Upside Down - Seddie

7 Capitulo 07- Fire meet gasoline.


Notas iniciais
Oi gente! Tiveram um bom feriado? Pra mim foi corrido, não consegui postar nada... E sobre frequencia de postagem tenho alguns capitulos já escritos, mas vocês sabem... Depende de vocês. Espero que gostem do capitulo! Boa Leitura!

Freddie passou pela loja de presentes do clube antes de ir embora. A camisola de babados e renda azul e o conjunto de lingerie pendurado na vitrine chamaram sua atenção, lembrando-o da calcinha azul clara que Sam estava usando na noite passada. E, como um navio atraído por um farol de luz, ele se viu indo na direção da loja.

— Posso ajudar? — Perguntou a vendedora atrás do balcão, passando os olhos pelo seu corpo. — Está procurando alguma coisa para sua namorada, talvez? — Perguntou ela.

Ela não tinha sutileza alguma Freddie sabia que a mulher só o via como uma carteira pesada o clube era exclusivo para pessoas com dinheiro, mas depois daquela ruiva dos infernos, ele sentiu repulsa só de pensar em ter uma mulher como aquela ao seu lado de novo. Só porque ela lhe lançou seu lindo sorriso e cairia de joelhos se ele lhe pedisse não significava que ela teria seu coração. Garotas como ela só estavam interessadas no estilo de vida que ele poderia dar a elas riqueza, status, não no homem que ele era. E era por isso que Freddie não estava interessado em nada mais do que já tinha acertado com Sam. Tudo acertado e separado do restante de sua vida. Sexo e intimidade não iriam andar juntos.

— Estou bem, obrigado.

Freddie sabia que Carly já tinha comprado tudo, mas isso não o impedia de olhar as araras enquanto esperava por Brad e Spencer que estavam terminando de se trocar no vestiário. Ele estava com calor e cansado depois de completar trinta e seis buracos no golfe, mas preferia muito mais tomar um banho em casa e colocar roupas limpas. Ele não conseguia parar de pensar em Sam. O prelúdio da noite passada não fora suficiente. Ele não havia tido outro pensamento alem da boca dela e de seu corpo.

Passando pelas fileiras de calcinhas de seda e camisolas rendadas, ele parou ao lado de uma prateleira de óleos e loções corporais. Pegou um dos frascos e foi até o caixa para pagar.

— Bela escolha. — A moça que estava no caixa disse para ele.

Freddie a ignorou, olhando o seu rolex se perguntando se Sam e Carly já haviam terminado. A vendedora, obviamente incomodada com a sua falta de atenção, colocou sua compra em uma sacola e empurrou-a em sua direção.

Ele saiu da loja sem olhar para trás e encontrou Spencer e Brad no grande saguão do clube, hidratando-se com garrafas de água.

— Prontas senhoritas? — Freddie perguntou rindo.

Spencer jogou uma garrafa de água para ele.

— Vamos — Disse ele para Brad. — Precisamos levar o príncipe para casa. A princesa Puckett o espera.

Os três riram.

***

A casa estava em silêncio quando Freddie chegou ele procurou pelos quartos no andar debaixo, checando na sala íntima e na cozinha antes de subir. Sentiu a decepção tomar conta de si ao pensar que ela ainda não tinha voltado. Pelo menos ele poderia tomar um banho antes que ela voltasse. Já tirando sua camisa enquanto caminhava em direção ao quarto ele ficou surpreso ao encontrar Sam sentada no meio da cama com o telefone no colo e a testa franzida.

— Hola Chica!

Ela se assustou com sua voz e jogou o celular na cama. Sam passou os olhos por seu peito nu e o franzido em sua testa desapareceu.

— Que susto Benson! — Ela disse rindo.

Ela colocou o telefone ao seu lado na mesa de cabeceira. Freddie não pode deixar de se perguntar se ela estava falando com alguém de sua casa novamente.

— Como foi o golfe? — Sam perguntou.

— Quente. Vou tomar um banho.

Ela balançou a cabeça sem se atrever a tirar os olhos dos dele, embora Freddie já soubesse que ela se sentisse atraída pelo seu corpo. Ele se lavou rapidamente para que a água não ficasse quente depois enrolou uma toalha na cintura e entrou de novo no quarto, mas desta vez Sam não estava mais lá.

Freddie ficou confuso e anotou mentalmente que eles precisavam discutir algumas regras básicas. Tipo, regra número um, ficar pelada e esperando por ele na cama o tempo todo.

