Unusual Love
6 Capítulo 6 - O convite
Notas iniciais
Perdoem-me pelos erros de português.
Alguns dias se passaram e eu estava me acostumando com a rotina daqui. De manhã, nós três tomavamos café juntos como uma familia. Depois, Ben saia para trabalhar em uma mercearia aqui perto e eu ficava com Ângela. Eu descobri bastante da vida dela enquanto estavamos sozinhas, descobri que ela não pode ter filhos, por isso que ela me tratava como filha. Ela até me confessou que gostaria que eu fosse sua filha, não fiquei chateada com isso, eu não sabia se um dia iria voltar para casa e fiquei feliz em saber que o tempo que eu ficasse eu teria uma familia. Ângela me deu alguns livros de histórias e lendas para eu ler e passar o tempo, ela até me ensinou a bordar.
Alguns vizinhos perceberam que eu estava lá, e Ângela inventou que eu era filha de uma amiga dela que é de outro reino e que veio passar o tempo em sua casa.
Ângela me ensinou o caminho para algumas árvores frutiferas no meio da floresta e me aconselhou a não ir sozinha nas mais longes. As frutas dessa região são deliciosas, são tão doces.
A noite Ben chegava cansado mas nunca triste. Tinha alguns dias que eu demorava a dormir por causa de barulhos no quarto ao lado, se é que vocês me entendem.
Na hora do almoço eu fiquei morrendo de vontade de comer uma daquelas laranjas suculentas que tinha na floresta e pedi para Ângela ir comigo porém ela disse que não daria pois tinha que acabar de fazer o almoço, mas disse para eu ir sozinha e aproveitar para trazer algumas goiabas também.
Peguei uma cesta vazia e fui.
Eu lembrava perfeitamente do caminho, era tudo tão bonito. Tinha tantas flores e tinha tanto verde. Diferente do verde que havia nas florestas de Forks, ele era úmido e escuro, aqui era seco e claro. O sol que entrava pos entre as folhas das árvores iluminava o caminho fazendo eu ficar mais maravilhada com tudo que eu via.
Caminhei e cheguei até as macieiras, ainda bem que tinha umas mais baixas e eu consegui subir em um galho sem precisar de ajuda.
Peguei umas maçãs e coloquei na cesta. As goiabeiras ficavam mais longes, tive que andar mais alguns minutos para chegar lá.
Elas eram mais altas que as macieiras, tentei subir mas nao consegui, também com o meu 1,62 de altura iria ficar dificil. Olhei em volta procurando alguma ideia e avistei uma pedra grande, mas não tanto, o suficiente para eu conseguir subir na árvore e também arrasta-la até ela.
Arrastei com um pouco de dificuldade porque não a pedra é pesada. Subi em cima dela e coloquei a cesta em um galho próximo, verificando se ela estava bem equilibrada.
Pus minhas duas mãos em um galho ao lado do que eu coloquei a cesta, que estava em cima da minha cabeça. Peguei impulso e com a pouca força que eu tenho consegui sentar nele.
Peguei varias goiabas aé encher as cestar que já estavam com algumas maçãs. Tomei cuidado para não pegar as que estavam bichadas.
Com a cesta cheia, desço da árvore para cima da pedra.
Caminho devagar voltando para casa de Ângela, vou escolhendo uma maçã bem grande e vermelha para comer no caminho. Enquanto faço isso ouço um pequeno “clic” e vejo um pequeno clarão.
Olho para os lados e não vejo nada, não tem nenhum movimento e nenhum barulho só os que eu produzo. Resolvo deixar de lado porque deve ser uma daquelas vezes que o cérebro nos pega peças.
Dou de ombros e vou para casa. Sou recebida com um cheiro maravilhoso da comida da Ângela. Dou um enorme sorriso e entro acabando de comer a minha maçã.
Edward Pov
Estou no salão esperando Jasper e Emmet voltarem. Eles foram tirar uma foto da garota, para nós e os guardas saberem quem é essa garota, para depois que ela entrar para depois que ela entrar no baile não deixarem ela sair mais. Eu ainda não descobri o porque do Jasper ter levado Emmet com ele, o grandão só sabe armar confusão e concerteza poderia estragar tudo.
Jasper entra com a cara emburrada enquanto Emmet estava tentando se desculpar por alguma coisa.
— O que aconteceu? – pergunto.
— O idiota aqui – Jasper disse apontando para o Emmet – esqueceu de desligar a porra do flash da merda da câmera, quase que a garota viu agente.
— E o depressivo aqui – falou Emmet apontando para o Jasper – não entende que foi sem querer.
— Bem feito Jasper, disse para não levar o Emmet – falo rindo.
— Deveria ter te ouvido – diz Jasper – mas agora já foi, pelo menos consegui a foto.
— Ótimo, mostre para os guardas depois leve para mamãe e o papai.
Saio da sala frustrado pela estupidez do Emmet, como ele pode ser tão grande e tão burro?
Sinto uma coisa pequena pular de surpresa atrás de mim. Alice.
— Está ansioso pelo baile de sabado? Eu estou com um pressentimento que sua escolhida vai estar lá – pergunta Alice.
— Não, eu não estou ansioso porque não quero esse baile. Tomara que ela esteja lá mesmo Allie, estou cansado de ficar sozinho – digo triste.
— Você vai encontra-la Edward, eu sei disso.
— Mas antes temos que nos preucupar em pegar aquela garota.
— Só para você saber o nome dela é Isabella.
— Como você sabe Allie?
— Eu tive uma visão dela, ela vai mudar nossas vidas Edward – ela disse com um sorriso enorme no rosto.
Tento ler a mente dela mas Alice está cantando uma musica mentalmente e não consigo ver nada. Isso me deixa frustrado, minha irmãzinha consegue ser bem irritante, ela sabe que eu detesto isso.
— Bom, eu vou indo Eddie, tenho que arrumar os convites para o baile – diz com um sorriso travesso.
— Eddie é seu... – não consigo acabar de dizer pois ela já tinha ido embora.
Odeio que me chamem de Eddie.
Isabella Pov
Acordo feliz, ontem no jantar Ângela e Ben me contaram histórias da infância deles o que rendeu boas risadas.
Escuto a campainha tocar e quando desço Ângela já está fechando a porta e está com algo em mãos.
— O que houve Ângela? – pergunto preucupada observando a feição dela.
— Um convite, o castelo dará um baile para o príncipe Edward achar uma escolhida, faz algumas décadas que eles não fazem um. O tempo passa diferente para os vampiros ja que ele não envelhecem se eles não quiserem.
— Mas oque tem isso? – pergunto confusa.
— Você terá que ir – diz com um olhar preucupado.
— Porque?! Se eu for eles vão descobrir que eu estou aqui.
— Eu vou com você, fique tranquila. É só nos misturarmos junto com a multidão que eles não vão reparar em você.
— Mas porque eu tenho que ir?
— Porque os vizinhos iriam achar estranho e poderiam denunciar você, aí com certeza saberiam que você não é daqui.
- Mas eu nem tenho roupa – eu tento usar minha ultima carta para não ir.
- Isso não é problema – ao ouvir isso eu me sinto derrotada – eu tenho um vestido que eu usei na minha formatura da escola.
É, pelo visto terei que ir a esse baile, tomara que ninguém me reconheça, senão estou ferrada.
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