixo.

— Tira o vestido — Exigiu. Seus olhos estavam escuros, repletos de luxúria. Ela podia dizer que ele estava tentando se controlar, pois abriu e fechou as mãos, os tendões em seu pescoço inchados de desejo.

Ela puxou o vestidinho preto que ela usava sobre a cabeça e ficou de joelhos, usando um sutiã azul- escuro e fio dental combinando. Ao vê-la exposta, ele respirou fundo e lambeu os lábios.

— Sua vez. Tira o terno. — Sam disse, enquanto esperava. Sua mandíbula estava apertada quando ele deixou cair o terno e a gravata rapidamente, e abriu a camisa para revelar o peito dele que ela tanto amava. Ela mordeu o lábio. — Tudo. Quero tudo de fora. — Sua voz soou rouca e necessitada.

Freddie sorriu. Lentamente, tirou o cinto e baixou a calça, tudo sem quebrar o contato visual. Sam levou a mão às costas e abriu o fecho do sutiã. Assim que sua calça caiu no chão, a peça a seguiu.

— Caramba Sammy, não consigo nem olhar para você. — Sua voz estava cheia de admiração. — Tão linda. — Ele mordeu os lábios com tanta força que ela pode ver a marca

Sua sobrancelha se ergueu e ela observou toda a sua glória nua. Alto, forte, músculos definidos e seu membro duro e grosso, pronto para lhe dar prazer.

— Você também não é nada mal, Benson. — Ela falou enquanto apreciava a vista.

— Prove. — Ele provocou com um sorriso. Isso a deixou feliz, tonta, de uma forma que ela não queria pensar muito a respeito.

Engatinhando para a beirada da cama, Sam colocou as mãos em seu peito rígido. Inclinou-se e lambeu um mamilo. Ele gemeu e grunhiu baixo quando ela mordiscou o pedaço de carne. Suas mãos envolveram seus cabelos. Ela levou o rosto para perto do dele e oscilou sobre seus lábios, próxima o suficiente para que ele pudesse sentir sua respiração. Ele lambeu a boca, preparando-se para aquele primeiro toque. Mas ela não cedeu. Em vez disso, beijou apenas o canto de seus lábios.

— Está brincando comigo? — Ele perguntou, em um tom divertido.

Sam passou o queixo ao longo de sua bochecha. Em seguida, ela mordiscou e lambeu o lóbulo de sua orelha.

— Do que você está falando? — Ela sussurrou, certificando-se de soprar ar suficiente contra o ponto sensível, de modo que ele entendesse sua intenção.

Seus dedos seguraram seus quadris e se enrolaram em sua calcinha, puxando-a para baixo sem a menor cerimônia. Ela engoliu em seco quando o ar encontrou seu centro molhado.

— Acho que você está. — Ele respondeu e, em seguida, empurrou-a para trás, sobre a cama. Sam caiu em uma lufada contra a nuvem confortável de cobertores. E pensar que ele quase não transou com ela na noite anterior com medo de machuca-la. Ela não sabia onde o Freddie romântico estava, mas ela havia adorado esse.

Assim que ela abriu os olhos, suas mãos estavam em seus joelhos. Ele os afastou, viu seu sexo úmido e dolorido e gemeu. Freddie passou um único dedo pela umidade. Ela também gemeu quando ele acariciou seu feixe de nervos sensível e apertado.

— Vou te chupar gostoso. — Seus olhos brilharam para os meus. — Mas primeiro preciso estar dentro de você.

Ele se posicionou sobre sua fenda e colocou apenas a ponta ali dentro. Sam arqueou, querendo mais, precisando de mais. Usando a força do torso, ele pairou sobre ela.

— Olha para mim enquanto entro em você. — Ele disse, com um rosnado sexy e possessivo. Ela obedeceu e assistiu enquanto ele a tomava centímetro por centímetro. Os lábios de sexo foram estendidos, sua espessura a faziam se sentir completa novamente, no limite da capacidade.

Sam gemeu, inclinando a cabeça para trás, sem ser capaz de olhar enquanto ele enfiava os últimos centímetros para dentro. Já estava muito profundo.

— Sammy — Ele sussurrou, com a voz tensa. Seus olhos se abriram e encararam seu olhar repleto de luxúria. Apoiando-se nos cotovelos, ele segurou seu rosto com as duas mãos. Levou os quadris para trás e começou a se mover enquanto seus lábios tomavam os dela. Unidos naquele momento como um corpo só, não havia Sam e Freddie. Havia apenas eles.

O beijo foi ardentemente sensual, molhado e avassalador. Ele mergulhou a língua em sua boca, da mesma forma que seu membro entrou em meu corpo. Com precisão, profundidade e muito prazer, exatamente como ela sentia, estremecendo com o esforço.

Sam envolveu as pernas e os braços ao redor dele, segurando-o enquanto ele a penetrava cada vez mais, seu membro alcançando lugares que ela nem sabia que existiam. Ele desencadeava sentimentos tão intensos que ela gritei e se agarrei a ele quando a primeira onda de orgasmo atingiu seu corpo.

— Puta merda, Sam. Você me aperta de um jeito tão gostoso. Faz de novo. — Freddie se conduziu pelo orgasmo, mas não encontrou sua própria libertação.

Freddie chupou seus lábios e, em seguida, saiu de dentro dela. E antes que ela pudesse protestar, ele a virou e puxou seu quadril para cima.

— Sua bunda é perfeita. Desculpa se não disse antes. — Ele deu um tapa em um lado, voltando para o calor entre suas pernas antes mesmo que a ardência provocada pelo contato deixasse sua pele. Sam estava embasbacada, onde estava esse Freddie estava ontem? Ela mal conseguia reagir, o tapa despertou algo diferente nela.

— Porra, nerd você sabe mesmo o que está fazendo. — Ela gemeu, empinando os quadris.

Ele agarrou suas laterais e estabeleceu um ritmo punitivo. Ela podia ouvir os sons dos corpos se chocando um contra o outro.

— Preciso que você me aperte de novo Sammy. — Freddie rosnou quando se inclinou sobre ela e colocou a mão entre suas pernas. Seus dedos se concentraram em seu clitoris e ela se perdeu. Estremecendo ferozmente, as paredes do seu sexo apertaram seu membro duro até que ele deu um longo gemido. Mais três estocadas rápidas e todo o seu corpo ficou imóvel sobre ela enquanto ele pulsava dentro dela.

Freddie desabou sobre seu corpo, sua respiração saindo em ondas curtas contra os pelos de sua nuca. Os dois estavam sem fôlego, perdidos em seu próprio prazer. Ele saiu de dentro dela e a puxou para seu peito.

Eles passaram os minutos seguintes se beijando como adolescentes. O quarto cheirava a sexo basicamente. Deitaram juntos, quando ela se curvou contra seu peito ela ouviu sua barriga roncar e os dois riram.