Soltando um suspiro frustrado, tirou a toalha e se vestiu antes de descer atrás dela. Sam estava sentada na sala íntima, no mesmo lugar em que os dois sentaram na noite passada. Suas pernas estavam dobradas embaixo de seu corpo e ela estava concentrada mudando de canais. Ela tirou os olhos da TV e olhou para ele sentando em sua frente.

— Encontrou alguma coisa interessante? — Freddie disse apontando para a TV.

— Nada, domingo é um saco. — Ela disse sem muito. — Mas vi na programação que vai passar jogos mortais...

— Você gosta de filmes de terror? — Freddie perguntou tentando iniciar uma conversa.

— Terror é meu gênero favorito, então sim. Sempre gostei desse.

Colocando o controle ao lado dela, ela cruzou as mãos no colo e olhou para ele ansiosa.

Ela estava curiosa para saber o que iria acontecer. Freddie ainda era uma incógnita para Sam, era difícil decifrá-lo, mas ele parecia um pouco mais empenhado em conhecê-la, pelo menos.

— Você está com fome? — Freddie perguntou.

— Sim, eu até comi no shopping com a Carly, mas eu estou sempre com fome. — Ela disse sorrindo o que fez Freddie sorrir também, apesar de não entrar em sua cabeça como ela mantinha aquele corpo comendo o tanto que ela comia.

Freddie também estava morrendo de fome depois da longa tarde que teve, quando esticou a sua mão para segurar a dela, ela colocou com cuidado à palma de sua mão contra a dele. Freddie disse a si mesmo que era importante que ela se sentisse confortável ao seu lado, mas, na verdade, ele simplesmente gostava de tocá-la.

Eles foram até a cozinha. Domingo era o único dia da semana em que Freddie não tinha nenhum funcionário para preparar as refeições, mas eles normalmente deixavam alguma coisa para ele esquentar. Apesar dele gostar de cozinhar raramente se aventurava na cozinha.

Freddie encontrou os ingredientes para fazer um sanduíche em vasilhas identificadas com a escrita eficaz de Andy, que fazia suas refeições. Fatias de peru, tiras de bacon crocante, abacate, queijo gruyère, e pedaços grossos de tomate marinados em vinagrete.

Eles montaram seus sanduíches na ilha e levaram seus pratos de volta para a sala íntima.

— Estou curioso para saber como você veio parar aqui... — Freddie perguntou aguardando sua reação.

Era óbvio que era pelo dinheiro, mas ele simplesmente não conseguia entender por que uma garota como Sam estaria tão desesperada a ponto de se vender. Ela era bonita, e Freddie duvidava que ela tivesse dívidas de jogo ou algum vício com droga para sustentar.

Mordeu seu sanduíche enquanto esperava que ela respondesse.

Apesar de estar em duvida se fez a coisa certa ao lhe fazer essa pergunta intima e tornar isso mais pessoal, sua curiosidade não o fez pensar tanto.

— Minha irmã está doente. — Disse ela baixinho, tão baixinho que ele mal conseguiu ouvi-la. — O tratamento dela é muito caro. — Continuou ela.

Não era o que ele estava esperando, e a sinceridade dela o surpreendeu.

— O dinheiro... Vai ajudar? — Freddie perguntou.

— Muito. — Disse ela.

Freddie imediatamente sentiu uma empatia muito grande por ela, pois ela parecia estar sentindo mil coisas diferentes. Assim como parecia estar aliviada por cuidar da irmã, ele notou também que ela se sentia culpada por estar ausente em um momento de dificuldade. Ele não tinha a intenção de se abrir tanto como ela estava fazendo.

Não conseguiria.

Sua resposta fez com que ele se sentisse um pouquinho menos egoísta. Ele pôde ter gasto um milhão de dólares para levá-la para basicamente lhe fazer companhia, mas saber que o dinheiro iria ser usado em uma causa justa aliviava um pouco a sua consciência.

— Então você vendeu a única coisa de valor que você tinha para salvá-la.

Foi mais uma afirmação do que uma pergunta, mas Sam balançou a cabeça. Freddie a achava uma garota interessante, nada como ele achou que ela seria, ao observá-la subir naquele palco, desafiando-os ao esconder o corpo pensou que teria que protegê-la, mas ela não era uma flor frágil como aparentava e bem no fundo Freddie sabia que precisava tomar cuidado com ela. Ele se lembrava da maneira como ela dormiu com ele na noite passada, deixando seu corpo cobrir o dela e segurando-a. Sua escolha altruísta de vir morar com ele, um estranho, mexeu com ele. Ela era um mistério. Uma mulher que valeria a pena conhecer.

Os dois comeram em silêncio, cada um deles parecendo processar esta nova revelação sobre a natureza de seu relacionamento.

— Como foi que você perdeu a sua virgindade? —Sam perguntou do nada.

Freddie engasgou com o último pedaço de sanduíche e tomou um gole de água. Ele ficou na duvida se era uma pergunta, mas observa os olhos azuis da loira o encarando com expectativa.

— Eu tinha dezessete anos. Com uma garota do meu prédio, antes de começar meu último ano do ensino médio. E foi ok...

Freddie levantou uma sobrancelha e Sam deu uma gargalhada.

Pensou no que mais ele poderia dizer. Pensar em Sabrina ainda o fazia sorrir. Ela era um ano mais velha e mais alta que ele, mas Freddie reprimiu esse detalhe e não tinha medo de sua sexualidade crua. A transa foi boa. Mas ele sabia que qualquer transa era boa para um garoto de dezessete anos.

— Como foi o dia com a Carly? Você comprou tudo de que precisava? — Freddie perguntou mudando de assunto.

Ela balançou a cabeça.

— Sim, obrigada. A Carly é... Legal. — A maneira como a palavra saiu hesitante de sua boca o indicou que ela queria falar mais alguma coisa.

— Ela é. — Freddie confirmou. — Conheço Carly há anos ela é de confiança...

Ela o encarou.

— Foi com ela que você perdeu a virgindade? — Sam perguntou franzindo a testa confusa.

— Acho que isso não é da sua conta, Sam. — Freddie respondeu. — Mas não.

Sua voz soou como um aviso. Só porque ele estava sendo amigável e agradável não significava que ele iria discutir sua vida pessoal com ela, e era melhor que ela se acostumasse com isso. Ela estava ali por um motivo e talvez fosse hora deles dois lembrarem disso.

Ela tirou os olhos dele e virou-se desconfortável em seu lugar.

— Você se lembra do que eu lhe disse antes de sair hoje?

Ela balançou a cabeça.

— Sobre minha... Minha boca.

Freddie esticou sua mão até seu rosto e tirou uma migalha de pão, deixando o polegar roçar seu lábio inferior. Ela abriu a boca com seu toque e respirou fundo. Freddie manteve seus olhos presos nos dela passando seu dedo em seu lábio inferior carnudo.

— A única coisa com a qual eu quero que você se preocupe com relação ao meu pau é quando você vai conseguir fazê-lo entrar.

O duplo sentido dessa frase fez seu peito se inchar.

— Sobe, eu já estou indo. — Freddie disse e isso ficou subtendido para os dois que teriam um momento intimo.

Ele se levantou do sofá e esticou sua mão e Sam segurou ficando de pé. Freddie não pode deixar de notar como ela ficava bem usando short curto, ele não se cansava de admirá-la todo dia. Ele a observou se afastar, sua bunda redonda rebolando de leve enquanto ela andava, ele se distraiu um pouco, mas logo levou os pratos para cozinha para então se juntar a ela.

Sam estava em pé no meio do quarto, parecendo completamente perdida como se estivesse esperando pelas suas instruções. Só pelo jeito que ela o encarava ele já sentia tesão.

Ele entrou no quarto e parou a alguns metros dela.

Ele tirou a blusa dela pela cabeça e jogou no chão ao lado de seus pés. Sem esperar que Freddie desabotoasse o sutiã, ela mesmo fez. Freddie achava seus peitos maravilhosos. Grandes e bonitos. Ele queria tocá-los, mas não queria que ela ficasse rígida ou recuasse, ele queria que ela sentisse prazer, se curvasse e dissesse seu nome.

Freddie tirou a camisa também.

— Vem aqui. — Ele disse segurando sua mão a puxando mais para perto a mão dela ele a puxo com mais força contra o meu peito, acariciou sua nuca e levantou seu rosto para que ela olhasse para ele.

O magnetismo dos olhos de Sam hipnotizaram completamente Freddie, ele nunca tinha visto nada assim ele pressionou sua boca contra a dela e seus lábios se abriram parcialmente, aceitando seu toque ele conduziu o beijo passando sua língua por sua boca até que ela se abriu para ele, e então ele enfiou sua língua, dando um longo beijo nela.

Seu corpo ficou relaxado em seus braços e ele adorava a sensação de ter seus seios encostados em seu peito. O contato entre as peles era uma delícia. Sua língua acariciou a dela e Sam o beijou de volta. A intensidade do beijo o excitou, Freddie não conseguia parar de balançar seus quadris, fazendo com que ela gemesse com o atrito entres eles, sem se afastar dela. Quando descansou uma das mãos no seu quadril, Sam tremeu o suficiente para ele perceber. Um sorriso curvou seus lábios, e, Freddie estava a beijando de novo. Quase na mesma hora, sua mente foi inundada por tantos pensamentos que foi difícil se concentrar num só.

Sua boca era quente, os lábios firmes. Uma provocação suave e sensual que a faz gemer. Freddie lambeu seu lábio inferior, então o mordeu de leve antes de brincar com a ponta da língua ao redor de sua boca. Seu gosto era doce, e, por alguma razão, isso a fez gemer de novo. Ele deixou escapar outro som baixo e rouco enquanto deslizou uma das mãos por seu corpo até envolver seu seio esquerdo. Sam estava sem sutiã, então, quando o polegar dele roçou sua pele e pressionou seu mamilo, um raio de calor foi da pontinha do seio até o clitóris. Seu corpo inteiro ficou quente e dolorido, apertado de emoção. A língua de Freddie explorou sua boca enquanto ele esfregava seu mamilo rígido, seus quadris movendo-se ligeiramente contra os dela. Seu membro duro parece ferro quente junto à sua coxa, e Sam ficou muito excitada ao saber que ele está excitado com ela.

Freddie então pegou sua mão e a colocou diretamente sobre o volume dentro da sua calça. Um instante depois tocou seu sexo por cima do short.

Ai, droga. Está acontecendo. Pensou ela.

Ela não estava preocupada com sua resposta à mão dele, bastava um movimento lento para que uma explosão de prazer ocorresse dentro dela. Era a sua mão que desencadeava a onda de nervosismo. A mão que está acariciando o seu membro duro sob o zíper. Sam já havia feito isso antes, e também já fez boquetes que ela sabia que estavam certos, porque... Bom, o cara gozou e tal. Mas não tinha experiência suficiente para se considerar uma especialista neste tipo de carícia. Todos os seus encontros com um pau envolveram o mesmo cara, Pete, seu namorado da época do colégio, que era tão inexperiente quanto ela. Freddie provavelmente já tinha dormido com muitas mulheres experientes, com certeza ele já pegou mais gente do que ela.

— Tudo bem se eu fizer isso? — Ele perguntou, acariciando entre suas pernas.

— Eu não sou uma boneca de porcelana Benson. — Concordou ela e retribuiu a carícia, então um gemido reprimido escapou de sua boca.

— Caramba, espera. — Freddie se ajeitou sobre o colchão, e seu coração parou quando o viu abrir o zíper. Ele abaixou a calça o suficiente para liberar a ereção da cueca e também abaixou o short dela e o elástico de sua calcinha.

Um segundo depois, sua mão roçou seu sexo nu, e seus quadris se ergueram involuntariamente, buscando um contato mais próximo.

Freddie brincou com a ponta do indicador sobre seu clitóris. — Melhor assim? — Ele perguntou, com a voz grossa e rouca.

Muito melhor. Tão bom que fez sua cabeça girar, limitando a resposta a um murmúrio ofegante e sem sentido.

Sorrindo, ele se inclinou e a beijou de novo. Com a mão livre, agarrou a dela e a levou até a ereção, envolvendo com delicadeza seus dedos trêmulos em torno de seu membro. Que era longo e duro, e a pele macia e quente deslizava facilmente por seu toque.

O corpo de Sam estava em chamas. As ondas de excitação se intensificaram, e, quando ele enfiou o dedo médio nela, seus músculos internos o apertaram, a pressão tão intensa que a fez esquecer de respirar.

Os dois não pararam de se beijar. Nem mesmo para recuperar o fôlego.

Estavam ambos ofegantes, as línguas entrelaçadas e as mãos ocupadas. Seu polegar pressionou seu clitóris enquanto o dedo médio se moveu dentro dela, e o prazer tomou conta de seu corpo, um nó apertado de excitação que fez com que o movimento dos seus quadris se tornasse ainda mais errático. Os minutos passaram. Talvez horas. Sam não tinha idéia, de porque estava presa a sensações incríveis. Sam acariciou seu membro, apertando a cabeça grossa a cada movimento, até que seus quadris começam a se mover também, e um comando áspero saiu de sua boca.

— Mais rápido.

Sam acelerou o ritmo, e ele se moveu contra seu punho com um gemido baixo, a respiração fazendo cócegas em seus lábios quando interrompeu o beijo. Seus olhos estavam fechados, as feições tensas e os dentes cravados no lábio inferior.

—Eu vou gozar. — Ele murmurou.

A excitação se moveu em ondas entre suas pernas, e Sam sabia que ele podia sentir como ela estava molhada, porque gemeu de novo e seu dedo mergulha mais fundo, mais rápido.

Ela estava perto também, quase alcançando o precipício. Segundos depois, Freddie desabou em cima dela, a testa descansando em seu ombro, enquanto seus quadris se moveram uma última vez.

À medida que sentiu uma umidade jorrar na sua mão, seus olhos se abriram lentamente, e o prazer sonolento que transmitiram era de tirar o fôlego. Puta merda. Sam achava que nunca viu nada tão sensual quanto Freddie Benson logo depois de um orgasmo. Aquilo a impulsionou e Freddie precisou apenas de mais um movimento para que o prazer excruciante lhe atingisse.

A respiração ofegante os lábios rosados, o peito subindo e descendo com a respiração, ele poderia passar horas olhando, sem contar que era a mais que gratificante vê-la satisfeita e relaxada. Sua boca está inchada e rosada, seus lábios estão carnudos.

Ele a beijou de leve.

— Fique aqui. — Freddie avisou.

Como se ela pudesse ir para qualquer lugar com as pernas trêmulas daquele jeito, pensou Sam.

Freddie atravessou o quarto e pegou a sacola em cima da escrivaninha pegou o pequeno frasco de óleo na sacola e Sam olhou para ele e então engoliu em seco. Seu corpo todo ficou rigido. Ela parecia aterrorizada. O que deixou Freddie confuso.

— Tudo bem?

No começo ele não entendeu a reação dela, mas então olhou para o frasco que comprou e percebeu que ela devia achar que era um lubrificante. Como se ele fosse simplesmente molhar o seu pau e enfiá-lo nela antes de ela estar pronta. Apesar dela estar, mas pelo visto ela não tinha um vasto conhecimento sobre sexo, do jeito que ela estava molhada não precisaria de... Droga a última coisa que ele queria é que ela sentisse medo. Seus pensamentos começaram a se atropelar ele estava divagando.

— É óleo para massagem. — Freddie levantou o frasco para mostrar para ela. — Não vamos transar hoje, Sammy.

Seu alívio foi imediato. Mas não por que ela não queria, mas sim por que estava nervosa. Ela respirou fundo e seus ombros relaxaram. Usando de toda sua força de vontade ele afastou qualquer pensamento erótico de entrar nela e colocou uma calça por cima da cueca.

— Deite de barriga para baixo.

Ela deitou bem no meio e ajeitou o corpo para o lado, para que ele tivesse espaço para sentar ao lado dela. Ela vira a cabeça para o lado para olhar para ele, curiosa para saber o que ele estava fazendo. Freddie colocou um pouco do óleo em sua mão e esfregou, para aquecê- las antes de passá-lo nas costas de Sam. Sua pele era suave, mas seus músculos estavam meio tensos, ela deveria estar relaxada depois do que eles haviam feito. Era exatamente por isso que ele começou o seu contato físico com ela aos poucos e deixou que ela se acostumasse com seu toque.

Ele esfregou o óleo em sua pele, apertando seus dedos em sua carne e soltando os nós entre seus ombros. Sam soltou um gemido suave e ele colocou mais pressão.

— Tudo bem?

Sua voz saiu rouca.

— Sim — Respondeu ela.

Passando seus dedos por suas costas, admirando as duas covinhas bem em cima de sua bunda redonda.

— Freddie... — diz ela, com a boca formando um sorriso.

Ele gostava de ouvir seu nome em sua boca. Depois de acabar com todos os nós, massageou de leve seu pescoço, apertando seus dedos em sua cabeça. Ela estava tensa quando começou, mas agora seu corpo estava solto e relaxado.

— Está gostoso? — Ele pergunta.

— Mmmm — Sam gemeu o som foi direto para o seu membro que já estava endurecendo. Parecia que iria ser sempre assim quando Sam estivesse por perto. Pensou ele.

Freddie olhou para seu corpo sedoso e, como ela estava quase, ficava ainda mais difícil para ele se concentrar, mas fez o possível para continuar acariciando suas costas, até chegar perto de bunda. O barulho ofegante que ela fez o distraiu e ele sentiu vontade de vira-la e terminar tudo.

Claro que não poderia fazer isso. Se ele ganhasse sua confiança primeiro, o sexo seria muito melhor. Pelo menos foi o que ele disse a si mesmo.